Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Assembleia Municipal - Plenário: Regionalização

RECOMENDAÇÃO

”Regionalização como factor de desenvolvimento sustentável”

A Constituição da República de 1976 previa, no artigo 238º, a existência de regiões administrativas como autarquias locais, além dos municípios e das freguesias. Contudo, na prática nunca foram instituídas seja por omissão do legislador, face à complexidade da questão, seja porque foi referendada no dia 8 de Novembro de 1998, tendo os portugueses respondido «não» por grande maioria.

Está na altura de analisar e debater a regionalização, como pólo de desenvolvimento, como solução económica e social, de muitos dos problemas que Portugal enfrenta.

Em presença da situação económica, empresarial, social e laboral, que o país vive, impõem-se soluções rápidas e eficazes. Perante a crise financeira mundial e nacional, parece-nos ser a altura certa para prosseguirmos com uma regionalização assumida e que signifique desenvolvimento.

Uma das soluções é avançar com o processo de regionalização, política, administrativa e financeira do continente português, o que vai permitir novos caminhos económicos e possibilitará que as futuras regiões, ganhem um estatuto de força e esperança no futuro.

O Estado terá que se decidir e assumir uma descentralização de poderes, de modo a criar responsabilidades aos futuros governos regionais, que devem ser eleitos pelos cidadãos dessas regiões. Os partidos políticos portugueses tem de assumir uma postura de Estado e encontrar na regionalização um passo fundamental para o Estado, sem receios, nem com discussões de malquerenças.

Um poder regional capaz permite um maior desenvolvimento, correcção de assimetrias, um reequilibro populacional e a criação de novas dinâmicas financeiras, nas áreas empresariais. Importa termos um projecto de regionalismo assumido, na realidade do Estado e proporcionando mais solidez ao próprio país.

É importante recordar que a criação das regiões administrativas em Portugal Continental é uma obrigação constitucional.

Actualmente Lisboa recebe todo o dinheiro do País e não o redistribui equitativamente por todo o País. As únicas regiões que têm os seus interesses protegidos são os Açores e a Madeira.

No espaço de uma década, o Norte perdeu o comboio da União Europeia e ficou mais pobre. Foi a única região a chegar a 2007 pior do que estava dez anos antes, isto ainda antes de a crise económica ter atingido em cheio as regiões mais exportadoras, como esta.

Em 1997, a riqueza produzida por cada habitante da Região Norte correspondia a 63,6% da média da UE. Nessa altura, entre os Quinze países, só os Açores e a Extremadura espanhola eram mais pobres do que o Norte.

Dez anos depois, a região não tinha recuperado face aos parceiros comunitários, ou seja, não tinha diminuído a distância face à riqueza produzida no resto da Europa. Pelo contrário, estava comparativamente mais pobre, já que o Produto Interno Bruto tinha caído para 60,3% da média comunitária.

Os dados do Eurostat, organismo estatístico europeu, dizem respeito ao ano de 2007, antes portanto da crise financeira e económica. É, por isso, de supor que os dados relativos a 2008 e, sobretudo, a 2009 venham a revelar um empobrecimento ainda maior da região Norte.

Em resumo, na década de 1997 e 2007, segundo o Eurostat, Portugal teve um desempenho heterogéneo. O país andou a várias velocidades. O Norte perdeu terreno face à UE. O Centro manteve praticamente a mesma posição. O resto do país cresceu.

É imperioso pensar a Regionalização não como uma oportunidade de confronto político, partidário e ideológico, mas como um factor de desenvolvimento sustentável, o que se exige cada vez mais face ao clima de crise financeira mundial e nacional e aos últimos dados demográficos publicados pelo Instituto Nacional de Estatística.

Neste sentido, o P.P.M. propõem a Assembleia Municipal de Braga para que se aprove a seguinte recomendação:

Que a Assembleia Municipal de Braga diligencie todos os esforços para que se promova e se realize um debate aberto e participado sobre a regionalização, para que o desenvolvimento sustentável da nossa região possa ser um facto.

