Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

domingo, 31 de outubro de 2010

Geminação com o Rio de Janeiro até ao Natal


"Visita ocorreu por iniciativa do deputado municipal de Braga, Manuel Beninger, do PPM", J.N. de 31.10.2010, pág. 16

Braga: Será a sétima geminação e a segunda com uma cidade brasileira

Jornal de Notícias (Pedro Vila Chã) – Às cidades de Clermont-Ferrand e Puteaux (França), Santo André (Brasil), S. Nicolau (Cabo Verde), Bissorã (Guiné-Bissau) e Astorga (Espanha), Braga deverá somar na lista de geminações o nome do Rio de Janeiro.O processo deverá estar concluído até ao Natal.
Os contactos foram aprofundados esta semana, após visita de Paulo Pinheiro, vereador da cidade do Rio de Janeiro que reuniu com Mesquita Machado, por mediação do deputado Municipal Manuel Beninger, do Partido Popular Monárquico.
Segundo fonte ligada ao processo, a visita teve como principal objectivo "um acordo de geminação entre Braga e o Rio de Janeiro, no intuito de aproximar e integrar ambas as populações através de acordos de cooperação entre instituições públicas e privadas". Nesta cooperação terá particular atenção o ensino, o turismo, o comércio e o desenvolvimento social.
Ainda segundo a mesma fonte, o presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, terá dado aval à iniciativa e o Projecto de Lei apresentado ao Legislativo Carioca deve ser aprovado antes do Natal, prevendo-se a deslocação do autarca minhoto ao Rio de Janeiro, para a cerimónia e assinatura do acordo.
"Haverá inegáveis progressos de entendimento na esfera administrativa, através da troca de experiências e informações úteis à Administração Pública Municipal, como também, a possibilidade de estabelecer Acordo de Cooperação, diante das realidades e perfis económicos considerados complementares entre as duas cidades, com grande potencial para a geração de projectos e acções conjuntas de interesses recíprocos", afirmou o vereador carioca Paulo Pinheiro.
A visita do autarca do brasileiro findou em Celorico de Basto, sendo a comitiva recebida pelo Presidente Celoriense Joaquim Mota e Silva, com o qual estabeleceram o compromisso de incentivar a criação da casa de Celorico na "Cidade Maravilhosa".

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Braga: Município prepara geminação com Rio de Janeiro, Brasil, para aumento turismo, e intercâmbio universitário

Paulo Pinheiro, Mesquita Machado e Manuel Beninger

Braga, 28 out (Lusa) Os municípios de Braga e do Rio de Janeiro, Brasil, estão a preparar um acordo de geminação visando o incremento das relações no domínio turístico, de intercâmbio universitário e de troca de experiências de gestão, disse fonte autárquica.

O deputado municipal Manuel Beninger, do Partido Popular Monárquico, adiantou hoje à Lusa que a iniciativa surgiu após a visita a Braga, quarta feira, do vereador da cidade brasileira Paulo Pinheiro “com o objetivo de alcançar um acordo de geminação entre a cidade do Rio de Janeiro e a de Braga, para incentivar, aproximar e integrar essas duas cidades”.

O autarca do Rio foi recebido nos Paços do Concelho pelo presidente da Câmara de Braga, o socialista Mesquita Machado, com quem analisou a possibilidade de geminação, que vai agora ser estudada pelos dois municípios.

De acordo com Manuel Beninger, “podem ser realizados acordos de reciprocidade, beneficiando estudantes, artistas e cientistas, possibilitando-lhes estudos e frequência em organismos oficiais, ou não, das respetivas áreas de atuação, nas duas cidades”.

Além disso, - frisou – "poderão registar-se entendimentos na esfera administrativa, através da troca de experiências e informações úteis à administração pública municipal, como também, a possibilidade de se estabelecer um Acordo de Cooperação para a geração de projetos e ações conjuntas”.

No encontro entre os dois autarcas, em que participou o deputado municipal monárquico, o promotor da geminação, foram focadas, também, "áreas como o trabalho de restauração, a questão ambiental, as novas tecnologias, para além de outras que sejam consideradas estratégicas pelas duas cidades”.

Município prepara geminação com o Rio de Janeiro para aumentar turismo

Jornal “Correio do Minho” de 29 de Outubro de 2010, página 28. (Texto)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Vereador carioca reuniu ontem com Mesquita Machado

Câmara de Braga deve receber processo antes de Dezembro

Geminação entre Braga e o Rio pode acontecer ainda este ano

Jorge Oliveira, DM – As cidades de Braga e do Rio de Janeiro reforçaram ontem a vontade de estabelecer um acordo de geminação, capaz de «facilitar e aumentar o intercâmbio entre as duas urbes» em várias áreas.

