Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

quinta-feira, 31 de março de 2011

Energia Nuclear? Vai-te lixar ó Espanha nuclear

Na Europa encontram-se em funcionamento um terço das centrais nucleares do mundo (149 - 34%), que produzem uma equivalente proporção da geração da energia eléctrica neste continente (38%) e da produção de energia nuclear mundial (38%), predominantemente localizadas na França, Reino Unido e Alemanha.

O acidente de Fukushima, Japão, veio relembrar que os perigos da energia nuclear na Europa e na península ibérica com diversas organizações portuguesas e espanholas a reclamarem mais uma vez o encerramento de todas as centrais nucleares em Espanha (10 reactores nucleares), que foram construídas apesar das fortes mobilizações anti-nucleares.

É por esta e por outras que o PPM continua coerente com o seu passado histórico.

ENERGIA NUCLEAR? NÃO OBRIGADO


proTEJO - Movimento pelo Tejo


terça-feira, 29 de março de 2011

Comissão Permanente da Assembleia Municipal de Braga

Reunião da Comissão Permanente da Assembleia Municipal de Braga tendo em vista a preparação da próxima Assembleia Municipal.

sábado, 26 de março de 2011

A Crise da 3ª República!

O PPM, há muito que diz que é necessário um entendimento entre os maiores partidos da oposição da nossa esfera política.

Neste contexto, o PPM afirma a necessidade de criação de um movimento político pluripartidário capaz de responder de forma positiva aos portugueses e a Portugal, conforme apelo já feito pelo Drº Paulo Portas, defendendo mesmo a necessidade de reactivar a Aliança Democrática (AD).

O PPM tem uma responsabilidade histórica para com Portugal porque foi um dos quatro partidos que o governou no pós 25 de Abril. Na AD, o PPM teve uma acção política veiculada por Ministros e Secretários de Estado de excelência.

Dada a conjuntura política, económica e social vivida pelo país, continuamos a considerar que é fundamental a criação de uma alternativa política ao Partido Socialista que possa conduzir políticas reformistas e resgatar o país da actual situação de grande debilidade.

Assim, a formação de uma coligação pré-eleitoral que junte o PSD, o CDS-PP e PPM afigura-se como um instrumento fundamental para alcançar a projecção parlamentar necessária.

quinta-feira, 24 de março de 2011

PPM defende reedição da Aliança Democrática e manifesta “disponibilidade” para ajudar à reconstrução do país

O PPM defendeu hoje uma alternativa política que reedite a Aliança Democrática (PSD, CDS-PP e PPM), manifestando “inteira disponibilidade” para participar na reconstrução do país na sequência do “futuro que começa hoje”.

“Ainda não é tarde para fazer um derradeiro esforço para assegurar uma maioria parlamentar sólida e um Programa de Governo pensado e construído em conjunto”, afirmou Paulo Estêvão, líder nacional do PPM, numa declaração política na Assembleia Legislativa dos Açores, onde é deputado regional.

Numa intervenção em que manifestou total confiança na capacidade dos portugueses para ultrapassar as dificuldades, Paulo Estêvão afirmou que José Sócrates é “absolutamente incompetente para desempenhar um cargo tão importante e exigente como o de primeiro-ministro”.

“Falamos de alguém que, em apenas seis anos, colocou o país de joelhos”, frisou, acrescentando que José Sócrates é “um irresponsável que nega a evidência e vende o equívoco”.

Paulo Estêvão salientou, no entanto, que “o destino (de José Sócrates) está traçado”, acrescentando que “no final deste dia glorioso, os tambores e os sinos das nossas aldeias contarão, com frenesim e incontida alegria, que o governo caiu”.

“No final deste dia, renascerá a esperança e o orgulho do nosso povo”, frisou, salientando que “a partir de hoje começa o futuro”.

Fonte

segunda-feira, 21 de março de 2011

A MULHER RURAL NUM MODELO DE AGRICULTURA FAMILIAR; Artigo de Opinião de Sílvia Oliveira