Manuel Beninger

Grupo Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga


[Aprovada a Recomendação por unanimidade]

Assembleia Municipal - Plenário: Gestão de pessoal não docente

RECOMENDAÇÃO

“ Gestão do pessoal não docente das escolas básicas e da educação pré-escolar”

No contexto do reforço dos modelos de gestão dos estabelecimentos de educação (Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril) e das competências a transferir para os municípios em matéria de educação (Decreto-Lei nº 144/2008, de 28 de Julho), é desde 1 de Janeiro de 2009 (primeiro ano de execução), competência desta Autarquia, conforme Contrato de Execução nº 242, celebrado a 16 de Setembro de 2008, entre o Ministério da Educação e a Câmara de Braga:

· a gestão de pessoal não docente das escolas básicas e da educação pré-escolar.

Perante esta nova competência e no seguimento da 2ª cláusula do referido Contrato de Execução, que define os termos em que a gestão do pessoal não docente é transferida para a Autarquia e da Portaria nº 1049-A/2008 que define a fórmula de cálculo relativa à dotação de pessoal não docente, o P.P.M. pergunta a este Executivo Camarário:

  1. porque não está a ser dado cumprimento ao estabelecido na Portaria n.º 1049-A/2008, de 16 de Setembro, que define o rácio funcionário a atribuir aos doze Agrupamentos do Concelho?

Tendo em conta que existe uma falha de 56 Assistentes Operacionais e 3 Assistentes Técnicos.

  1. porque utilizam os Agrupamentos Planos Ocupacionais de Emprego (POC’S), para satisfação de necessidades permanentes de serviço?

Tendo em conta que existem cerca de 115 POC’S no conjunto de Agrupamentos e um deficit efectivo de 60 funcionários para cobrir as necessidades permanentes destes serviços.

  1. porque não foram ainda atribuídos os prémios de desempenho ao pessoal não docente dos Agrupamentos de Escolas de Braga, relativos à avaliação do ano 2008, tendo em conta que as verbas destinadas para esse fim são provenientes do Gabinete de Gestão Financeira do Ministério da Educação, necessitando apenas de um despacho autorizador da Câmara?

Tendo em conta a existência 34 prémios de desempenho por atribuir.

  1. porque não existe um representante dos trabalhadores não docentes dos Agrupamentos do Concelho de Braga, no acompanhamento desta novas atribuições da Câmara?

Tendo em conta que as decisões que se possam tomar se destinam única e exclusivamente a eles mesmos.

O P.P.M. entende que as questões relativas à direcção e gestão dos estabelecimentos de ensino são da maior relevância para a vida das escolas do Concelho, pela forma como influenciam as relações e o ambiente de trabalho escolar e pela forma como asseguram a coerência dos princípios normativos definidos a nível nacional. Devendo, por isso, criar-se a nível autárquico um debate alargado e sistemático neste domínio, para que as questões relativas à direcção e gestão das Escolas não fiquem circunscritas a gabinetes ou a algumas reuniões de um pequeno grupo, longe de todos os envolvidos e do próprio interesse público.

Em forma de conclusão, o P.P.M. propõem a esta Assembleia Municipal que aprove a seguinte recomendação:

que a Câmara Municipal de Braga diligencie todos os esforços para cumprir o estabelecido na 2ª Cláusula do Contrato de Execução nº 242/2009, cruzado com a Portaria nº 1049-A/2008, no que refere à gestão de pessoal não docente das Escolas Básicas de Braga, nomeadamente:

· na resolução inadiável do deficit de 60 funcionários (assistentes operacionais) não docentes para cobrir as necessidades permanentes dos Agrupamentos Escolares de Braga;

· na solução definitiva do recurso aos POC’s (emprego de inserção) que são uma afectação de carácter temporário o que dificulta a apropriação do trabalho permanente, não colectivo dos agrupamentos escolares de Braga;

