Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

terça-feira, 31 de maio de 2011

Paulo Estêvão, presidente do PPM, em campanha pela cidade de Braga

TV Minho, 31 de Maio

O Presidente do PPM, Drº Paulo Estêvão, esteve hoje presente no distrito de Braga em acção de campanha.

PPM promete voltar a referendar lei da interrupção da gravidez

O candidato do Partido Popular Monárquico pelo círculo eleitoral de Braga, Manuel Beninger, garante que, no caso de ser eleito, «apresentará uma proposta de realização de um novo referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez».

«Na nossa opinião o resultado eleitoral não tornou o referendo juridicamente vinculativo, tendo sido o “não”, a manifestação da maioria dos portugueses, através do seu direito ao absentismo», ou seja, «mais de quatro milhões de portugueses não afirmaram a sua vontade efectiva de mudar a lei vigente, tendo sido aprovada a nova lei com apenas 25 por cento dos eleitores».

O PPM recorda que foi «dos poucos partidos políticos que assumidamente se afirmou contra o aborto, não tomando parte na campanha eleitoral, por se tratar, em nosso entender, de uma questão ética e de consciência pessoal e não de uma questão de política partidária».

Manuel Beninger considera que «a actual lei escraviza as mulheres, que geralmente são obrigadas a abortar, muitas vezes não por vontade própria, mas da família, do companheiro ou mesmo do patrão ou da empresa», entendendo que, de uma maneira geral, «as mulheres prefeririam ter apoios do Estado para poderem ter o filho, mas o Estado actua em sentido inverso, pagando um subsídio a quem aborta».

«Muitos falam da “vitimização” da mulher, por assumir o seu acto natural de ser mãe, mas poucos falam do homicídio à nova vida humana, sobretudo quando está ameaçada antes de nascer», realça o PPM, referindo que «em Portugal são mortas legalmente por aborto 53 bebés todos os dias».

Jornal “Diário do Minho” de 31 de Maio, pág. 10

S.A.R. O Senhor Dom Duarte visita a freguesia de Oliveira S. Pedro


Alquebrar equívocos

Um Rei não tem um partido. Um Rei representa a unidade de todos os portugueses.

Para bem da defesa dos interesses da Sereníssima Casa de Bragança, esta iniciativa fica adiada, por umas semanas, para que não seja confundida a visita de S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com a actual campanha eleitoral.

No artigo jornalístico do Diário do Minho, do dia 30 de Maio de 2011, página 6, onde se lê “o candidato do PPM Manuel Beninger”, dever-se-á ler “o deputado municipal Manuel Beninger” que colaborou com a Junta de freguesia de Oliveira S. Pedro na realização deste acontecimento.

Desta forma, este evento irá realizar-se em finais de Junho, seguindo o mesmo roteiro.

Manuel Beninger


"D. Duarte Pio visita freguesia de Oliveira S. Pedro

O duque de Bragança, D. Duarte Pio, realiza, no próximo sábado, dia 4 de Junho, a partir das 10h30, uma visita à freguesia de Oliveira S. Pedro, para inaugurar a primeira réplica dos Marcos da Casa de Bragança, existentes no local.

A iniciativa, inserida no âmbito da reabilitação histórica da freguesia, foi realizada em colaboração com o candidato do PPM, Manuel Beninger.

O início do programa está marcado para as 10h30, com a recepção e boas-vindas na Junta de Freguesia, com uma comissão presidida por Francisco Carvalho Guerra, que contará com a presença de representantes da Câmara de Braga, do pároco da freguesia e dos presidentes das Juntas de Freguesia de Sezures, Tebosa, Priscos, Guizande, Telhado, Portela, Vimieiro e S. Cosme do Vale, Arnoso Santa Maria.

Pelas 11h15, terá lugar uma visita aos Marcos da Casa de Bragança e a inauguração da primeira réplica de Marco da Casa de Bragança.

Os Marcos da Casa de Bragança testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança. Em alto-relevo numa das faces, está gravado na pedra de granito, bem visível, um escudo com as cinco quinas e em baixo pode verificar-se a letra B (Bragança).

Às 11h45 realiza-se a subida ao Penedo das Letras, com inauguração de uma placa comemorativa.

Neste local onde existe um registo gravado da passagem do Rei D. Miguel I.

Após o almoço, marcado para as 13hh00, no Espaço Convívio da Paróquia, que contará com a participação da Confraria do Abade de Priscos, seguir-se-á a um pequeno passeio na aldeia para saudação à população".

