Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

segunda-feira, 27 de junho de 2011

POBREZA INFANTIL; Artigo de Opinião de Sílvia Oliveira



Jornal "Diário do Minho" de 24 de Junho, pág. 20

Pobreza Infantil

Em 2010, a palavra pobreza infantil passou a estar diariamente nos media, mas isso deveu-se às comemorações do “ano europeu contra a pobreza e exclusão social”, hoje passados seis meses sabe-se que a taxa de pobreza infantil em Portugal aumentou, apresentando a oitava maior taxa (16,6%) de pobreza infantil entre os 34 países da OCDE com uma média de 12,7%, ficando atrás de Israel, do México, da Turquia, dos Estados Unidos, da Polónia, do Chile e de Espanha. [i]
Ser criança pobre é ter falta de alimento e risco de desnutrição, ausência de higiene e de cuidados com a saúde, maior vulnerabilidade a doenças e risco acrescido de morte prematura, não ter acesso à escola, ter deficiente aproveitamento escolar, e por consequência défice de qualificação para acesso ao trabalho e à participação na sociedade, quando chegar à idade adulta, ter habitação insalubre, sobrelotada e sem condições de conforto, ser explorada por via do trabalho infantil e consequente violação do direito de brincar e ser criança, maior perigo de vitimização por tráfego humano ou exploração sexual, maior risco de propensão à delinquência e a comportamentos associas, não ter família, não conhecer o seu pai ou a sua mãe; viver em famílias desestruturadas, estar exposta, desde tenra idade, à violência doméstica, ao tráfico ilícito ou à dependência das drogas, ser olhada com desprezo ou comiseração humilhante por professores, colegas e vizinhos, viver na insegurança permanente, possuir uma baixa auto-estima e não ter razões e estímulos para alimentar sonhos de um futuro esperançoso. Em síntese ser criança pobre “ (…) é uma luta diária pela sobrevivência, (…) para estas crianças, a infância como o tempo de crescer, aprender a brincar e sentir segurança não tem, na realidade, nenhum significado”[ii]
Paradoxalmente à situação descrita e concretamente vivida, ao longo do século passado, foi crescendo a consciência colectiva acerca dos direitos das crianças, afirmando-se mesmo que a pobreza infantil constitui uma grave violação de direitos humanos fundamentais.
Desde 1924, tem figurado na agenda política das instâncias internacionais a preocupação com os direitos da criança. Naquela data, a então Liga das Nações, que viria dar origem à ONU (Organização das Nações Unidas), adoptou a designada declaração de Genebra sobre os Direitos da Criança, tendo a comunidade internacional de então assumido o compromisso de promover os direitos da criança à sobrevivência, à saúde, à educação, à protecção e à participação.
Em 1959, a ONU deu um novo passo e aprovou a “Declaração dos Direitos da Criança”. Dela Constam 10 artigos que dizem respeito àquilo que deve ser feito para que as crianças sejam felizes e saudáveis.
Mais recentemente, em 1989, a Assembleia-Geral das nações Unidas aprova a Convenção sobre os Direitos da Criança, a qual viria a ser ratificada pela quase generalidade dos países membros.
Hoje, em 192 países do mundo, a sobrevivência, o desenvolvimento e a protecção da criança não são questões opcionais deixadas à generosidade das pessoas individuais, das organizações ou dos estados, mas sim um compromisso político firmado ao mais alto nível, que deve ser concretizado em leis positivas de cada país e na criação de instituições apropriadas para a defesa e promoção do bem-estar, havendo mesmo uma Comissão ad hoc criada no âmbito da ONU para acompanhar o cumprimento desta Convenção por parte dos diferentes países.
Quando, em 2001, se firma o Pacto do Milénio e se fixam objectivos e metas de desenvolvimento com vista à erradicação da pobreza no mundo, também se atribui importância máxima aos factores relacionados com o combate à pobreza infantil.
A par desta realidade, também em Portugal se tem desenvolvido esforços que, directa ou indirectamente, visam prevenir a pobreza infantil e atenuar as suas consequências mais gravosas. Destacam-se os progressos realizados no plano jurídico (a criança como sujeito de direitos e o reconhecimento do superior interesse da criança quando estejam em causa situações de conflitualidade de interesses); no plano da saúde materno-infantil e dos cuidados de saúde primários; no plano da educação, designadamente em matéria de educação de infância ou de sucesso escolar; no plano da assistência social com o fornecimento de alimentação, serviços de protecção de crianças em risco, rendimento social de inserção, tendo em conta a presença de crianças no agregado familiar, entre outros apoios a crianças provenientes de famílias carenciadas.