O vereador do Município carioca Paulo Pinheiro esteve reunido ao início da tarde como o presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, e disse ao Diário do Minho que o processo está bem encaminhado, podendo a irmanação ficar rubricada ainda este ano.

Segundo o autarca brasileiro, a Câmara do Rio de Janeiro irá apreciar a proposta já no próximo mês de Novembro e depois de aprovada será remetida para Braga a fim de ser votada pelo município português.

A cerimónia que assinalará o firmamento do acordo, com entrega da documentação e assinaturas, tanto poderá ocorrer no Rio de Janeiro como em Braga, indicou Paulo Pinheiro, adiantando é provável que o processo fique pronto até ao Natal.

O intercâmbio entre as duas cidades deverá incidir nas áreas da cultura, turismo, saúde, desporto, tecnologia e área científica em geral. Pode ser entre estudantes universitários, entre instituições, associações, autarquias.

Paulo Pinheiro confessou que regressa ao Brasil «satisfeito», porque houve uma «evolução importante entre as duas cidades».

Mesquita Machado também ficou agradado com a ideia das duas cidades se tornarem irmãs, segundo revelou o autarca brasileiro, tendo prometido o melhor acolhimento à proposta de geminação.

«Houve uma óptima receptividade, entendeu bem a nossa intenção e disse que recebendo o projecto do Rio de Janeiro iria tomar as providências necessárias para que ela também seja aprovada em Braga», acrescentou.

A reunião de trabalho entre Paulo Pinheiro e Mesquita Machado teve lugar numa unidade de restauração da cidade e aconteceu por iniciativa do deputado municipal Manuel Beninger, do Partido Popular Monárquico.

Manuel Beninger acredita que os reflexos da geminação serão «extremamente positivos, em vários aspectos, entre os quais o cultural e, principalmente, o turístico».

«Poderão ser realizados acordos de reciprocidade beneficiando estudantes, artistas e cientistas, possibilitando-lhes estudos e frequência em organismos oficiais, ou não, das respectivas áreas de actuação, na duas cidades», referiu.

O deputado municipal considera ainda que poderá haver progressos de entendimento na esfera administrativa, através da troca de experiências e informação úteis à Administração Pública Municipal, como também a possibilidade de acordos de cooperação.

Na cidade do Rio de Janeiro residem actualmente mais de 200 mil portugueses, parte dos quais do distrito de Braga. Existem vários estabelecimentos comercias com características portuguesas e associações culturais e desportivas, inclusivamente, uma filial da Casa do Minho.

Diário do Minho, pag. 9

Geminação entre Braga e Rio de Janeiro pode acontecer ainda este ano

XXIII Congresso Nacional do PPM (4)

Pedro Borges de Macedo, vice-presidente da Distrital de Braga

“O P.P.M entrou no Século XXI como um partido sem quadros, parco nas ideias e pobre nas suas divulgações. Podemos dizer com toda a certeza que o partido não percebeu o sentido do ridículo que colocava nas suas afirmações e nas guerras que colocou a outras forças Monárquicas tão legítimas como o nosso partido. Em nada contribuiu para que se mudasse a forma de actuação da política portuguesa e a valorização da figura Real no nosso panorama político”.

(…)

“Neste momento e por mais que seja custoso ouvir estas palavras, todos os portugueses sabem que a República Portuguesa é uma Republica falida, caloteira e não age de boa fé.

Esta República habituou-se a viver acima das possibilidades com um endividamento brutal e necessário para alimentar uma máquina estatal pesada, com investimentos ruinosos como são exemplo os Estádios de Futebol, o TGV, o novo Aeroporto, as novas Escolas luxuosas, entre outros…

A República Portuguesa faz lembrar uma qualquer família endividada, que se comporta com uma fuga para a frente pedindo empréstimos atrás de empréstimos para satisfazer os seus vícios.

Esta República habituou-se, em tempo de eleições, a prometer a pílula dourada, salvadora de todos os problemas como se os problemas estruturais que assolam a Nação se pudessem resolver da noite para o dia com um simples estalar de dedos.

Esta república habituou-se a transmitir uma sensação de impunidade geral em que tudo é permitido. É responsável por uma Justiça lenta, com leis e penas desajustadas e em que as prescrições se tornaram um habitué.

Esta Republica habituou-se a criar cargos de chefia para os elementos partidários sem capacidades de liderança e apenas preocupados em fazer o seu pé-de-meia.