Jornal “Diário do Minho” de 30 de Maio, pág. 6

segunda-feira, 30 de maio de 2011

PPM defende novo referendo sobre aborto

Jornal “Correio do Minho” de 30 de Maio, pág. 13


“Caso se venha a verificar a eleição de um deputado popular monárquico pelo círculo eleitoral de Braga, apresentaremos a renovação do referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez”, anunciou ontem o cabeça de lista do PPM, Manuel Beninger.

Na opinião do candidato, o resultado do referendo não o tornou juridicamente vinculativo, “porque não atingiu o resultado necessário para a lei ser aprovada, tendo sido o não, a manifestação da maioria dos portugueses, através do seu direito ao absenteísmo, devendo, por isso, ser respeitada a sua vontade”.

Ainda segundo Manuel Beninger, “mais de quatro milhões de portugueses não afirmaram a sua vontade efectiva de mudar a lei vigente, tendo sido aprovada a nova lei com apenas 25% dos eleitores”.

O cabeça de lista do PPM é de opinião que “a actual lei escraviza as mulheres, que geralmente são obrigadas a abortar, muitas vezes não por vontade própria, mas da família, do companheiro ou mesmo do patrão ou da empresa”. Ou seja, “de uma maneira geral, as mulheres prefeririam ter apoios do Estado para poderem ter o filho”.

PPM – Acção de campanha em Braga, dia 31 de maio


Ex.mos Senhores,

O Presidente do PPM, Drº Paulo Estêvão estará amanhã, terça-feira, no distrito de Braga, acompanhado pelo cabeça de lista Manuel Beninger.


Agenda:


10:00 - Visita à Associação Famílias, Rua de Guadalupe, nº 73, 4710-298 Braga. Temas a serem debatidos: o direito à vida, a terceira idade e o casamento entre pessoas do mesmo género

11:30 – Visita ao Lar/Centro de terceira idade de Fraião

13:00 – Almoço no Lar de Fraião

15:00 – Arruada pelo Concelho de Vieira do Minho

PPM quer renegociar com a “troika” para evitar medidas mais gravosas

Jornal “Diário do Minho” de 30 de Maio, pág. 10


PPM quer renegociar com a “troika” para evitar medidas mais gravosas

O Partido Popular Monárquico (PPM) discorda de várias das medidas impostas pela “troika” a Portugal, embora reconheça «a urgência da situação e a inevitabilidade da ajuda externa, devido ao estado terminal dos cofres públicos e à eminência da bancarrota». A candidatura por Braga, liderada por Manuel Beninger, frisa que, «ao contrário do PSD e do CDS não subscreveu o memorando e também não o negociou, pelo que não se sente vinculada ao seu cumprimento», defendendo antes «a renegociação do memorando de entendimento», para evitar que o país veja ainda mais agravada a sua situação.

No caso de obter representação parlamentar, o PPM anuncia que votará contra a execução de várias das medidas acordadas, nomeadamente o aumento da carga fiscal já insustentável, pelo que prefere atacar a questão pela diminuição da despesa e pelo crescimento económico; a diminuição do défice público para três por cento em 2013, considerando mais realista para um período de cinco anos; a imposição da privatização de empresas estratégicas, com excepção do BPN; e a dimensão da diminuição da despesa em áreas como a educação, a saúde e o sistema social.

domingo, 29 de maio de 2011

Aniversário do "Notícias de Vizela" - António Moniz Palme

António Moniz Palme no Aniversário do “Notícias de Vizela”!


Vizela existe hoje no nosso distrito, tal qual como é, graças a alguém que com muita coragem soube defender os interesses do povo. Parabéns António. Bem haja.

(…)

"Em1980, uma comissão para a restauração do concelho de Vizela, (MRCV), dirigiu-se a todos os grupos parlamentares com assento na Assembleia da República. O PPM, como era seu dever, solicitou um parecer a um grupo de filiados, estranhos a Guimarães e Vizela; foram então auscultados as populações tanto de Vizela como de Guimarães, havendo a cautela de ouvir em Guimarães funcionários dos organismos públicos e alunos e professores dos estabelecimentos de ensino. Chegou-se à conclusão de que a possível criação do concelho de Vizela nem sequer tinha a oposição da maior parte dos vimaranenses e verificou-se, por um estudo feito a todo o processo, que nem sempre tinham sido interesses muito claros que obstacularizaram a concretização das históricas aspirações autonómicas da população de Vizela".

(…)


in “PPM Vizela

Uma história triste de séculos com uma episódica conclusão mais triste ainda”.