Não obstante os esforços desenvolvidos pelo Estado a que deve acrescentar-se todo o investimento realizado por parte de um vasto conjunto de instituições de solidariedade social, quer no que se refere à eficiência dos recursos disponíveis, quer à implementação de boas práticas, a pobreza infantil continua a ser uma preocupante e crescente realidade no nosso país, agravada pela crise em que a falta de emprego, precariedade e os baixos salários estão na origem da pobreza entre a população activa mais jovem, precisamente aquela que tem crianças a cargo.
Sendo a pobreza infantil um fenómeno complexo e multifacetado que reclama uma acção concertada em várias frentes e aos diferentes níveis, talvez importe recordar que a erradicação da pobreza infantil, é um dever indissociável da cidadania e da vida democrática, cabendo, não só ao Estado, mas também às pessoas e às instituições, promover a sua defesa e o seu cumprimento efectivo.
Quanto ao Estado e aos órgãos de governação, compete-lhes garantir condições de vida básicas a todos os cidadãos e, por maioria de razão, às populações mais vulneráveis, entre as quais se encontram as crianças, cabendo-lhes fazer acções junto das famílias, reforçando os seus meios de subsistência e competências para ultrapassar as respectivas situações de pobreza, quer directamente, através de serviços específicos e de políticas públicas adequadas, quer indirectamente, através da contratualizando de projectos e programas com entidades de solidariedade social de maior proximidade, prevenindo e erradicando, assim, a pobreza infantil nos territórios em que estas mesmas entidades exercem a sua acção.
Atribuir o principal papel na erradicação da pobreza infantil ao Estado não dispensa, nem atenua, a responsabilização do Poder Autárquico. Este, ao nível local, deve tomar para si um papel pró activo, na identificação, prevenção e eliminação da pobreza infantil existente no respectivo território, fazendo apelo aos recursos que o Estado disponibiliza para esta finalidade e complementando-os, na certeza de que toda a comunidade beneficiará do crescimento saudável da sua população mais jovem. A este propósito recorde-se a existência de redes sociais a nível concelhio como uma ferramenta de intervenção privilegiada para a prevenção e erradicação da pobreza infantil, pois dispõe de meios para promover a definição de objectivos e metas prioritárias de erradicação da pobreza infantil no respectivo território, assim como, dispõem de meios para assegurar a monitorização das acções programadas e a respectiva avaliação de resultados, para além de, nelas terem assento, além da autarquia (presidente ou quem este designe para o representar), os responsáveis pelos agrupamentos de escolas, serviços de saúde, segurança social., polícia, justiça, etc.
Mas, também o cidadão individualmente não deve passar ao lado da problemática da pobreza infantil, como se esta fosse responsabilidade exclusiva das respectivas famílias, das instituições, do Estado ou das Autarquias. Tratando esta realidade uma violação de direitos humanos, a denúncia e a procura de soluções de uma forma solidária é dever de todos e de cada um de nós, por isso, há que tomar consciência de que estamos perante um problema de cidadania e de comportamento democrático socialmente responsável impondo-se, assim, um modo mais incisivo de actuação na sociedade.
Por último, cabe notar que a perspectiva da pobreza infantil como violação de direitos humanos requer que as próprias crianças, logo que o seu desenvolvimento pessoal o permita, tenham participação activa nas decisões que lhes digam respeito e nas intervenções que afectam o seu bem-estar e o seu desenvolvimento, pelo que deverão ser encorajadas e apoiadas pelos adultos que tenham conhecimento das privações de que são vítimas, facultando-lhes as indispensáveis ferramentas de defesa e protecção.
A existência da pobreza infantil significa uma dupla tragédia, para a criança que vê prejudicado o seu desenvolvimento físico, intelectual, social e consequentemente, tem comprometido o seu futuro; para a sociedade, porque ao não preservar e desenvolver o seu capital humano, transfere por negligência, custos sociais para as gerações vindouras.

