Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Histórias de um Partido...
Eleições para a Assembleia da República:
19 de Julho de 1987
Partido Popular Monárquico – PPM
1- Amadeu Domingos Ribeiro de Sá Menezes
2- Francisco da Providência Santarém e Costa
3- David Fernando Seara de Sá
4- Henrique Jorge Lemos de Araújo Regalo
5- Eduardo Jorge Madureira Lopes
6- Fernando Franklin Ribeiro da Silva Sá Menezes
7- Maria Luísa de Castro Vasconcelos de Aguiar Gomes
8- José Joaquim Rodrigues da Silva
9- Maria Isabel Moura Gonçalves Sá Menezes
10- Manuel Barbosa de Vasconcelos
11- José Luís Correia
12- Francisco Augusto Peixoto Teixeira
13- José Augusto Ferreira Carmo da Cunha
14- Armando Botelho Machado
15- Gonçalo Ramos Pimenta de Castro
16- Filipe dos Santos Vale
17- Jaime Leite Castro
Suplentes
1- Júlio Rodrigues
2- José Abílio Leite Borges de Araújo
3- Armando Augusto da Fonseca Botelho Machado
4- António Álvaro da Costa Machado
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Países Ricos - Países Pobres

A diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade do país. Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egipto, que tem mais de 2000 anos e são pobres. Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos eram inexpressivos, hoje são países desenvolvidos e ricos.
A diferença entre países pobres e ricos também não reside nos recursos naturais disponíveis. O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima do mundo todo e exportando produtos manufacturados. Outro exemplo é a Suíça, que não planta cacau mas tem o melhor chocolate o mundo. No seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, fabrica lacticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, o que o transformou na caixa forte do mundo.
De forma análoga, os executivos de países ricos que se relacionam com seus pares de países pobres mostram que não há diferença intelectual significativa.
A raça ou a cor da pele também não são importantes: imigrantes rotulados de preguiçosos nos seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos.
Qual é então a diferença?
A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela educação e pela cultura. Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida:
A ética, como princípio básico;
A integridade;
A responsabilidade;
O respeito pelas leis e regulamentos;
O respeito pelos direitos dos demais cidadãos;
O amor ao trabalho;
O esforço pela poupança e pelo investimento;
O desejo de superação;
A pontualidade.
E agora pergunto eu:
Por onde andam estes princípios?
terça-feira, 25 de maio de 2010
Histórias de um Partido...
Eleições para a Assembleia da República:
25 de Abril de 1983
Partido Popular Monárquico (PPM)
1- Amadeu Domingos Ribeiro de Sá Menezes
2- David Fernando Seara de Sá
3- José Joaquim Rodrigues da Silva
4- Manuel Ferreira da Costa
5- Francisco da Providência Santarém Costa
6- José Luís Correia
7- Henrique Maria Félix
8- Fernando Franklin Ribeiro da Silva Sá Menezes
9- António de Azevedo Sá Coutinho Russel
10- Altamiro Almeida Marques
11- António Couto de Oliveira e Silva
12- Armando Botelho Machado
13- Júlio Rodrigues
14- José Augusto Ferreira Carmo da Cunha
15- Alberto José Cruzinha da Costa
16- António Álvaro da Costa Machado
Suplentes
1- Maria Emília Mendes de Seiça e Santos de Providência Santarém
2- Artur Ilídio Alves da Fonseca
3- Eduardo Pinheiro Torres
4- António Pereira
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Monarquia do Norte - 1919

Presidência da Junta Governativa
Decreto nº 8
Interpretando o sentimento nacional, expresso pelas ardentes acclamações do Exercito de terra e mar e pelo Povo Portuguez; considerando que a acclamação de S. M. El Rei o Senhor Dom Manoel II importa o reconhecimento e a aceitação das leis constitucionaes do Reino, que o mesmo Augusto Senhor jurou cumprir e guardar e que são a base fundamental da organisação monarchica do Estado Portuguez; attendendo á conveniencia e necessidade de definir os direitos e os deveres de todos os cidadãos portuguezes, annullando e revogando as leis republicanas que respeitam á constituição política do Estado, a Junta Governativa do Reino, em nome d'El Rei, ha por bem decretar o seguinte:
Artigo 1º - É abolido em Portugal e seus Domínios o regímen republicano e restabelecido a Monarchia Representativa.
Artigo 2º - Entra immediatamente em vigor a Carta Constitucional da Monarchia Portugueza de 29 de Abril de 1826 e as reformas constitucionaes promulgadas até 4 de Outubro de 1910.
Artigo 3º - É restaurada a Dymnastia da Sereníssima Casa de Bragança na Pessoa de Seu Augusto Representante Sua Magestade El Rei o Senhor Dom Manoel II.
Artigo 4º - O poder legislativo e executivo pertence provisoriamente á Junta Governativa do Reino.
Artigo 5º - Fica revogada toda a legislação em contrario, e especialmente todas as leis constitucionaes da republica.
Os ministros e os secretarios de estado de todas as repartições o façam publicar e cumprir como n'elle se contém.
Porto e Paços da Junta Governativa do Reino, 20 de Janeiro de 1919
Henrique de Paiva Couceiro
António Sollari Allegro
Visconde do Banho
Luiz Cypriano Coelho de Magalhães
Conde de Azevedo
sábado, 22 de maio de 2010
Henrique Mitchell de Paiva Couceiro - Um Heroi esquecido