António Moniz (Deputado do PPM) - Edições PPM / 1983

PPM quer penalizar quem fez mal a Portugal

Jornal “Correio do Minho” de 29 de Maio, pág. 18


PARTIDO POPULAR MONÁRQUICO QUER PENALIZAR QUEM FEZ MAL A PORTUGAL

O cabeça-de-lista do PPM pela distrital de Braga e vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, afirmou ontem que se apresenta a estas eleições legislativas num momento em “Portugal vive uma das crises da sua longa história”. “Em virtude desta enorme hecatombe, o país perdeu os últimos vestígios da sua nacional e encontra-se presentemente sob a administração económica e política internacional. Importa, por isso, restaurar a independência nacional. Importa, também, penalizar quem nos colocou nesta situação, que não são outros que os partidos que nos governaram nos últimos 16 anos e assinaram este Memorando de Entendimento com a Troika, hipotecando assim a independência nacional: o PS, o PSD e o CDS”, afirma em nota enviada à comunicação social.

“O PPM está consciente que existe um verdadeira programa eleitoral – o memorando de entendimento da “troika” – imposta a Portugal devido à situação de grande vulnerabilidade económica em que os governos do partido socialista nos deixaram”, diz.

sábado, 28 de maio de 2011

PPM quer investigar “dumping” dos produtos agrícolas espanhóis

Jornal “Diário do Minho” de 28 de Maio, pág. 11


Manuel Beninger defende revalorização do sector agrícola


A candidatura pelo círculo de Braga do Partido Popular Monárquico (PPM) defendeu, ontem, «a investigação do “dumping” dos produtos agrícolas espanhóis, baseado em subsídios dos governos regionais, a criação de bolsas de comércio regionais e a desburocratização do processo de “certificação de origem”».

A posição da lista, liderada por Manuel Beninger, foi expressa no âmbito da apresentação de um conjunto de propostas para a «urgente revalorização do sector agrícola», atendendo a que Portugal só produz 27 por cento dos alimentos que consome, pelo que «algo terá que ser feito para recuperar a capacidade produtiva da agricultura nacional, combater o desemprego e repovoar o interior do país».

Como medidas concretas para relançar a agricultura, os candidatos do PPM propõem também «a compra de terras por parte do Estado, no interior do país, e da sua posterior redistribuição por jovens agricultores, enquadrados no sector cooperativo, que só adquiriam posse após duas décadas de exploração efectiva e ininterrupta».

A redução do preço do gasóleo agrícola e da energia, a aposta na formação dos agricultores, planificação e divulgação do modo mais correcto de escoamento do produto agrícola, a reformulação da lei da qualidade do produto, de modo a que o controlo de qualidade inclua o conteúdo calórico do produto e não só o que os olhos vêem, são outras das propostas monárquicas.

A lista encabeçada por Manuel Beninger propõe ainda melhores subsídios a quem crie raças de origem portuguesa, a definição de áreas agrícolas intocáveis de modo a manter a dimensão de explorações agrícolas, o aumento do controlo sobre culturas causadoras da erosão e reconhecidamente degradantes, a inventariação e aproveitamento de todos os recursos naturais abandonados ou em vias de o serem.

O PPM lembra que sempre advogou que «a agricultura é um dos sectores económicos mais responsáveis pelo desenvolvimento de um país, sendo também uma importante fonte de emprego», pelo que, apesar de a agricultura portuguesa «não possuir as condições de produção dos outros países europeus», lamenta «o desleixo praticado pelos governantes portugueses numa actividade tão importante para a solidez de um país, não sendo também admissível a penalização da agricultura familiar».

O partido nota que a maior causa da sobrelotação das cidades se deve não à opção própria das gentes do interior, mas sim à impossibilidade de se conseguir uma vida condigna nos meios rurais, em que cada vez mais é impossível manter uma propriedade agrícola, pagar salários minimamente aliciantes aos empregados e escoar a produção.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Campanha 2011 - Distrito de Braga (1)

PPM oferece cabrito à Câmara de Penafiel

PPM com vereador do ambiente da Câmara de Penafiel - António de Sousa


O Partido Popular Monárquico (PPM) esteve esta tarde de quarta-feira em Penafiel para entregar um cabrito ao Presidente da Câmara, Alberto Santos. Esta acção fez parte da campanha eleitoral do PPM. Paulo Correia Alves, candidato à Assembleia da República, pelo distrito do Porto, explicou que o objectivo é incentivar o executivo camarário a criar um rebanho municipal para limpar as matas, tendo em conta o elevado número de fogos florestais registados pelo município. Por isso, diz o candidato, decidiram oferecer simbolicamente o primeiro cabrito.