Sílvia Oliveira
Deputada Municipal pelo P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga



[i] Doing better for families”, relatório publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), em 2011.
[ii] “Situação da infância”, relatório publicado pela UNICEF em 2006.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Homenagem a Luís Maria Barreiros

Jornal da Câmara Municipal do Rio de Janeiro / Diário oficial do poder legislativo (14 de Junho de 2011)


"O jornalista e advogado português, Dr. Luís Maria Barreiros, foi homenageado na última sexta-feira (03/06), com o Título de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro, numa iniciativa do vereador Paulo Pinheiro (PPS).

Nascido em Calheiros, Portugal, o Dr. Luís Barreiros adotou a cidade do Rio para viver, onde dentre outros cargos, foi membro da Direção do Sindicato dos Jornalistas do Município e presidente da Luso Brasileira – Associação Lusófona. Além disso, teve importante papel no processo de irmanação entre as cidades do Rio de Janeiro e Braga, Portugal.

Participaram da solenidade a Chanceler do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro, Maria José da Silva; o Subprocurador Geral da Justiça Militar, Dr. Luís Dodaro; o deputado da Assembleia Nacional da República Portuguesa Carlos Pascoa; o deputado e vice-presidente do Partido Monarquista Português, Gonçalo Pereira e o Governador dos Elos Internacional da Comunidade Luzíada, Comendador António Loulé".

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Póstroika

Uma oportunidade para se fazer a mudança e reestruturar Portugal!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

XIX GOVERNO CONSTITUCIONAL

O novo Governo é o seguinte:

  • Finanças - Vítor Gaspar
  • Economia - Álvaro Santos Pereira
  • Negócios Estrangeiros - Paulo Portas
  • Defesa - Aguiar-Branco
  • Justiça - Paula Teixeira da Cruz
  • Administração Interna - Miguel Macedo
  • Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares - Miguel Relvas
  • Segurança Social - Pedro Mota Soares
  • Educação e Ensino Superior - Nuno Crato
  • Agricultura, Ambiente e Território - Assunção Cristas
  • Saúde - Paulo Macedo

Público

terça-feira, 7 de junho de 2011

Comissão Permanente de Assuntos Sociais e Saúde

Reunião da Comissão de Assuntos Sociais e Saúde da Assembleia Municipal de Braga.

Próximo dia 08 de Junho (Quarta-Feira), pelas 18H30.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Obrigado! por Paulo Estêvão

Obrigado


Venho desta forma agradecer a todos aqueles que votaram no PPM e participaram no esforço eleitoral que fizemos. O resultado eleitoral não é bom e deixou-nos exactamente no ponto onde estávamos (ainda falta apurar os votos dos círculos da emigração, pelo que é provável que se supere o resultado anterior por umas dezenas de votos).

Assumo pessoalmente todas as insuficiências da campanha e todos os erros. Mas estou de consciência tranquila. Fiz tudo o que estava ao meu alcance e continuo a acreditar que defendemos o interesse nacional.

No que diz respeito à questão monárquica, o PPM também fez o que tinha de fazer. Denunciámos as insuficiências e até a natureza ditatorial – no que diz respeito à imposição da natureza do regime – do regime republicano. Não vi nenhum outro político monárquico de outros partidos falar sequer no tema.

O PPM não se assume como o partido de todos os monárquicos. Somos apenas o único partido que assume, do ponto de vista programático e estatutário, a sua opção monárquica. A verdade é que a esmagadora maioria dos monárquicos opta por votar noutros partidos (mesmo naqueles que programaticamente se definem como republicanos). Estão no seu pleno direito democrático e cívico. Nada tenho a recriminar a este respeito.

