Entre Julho e Setembro o número de desempregados aumentou para 547,7 mil indivíduos. O Norte é a região mais atingida pelo problema do desemprego, com uma taxa de 11,6%.
Entre Julho e Setembro o número de desempregados aumentou para 547,7 mil indivíduos. O Norte é a região mais atingida pelo problema do desemprego, com uma taxa de 11,6%.

Em
Vinte anos após a ONU convoca novas reuniões e desta vez é realizada no Rio de Janeiro em
Assinada inicialmente por 154 países, a Convenção entrou em vigor em 1994 e, no ano seguinte, em Berlim (Alemanha), foi realizada a 1a. Conferência das Partes (COP 1), ou seja, a primeira reunião dos países participantes da Convenção. Foi nessa primeira COP que ficou decidida a criação, até 1997, de um protocolo com metas para a redução de emissões. Nesse ano, a reunião da ONU aconteceu em Kyoto, no Japão, e lá surgiu então o Protocolo de Kyoto.
E o que é o Protocolo de Kyoto?
Trata-se de um compromisso estabelecido pelos países que assinaram a Convenção da ONU sobre Mudança do Clima de reduzirem, entre 2008 e 2012, suas emissões poluentes em pelo menos 5% em relação aos níveis verificados em 1990. O Brasil ratificou em 2002 o Protocolo de Kyoto, que entrou em vigor em 2005.
Em 2007, em Bali na Indonésia, foi traçado o caminho, na COP 13 para as negociações.
Em Copenhaga na Dinamarca, a COP 15, será realizada entre os dias
Os dados científicos são claros: temos que reduzir, em 2015, as emissões de CO2 no mundo e construir, até 2050, uma economia com baixa emissão de gases do efeito estufa.

A Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, que se realiza entre os dias 7 e 18 de Dezembro na capital dinamarquesa, tem como principal objectivo a celebração de um acordo internacional global que permita reduzir as emissões nos países desenvolvidos, limitar o aumento das emissões nos países em desenvolvimento e financiar as acções destinadas a mitigar os efeitos das alterações climáticas e os esforços de adaptação desenvolvidos pelos países pobres.
A China, os EUA e a Rússia são os três principais emissores de gases com efeito de estufa. Com o Japão a preparar-se para reduzir 25% das suas emissões até 2020, o Presidente dos EUA deveria cumprir as promessas eleitorais com objectivos vinculativos e a China, a Índia e o Brasil também deveriam definir os compromissos explícitos nesta matéria.
Para um mundo melhor.
Depois de uma mensagem de Kofi Annan, várias personalidades da música e do cinema juntam-se para cantar "Beds are Burning", um original dos Midnight Oil, para apelar à mudança de consciências, de forma a estar-se atento às questões ambientais e agir contra a destruição do planeta. Esta é uma iniciativa que acompanha a Conferência do Clima de Copenhaga, a realizar-se em Dezembro, que servirá para criar um novo acordo.

O ano passado já "ofereci" prendas destas: uma placa de zinco, um kit para grávidas, latas de leite, mantas de lã.
Este ano penso oferecer uma cabra, um painel solar, leite e uma cadeira.
São os postais/presentes solidários da Fundação Evangelização e Culturas.
Um dois em um: uma prenda para aquelas pessoas a quem, felizmente, nada de especial faz falta e a quem já não sabemos o que oferecer e, por outro lado, um gesto de solidariedade.
Depois de escolhermos o presente é emitido um postal (em papel ou digital) que podemos personalizar e fazer chegar à pessoa a quem o dedicamos. O postal apresenta o presente escolhido assim como país a que se destina.
A instituição que assegura este projecto é de confiança. Sabemos que muitas vezes temos receio de contribuir e que o nosso gesto não chegue aos seu destinário. Neste caso, a Fundação Evangelização e Culturas, através de parcerias com instituições que estão no terreno, garante a entrega dos bens oferecidos.
O ano passado optei pelos postais
Aqui fica a sugestão.