Henrique Mitchell de Paiva Couceiro (Lisboa, 30 de Dezembro de 1861 — Lisboa, 11 de Fevereiro de 1944) foi um militar, administrador colonial e político português. Cobriu-se de glória nas campanhas de ocupação colonial em Moçambique e em Angola e notabilizou-se como inspirador das chamadas incursões monárquicas contra a Primeira República Portuguesa em 1911, 1912 e 1919. Presidiu ao governo da chamada Monarquia do Norte, de 19 de Janeiro a 13 de Fevereiro de 1919, na qual colaboraram activamente os integralistas lusitanos Luís de Almeida Braga (seu secretário) e António Sardinha, bem como Pequito Rebelo e Hipólito Raposo na tentativa do Monsanto,
Joaquim de Paiva Cabral Couceiro, oficial de engenharia militar do Exército Português, e de Helena Isabel Teresa Mitchell, uma protestante irlandesa convertida ao catolicismo. Destinado a fazer a carreira das armas, fez estudos preparatórios em Lisboa, tendo ingressado na Escola do Exército, onde concluiu o curso de Cavalaria.
Foi apoiante de João Franco.
Oficial de cavalaria, em 1889 cobriu-se de glória em Hampata, Angola, e em 1890 foi agraciado com a Ordem da Torre e Espada.
Ajudante de campo do comissário régio em Moçambique, António Enes, teve acção notável nos combates de Marracuene e Magul contra as forças angunes do régulo Gungunhana, sendo em 1896 por isso proclamado benemérito da Pátria.
Nomeado Governador de Angola em 1907, manteve-se no cargo até 1909, realizando um vasto plano de obras de fomento. Comandou as campanhas militares de pacificação das regiões de Cuamato e dos Dembos.
Comandou a incursão monárquica de 1911, participou na de 1912 e em 1919 proclamou a Monarquia do Norte, de curta duração. Pelas incursões feitas e pela sua fidelidade monárquica ficou conhecido O Paladino.
Foi exilado pelo salazarismo, depois de criticar publicamente a política colonial do regime.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
"Entre o conservador e o tradicionalista, a distância é invencível.

"Entre o conservador e o tradicionalista, a distância é invencível.
O conservador aceita o facto consumado, não apenas como facto, o que seria científico, mas como bem indiscutível. Pode o seu sentimento revoltar-se contra o significado humano do facto, mas, logo que este se conclui e estabiliza, o conservador sente-se incapaz de se lhe opor.
Por isso a sua atitude perante os factos novos é caracterizada, na melhor das hipóteses, por uma miúda e mesquinha luta de posições, porque lhe importa sobremaneira impedir a ocupação pelo adversário do mais pequeno recanto da vida social.
Ao contrário, o tradicionalista é capaz de valorizar até os factos isoladamente contrários aos princípios fundamentais da doutrina que professa. Senhor de uma visão rasgada e profunda da História, recusa-se a disputar palmo a palmo o terreno pretendido pelo inimigo real ou aparente. Sabe que a história humana não é semelhante a um desdobrar tranquilo e lógico dos teoremas e dos corolários, mas inclui e arrasta muitos elementos aparentemente inúteis ou prejudiciais, e, no entanto, susceptíveis de receber do bem e da verdade um sentido e uma salvação.
Nesta perspectiva, o tradicionalista não apenas aceita cientificamente os factos de observação imediata, como lhes dá um significado superior, pois procura extrair deles um bem que eles não permitiam."
Henrique Barrilaro Ruas, in "A liberdade e o Rei", Lisboa, 1971
quarta-feira, 19 de maio de 2010
No país das maravilhas...