Outra coisa é que alguns monárquicos se arroguem o direito de interferir na vida interna do PPM. Com que direito? O PPM não é tutelado por ninguém a não ser pelos seus militantes e órgãos dirigentes. Por que razão um militante ou simpatizante monárquico de outro partido acha que tem a prerrogativa de interferir na nossa vida interna? Em algum momento o PPM se arrogou o direito de interferir nas posições dos militantes monárquicos dos outros partidos? O que existe aqui é total independência de parte a parte.

Quem decide a nossa vida interna são exclusivamente – repito, exclusivamente – os militantes do Partido. Que não fique qualquer dúvida a este respeito!


Paulo Estêvão

Presidente da Comissão Política Nacional do P.P.M.

PPM satisfeito com "mudança de rumo" no Governo

O líder do Partido Popular Monárquico (PPM), Paulo Estêvão, está "satisfeito" com os resultados nacionais que significam "mudar de rumo" mas lamenta o facto do o seu partido não ter conseguido crescer.

"Em relação aos resultados nacionais, considero que esta alteração de Governo é bastante importante para o país, significa mudar de rumo e estamos satisfeitos", afirmou Paulo Estêvão, em declarações à agência Lusa.

No entanto, o líder do PPM, que arrecadou 0,27 por cento dos votos, lamenta o facto de o seu partido ter ficado "estancado exactamente no mesmo resultado" das eleições de 2009, o que "não corresponde" às suas expectativas.

"Fizemos um trabalho mais exaustivo, apresentamos um conjunto de propostas que consideramos válidas, o povo português não entendeu assim e nós aceitamos", rematou.

por Lusa

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Glória ao Minho que primeiro o seu grito fez soar!

Em 21 de Maio de 2011, foi hasteada a bandeira da monarquia constitucional em terras de Portugal.

Braga foi libertada!

Eleições para o Parlamento - 5 de Junho de 2011

ELEIÇÃO PARA A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA – 5 DE JUNHO DE 2011

CIRCULO DE BRAGA

Ordenação no Boletim de Voto

15 – PPM (Partido Popular Monárquico)

Confirme e saiba o seu número, recenseamento eleitoral

O sistema de recenseamento eleitoral foi alterado.

Consultem o v/ nº de Eleitor e vejam se estão bem recenseados.

Se tiverem amigos / familiares que completem os 18 anos, eles são recenseados automaticamente na Freguesia de Residência, (mas não lhes é comunicado o nº de Eleitor).

Votar é um direito mas também um dever cívico.

Você tem o poder de mudar... use-o!


http://www.recenseamento.mai.gov.pt/

Monçanense é candidato pelo Partido Popular Monárquico

Jornal “A terra minhota”, de 1 de Junho, pág. 20


Monçanense é candidato pelo Partido Popular Monárquico

Júlio Domingues, embora nascido em Melgaço, desde há muitos anos reside em Longos Vales, no concelho de Monção, e é o cabeça-de-lista pelo distrito de Viana do Castelo do Partido Popular Monárquico. Estreante, defende o regresso à monarquia para fomentar a coesão social.

O candidato refere que desde 1957 um grupo de monárquicos começou a mobilizar-se com João Camossa e Henrique e apresentaram-se como opositores ao Estado Novo. Desde sempre que o PPM apresentou uma lista por Viana do Castelo, porque como defende Júlio Domingues, “o PPM considera-se o único herdeiro da fórmula partidária, do constitucionalismo monárquico do século XIX”. O candidato refere que o Partido pelo qual concorre participou no III Congresso da Oposição, de Aveiro, e no pós-25 de Abril, o monárquico Ribeiro Teles participou na Aliança Democrática com Sá Carneiro e Freitas do Amaral.

Actualmente o PPM é dirigido por Paulo Estêvão, deputado nos Açores e um dos “objectivo dos actuais órgãos do Partido é fazê-lo regressar ao Parlamento e ao Governo do país, readquirindo, desta forma, um lugar cimeiro no actual sistema político português”.