Quando a precariedade do trabalho em Portugal é enorme eis que o governo reclama mais uns milhões daqueles que trabalham e necessitam de uma estabilidade económica.
A solução deveria passar por aligeirar a carga fiscal daqueles que labutam diariamente e encorajar a criação de postos de trabalho por parte das entidades empregadoras.
Com esta crise, devia valorizar-se quem se esforça por trabalhar e contribuir para o crescimento do país.


Uma forte tendência em todos os mercados do mundo é o crescimento e investimento nos chamados “empregos verdes”. Essas áreas deverão ganhar um grande destaque nos próximos anos por unirem crescimento económico, desenvolvimento social e preservação ambiental numa mesma profissão.
Esses profissionais estão a ser cada vez mais requisitados pelo mercado, que ainda carece de mão-de-obra especializada nessas novas áreas. Engenharia ambiental, coordenação de projectos de responsabilidade social, auditoria de qualidade, direito ambiental, professor de educação ambiental, geologia, biologia, consultadoria ambiental, ciência ambiental, monitoria de ecoturismo, urbanismo, agronomia e até instalação de painéis solares são as opções para quem quer um futuro profissional que tende a ser promissor para todos.





RECOMENDAÇÃO
COMPROMISSO PARA AS ENERGIAS SUSTENTÁVEIS LOCAIS
As cidades são responsáveis na actualidade, por cerca de 80 % das emissões globais de CO2 e de 30% do consumo global de energia. Tudo se deve a um contínuo mau planeamento global das cidades ao longo dos tempos, com uma edificação pública e privada despreocupada no que concerne a gastos energéticos, com uma substancial redução das áreas arborizadas, com uma política de mobilidade descoordenada, com unidades industriais e comerciais absorvedoras de grandes quantidades de energia, e até de uma luminária desregulada na via pública, entre outros exemplos.
Ora, a União Europeia, ciente desses factos, tem vindo a criar directivas com o intuito de racionalizar a energia. Com a carta de Leipzig e os compromissos de Aalborg definiram-se as bases estratégicas, de uma nova política urbana europeia, focada em auxiliar as cidades a resolver problemas de exclusão social, envelhecimento, alterações climáticas e mobilidade.
Houve inclusivamente um comprometimento da União Europeia de reduzir as taxas de emissão de gases em cerca de 20% até 2020.
Para atingir esse objectivo valoroso a que se propôs, a União Europeia desafiou os municípios a assinarem o “Pacto dos autarcas”, compromisso para as energias sustentáveis locais. Esse pacto, actualmente assinado por 630 presidentes de Câmara europeus, dos quais nove são Portugueses, visa comprometer os municípios no papel preponderante que possuem na redução do impacto climático e numa melhor racionalização da energia consumida, com uma subsequente redução das emissões de CO2.
No referido pacto, os autarcas ficam responsáveis por conseguir uma redução mínima de 20% da factura energética das suas cidades até 2020.
Em Braga, este Pacto foi recusado alegando-se que já se têm vindo a desenvolver alguns procedimentos na redução da emissão de CO2 através da utilização de outro tipo de lâmpadas na iluminação pública, a utilização do Gás Natural nos Transportes Urbanos e algumas modificações nos aparelhos de climatização das escolas.
O que o P.P.M. entende, é que apesar de bem intencionadas, não são por si só suficientes. É necessário que haja uma visão e uma estratégia mais global, em que tudo deve ser visto como um todo e não com medidas avulsas. É necessário uma consciencialização da Sociedade Civil que as leve a intervir e a ser parte da solução.
Será necessário inventariar, analisar e reestruturar a Política Energética da nossa Urbe. Tudo deve ser equacionado e interligado, para pensarmos num desenvolvimento sustentável e amigo do ambiente com o apoio de quem já olhou mais à frente do que nós.
Esperemos que o Eng.º Mesquita Machado volte a equacionar a entrada de Braga no pacto e que não seja responsável pelos problemas que poderão advir da nossa não adesão apenas porque foi proposto pela oposição. A não adesão a este pacto, compromete a qualidade de vida não só da nossa urbe mas de todo um planeta.
Por estas razões, o P.P.M. propõe a esta Assembleia Municipal para que se aprove o seguinte recomendação:
Que a Câmara Municipal de Braga se empenhe, no sentido de que se assine o “Pacto dos Autarcas”, compromisso para as energias sustentáveis locais, proposto pela União Europeia e assim juntar-se às nove câmaras portuguesas que o já subscreveram.
Grupo Municipal do PPM na Assembleia Municipal de Braga