A Comissão de Inquérito ao negócio PT/TVI é “um espectáculo lamentável”, a moção de censura do PCP “é lamentável”, “eu não preciso do PSD, quem precisa do PSD é o país”, “declarações irresponsáveis de Fernando Ulrich”…
A culpa mora sempre ao lado. O pecado morre sempre solteiro.
Enquanto uns assobiam para o lado, as taxas de desemprego continuam “lamentavelmente” imparáveis. 105.000 Portugueses ficaram sem emprego num ano, aumentando para 592.500 o número recorde de desemprego.
“Lamentável”.
Na realidade, não estamos numa “dança de Tango a dois” mas sim, “lamentável”, num “bailado de tanga à Sócrates”.
Histórias de um Partido...
Eleições para a Assembleia da República:
5 de Outubro de 1980
LISTA DA ALIANÇA DEMOCRÁTICA (AD)
1- Carlos Mattos Chaves de Macedo
2- Basílio Adolfo de Mendonça Horta da França
3- Fernando José Sequeira Roriz
4- José Luís da Cruz Vilaça
5- Carlos Manuel Pereira de Pinho
6- Armando Domingos Lima Ribeiro de Oliveira
7- Henrique José Barrilaro Fernandes Ruas
8- Henrique José Cardoso de Menezes Pereira de Moraes
9- José Mário de Lemos Damião
10- António Sérgio Barbosa de Azevedo
11- João José Magalhães Ferreira Pulido de Almeida
12- António Mendes de Carvalho
13- Joaquim Carneiro de Barros Domingues
14- Amadeu Domingos Ribeiro de Sá Menezes
15- Octávio Júlio de Almeida Pereira Machado
Suplentes
1- António da Silva Rodrigues de Castro
2- José Carlos Almeida Barbosa Macedo
3- José Leite Machado
4- Maria Helena Vilela Lopes Castro Pimenta de Castro
5- Manuel Afonso de Almeida Pinto
terça-feira, 18 de maio de 2010
Medidas de combate à pobreza e à exclusão social

Após a visita do Papa Bento XVI a Portugal, convém reflectir sobre as palavras por ele proferidas sobre o combate à pobreza.
Já me Fevereiro de 2010, nas Jornadas Nacionais da Caritas Portuguesa subordinadas ao tema “Combate à Pobreza e à Exclusão Social pelos Caminhos da Inovação Social”, o tema foi objecto de reflexão.
Conclusões das Jornadas Nacionais da Caritas:
• Necessidade de dar prioridade ao emprego, à educação, à defesa do ambiente e dos recursos naturais, materiais, culturais e sociais.
• Necessidade de combater o desemprego e a precariedade do trabalho, adoptando políticas que favoreçam e não agravem as desigualdades sociais, políticas capazes de desenvolver as potencialidades dos pobres e excluídos e favorecer a sua autonomia pessoal e social.
• Necessidade do combate à pobreza e à exclusão social ser partilhado pelos governos, pelas autarquias, pelas instituições de solidariedade social e pelos cidadãos, no sentido de uma política de redistribuição social e económica mais justa.
• Necessidade de no combate à pobreza e à exclusão social as instituições mudarem de mentalidade, de forma a incutir maior justiça e inclusão nas instituições, adoptando comportamentos de solidariedade inteligente, disponível, criativa e inovadora, procurando seguir os bons exemplos e práticas.
• Necessidade de o Estado não permitir que um único cidadão português viva com um rendimento abaixo do limiar de pobreza, uma vez que está em causa a sustentabilidade social de toda uma comunidade.
• Necessidade das empresas assumirem de forma ética o princípio de responsabilidade social empresarial e das próprias IPSSs sensibilizarem as empresas para a solidariedade social.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Não é demais relembrar...

Em 2000, durante a assembleia geral da ONU, 189 chefes de Estado e de Governo assinaram a Declaração do Milénio que levou à formulação de 8 objectivos de desenvolvimento específicos, a alcançar até 2015, objectivos, estes, que podem ser resumidos da seguinte forma:
1- Reduzir para metade a pobreza extrema e a fome.
2- Alcançar o ensino primário universal.
3- Promover a igualdade entre os sexos.
4- Reduzir em dois terços a mortalidade de crianças.
5- Reduzir em três quartos a taxa de mortalidade materna.
6- Combater o VIH/SIDA, a malária e outras doenças graves.
7- Garantir a sustentabilidade ambiental.
8- Criar uma parceria mundial para o desenvolvimento.
domingo, 16 de maio de 2010
Histórias de um Partido...
Eleições para a Assembleia da República:
2 de Dezembro de 1979
LISTA DA ALIANÇA DEMOCRÁTICA (AD)
1- Carlos Matos Chaves de Macedo
2- Basílio Adolfo de Mendonça Horta da França
3- Armando António Correia
4- Henrique José Cardoso de Meneses Pereira de Morais
5- Carlos Manuel Pereira de Pinho
6- João José Magalhães Ferreira Pulido de Almeida
7- João Baptista Machado
8- Domingos da Silva Pereira
9- Fernando José Sequeira Roriz
10- Manuel António de Magalhães Correia Leite
11- Amândio Santa Cruz Domingues Basto Oliveira
12- João Daniel Marques Mendes
13- Manuel Antunes da Lomba
14- Amadeu Domingos Ribeiro de Sá Menezes
15- Octávio Júlio de Almeida Pereira Machado
Suplentes
1- António Mendes de Carvalho
2- António Barbosa Gonçalves da Seara
3- António Joaquim Guimarães Martins
4- José Couto Faria
5- Joaquina Fernandes