· na atribuição urgente dos prémios de desempenho em falta aos funcionários não docentes dos agrupamentos escolares de Braga;

· na eleição de um funcionário não docente de entre os funcionários não docentes dos Agrupamentos de Escolas de Braga, como represente dos interesses profissionais dos seus homólogos em matéria de gestão de recursos humanos, agora sob a responsabilidade da Câmara Municipal de Braga;

Sílvia Oliveira

Grupo Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga


[Não Aprovada. Com os votos contra do Partido Socialista e os votos a favor das restantes bancadas municipais (PPM, PSD, CDS-PP, CDU e BE)]

Assembleia Municipal - Plenário: Amadeu Sá Menezes

VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DO

ENGº AMADEU SÁ MENEZES

Amadeu Sá Menezes, faleceu no dia 28 de Fevereiro de 2010, contava 76 anos. Foi Subsecretário de Estado da Agricultura durante o VIII Governo Constitucional liderado por Pinto Balsemão.

Na Assembleia da República teve várias iniciativas notáveis como o Projecto-Lei nº 165/II sobre a autoprodução e distribuição independente de energia eléctrica.

Foi um dos fundadores do Partido Popular Monárquico.

Deputado na Assembleia da República pelo Circulo Eleitoral de Braga no início dos anos 80.

Dividiu-se entre a política e a agricultura. Foi presidente da União de Cooperativas Agrícolas do Noroeste Português (UNIAGRI) e fundador da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP).

A Assembleia Municipal de Braga contou com ele como deputado municipal na década de oitenta.

Sendo formado em Engenharia era acima de tudo um Homem simples que apreciava as coisas simples da vida e com a simplicidade que o caracterizava dizia com orgulho: - “eu sou Agricultor”.

Amadeu Sá Menezes tinha uma educação e formação tradicional que faziam dele um Homem de princípios e valores.

Na hora da despedida as presenças multiplicaram-se para se despedirem do amigo, Amadeu Sá Menezes. No portão da Casa de Lajes em S. Paio de Pousada, a bandeira da família estava a meia haste e em cima do caixão a bandeira da Monarquia Constitucional.

Que a memória perdure para as gerações vindouras.

A Assembleia Municipal de Braga, presta um minuto de silêncio em honra a um dos grandes filhos que o Concelho de Braga viu partir.

Manuel Beninger

Grupo Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga


[Aprovada a Recomendação por unanimidade]

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Convocatória para a Assembleia Municipal de Braga

Próximo dia 30 de Abril (Sexta-Feira), pelas 21h30, no Auditório do Parque de Exposições de Braga.

domingo, 25 de abril de 2010

Jornal Diário do Minho: PS surpreende toda a oposição e vota final abrupto dos trabalhos

“Bomba” regulamentar põe termo à reunião extraordinária da AM

Valendo-se do artigo 28º do Regimento da Assembleia Municipal de Braga, o Partido Socialista conseguiu encerrar, de forma abrupta, os trabalhos da reunião extraordinária da noite de sexta-feira, deixando a oposição estupefacta e indignada. Convocada por todos os partidos da oposição para se debater a protecção civil no concelho de Braga, a reunião magna acabou de forma inesperada, sem que antes disso houvesse trocas de bocas, num ambiente quente, com alguns deputados visivelmente exaltados face ao rumo surpreendente dos acontecimentos.

...

O PPM, por intermédio de Manuel Beninger, apontou, entre outras carências, a insuficiência de meios humanos, a falta de uma plataforma elevatória, o número reduzido de pontos de água na cidade e periferia, alguns com pressão insuficiente, ou ainda o facto de haver sete modelos diferentes de bocas de incêndio.

...

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Assembleia Municipal - Plenário: Recomendação dos partidos PSD, CDS, CDU, BE e PPM

RECOMENDAÇÃO

É por todos reconhecida a importância de que se reveste em qualquer autarquia a área da segurança, da protecção civil e do combate a incêndios.

O investimento neste sector tem de ser permanente e adequado às dimensões geográficas e humanas do concelho e às suas especificidades.

Neste domínio são públicas as carências que se têm vindo a agravar e que exigem um esforço sério e determinado com vista à sua superação.

Estas matérias devem ser tratadas de forma responsável e fundamentada tendo como base um amplo consenso e conjugação de esforços de todos os Bracarenses, seus representantes e forças vivas do concelho.

Nesse sentido, a Assembleia Municipal de Braga, reunida em 23 de Abril de 2010, delibera recomendar à Câmara Municipal:

1 – A elaboração de um estudo que, partindo de uma análise comparada da realidade de vários concelhos com uma situação similar à de Braga, como são os casos, por exemplo de Coimbra, Gaia, Setúbal, identifique a população abrangida, número de serviços prestados, meios humanos e formação ministrada, entre outros aspectos; estudo esse que deve ser sujeito à validação por peritos do sector que identifiquem claramente as necessidades fundamentais que carecem de ser supridas e o grau de prioridade de cada uma delas;

2 – A aquisição, a curto prazo, de todos os equipamentos considerados básicos para o normal funcionamento dos Bombeiros Municipais de que são apenas alguns exemplos um detector de gás, bombas de elevado débito, uma central telefónica moderna e com alimentação autónoma em caso emergência;

3 – A realização urgente de obras no Quartel dos Bombeiros Municipais que visem dotá-lo das condições mínimas enquanto não se assume a construção de novas instalações de raiz, mais modernas e mais amplas;

4 – A aquisição de uma plataforma nova (42 m) de combate a incêndios, considerado o equipamento mais adequado para uma cidade com as características de Braga e que apresenta uma versatilidade incomparável com as performances das auto-escadas;

5 – Aumentar o número de efectivos dos Bombeiros Municipais, durante os próximos anos, levando em linha de conta os efectivos que entretanto se vão reformando e as recomendações do estudo proposto;

6 – Estabelecimento de um protocolo entre a Câmara Municipal de Braga e os Bombeiros Voluntários que preveja apoios ao seu funcionamento e estabeleça um quadro de colaboração mútua que se traduza, entre outros aspectos, numa melhor articulação entre as duas corporações;

7 – Inscrever no orçamento da Câmara Municipal de Braga as verbas necessárias para que se possam efectuar os investimentos prioritários no domínio da segurança, protecção civil e combate a incêndios no concelho de Braga.


Braga, 23 de Abril de 2010

O Grupo Municipal do PSD

O Grupo Municipal do CDS/PP

O Grupo Municipal da CDU

O Grupo Municipal do BE

O Grupo Municipal do PPM

Assembleia Municipal - Plenário: Situação da Segurança, Protecção Civil e combate a Incêndios

Situação da Segurança, Protecção Civil e combate a Incêndios

no Concelho de Braga

O porquê do P.P.M. ter subscrito o requerimento para esta Assembleia Municipal Extraordinária, prende-se com a gravidade e premência da segurança de pessoas e bens no que diz respeito à protecção civil e ao combate a incêndios, entrecruzada com razões originárias e particulares do urbanismo de Braga.

Depois de várias audições promovidas pelos partidos signatários do pedido de realização da Assembleia Municipal Extraordinária e de serem ouvidas várias entidades intervenientes na segurança e protecção da nossa cidade, constatou-se algumas vulnerabilidades na Segurança, Protecção Civil e combate a incêndios no Concelho de Braga, que passamos a destacar:

1 - O número de bombeiros municipais é insuficiente para a protecção da cidade e do concelho. Independentemente de algumas soluções que a Câmara aponta para a resolução deste problema, como o reforço de número de bombeiros, continuará a haver, mesmo assim, um défice destes.

2 - As características demográficas do Concelho de Braga são elevadas e extensas, o que obriga a um maior esforço por parte de quem socorre.

3 - A malha do tecido industrial do Concelho de Braga é dispersa, sendo por isso mais uma dificuldade acrescida.

4 - A centralização do local onde se encontra as instalações do quartel dos bombeiros municipais dificulta a urgência das repostas necessárias, devido à quantidade de tráfego humano e automóvel que tem que transpor.

5 - As actuais instalações dos Bombeiros Municipais estão obsoletas e pouco versáteis para as performances exigidas.

6 - Há zonas no centro da cidade e periferia que não tem marcos de água, nem marcos de água próximos, como é o caso da zona envolvente à Macro, onde os bombeiros se socorrem, quando necessário, dos marcos de água privados da superfície comercial.

7 - Há marcos de água na cidade e periferia vandalizados, como na Praça das Fontainhas, S. Vicente.

8 - Há marcos de água, na cidade e na periferia, que não têm pressão suficiente para abastecer convenientemente os auto-tanques.

9 - As bocas-de-incêndio em todo o Concelho de Braga têm 6 ou 7 modelos diferentes, o que dificulta a rápida intervenção por parte dos bombeiros, devido à excessiva quantidade de chaves a transportar e a escolher para abrir as respectivas bocas-de-incêndio.

10 - Ainda no que diz respeito a equipamento, é importante referir que não existe no Concelho equipamento imprescindível à acção dos bombeiros, como são as plataformas e auto-escadas capazes de satisfazer as necessidades específicas do puzzle urbano.

- E como estes pontos, outros se acrescentariam.

Estamos conscientes que a C.M.B. quererá fazer melhor pela Protecção Civil, estando o P.P.M. sempre disponível para o diálogo e contribuição.

Assim, e mesmo antes de terminarmos esta intervenção, gostaríamos de deixar algumas sugestões para a unificação das soluções necessárias e urgentes relativamente à segurança e protecção da nossa cidade:

1 - A Câmara Municipal deveria aumentar o número de efectivos nos bombeiros municipais.

2 - Pensamos que será necessário a descentralização da sede dos bombeiros municipais e criar um outro pólo de bombeiros municipais num outro ponto da cidade de Braga, que deverá ser estudado convenientemente.

3 - A Câmara Municipal de Braga deverá fazer a revisão de todas as bocas-de-incêndio, para que quando os bombeiros assim as necessitam, saberem que estão activas e operacionais.

4 - Deverá ser revista todas as bocas-de-incêndio no que diz respeito à sua pressão.

5 - Deverá haver uma unificação estrutural dos marcos de água para um maior reconhecimento e eficácia das acções dos bombeiros. Para o futuro, a CMB deveria adoptar um só tipo de modelo.

6 - Para a grande quantidade de edificações na cidade com elevada altura, só uma plataforma elevatória de 42 metros nos poderá dar alguma tranquilidade na prestação de socorro a pessoas e bens.

A Câmara Municipal deverá ter a sensibilidade de atribuir prioridades nos seus investimentos. Sendo este sector um deles.

Não devemos enterrar a cabeça na areia. Os problemas com a protecção civil são reais e candentes, e que urge resolver com a maior urgência, para o bem de todos.

Manuel Beninger

Grupo Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga

COISAS DA CULTURA: O Melhor Jazz no Espaço Pedro Remy

O espaço cultural Pedro Remy, em Braga, apresenta amanhã, dia 24 de Abril, pelas 22h o Quarteto Júlio Resende.

Júlio Resende é um dos pianistas mais promissores da nova geração do jazz português. Estudou piano com pedagogo do Jazz nacional, Zé Eduardo, prosseguindo os seus estudos com Mário Laginha, Bernardo Sassetti e Pedro Moreira, outro grande pedagogo português. Participou em vários Workshops onde pode trabalhar com os melhores mestres do Hot Clube, New School for Jazz and Contemporary Music, a Berklee College of Music, e a Bill Evans Academy entre o tempo que passou na Université de St. Denis em Paris.