Esta República habituou-se também a transferir alguns elementos influentes nos partidos para cargos de chefia de empresas privadas para que trafiquem a sua influência em troca de uns “dinheirinhos” para as campanhas eleitorais cada vez mais caras.

Por esses motivos, o PPM deverá ser diferente. Deve ser um partido que fale a verdade aos portugueses, que não se preocupe com os dividendos a curto prazo, que acredite que com tempo e com muito trabalho conseguirá ser eficaz na acção política”.

(…)

“Não nos podemos esquecer que foi este partido que trouxe, nos inícios dos anos 80, temas importantes para a discussão pública ao nível do ambiente, do urbanismo, da qualidade de vida e da agricultura.

Foi este partido que tentou demonstrar e alertar, nos finais dos anos 80 e princípios dos anos 90, para os perigos da união europeia e das políticas que atentam contra a produção agrícola nacional.

Nessa época, o PPM andava cerca de 20 anos à frente no pensamento político e foi essa a mais valia que o P.P.M. perdeu na década de 90 em diante e que é preciso retomar”.


Moção de Pedro Borges de Macedo (clique aqui)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Vereador do Rio de Janeiro visita Braga

Correio do Minho, pag. 8, de 27 de Outubro de 2010

Vereador do Rio de Janeiro visita Braga

Por iniciativa do deputado municipal Manuel Beninger, do Partido Popular Monárquico (PPM), a cidade de Braga vai receber hoje o vereador da cidade do Rio de Janeiro, Paulo Pinheiro. A visita tem como principal objectivo a vontade de alcançar um acordo de geminação entre a cidade do Rio de Janeiro e a cidade de Braga, com o fim de incentivar, aproximar e integrar as duas cidades. Poderão ser realizados acordos de reciprocidade, beneficiando estudantes, artistas e cientistas, possibilitando-lhes estudos e frequência em organismos oficiais, ou não, das respectivas áreas de actuação. O almoço contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Mesquita Machado, vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Vitor Sousa, e do deputado Municipal, Manuel Beninger.

XXIII Congresso Nacional do PPM (3)

Sílvia Oliveira, no XXIII Congresso do PPM em Lisboa

MULHER RURAL E AGRICULTURA FAMILIAR

Escrever sobre desigualdades de sexo não é nada de novo, tanto as desigualdades como os seus pressupostos existiram sempre ao longo da história dos povos. O que se pretende neste documento é contribuir para uma melhor compreensão da desigualdade da mulher no mundo rural hoje, mas sem cair no facilitismo redutor das explicações feministas de anular o entendimento do restante sistema social envolvente, como é a actual pobreza e exclusão que estas mulheres rurais se vêem condenadas.

Os sinais de pobreza em Portugal estão muito associados ao mundo rural, onde existe uma privação de indicadores mínimos de conforto, onde os rendimentos são insuficientes em virtude da população rural possuir muito baixos níveis de qualificação profissional e onde são visíveis outros fenómenos de exclusão social associados aos movimentos migratórios da população rural, ao envelhecimento da mesma, às difíceis condições de concorrência do mercado cada vez mais competitivo e subjugado à disciplina comunitária, aos efeitos nefastos da politica de subsídios ao sector, à redução da produção num país, que vive à mercê de alimentos alheios, ao consumo desenfreado de recursos naturais para crescimento urbano e à concentração urbana e suburbana, onde tem crescido novos grupos de risco de pobreza e exclusão social.

Quando se fala em agricultura, facilmente afiguramos uma mulher com um semblante enrijecido pelo tempo, uma enxada gasta e apurada na mão e uma criança polvilhada de terra e queimada pelo sol.

A actualidade mostra-nos que esta imagem não está longe do que era há 50 anos atrás, onde uma forte persistência de uma economia camponesa, baseada na família, na pequena propriedade, nas técnicas rudimentares e sujeita a flutuações agravadas pelos maus anos agrícolas e pela elevada tendência de crescimento da taxa de natalidade, onde a emigração constituía um fenómeno social de compensação a uma economia deficitária e onde o principal destino dos movimentos migratórios era a Europa, resultaram na partida dos homens e na permanência das mulheres.

Este processo de “feminização” da agricultura iniciou-se na década de 80, onde a actividade agrícola assumia um cariz secundário, marginal e até desprestigiante. A mulher substituía a mão-de-obra masculina, desviada para outros sectores de actividade, através de uma sobrecarga de trabalho, dado que era a ela, que ficavam entregues o trabalho dos campos e os animais, para além do trabalho doméstico, dos filhos e muitas vezes dos familiares mais idosos.

São estas mulheres que por questões de ordem social e económica, viram na agricultura uma forma de enfrentar despesas, afastando-se por isto, da escola e do ensino e colocando de lado sonhos e ambições. Tendo sido esta fragilidade educativa e a ausência de infra-estruturas sociais e económicas - saneamento básico, creches, escolas, transporte públicos, centros de saúde, apoios sociais e técnicos -, na maioria dos casos, um factor imediato para o débil desenvolvimento da actividade agrícola enquanto negócio e para muitas das situações de pobreza e exclusão social da mulher agrícola.

A entrada de Portugal na Comunidade Europeia e a consequente abertura das fronteiras à livre circulação de pessoas, mercadorias e bens, a instituição da PAC (Política Agrícola Comum), a desertificação das aldeias do interior do país, resultado da emigração para outros países e o êxodo para as grandes cidades à procura de melhores condições de vida, o envelhecimento da população agrícola, activou o esgotamento do modelo de agricultura familiar tendo este deixado de ser, por si só, um meio de subsistência para muitas famílias portuguesas.

Neste quadro, novos desafios se impõem, estando o Partido Popular Monárquico (PPM) porventura disponível para trabalhar e incentivar a melhoria da qualidade de vida do meio rural, que está vivo e é maioritariamente feminino e contribuir naturalmente para o desenvolvimento da agricultura, no modelo de produção familiar “a única agricultura que mata a fome”, evita o êxodo rural[1] e pobreza humana.

Mas para que esta revitalização do mundo agrícola aconteça através da encorajamento à produção agrícola familiar, onde a mão-de-obra é indiscutivelmente feminina, será necessário convencer, os poderes dominantes e a sociedade em geral, de que a pequena agricultura de molde familiar, detém e continuará a deter uma parcela maioritária dos recursos produtivos, além de ocupar a maior parte dos recursos produtivos regionais, tendo também capacidade inovadora no plano tecnológico, ecologicamente adaptado às condições concretas do meio em que se encontra instalada, sendo por isso, económica e socialmente viável.

Assim, propomos a este Congresso Nacional do Partido Popular Monárquico (PPM), também ele recolocado a novos desafios de economia da aprendizagem, a tomar medidas concretas sobre a capacitação da mulher rural, e sobre o modelo de agricultura familiar, registando-se nesse sentido algumas sugestões:

  • Promover a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres atenuando as diferenças que persistem;
  • Afamando direitos sociais e políticos que as mulheres têm na sociedade portuguesa, ainda hoje aquém de serem concretizados;
  • Cooperando socialmente para que haja um aumento da participação das mulheres na vida económica e comunitária;
  • Arrojando sobre o abandono da “competitividade” como eixo central das politicas agrícolas actuais;
  • Pressionando a manutenção/criação de serviços públicos de proximidade e de qualidade como são escolas, paternidades, urgências e transporte públicos em meios rurais;
  • Estimulando incubadoras nacionais universitárias e/ou empresariais para o empreendedorismo feminino;
  • Incentivando o movimento associativo agrícola para melhorar o apoio técnico especializado e para a criação de uma rede de conhecimento com aplicações temáticas e regionais, conjunta com universidades, institutos superiores, escolas profissionais agrícolas e municípios;
  • Contribuindo para emergência de um novo olhar sobre a ruralidade, através do incentivo à criação de redes sociais de suporte à agricultura familiar.

Em termos conclusivos, gostaríamos, ainda, de afirmar a convicção de estarmos na presença de um novo paradigma de ruralidade, assente numa agricultura de produção RAN (Reserva Agrícola Nacional) e numa agricultura de conservação REN (Reserva Ecológica Nacional), combinadas com uma problemática educacional e do “regresso à terra” ou à agricultura familiar, como alternativa aos caos social e económico da sociedade imperante e à produção de bens e serviços que garantam o desenvolvimento e sustentabilidade humana.Para finalizar desafiaríamos este Congresso, com as seguintes questões:

Para finalizar desafiaríamos este Congresso, com as seguintes questões:

Estarão as políticas públicas agrícolas e o nosso sistema educativo a funcionar em condições de nos preparar para prosseguirmos este caminho?

Se, sim:

Como assegurar a viabilidade económica e a sustentabilidade agrícola e ecológica?

Como conciliar os elevados padrões de qualidade e segurança alimentar?