O candidato, entre gargalhadas, admitiu que não sabia da tradicional “festa do carneirinho”, que se realizada dentro de um mês, onde centenas de alunos do 1º ciclo concelho de Penafiel desfilam pelas ruas da cidade com um “carneirinho” que acaba como repasto das professoras.

No entanto Paulo Correia Alves acredita que o cabrito oferecido ao município não vá ter o mesmo fim.

Fonte: Rádio Clube Penafiel

PPM propõe aposta forte em políticas ecológicas

Jornal “Diário do Minho” de 27 de Maio, pág. 12


A candidatura do PPM às legislativas é proponente da «criação de um projecto de sociedade e de futuro» advogando, como tal, uma sociedade que «consiga harmonizar desenvolvimento industrial com preservação do meio ambiente, de modo a conseguir-se um aumento da qualidade de vida».

Considerando que é possível essa harmonização, o líder do PPM em Braga, Manuel Beninger, propõe uma política ambiental diferente da dos demais partidos e associações ambientalistas. Os monárquicos querem o reforço de protecção do meio natural e a sua recuperação em grandes zonas e são contra o recurso à energia nuclear, contrariando os partidos liberais (PSD e CDS) que querem relançar o debate em Portugal.

A Implementação de uma polícia de investigação ambiental, com um corpo de guardas florestais, de guarda-rios e investigadores bem instruídos e auxiliados pelas universidades, com a finalidade de descobrir e autuar os detractores do ambiente são outras das propostas. O PPM aposta numa nova política energética nacional, que respeite mais a natureza, mas que ao mesmo tempo reduza o preço da energia, a começar pelas empresas públicas.

Outras medidas a apresentar no Parlamento, caso seja eleito, são: um novo plano de combate aos incêndios, que aposte sobretudo na prevenção; melhoramentos dos subsídios para a compra de maquinaria de limpeza de matas e florestas; reformulação da definição de espaços verdes; reivindicação de novos espaços verdes nas áreas urbanas, obrigando as autarquias a investir na criação de jardins.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

PPM quer "voltar a levar as pessoas para o campo"

O Partido Popular Monárquico (PPM) realizou uma acção de campanha em Vila Real para apresentar as suas ideias. O cabeça de lista do PPM pelo círculo distrital de Vila Real, Manuel Sampayo, defendeu que “é fundamental que o Estado Português incentive a população para a produção agrícola”.

“O objectivo principal da nossa candidatura é voltar a levar as pessoas para o campo, para que estas não se tornem dependentes das grandes superfícies”, afirmou Manuel Sampayo. O vice-presidente nacional do PPM, Manuel Beninger, responsabiliza o Estado Português pela actual situação portuguesa que acredita ser “fruto destes últimos anos de governos socialistas, republicanos e laicos que têm conduzido Portugal a uma rua sem fim, sem moral, sem princípios e sem ética”.

O responsável reforçou a ideia de que Vila Real tem de “incentivar os agricultores para que produzam em Portugal, incentivar os jovens a regressar ao campo e dar um futuro aos desempregados, demonstrando que o campo é uma solução”. O PPM apresenta três premissas fundamentais pelas quais orientam a sua campanha: a moral, a agricultura e a família. “No distrito de Vila Real, o objectivo passa por transmitir esses valores”, afirmou Manuel Beninger.

O PPM quer também “uma constituição mais democrática do que aquela que temos”. “Queremos que o topo da pirâmide da democracia portuguesa, que é o Chefe de Estado, seja isento e que não seja fruto desta ‘partidarite’ que existe em Portugal”, defendeu o vice-presidente. Com este tipo de acções de campanha, Manuel Sampayo espera que “pelo menos as pessoas oiçam o que o PPM tem para dizer”.

Fonte: Notícias de Vila Real

Alteração à Constituição: PPM defende restauração da monarquia

Alteração à Constituição

PPM defende restauração da monarquia


O Partido Popular Monárquico (PPM), defensor da restauração da Monarquia Constitucional Portuguesa, propõe uma ampla reforma constitucional que passe pela restauração da coroa e de um sistema parlamentar «responsável, patriótico e pluralista».

O cabeça de lista do PPM pelo Distrito de Braga e vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, considera que deve haver um sistema político com espaço para a divergência ideológica e de projecto, mas «não deve abdicar jamais de uma ideia de continuidade e de unidade nacional».