Júlio Domingues reconhece a dificuldade em ser eleito deputado, mas informa que o movimento monárquico acredita na eleição dos elementos do PPM de Braga, Manuel Beninger e António Machado. No entanto, a par da defesa dos valores da família e de outras obras prioritárias para o distrito de Viana do Castelo, Júlio Domingues não deixa de elogiar uma obra distrital. Júlio Domingues refere o Parque Eólico do Alto Minho I não só em termos de criação de emprego, mas também paisagístico, “foi uma mais-valia para o distrito”, acreditando que o futuro da região necessita de obras semelhantes e na aposta “consistente” no turismo rural.

Como monárquico critica a figura do presidente da República, porque “quando é eleito é para dez anos”, constata. Segundo o candidato do PPM distrital, “nos primeiros cinco anos tenta ser cordato e não compromete a tão desejada reeleição para manter o clientelismo. No segundo mandato, é mais interventivo com vista a favorecer as forças políticas que o elegeram”.

Júlio Domingues lembra ainda as vantagens de um regime monárquico em relação à República, dando o exemplo de Espanha. Portugal custa a cada cidadão 1,58 euros e a monarquia em Espanha custa 0,19 euros. O Estado português transfere 16 milhões para a República enquanto em Espanha a monarquia representa 9 milhões de euros.

Na opinião de Júlio Domingues, “os portugueses tem razões para pôr este Governo e os anteriores em tribunal. E Cavaco Silva não é excluído”, conclui Júlio Domingues.

Júlio Domingues ao jornal "A terra minhota"

Jornal “A terra minhota”, de 1 de Junho, pág. 34


Júlio Domingues é o cabeça-de-lista distrital do PPM

Júlio Domingues refere que “a nossa luta é proporcionar o referendo para alteração da alínea b do artigo 288 da Constituição Portuguesa, dado que o próximo ano será o ano da revisão da constituição”. O cabeça de lista distrital explica: “Não podemos deixar o país penhorado para as gerações futuras”. A família é também uma preocupação do PPM, que defende a aposta na agricultura, pescas e floresta. “As casas florestais estão totalmente abandonadas”. Outra luta de Júlio Domingues é a estrada nacional Monção/Braga. Assim como, a defesa da construção de uma circular em Valença.

PPM defende escola pública sem doutrinação republicana


PPM defende escola pública sem doutrinação republicana

O Partido Popular Monárquico entende que a escola pública deve ser “desparasitada” de qualquer doutrinação republicana. De acordo com o líder do PPM em Braga e candidato a deputado, Manuel Beninger, as escolas públicas não cumprem aquilo que diz a Constituição.

Citando o seu Artigo 43.º (Liberdade de aprender e ensinar), alínea 2, “O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas”, o dirigente monárquico entende que, a actual escola pública não cumpre os preceitos da lei fundamental.

Considerando que a escola pública é paga por todos os contribuintes, independentemente das suas preferências ideológicas; que o ensino em Portugal é, na prática, um monopólio do Estado que não permite, sobretudo às famílias com menos recursos, a livre escolha sobre o tipo de ensino ou ideologia subjacente; considerando ainda que qualquer tentativa do Estado em formar ideologicamente as gerações vindouras (que frequentam a escola pública) é, uma prática totalitária; o PPM vem exigir ao Estado para que faça cumprir a sua Constituição e se abstenha de promover a doutrinação republicana.

Jornal “Diário do Minho” de 3 de Junho, pág. 12


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Entrevista a Júlio Domingues, cabeça-de-lista pelo PPM em Viana do Castelo

Porto Canal, 25 de Maio de 2011

Entrevista na estação de televisão Porto Canal a Júlio Domingues, cabeça de lista do PPM pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo às Eleições Legislativas de 5 de Junho de 2011.

PPM critica renovação do parque escolar

O cabeça-de-lista do PPM pelo distrito de Braga, Manuel Beninger, considera que é preciso denunciar o que se passa com a renovação do parque escolar.