Como garantir que a PAC (Politica Agrícola Comum) permaneça como uma verdadeira politica agrícola capaz de responder à enorme diversidade dos agricultores e dos territórios rurais portugueses?

E, ainda como uma exaltação à “Mulher Pobre e Excluída”, perguntamos se:

HAVERÁ MELHOR SUSTENTABILIDADE NO MUNDO DO QUE AQUELA QUE A MULHER OFERECE À HUMANIDADE ATRAVÉS DOS FILHOS QUE A IMORTALIZAM?

Sílvia Oliveira

[1] Boaventura Sousa Santos, In “Público” de 1 de Fevereiro de 2009.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

XXIII Congresso Nacional do PPM (2)

Manuel Beninger defende maior afastamento do Estado da economia

Líder dos monárquicos de Braga conduzido à direcção nacional

O líder do Partido Popular Monárquico (PPM) no concelho de Braga foi eleito para a vice-presidência nacional. Manuel Beninger, que desempenha o lugar de deputado na Assembleia Municipal de Braga, foi conduzido ao cargo no congresso nacional do PPM, que confirmou o nome de Paulo Estêvão como presidente do partido.

A subida do monárquico bracarense à direcção nacional ficou marcada pela aprovação de uma moção regionalista que Beninger fez aprovar naquele que foi o XXIII congresso nacional e na qual defendeu que o direito do regresso do país à monarquia passe a ser contemplado na Constituição da República Portuguesa.

Em declarações ao Diário do Minho, Manuel Beninger alega que «não faz sentido que o actual quadro constitucional seja impeditivo quanto à possibilidade da restauração monárquica». Acrescenta o dirigente monárquico que «a democracia não se realiza, coarctando aos portugueses a liberdade de opção quanto à forma de governo que preferem».

A moção sectorial com que o novo vice-presidente do PPM preconiza um “Portugal para além das ideologias” diverge do Governo, no que concerne às medidas para retirar o país da crise e propõe a regionalização como uma oportunidade para promover o desenvolvimento nacional.

«São importantes algumas estratégias que mudem o actual período de estagnação que vivemos, onde as receitas em que se insistem para nos tirar da crise são as mesmas que nos arrastaram para este quadro de dívida, de astenia estrutural e de cepticismo», vinca o autor da moção, que considera ser «imperioso» que o país pense a regionalização «não como uma oportunidade de confronto político, partidário e ideológico, mas como um factor de desenvolvimento sustentável».

Manuel Beninger atribui ao Partido Popular Monárquico a missão de «levantar bem alto» a bandeira da criação das regiões, ao mesmo tempo que defende um maior afastamento do Estado da economia. «O Estado deve reduzir o papel interveniente na actividade económica», lê-se na moção “Portugal para além das ideologias”, que precisa que a acção do Poder Central «deve limitar-se à criação do quadro legal onde actuam os agentes, à gestão do sector público e à fiscalização e reajustamento da iniciativa particular».

PPM defende reedição da AD

A moção que Manuel Beninger levou ao congresso nacional de domingo último coloca ainda a política agrícola no centro do debate político. Enfatizando a ideia de que a actividade agrícola nacional deve impor-se pela produtividade e pela qualidade, o monárquico bracarense deixa claro que esses desígnios apenas são alcançados pela «dignificação» dos trabalhadores rurais.

«A previsão de objectivos de rentabilidade agrícola exige o ordenamento do território, de modo a que as culturas e os solos sejam uma realidade única no equilíbrio social e ecológico das regiões», adverte a moção aprovada no congresso que elegeu os novos corpos dirigentes do PPM.

Para o presidente reeleito que encabeçou a lista única que se apresentou à liderança do Partido Popular Monárquico, o caminho para arrancar o país à crise económica em que mergulhou passa pela reedição de uma «alternativa democrática» à que marcou o final da década de setenta. Paulo Estêvão não escondeu que deseja ver o PPM a fazer parte de uma solução que passa também pelo PSD e pelo CDS. O caminho é a criação de «uma ampla coligação de centro-direita, que consiga reunir também vários sectores monárquicos».

«Na nossa perspectiva, a situação política que o país enfrenta exige a construção de uma alternativa política, de natureza partidária plural, no âmbito do espaço político da Aliança Democrática», vincou o líder do PPM, para quem a actual conjuntura política «não é muito diferente da que a AD enfrentou em 1979».

«Na época, foi necessário estabilizar a situação orçamental e recuperar o crescimento económico perante uma esquerda que ontem, como hoje, não consegue convergir para qualquer solução governativa viável», continua o presidente dos monárquicos, que apresenta o avanço para uma nova AD como «a única alternativa a José Sócrates, com capacidade para obter maioria parlamentar absoluta».