«Essa ideia deve permitir a formação de consensos partidários e sociais em matérias de soberania e de interesse nacional. Somos todos portugueses, antes de sermos de esquerda e de direita, sendo que essa ideia de pertença à grande família nacional deve permitir a convergência e a participação de todos no projecto nacional intemporal que representa Portugal», sustenta.

Neste contexto, para Manuel Beninger, a coroa é a instituição que, pela sua natureza, «melhor garante a identificação de todos com a nossa História e identidade nacional, num quadro objectivo de funcionamento institucional que garante a isenção, a eficácia e o prestígio da Chefia do Estado».

O dirigente do PPM defende, assim, um referendo em Portugal, para que o povo português possa ser livremente consultado a respeito do sistema político que prefere.

«Nestas eleições, o PPM coloca em causa o actual sistema republicano. Queremos obter a liberdade de escolha para o Povo português. Monarquia ou República? Exigimos o direito a poder escolher. Exigimos liberdade e democracia», salienta, numa nota à imprensa, Manuel Beninger.

O dirigente acrescenta o país, neste sistema republicano, chegou quase à bancarrota, enquanto os países em que há monarquias possuem, em geral, sociedades prósperas.

Jornal “Diário do Minho” de 26 de Maio, pág. 10

O PPM em acção – Barcelos

Os nossos companheiros do núcleo de Barcelos numa acção de rua. Carlos Manuel Silva e Carina Andreia Nunes. Bem hajam.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Júlio Domingues, cabeça de lista por Viana do Castelo, na Porto Canal

Júlio Domingues, Cabeça de Lista por Viana do Castelo.

Hoje às 23h00 na estação de televisão Porto Canal.

DGAI - Caro eleitor

Caros Senhores,

Se, como cidadão Português, apenas tenho existência legal para VOTAR em vocês, e OBEDECER CEGAMENTE ÀS VOSSAS ORDENS, agradeço o incómodo deste envio e solicito recebam de volta esta carta que, como Democrata, não posso aceitar!

Líder do PPM/Braga defende criação do Ministério do Mar

Jornal “Diário do Minho” de 25 de Maio, pág. 9


O presidente da estrutura distrital de Braga do Partido Popular Monárquico (PPM) defendeu ontem a ideia de que o próximo Governo que sair das eleições legislativa de 5 de Junho deve criar o Ministério do Mar. A proposta avançada por Manuel Beninger preconiza que a nova unidade governamental funcione em «estreita colaboração» com a Marinha de Guerra, tendo em vista a racionalização de meios, a troca de experiências e a não duplicação de competências.

As áreas da fiscalização, segurança da navegação e a salvaguarda da vida humana nos mares, a jurisdição sobre o domínio público marítimo, os serviços hidrográficos, os tribunais marítimos ou a capitania dos portos são exemplos apontados para a cooperação, acrescentado o também vice-presidente da direcção nacional do PPM que o modelo de funcionamento do Ministério do Mar deve incluir também a colaboração com a Força Aérea.

Incrementar a fiscalização das águas nacionais, melhorar as condições de vida da profissão, apostar na formação dos pescadores, propor o incentivo e apoio à renovação da frota pesqueira, planificar qual o subsídio a dar aos pescadores quando as intempéries não permitem a saída dos barcos e estruturar um plano que auxilie a modernização da indústria conserveira são funções que a proposta monárquica coloca sob a alçada do novo Ministério, que, a ser criado, assumuria ainda a missão de «elaborar, urgentemente, nova legislação sobre as sanções a aplicar a infracções de pesca».

A proposta ontem divulgada por Manuel Beninger é fundamentada na convicção de que, «tal como a agricultura, a pesca é um sector económico extremamente responsável pelo desenvolvimento do país, podendo ser também, uma importante fonte de emprego». Beninger sublinha que Portugal «apenas captura 40 por cento do peixe que consome, embora tenha uma das maiores Zonas Económicas Exclusivas do mundo» e de já ter sido a décima quarta potência mundial do sector.

terça-feira, 24 de maio de 2011

(Re) Encontro com a história

Maria Isabel Gomes de Sousa (à direita na foto), Deputada Municipal do PPM nos anos oitenta por Vila Real. O partido no reencontro com o seu passado histórico.

Candidatura do PPM de Braga defende renegociação da PAC

Jornal “Diário do Minho” de 24 de Maio, pág. 7


O cabeça de lista do PPM pelo Distrito de Braga às eleições defende uma renegociação da PAC (Política Agrícola Comum) que permita ao sector agrícola português recuperar do atraso.