Assim falava JAZZATUSTRA é o mais recente projecto do músico que editou o bastante apreciável Da Alma em 2007, em conjunto com alguns nomes fortes do jazz internacional e da nova geração de Jazz em Portugal. A somar a tudo isto, Assim falava JAZZATUSTRA conta com a ajuda da Manuela Azevedo, vocalista dos Clã, que participa numa das composições do álbum.

Este novo trabalho foi já considerado um dos melhores discos do ano pela crítica nacional e internacional e conta com a participação de alguns dos músicos mais reputados da cena Jazz internacional e da nova geração do Jazz em Portugal.

Actualmente é mestrando na Universidade de Aveiro na especialidade de Música Jazz.

Entrada 7 euros com oferta bebida.

Com vontade, empenho e dedicação à cultura e ao Jazz.

Um grande bem haja Pedro


Convocatória para a Assembleia Municipal de Braga

Hoje dia 23 de Abril (Sexta-feira), pelas 21:30h, no auditório da Associação Industrial do Minho, vai reunir, pela primeira vez desde o 25 de Abril, uma Assembleia Municipal Extraordinária em Braga, requerida por todos os grupos municipais da oposição (PSD, CDS.PP, CDU, BE e PPM) e contra a vontade do Partido Socialista.

Como ponto único da ordem de trabalhos, será debatida a Situação da Segurança, Protecção Civil e combate a Incêndios no Concelho de Braga.


quinta-feira, 22 de abril de 2010

Assembleia Distrital de Braga

No próximo dia 1 de Maio, irá reunir a Assembleia Distrital de Braga.

O evento terá lugar, pelas 15:00h, na Junta de Freguesia de Fraião, presidida pelo nosso correligionário António Machado.

Nas comemorações do centenário da República, saia de casa. Compareça.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

É por esta e por outras que o P.P.M. faz falta…

No próximo dia 22 de Abril (Quinta-Feira) irá reunir a Comissão de Assuntos Sociais e Saúde, para analisar a Moção apresentada pelo P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga.

O assunto está na ordem do dia, numa altura em que 18% dos portugueses são pobres.

domingo, 18 de abril de 2010

A República "dos" Bananas - 2

Estamos numa verdadeira lide à bicharada. Isto é uma autêntica tourada invertida. Primeiro saem os touros bravos, fortes e destemidos. Mas afinal havia outra. A tia, de nome manso… pá!

Vá-se lá perceber esta República.

A República "dos" Bananas - 1

Assim foi em 2009. Touros bravos, bichos com cornos duros e fortes, sem medo de se exporem e de se apresentarem aos aficionados…

sábado, 17 de abril de 2010

Yes!... Weekend!

Assim vai a República...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

DVD Crianças: O Homem Aranha sabia tudo

Mais um DVD CRIANÇAS de oferta: O Homem Aranha sempre esteve a par do negócio com Figo!!!!


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Convocatória para a Assembleia Distrital de Braga

Caro amigo militante

Ficou marcado para o dia 01 de Maio (Sábado), pelas 15:00h, a reunião da Assembleia Distrital de Braga.

A Reunião da Assembleia Distrital decorrerá no Anfiteatro da Junta de Freguesia de Fraião, sito na Rua Residencial da Fonte Seca, 1 - Fraião, 4710-032, da cidade de Braga.

Nesta reunião realizar-se-ão também as eleições da Assembleia Distrital de Braga e da Comissão Política Distrital de Braga.

Irá contar com a presença do Drº Paulo Estêvão, Presidente da Comissão Politica Nacional do PPM.

Gostaria de poder contar consigo.

O Vice-Presidente do Congresso

e do Conselho Nacional do PPM

(Adrião Saraiva Gonçalves)

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Quanto mais ladrão, mais querido!!!

Porventura a melhor e mais corajosa intervenção num plenário.
É desta coragem que precisamos, nesta república podre e corrupta...

A dignidade pessoal e a honra, não podem ser protegidas por outros, devem ser zeladas pelo indivíduo em particular”.

Gandhi