Paulo Estêvão faz notar que o PPM é um parceiro natural dessa coligação, não só porque «representa um espaço de afirmação no vasto sector monárquico do país», mas também porque «é um factor de equilíbrio e coesão interna no âmbito da coligação».

Diário do Minho

Líder do PPM de Braga conduzido à direcção nacional

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

XXIII Congresso Nacional do PPM (1)

Paulo Estêvão, no discurso de encerramento do XXIII Congresso do P.P.M.

O líder do Partido Popular Monárquico (PPM), Paulo Estêvão, foi eleito este domingo para continuar a assumir a presidência no XXIII Congresso Nacional do partido, disse à Lusa o dirigente político.

Licenciado em História, Paulo Estêvão, de 42 anos, tinha assumido a presidência da comissão política do PPM no início de Abril, na sequência da demissão de Nuno da Câmara Pereira.

Esta tarde, em Lisboa, foi eleito pela primeira vez em congresso nacional para assumir um mandato de três anos, após apresentar «listas de unidade, constituídas sem oposição interna».

«É um partido em que a conflitualidade interna sempre foi extremamente elevada, não só por questões pessoais mas também em relação a diferentes áreas do país. O que conseguimos foi ter listas que são totalmente representativas do país e reúnem as diversas tendências», afirmou.

Do trabalho já realizado, o líder partidário destacou as alterações estatutárias que permitiram criar estruturas concelhias, descentralizar as reuniões, limitar a três o número de mandatos presidenciais no PPM e criar um senado que pode vetar alterações de princípios doutrinais.

Paulo Estêvão reiterou que o PPM espera criar uma alternativa democrática com o PSD e o CDS, numa ampla coligação de centro-direita que consiga reunir também vários sectores monárquicos.

Desta forma, sublinhou, é possível vencer o PS e obter maioria parlamentar em eleições que se deverão realizar já «em meados do próximo ano».

O presidente do PPM afirmou que quaisquer conflitos que pudessem existir entre alguns sectores monárquicos e o partido estão já ultrapassados.

iol

Público

A União

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Vereador da Cidade do Rio de Janeiro em Braga

Vereador Paulo Pinheiro

Por iniciativa do Partido Popular Monárquico, a cidade de Braga vai receber no próximo dia 27 de Outubro, quarta-feira, o Vereador da cidade do Rio de Janeiro, Drº. Paulo Pinheiro.

Com uma recepção às 10:00, nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Braga e apresentação de comprimentos ao Presidente da Edilidade, seguir-se-á uma sessão de trabalhos.

A presente visita do Vereador Paulo Pinheiro a Braga tem como principal objectivo a vontade de alcançar um acordo de geminação entre a cidade do Rio de Janeiro e a cidade de Braga, com o fim de incentivar, aproximar e integrar essas duas importantes cidades do cenário mundial.

É inegável que os reflexos gerados por esta proposta serão extremamente positivos, em vários aspectos, entre os quais o cultural e, principalmente o turístico.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Rocky Balboa... Simply the best!!!

Durante 2009 e 2010 Sócrates disse que sim, disse que não e disse o contrário.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Monarquia e República em debate na Escola EB 2,3 António Feijó

Jornal" O Povo do Lima", pag. 8, de 15 de Outubro de 2010

No passado dia 8 de Outubro, a Escola EB2, 3 António Feijó, promoveu um debate subordinado ao tema Monarquia/República, que contou com a participação pelo lado republicano, do Dr. Defensor Moura, Candidato à Presidência da República e Dr. Abel Baptista, ambos deputados pelo círculo de Viana do Castelo, respectivamente pelo PS e CDS/PP, e pelo lado monárquico participaram a Dr.ª Paula Marinho, advogada e fundadora da Causa Real e da Real Associação de Viana do Castelo, Eng. Manuel Beninger, professor e Deputado Municipal em Braga e o Dr. José Carlos Sá Menezes, professor.

Apesar do tempo não estar convidativo, esteve uma plateia considerável – onde se viam também alguns alunos e professores desta Escola - que ficou entusiasmada com o desenrolar do debate.

Na primeira parte discussão cada um dos convidados explanou os seus argumentos a favor e contra a Monarquia e República. E na segunda foram levantadas algumas questões á mesa que prontamente tentou cativar os presentes para as suas posições.

Só o adiantar da hora fez com que o debate terminasse tal foi o interesse dos presentes, o que prova que o assunto do regime não está esquecido.