Segundo sustenta, o que realmente tem acontecido é a «injecção de dinheiros públicos em gabinetes de arquitectura e construtores dos amigos». «E ninguém se preocupa quanto custará ao Estado, no futuro, a factura energética, a própria manutenção dos equipamentos das escolas e a própria manutenção do edifício», acrescenta.

Manuel Beninger afirma-se convicto que, em poucos anos, será possível ver o investimento degradado, pois é de duvidar que o Parque Escolar consiga ser auto-suficiente, «sendo uma potencial empresa do tipo REFER ou Estradas de Portugal».

«O PPM considera, tal como considerava que a Educação em Portugal, necessita de uma reforma global. A família é a primeira instituição educacional, à qual se segue a escola, que deveria servir a comunidade. Infelizmente, a sociedade actual relevou para um plano secundário a importância da família na sociedade. Ao não dar tanta importância à família, criou-se uma geração mais egoísta, mais materialista e menos respeitadora dos valores morais», sustenta o cabeça de lista pelo distrito de Braga.

Assim, o Partido Popular Monárquico, salienta Manuel Beninger, defende uma reformulação do Sistema de Ensino Básico, retirando as facilidades que têm vindo a ser concedidas; do Secundário, com a criação de disciplinas obrigatórias; e Universitário, aplicando um sistema de vagas de cursos consoante as necessidade dos pais.

O PPM protagoniza ainda a recuperação da autoridade do professor, a desburocratização da actividade docente, o reforço do ensino da História de Portugal, e o congelamento do aumento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, para evitar a quebra de qualidade no ensino secundário e o aumento dos níveis de indisciplina nas escolas.

Jornal “Diário do Minho” de 2 de Junho, pág. 10

PPM quer rever a Constituição



Reportagem da estação de televisão TVI em Braga (31 de Maio de 2011)

“É preciso dizer basta e correr com estes políticos daqui para fora”

Partido Popular Monárquico

“É preciso dizer basta e correr com estes políticos daqui para fora”


“A expectativa é que pelo menos as pessoas oiçam o que temos a dizer”, sublinhou Manuel Sampayo, cabeça de lista por Vila Real do Partido Popular Monárquico (PPM) que, no dia 23, fez uma acção de campanha de contacto com a população no centro histórico da capital de distrito transmontana.

Segundo o mesmo responsável, a grande bandeira da candidatura vila-realense é a aposta na agricultura, incentivando as populações a regressar ao campo. “Temos que parar de importar produtos do estrangeiro quando temos capacidade para produzir aqui tudo que precisamos para a nossa subsistência”, defendeu.

A comitiva do PPM foi acompanhada por Manuel Beninger, vice-presidente do partido, que, lembrando o facto de Portugal importar três quartos do que consome”, sublinhou que “o país não pode continuar neste caminho”. “Temos que incentivar os agricultores a produzir, os jovens a regressar ao campo. Temos que apostar na agricultura como uma solução para o desemprego”, reforçou o mesmo responsável político, que afirma ser necessário pôr fim “aos subsídios que vêm da Comunidade Europeia para o abate da vinha e de outras estruturas agrícolas”.

A nível nacional, o objectivo do partido é “eleger um deputado popular monárquico”, um representante do PPM que dê um importante contributo para o novo parlamento, um parlamento “que se prevê de crise e dificuldades” a nível das finanças públicas, situação que “é fruto destes governos socialistas, republicanos e laicos, que têm conduzido Portugal por um caminho sem fim, sem moral, sem princípios e sem ética”.

“Somos o único partido político monárquico em Portugal, por isso durante esta campanha queremos também alertar para a necessidade de uma constituição mais democrática do que a que temos”, sublinhou.

Manuel Beninger teceu ainda fortes críticas aos últimos governos que estiveram no poder, socialista e social-democrata, e que deixaram aos portugueses “um património despesista, um legado de miséria e desemprego”. “Esta república existe para servir os que lá estão. Queremos um chefe de Estado que seja isento, preparado e esteja acima desta política vergonhosa de compadrios, cunhas e favores políticos”.