RECOMENDAÇÃO
NATAL SOLIDÁRIO DURANTE O ANO DE 2010
O dia Internacional para a Erradicação da Pobreza foi assinalado no dia 17 de Outubro de 2009, numa altura em que 18 por cento dos portugueses são pobres.
Em Portugal, há dois milhões de pobres, uma realidade que as instituições de apoio social dizem estar a agravar-se.
A Rede Europeia Anti-Pobreza (REAP) manifesta-se preocupada com a situação em Portugal, e recorda, citando dados do Instituto Nacional de Estatística, que no segundo trimestre de
Segundo a AMI, 80% da população que recorreu aos centros Porta Amiga no primeiro semestre de 2009 encontra-se em situação de desemprego.
O presidente da União das Misericórdias (UdM), Manuel Lemos, considerou que “a pobreza envergonhada é um problema crescente em Portugal e a crise veio dar amplitude a este fenómeno”.
“Infelizmente”, sublinha Manuel Lemos, “a recuperação económica não terá repercussões imediatas nestas situações, daí a necessidade de se encontrarem formas discretas de apoiar estas famílias”.
Há cada vez mais pessoas a recorrerem às associações de solidariedade social para pedirem ajuda, pessoas que até há bem pouco tempo viviam bem. Também o número de indivíduos que escolhe a rua como sua nova morada é cada vez maior.
Para fazer face a esta realidade, a União Europeia decidiu dedicar o ano de 2010 ao combate à pobreza e à exclusão social.
Estamos habituados a pensar que a pobreza extrema e a fome só acontecem em África e na Ásia. O que não é de todo verdade, em Portugal também temos essa realidade.
Neste contexto, à que ter coragem política para ajudar a alterar esta realidade.
O Partido Popular Monárquico, considera que a Câmara Municipal de Braga, em conjunto com instituições de apoio à pobreza, como são exemplos o “Banco Alimentar Contra a Fome”, a “Santa Casa da Misericórdia” a “Cruz Vermelha Portuguesa”, a Igreja, entre outras, deve ter em conta esta situação com apreensão social e moral de forma a amenizar as dificuldades de vida de todos aqueles que sofrem com a actual crise económica e que vai muito mais além dos já conhecidos “sem abrigo”.
Assim, o P.P.M. convicto de que este é um tema que é consonante a todos os cidadãos e sabendo que vivemos numa época de parcerias e cooperações, recomenda:
a criação de uma Comissão, por esta Assembleia Municipal, com protocolos e parcerias comas entidades signatárias, para juntos estabelecerem planos de actuação.
Espera ainda o PPM, que a aprovação desta iniciativa venha a ter um maior dinamismo do que a malograda aprovada na Assembleia Municipal de 19 de Dezembro de 2008.
Manuel Beninger
Grupo Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga


Foi com esta equipa de Luso-Brasileiros que Portugal se apurou para o Mundial da África do Sul. Esta miscigenação por lusos em terras longínquas e além-mar sempre foi nosso apanágio. Só quem não percebe o que é ser português é que não entende esta grandeza secular.
O sorteio da fase final está marcado para 4 de Dezembro, na Cidade do Cabo.
Bem hajam a todos

DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA