Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Jornal Correio do Minho: Apresentação dos Candidatos à Câmara

Reaproximar a Câmara dos Cidadãos

O candidato da coligação ‘Juntos por Braga’ à presidência da câmara, Ricardo Rio, promete demarcar-se “daquilo que tem sido a postura da maioria socialista há 34 anos no poder” e apostar na reaproximação da câmara aos cidadãos. Ricardo Rio — que falava ontem na apresentação da lista da coligação à câmara — remeteu para mais tarde a apresentação do seu programa eleitoral, mas foi já adiantando algumas medidas que pretende implementar a partir de Outubro, se ganhar as eleições.

“Vamos optar por ter uma autarquia aberta à comunidade, em todos os sentidos”, realçou, começando por anunciar que pretende que todas as reuniões de câmara passem a ser semanais e abertas ao público, “salvo raras excepções devidamente justificadas”. Propõe-se ainda revolucionar o atendimento à população, desde logo criando também um horário para os vereadores atenderem os munícipes, não só nos gabinetes, mas também com recurso às novas tecnologias (internet).

Rio quer que todos os serviços municipais estejam disponíveis on-line, para facilitar a vida aos munícipes. Adiantou ainda que além de um posto de atendimento itinerante, pretende criar extensões do município em cinco freguesias, fazendo com que as populações evitem deslocações ao centro da cidade para resolverem qualquer questão relacionada com os serviços municipais. Em termos de colaboradores, Rio prometeu zelar pelos seus interesses e anunciou desde já a criação de uma creche para os filhos dos funcionários camarários.

Ricardo Rio apresentou equipa “arrojada e confiante”

“Esta é uma equipa coesa, que conjuga o arrojo de uma ambição estratégica contemporânea com a confiança de um percurso profissional de reconhecimento público”. Foi nestes termos que Ricardo Rio se referiu ontem à equipa que o acompanha na corrida à câmara de Braga nas próximas eleições autárquicas.

A lista da coligação ‘Juntos por Braga’, que junta o PSD, o CDS-PP e o PPM, tem como número dois o presidente dos populares, Manuel Mota, o que não significa que, em caso de vitória, Manuel Rocha venha a ser o vice-presidente.

“O vice presidente será uma escolha pessoal minha”, deixou claro o candidato à presidência.

Filomena Bordalo, Serafim Rebelo e Américo Afonso, que actualmente acompanham Rio na vereação/oposição, são os nomes que se seguem na lista.

Em sexto lugar surge Leonor Pizarro, seguindo-se Manuel Beninger (PPM), Hugo Soares, Olga Pereira, Carlos Neves e António Macedo Barbosa.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Jornal Diário do Minho: Medidas de Segurança para Prevenir Acidentes no Túnel

PPM quer medidas de segurança para prevenir acidentes no túnel.

A secção de Braga do Partido Popular Monárquico (PPM) defendeu ontem a necessidade da Câmara Municipal de Braga tomar medidas que previnam a ocorrência de novos atropelamentos à saída do túnel da Avenida da Liberdade. Tendo como pano de fundo o recente atropelamento de um peão, o PPM recomenda a autarquia que «coloque barreiras físicas de vedação, em ambos os lados dos passeios, desde o cruzamento com a Rua do Raio até ao seguinte cruzamento com a Rua 25 de Abril».

«Desta forma, poder-se-á evitar mais acidentes de atropelamento, que estão a acontecer com grande frequência nessa via de comunicação, evitando-se assim, para além dos infindáveis congestionamentos de trânsito, o sofrimento humano desnecessário», sublinha a nota que os monárquicos enviaram ao Diário do Minho, na qual não poupam a pressa que o Município colocou na execução das obras de prolongamento do túnel.

Acusando o executivo presidido por Mesquita Machado de colocar «tanta pressa» na conclusão do prolongamento do túnel, que não foi salvaguardada a segurança dos peões, o PPM considera que «a obra, tal qual como está, não oferece nenhuma segurança aos peões», que «atravessam com a maior das facilidades ambas as margens da via de circulação, esquecendo-se de que se trata, não de uma estrada de circulação normal, mas de uma autêntica via rápida dentro da própria cidade».

Salienta o PPM que a pressa colocada na conclusão das obras não foi imune à pressão que caracteriza os períodos eleitorais em que «os “políticos da terra” se apressam em fazer e concluir obras para que outros cidadãos, mais incautos, se esqueçam de tudo aquilo que de menos bom aconteceu nesse último mandato».«Braga, lamentavelmente, não fugiu à regra. Por isso, com as eleições autárquicas marcadas para o dia 11 de Outubro, houve necessidade de “fazer obra” a qualquer custo», comenta a estrutura monárquica, vincando que no prolongamento do túnel «trabalhou-se de dia e até durante o período nocturno».