“É preciso dizer basta. É de pau de marmeleiro que temos que correr com estes políticos daqui para fora”, reforçou o vice-presidente do PPM.

Jornal “Voz de Trás-os-Montes

quarta-feira, 1 de junho de 2011

1974 - 2011 Ao seviço de Portugal e do ideal Monárquico (2)

1974 - 2011 Ao seviço de Portugal e do ideal Monárquico (1)

Entrevista a Manuel Sampayo, cabeça-de-lista pelo PPM em Vila Real

Porto Canal, 30 de Maio de 2011

Entrevista na estação de televisão Porto Canal a Manuel Sampayo, cabeça de lista do PPM pelo círculo eleitoral de Vila Real às Eleições Legislativas de 5 de Junho de 2011.

Porto Canal entrevista Manuel Sampayo

Manuel Sampayo, cabeça de lista do PPM por Vila Real entrevistado, no dia 30 de Maio, pela estação de televisão Porto Canal.

Líder do PPM preocupado com envelhecimento do país

O presidente do Partido Popular Monárquico (PPM), que se candidata nestas eleições legislativas de 5 de Junho pelo círculo eleitoral dos Açores, esteve ontem em campanha no distrito de Braga.

Acompanhado pelo cabeça de lista no distrito, Manuel Beninger, Paulo Estêvão começou a visita na sede da Associação Famílias, seguindo depois para o Centro da Terceira Idade de Fraião. Depois do almoço, a comitiva do PPM realizou uma arruada pelo concelho de Vieira do Minho.

Em declarações aos jornalistas, Paulo Estêvão mostrou-se preocupado com o envelhecimento da população portuguesa. «Isto significa que temos uma população activa cada vez menor, que temos cada vez maiores responsabilidades a nível das reformas», disse.

Contudo, salientou ainda, a preocupação deve centrar-se no futuro, nomeadamente na protecção das famílias. Desde logo, sublinhou, a nível fiscal. «Temos que dar benefícios às famílias mais numerosas, e temos que dar benefícios a quem mantém famílias alargadas, com os seus pais e avós em casa», salientou.

Segundo referiu, o PPM tem políticas que vão exactamente neste sentido, ou seja, de promover e proteger as famílias. «Porque é aqui que começa a recuperação do país, com um forte apoio, do ponto de vista financeiro e legal, às nossas famílias», defendeu.

O líder do PPM defendeu, por outro lado, a necessidade de se efectuar em Portugal uma redução da despesa pública. «Nós temos quase 14 mil entidades públicas que são pagas através do Orçamento de Estado e muitas outras que são subsidiadas. O Estado nem sabe bem quantas é que são. Portanto, temos assistido a um aumento exponencial da despesa», realçou junto dos jornalistas.

Paulo Estêvão reconhece, no entanto, há serviços que o Estado tem que assegurar porque são prioritários para o país. «Mas, nós temos que poupar em muitas áreas. Se continuar este desperdício, a verdade é que, por um lado, não temos dinheiro para pagar e, por outro lado, não vamos concentrar os recursos financeiros naquelas que são as áreas sociais fundamentais, como a educação ou a saúde. É preciso poupar em tudo o que é excessivo», sustentou.

Para o líder do Partido Popular Monárquico, é essencial que se corrijam excessos cometidos pelos partidos que sustentaram os vários Governos portugueses, que têm que ver com «a colocação de clientelas políticas». Por isso, disse, foram criados muitos destes institutos e muitas das fundações.

No seu entender, há muitas matérias que são levadas a cabo por estas entidades que podiam ser simplesmente concretizadas pelos ministérios que as tutelam.

Em relação às eleições legislativas do próximo domingo, dia 5 de Junho, Paulo Estêvão confessou aos jornalistas que está confiante num bom resultado.

Jornal “Diário do Minho” de 1 de Junho, pág. 10


Rádio “Antena Minho” : PPM acredita que vai eleger um deputado à Assembleia da república por Braga