Manuel Beninger, que também é vice-presidente do partido, espera que o novo ministro da Agricultura corte com a histórica subserviência dos ministros aos ditames da PAC e, contrariando os seus antecessores, desenvolva com sensatez e portuguesismo a renegociação de uma política agrária com a Comissão Europeia que atenda à especificidade do mundo rural nacional.

Para os monárquicos, não há uma única cultura da nossa região, que não esteja com graves problemas. «O vinho vende-se mal e a preços insuficientes; os cereais, pese embora o subsídio anual, continuam a fracassar na economia do agricultor minhoto; o leite, sector que durante muitos anos foi o sustentáculo das pequenas explorações, atingiu custos de produção que é difícil ao pequeno agricultor insistir na sua produção; a bovinicultura foi assacada com doenças que vem dizimando os efectivos; a fruticultura igualmente vítima das leis leoninas impostas pela União Europeia, está no limite da rentabilidade; a horticultura, a avicultura e pequenos ruminantes e todas outras pequenas fontes de rendimentos do agricultor deste minifúndio minhoto, está sem presente e sem futuro», lê-se em comunicado.

Apresentação dos Candidatos do PPM por Vila Real

Arruada em Vila Real.

Entrevista de Manuel Sampayo, Cabeça de Lista por Vila Real.

Entrevista de Manuel Beninger, Vice-presidente do PPM, à rádio “Voz do Marão”.

Almoço com a presença dos candidatos por Vila Real. Engº Manuel Sampayo surge em primeiro lugar na lista seguido pela candidata Dr.ª Paula Carqueja.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Braga acordou mais uma vez Azul e Branca


Manhã de 23 de Maio.
Ainda se encontra no seu devido e merecido lugar. MAGNIFICA.

O Cartaz - Legislativas 2011

Cartaz para as Eleições Legislativas 2011 – 5 de Junho

MUDAR O REGIME, SERVIR PORTUGAL

domingo, 22 de maio de 2011

PPM hasteia bandeira monárquica em Braga



O Partido Popular Monárquico (PPM) hasteou a bandeira monárquica em Braga, num gesto simbólico e num local estratégico. O objetivo é chamar a atenção para as intenções do partido. O repórter Nuno Moura Brás ouviu o cabeça de lista do PPM por Braga defender que os políticos que têm conduzido o país nos últimos anos deveriam ser corridos com pau de marmeleiro.

Fonte: Antena 1

PPM inicia campanha com hastear da bandeira em Braga

A bandeira da Monarquia foi hoje hasteada em Braga na primeira acção de campanha para as legislativas de 5 de Junho do Partido Popular Monárquico (PPM) cujo objecivo é "mudar o regime em Portugal" e "questionar a Constituição", que "não é democrática".

Às 9:30 da manhã a bandeira da Monarquia constitucional foi hasteada às portas da cidade de Braga, na Arcada, pelo PPM durante uma acção que "não é ilegal", defenderam os monárquicos, mas sim "democrática".

O cabeça de lista do PPM pelo distrito de Braga, Manuel Beninger, explicou à agência Lusa que o partido pretende que "nesta campanha se questione a Constituição Portuguesa", que considera "não ser completamente democrática".

O PPM contesta, especificamente, o artigo 288 b) da Constituição: "As leis de revisão constitucional terão de respeitar a forma republicana de Governo". Este artigo, segundo Beninger, "inibe outros tipos de regime que não este imposto e demonstra falta de democracia", por isso, "esta acção é fortemente simbólica e visa melhorar a Constituição portuguesa".

Sobre o programa eleitoral do PPM, Manuel Beninger destacou "a defesa da família" e da agricultura. "Estamos num Estado com menos apetência para a ajuda à família, menos apoios, mas em contrapartida existem verbas dos nossos impostos canalizadas para o extermínio da nossa população, para esta peste branca que é o aborto. Assim como a agricultura, que todos falam mas sempre a desprezaram, [mas que] é fundamental", adiantou.

Apesar de estarem reunidos nesta acção de campanha do PPM cerca de 25 pessoas, o hastear da bandeira monárquica passou despercebida à população e aos lojistas da zona que embora comentassem a presença de uma bandeira no cimo da Arcada, confundiram a bandeira monárquica, azul e branca, com a bandeira da cidade de Braga, que ostenta as mesmas cores.