Pena é que ninguém da Câmara Municipal tivesse estado presente…

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

AS MULHERES; Artigo de Opinião de Sílvia Oliveira


Jornal "Diário do Minho" de 14 de Outubro de 2010, pag. 21

AS MULHERES
Hoje, divididas entre o trabalho, cuidados com a família, afazeres domésticos e também estudos as mulheres têm uma jornada diária cada vez maior. Em contrapartida as conquistas de espaço no mercado continuam desiguais em relação aos homens.
As mulheres possuem um nível médio de escolaridade superior ao dos homens em Portugal, mas as entidades patronais continuam a não reconhecer as suas competências. “A nível de quadros superiores a percentagem de mulheres, que era já minoritária em 2005, diminui de 33,9% para 31,4% entre 2005 e 2009. O mesmo sucedeu no grupo de especialistas das profissões intelectuais e cientificas que, entre 2005 e 2009, a percentagem de mulheres baixou de 57,3% para 56,8%. Só nas profissões menos qualificantes é que a percentagem de mulheres aumentou entre 2005-2009. A nível de pessoal administrativo, entre 2005 e 2009, aumentou de 63,1% para 64,4%; do pessoal de serviços e vendedores, subiu de 67,8% para 68,1%; dos trabalhadores não qualificados, a percentagem de mulheres aumentou de 64,5% para 68,1% entre 2005 e 2009”.
Mas esta discriminação toma, em Portugal, outras formas ainda mais agressivas. Quanto maior é a escolaridade da mulher maior é a discriminação. “Em 2008 a remuneração média de uma mulher com escolaridade inferior ao 1º ciclo do Ensino Básico correspondia a 81,2% da do homem com o mesmo nível de ensino, enquanto uma mulher com Doutoramento recebia apenas o correspondente a 71,8% do recebido por um homem com as mesmas habilitações literárias”.
São também as mulheres, apesar de terem um nível de escolaridade mais elevado, as mais atingidas pela precariedade e pelo desemprego de longa duração. “Em 2009, 44,3% das trabalhadoras portuguesas ou estavam desempregadas ou tinham emprego precário, enquanto a percentagem de homens em idêntica situação era de 40,6%. No fim do 4º trimestre 2009, 26,8% dos desempregados eram mulheres que já estavam no desemprego há um ano ou mais, enquanto a percentagem de homens em idêntica situação, na mesma altura, era de 22,8%”.
Quando se reforma ou é atingida pela invalidez, resiste novamente à discriminação nas pensões. “Em Janeiro de 2010, a pensão média de velhice da mulher em Portugal era apenas de 301,42 euros (o numero de mulheres a receber pensão de velhice atingia 991.841), enquanto a pensão média do homem na mesma data era de 507,41 euros (o numero de homens a receber pensão de velhice era 874.071), ou seja, a pensão velhice média da mulher correspondia apenas a 59% da do homem. Em relação à invalidez a pensão média da mulher era, em Janeiro de 2010, apenas de 290,85 (o numero de mulheres a receber esta pensão era 148.319), enquanto a pensão média de invalidez dos homens era de 373,41 euros (149.192 homens recebiam a pensão de invalidez), ou seja, a pensão de invalidez média da mulher correspondia a 78% da do homem”.
O que nos leva a concluir que, não obstante o progresso realizado vivemos num período histórico de direitos consagrados, direitos retirados. E, que apesar da instrução e do trabalho permitirem à mulher romper com o jugo plurissecular de domínio masculino, ainda persiste a necessidade de mudança ao nível das instituições e dos valores, faltando, igualmente, reduzir a iniquidade nos distintos âmbitos da vida económica, social e política de forma a podermos exprimir com clareza que vivemos num Estado Democrático que tem como fim, principio e objectivo a Igualdade.
(Eugénio Rosa, in Situação da Mulher)
Sílvia Oliveira
Deputada Municipal PPM

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

XXIII Congresso Nacional do PPM: 23-24 de Outubro em Lisboa

Convocatória para o XXIII Congresso Nacional (Extraordinário) do PPM, a realizar-se nos próximos dias 23 e 24 de Outubro no Hotel Ritz em Lisboa, Rua Rodrigo da Fonseca, 88, 1099-39 Lisboa.


Ordem dos Trabalhos:

Sábado, 23 de Outubro

10h00 - Abertura do Secretariado: recepção e credenciação dos Congressistas

11h00 - Abertura dos Trabalhos pelo Presidente da Mesa do Congresso

11h05 - Apreciação e votação do Regimento do Congresso

11h30 - Apreciação e votação das propostas de alteração dos Estatutos

13h00 - Almoço

15h00 - Reinício dos trabalhos. Apresentação das contas de 2009/2010

16h00 - Apresentação e discussão das moções de estratégia

20h00 - Termo do prazo de entrega na Mesa do Congresso das Listas para os Órgãos Nacionais. Intervenção dos candidatos a Presidente da Comissão Política Nacional

21h00 - Encerramento dos trabalhos

Domingo, 24 de Outubro

10h00 - Votação das Moções de Estratégia

11h00 - Início das votações das Listas aos Órgãos Nacionais

12h00 - Termo das votações das Listas aos Órgãos Nacionais

12h30 - Divulgação e afixação dos resultados

13h00 – Discurso do Presidente eleito da Comissão Política Nacional

13h30 – Encerramento oficial do Congresso

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

E assim aconteceu... em Braga

José Carlos Santos, Agostinho Lopes, José Sampaio, Ricardo Gonçalves, Hugo Soares, Manuel Beninger

“Não conheço nenhum estado que não celebre o aniversário do seu nascimento. Infelizmente Portugal é um dos poucos, preferindo comemorar uma data menos feliz da nossa história, em detrimento do grande dia – 5 de Outubro de 1143”.

“Será que a República tem motivos para comemorar? É que República e Democracia não são sinónimos. Neste vosso centenário, estamos a comemorar mais de 60 anos de ditaduras, tanto da I República como da II República”.

“Mesmo nesta III República, o regime e a Constituição não são verdadeiramente democráticos. Somos a favor que se altere o artigo 288º, alínea b), da Constituição, que não permite outra forma de governo que não a Republicana”.

Manuel Beninger

domingo, 10 de outubro de 2010

E assim aconteceu... em Ponte de Lima

Manuel Beninger, José Carlos Menezes, Paula Marinho, Defensor Moura e Abel Baptista

“Quem introduziu a democracia em Portugal foi a Monarquia Constitucional portuguesa.

Durante os anos que antecederam a I República, a votação abrangia 70% da população. Em Agosto de 1910 eram 960.000 os portugueses com poder de voto.

Após a implantação da República esse número baixou para 30%. Em 1911 votavam somente 400.000 portugueses, concedendo o direito só aos chefes de família que fossem civis e soubessem ler e escrever, negando assim a participação aos militares, analfabetos e às mulheres.”

Manuel Beninger


“Foi um benefício que a República trouxe porque eram analfabetos e, por o serem, influenciados por outras pessoas…”

Defensor Moura

Lol!!!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

“Sem” anos de República e o real estado da nação

No dia 9, Sábado, pelas 21.30h, o Espaço Cultural Pedro Remy realiza uma sessão comemorativa dos cem anos da república sob o tema “Cem anos de República e o real estado da nação”.

Contará com o seguinte painel de convidados:

Drº José Sampaio – Ex. Governador Civil de Braga, Drº Ricardo Gonçalves – Deputado na Assembleia da República do P.S., Prof. José Carlos Santos – B.E., Drº Hugo Soares – Vice-Presidente da Concelhia de Braga do P.S.D., Drº Agostinho Lopes – Deputado na Assembleia da República do P.C.P. e Engº Manuel Beninger – Deputado na Assembleia Municipal de Braga do P.P.M.

O debate contará com o seguinte Roteiro:

- A Monarquia e os seus últimos dias;

- As lutas republicanas e o 5 de Outubro;

- A 1ª Republica e o 28 de Maio;

- O Estado Novo e o 25 de Abril.

Convite para Debate "República versus Monarquia"

...

No dia 8, sexta-feira, pelas 21.30h, na sala auditório da mesma Escola, teremos o debate “República versus Monarquia”, que contará com a intervenção dos deputados do distrito, Drº Abel Baptista e Drº Defensor Moura (pela República) e do representante do PPM de Braga, Drº Manuel Beninger (pela Monarquia). Este debate será aberto à comunidade.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

"Real, real, real! Viva D. Duarte, o rei de Portugal"

Jornal "Diário de Notícias" de 6 de Outubro de 2010


A Distrital de Braga do Partido Popular Monárquico fez-se representar nas celebrações do dia 5 de Outubro em Guimarães.

Contou também com a presença do dirigente nacional do P.P.M. Adrião Saraiva Gonçalves (Vice-Presidente da Mesa do Congresso e do Conselho Nacional).

A Deputada Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga, Dr.ª Sílvia Oliveira, cumprimenta Sua Alteza Real O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.