Fonte: Diário de Notícias

PPM Hasteou a Bandeira da Monarquia no Arco da Porta Nova em Braga

TV Minho, 21 de Maio

PPM quer alterar Constituição e referendar forma de regime

Monárquicos hastearam bandeira azul e branca no Arco da Porta Nova

PPM quer alterar Constituição e referendar forma de regime


O Partido Popular Monárquico (PPM) hasteou ontem a bandeira azul e branca da Monarquia Constitucional no topo do Arco da Porta Nova, em Braga, simbolizando a sua intenção de «libertar a cidade e de ver discutido o tipo de regime político para Portugal».

Tratou-se da primeira acção de campanha eleitoral do PPM no distrito, que pretendeu encorajar os monárquicos minhotos a assumir com coragem as suas convicções políticas e a marcar presença no acto.

Segundo o cabeça de lista do PPM pelo distrito de Braga, Manuel Beninger, a primeira proposta do partido é precisamente a alteração da Constituição da República Portuguesa, de maneira a que passe a permitir outra forma de regime que não o republicano.

«Queremos alterar a Constituição, tornando o Estado mais democrático, de maneira que permita a vigência de outro tipo de regime», sustentou Manuel Beninger, acrescentando que «após a alteração da Constituição, o segundo passo é submeter a forma de regime a apreciação pública, através de referendo».

Para Manuel Beninger os países europeus, a maioria dos quais monarquias constitucionais, «são exemplos do ponto de vista económico, social e democrático, sendo bastante mais desenvolvidos e evoluídos do que qualquer república».

«Na “nossa” República temos sempre alguém que é eleito com o apoio dos partidos e que, por isso, nunca é um árbitro isento», defendeu.


PPM quer ter voz no Parlamento

Segundo Manuel Beninger há centenas de militantes do PPM em Braga, mas à semelhança do que sucede no resto do país, há igualmente muitos monárquicos que não são do PPM, o que dificulta sobremaneira a possibilidade de ter no parlamento uma voz daquele partido.

«A grande maioria dos monárquicos não estão no PPM, mas no CDS, no PS e alguns no PCP, e em todos os quadrantes políticos, em suma», referiu, dando como exemplos os casos de Paulo Portas, do CDS-PP, de Nuno Melo do CDS, e de Paulo Teixeira Pinto, do PSD.

«Não queremos ser monárquicos camuflados, por isso temos necessidade de eleger um deputado do PPM pelo distrito de Braga e de ultrapassar este Estado bipolarizado, em que ou se vota num partido ou noutro», disse.

Quanto à actual situação do país, nomeadamente à presença do FMI em Portugal, o cabeça-de-lista do PPM atribui, mais uma vez, a responsabilidade à República, sublinhando que «a primeira fase trouxe a falência, a segunda a vergonha da ditadura e, na terceira fase, o Estado socialista e laico conduziu-nos à bancarrota».

A situação no distrito também constitui outra das preocupações centrais do PPM, em particular o elevado índice de desemprego e a situação no têxtil, na construção civil e na agricultura.

«A agricultura é uma das áreas que terá de ser repensada, negociando as políticas que Portugal assumiu com a União Europeia», concluiu.

Jornal “Diário do Minho” de 22 de Maio, pág. 5

sábado, 21 de maio de 2011

Bandeira monárquica hasteada em Braga

Caros amigos


A 19 de Janeiro de 1919, Paiva Couceiro aclamou a monarquia portuguesa e o Porto foi capital do reino durante 25 dias.

Hoje, 21 de Maio de 2011, foi hasteada a bandeira azul e branca da monarquia constitucional em terras de Portugal. Braga foi libertada!

Com este acontecimento o Partido Popular Monárquico deu início à campanha eleitoral no distrito de Braga. Os monárquicos assumiram-se com coragem e determinação encerrando em si a intenção de ver discutido a forma de regime para Portugal.

Entendeu o PPM que são com actos simples mas de um profundo simbolismo político que vão alterar atitudes, formas de agir e pensar dos políticos sobre o tipo de regime que se deseja para Portugal.

Foi uma acção subversiva e democrática nesta república que se encontra falida, sem princípios e sem moral.

O grande objectivo passa pela eleição de um deputado popular monárquico que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa para que se possa, numa segunda fase, questionar os portugueses qual o tipo de regime que querem.

Portugal está no rescaldo das comemorações do centenário da República e o balanço final destes cem anos não é nada auspicioso. Veja-se, de relance, realizações desta república, onde ressalta o desvario do dinheiro fácil, a ilusão de um progresso baseado em obras mastodônticas e inúteis e o desmantelar do tecido produtivo agrícola – as reservas estratégicas alimentares foram completamente ignoradas –, piscatório e industrial.

Os Presidentes da República Portuguesa, eleitos por dois mandatos consecutivos, têm duas formas de actuação, consoante estão no primeiro ou no segundo mandato: no primeiro tentam ser mais cordatos, de forma a não comprometerem a tão desejada e esperada reeleição, enquanto que no segundo se tornam mais interventivos, quase sempre a favor das forças políticas que os elegeram.

Nesta campanha o PPM irá direccionar-se também para a sensibilização do eleitorado no que respeita à defesa da vida. É importante que todos os defensores da dignidade da pessoa humana e dos direitos do Homem se associem, sobretudo quando a vida humana antes de nascer está ameaçada. Em Portugal, são mortos por aborto todos os dias 53 bebés, legalmente! Provavelmente serão muitos mais, já que não estão contabilizados os abortos clandestinos que existem.

Da mesma forma, o PPM em Braga irá abordar nesta campanha a crise indisfarçável da agricultura minhota, onde lamentamos que até hoje ninguém tenha sido responsabilizado, quer política, quer criminalmente, pelos danos que tem provocado ao país, eliminando a sua economia rural.


Manuel Beninger

(Cabeça de Lista do PPM pelo Distrital de Braga e Vice-presidente do PPM)

Braga gostou da ideia

Em Braga, esta manhã, no Arco da Porta Nova. A bandeira monárquica é hasteada no topo do monumento. As pessoas vão chegando, os transeuntes param, puxam do telemóvel e fotografam. Um dirigente local do PPM dá uma entrevista a um canal televisivo. São atenciosíssimos, os dois agentes da PSP presentes. E porque não haviam de ser?, nota alguém, de olhos postos nas cores da sua viatura. O tempo vai troteando, amenamente, animadamente, num sorriso que abarca toda a vizinhança.

Depois foi o passeio pela pedonal Rua D. Diogo de Sousa, ainda com vestígios dos festejos pela proeza futebolistica dos bracarenses. Os comerciantes vêm à porta, incentivam, por alma de quem não há a bandeira de estar ali? Antes estes do que os que lá estão, a roubar-nos...

- Perdão, minha senhora: nós é que não estamos aqui à cata de votos...

E foi assim até à Lusitana, no centro, para um café e mais um bocado de conversa. Enquanto Braga prosseguia o seu matinal sábado. Sem medo nem histerias. Sempre com palavras de simpatia pela Bandeira Nacional.

Fonte: Corta-Fitas

PPM vai hastear bandeira da monarquia junto à Sé

Jornal “Diário do Minho” de 21 de Maio, pág. 8


O Partido Popular Monárquico vai hastear hoje, dia 21, pelas 9h30, junto à Sé de Braga, a bandeira da monarquia constitucional. Esta será a primeira acção de campanha eleitoral do PPM no distrito de Braga, que antecede as eleições do próximo dia 5 de Junho.

«Pelo desejo de ver a bandeira azul e branca da Monarquia Constitucional em terras de Portugal, o PPM encoraja os amigos e companheiros monárquicos para que assumam com coragem e determinação a sua presença neste acto, que encerra em si a intenção de ver discutida a forma de regime para Portugal», refere o partido em comunicado.

«É com actos simples mas de um profundo simbolismo político que iremos conseguir alterar atitudes, formas de agir e pensar dos nossos políticos sobre o tipo de regime que queremos para Portugal», acrescenta o PPM.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Entrevista a Manuel Beninger, cabeça-de-lista pelo PPM em Braga

Porto Canal, 17 de Maio de 2011

Entrevista na Porto Canal a Manuel Beninger, cabeça-de-lista pelo Partido Popular Monárquico às Eleições Legislativas de 5 de Junho de 2011 no distrito de Braga.

Seja destemido, assuma-se um verdadeiro monárquico!

Caros amigos


No próximo sábado, dia 21 de Maio, pelas 9h30, junto à Sé de Braga, vai ser hasteada a bandeira da monarquia constitucional.

Pelo desejo de ver a bandeira azul e branca da Monarquia Constitucional em terras de Portugal, encorajo os amigos e companheiros monárquicos para que assumam com coragem e determinação a sua presença neste acto que encerra em si, a intenção de ver discutido a forma de regime para Portugal.

É com actos simples mas de um profundo simbolismo político que iremos conseguir alterar atitudes, formas de agir e pensar dos nossos políticos sobre o tipo de regime que queremos para Portugal.


Seja destemido, assuma-se um verdadeiro monárquico!


Traga a sua bandeira, juntos iremos libertar Braga.

Venha.

Compareça.


Manuel Beninger