Jornal “Diário do Minho” de 21 de Março de 2011, pág. 23

A mulher rural num modelo de agricultura familiar

Os sinais de pobreza em Portugal estão muito associados ao mundo rural, onde existe uma privação de indicadores mínimos de conforto, onde os rendimentos são insuficientes em virtude da população rural possuir muito baixos níveis de qualificação profissional e onde são visíveis outros fenómenos de exclusão social associados aos movimentos migratórios da população rural, ao envelhecimento da mesma, às difíceis condições de concorrência do mercado cada vez mais competitivo e subjugado à disciplina comunitária, aos efeitos nefastos da politica de subsídios ao sector, à redução da produção num país, que vive à mercê de alimentos alheios, ao consumo desenfreado de recursos naturais para crescimento urbano e à concentração urbana e suburbana, onde tem crescido novos grupos de risco de pobreza e exclusão social.
Quando se fala em agricultura, facilmente afiguramos uma mulher com um semblante enrijecido pelo tempo, uma enxada gasta e apurada na mão e uma criança polvilhada de terra e queimada pelo sol.
A actualidade mostra-nos que esta imagem não está longe do que era há 50 anos atrás, onde uma forte persistência de uma economia camponesa, baseada na família, na pequena propriedade, nas técnicas rudimentares e sujeita a flutuações agravadas pelos maus anos agrícolas e pela elevada tendência de crescimento da taxa de natalidade, onde a emigração constituía um fenómeno social de compensação a uma economia deficitária e onde o principal destino dos movimentos migratórios era a Europa, resultaram na partida dos homens e na permanência das mulheres.
Este processo de “feminização” da agricultura iniciou-se na década de 80, onde a actividade agrícola assumia um cariz secundário, marginal e até desprestigiante. A mulher substituía a mão-de-obra masculina, desviada para outros sectores de actividade, através de uma sobrecarga de trabalho, dado que era a ela, que ficavam entregues o trabalho dos campos e os animais, para além do trabalho doméstico, dos filhos e muitas vezes dos familiares mais idosos.
São estas mulheres que por questões de ordem social e económica, viram na agricultura uma forma de enfrentar despesas, afastando-se por isso, da escola e do ensino e colocando de lado sonhos e ambições. Tendo sido esta fragilidade educativa e a ausência de infra-estruturas sociais e económicas - saneamento básico, creches, escolas, transporte públicos, centros de saúde, apoios sociais e técnicos -, na maioria dos casos, um factor imediato para o débil desenvolvimento da actividade agrícola enquanto negócio e para muitas das situações de pobreza e exclusão social da “mulher rural”.
A entrada de Portugal na Comunidade Europeia e a consequente abertura das fronteiras à livre circulação de pessoas, mercadorias e bens, a instituição da PAC (Política Agrícola Comum), a desertificação das aldeias do interior do país, resultado da emigração para outros países e o êxodo para as grandes cidades à procura de melhores condições de vida, o envelhecimento da população agrícola, activou o esgotamento do modelo de agricultura familiar tendo este deixado de ser, por si só, um meio de subsistência para muitas famílias portuguesas.
Com o início do novo milénio, e por isso mesmo, convictos de novos desafios, damos conta, afinal, de que a vida em meio rural ainda está viva e é maioritariamente feminina, e que o modelo de produção familiar é a única agricultura que mata a fome, garante a soberania alimentar, evita o êxodo rural para as cidades, que estão a tornar-se inabitáveis, e protege a harmonia essencial com a natureza.
Chegamos então ao momento de entendermos que estamos perante um novo paradigma de ruralidade, assente numa agricultura de produção e conservação, articulada com uma nova contextualização sócio-educativa, de “regresso à terra” ou à agricultura familiar, como alternativa aos caos social e económico da sociedade imperante e como meio de produção para a família e para a própria localidade, contribuindo, também, para o desenvolvimento nacional e a sustentabilidade humana.
Ser “mulher rural” não é, nem nunca foi fácil, por isso merecem elogio, admiração e muito respeito, por isso revigoro a ideia de que A MELHOR SUSTENTABILIDADE NO MUNDO É AQUELA QUE A MULHER OFERECE À HUMANIDADE ATRAVÉS DOS FILHOS QUE A IMORTALIZAM.
(fonte: Boaventura Sousa Santos)

Sílvia Oliveira
(Deputada Municipal do PPM)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Encaminhe 0.5% do IRS que o Estado lhe cobra à Associação Famílias

Encaminhe 0,5 % do IRS que o Estado lhe cobra à ASSOCIAÇÃO FAMÍLIAS.

Consignar parte do IRS, como previsto na Lei Fiscal, é um direito seu!

terça-feira, 15 de março de 2011

Rádio Universitária do Minho: Entrevista a Manuel Beninger

Entrevista na Rádio Universitária do Minho, dia 13.03.2011

(…)

O PPM tem uma responsabilidade histórica para com Portugal porque foi um dos quatro partidos (PS, PSD, CDS e PPM) que governou Portugal no pós 25 de Abril.

(…)

Na Aliança Democrática, o PPM teve Ministros e Secretários de Estado de excelência, entre eles o Arq. Ribeiro Teles, o Drº Augusto Ferreira do Amaral e o Engº Amadeu de Sá Menezes, que era de Braga, falecido em 2010, tendo sido homenageado no passado dia 8 de Janeiro, no Jantar de Reis em Braga.

(…)

“Ser republicano é amar a democracia, a igualdade, a tolerância e o progresso”. Frases deste tipo são vulgares no discurso republicano. Só que eu, perdoem-me a impertinência, eu também amo a democracia, a tolerância, a igualdade e o progresso… e sou monárquico. Aliás, quem não disser o mesmo será maluquinho e deve ser internado. Andam a ludibriar a população utilizando mal as palavras.

(…)

O maior absurdo dos nossos tempos é a afirmação de que a república é o único regime que deve ser vigente em Portugal. Mais do que absurdo, “a república” portuguesa é um regime que tem tiques de ditadura.

(…)

Quem será o Rei de Portugal? É muito Claro. O Senhor Dom Duarte, da Sereníssima Casa de Bragança, será a pessoa a ser coroada em Portugal. Será o Rei de Portugal.

sábado, 12 de março de 2011

Rádio Universitária do Minho: Entrevista

Amanhã, dia 13 de Março, entre as 12h00 e as 13h00, no programa “Campus Verbal“ da Rádio Universitária do Minho (97,5 mhz), entrevista a Manuel Beninger, deputado municipal na Assembleia Municipal de Braga pelo Partido Popular Monárquico.

quarta-feira, 9 de março de 2011

VISÃO DE UM MONÁRQUICO; Artigo de Opinião de Pedro Borges de Macedo


Jornal "Diário do Minho" de 7 de Março, pág. 23
VISÃO DE UM MONÁRQUICO
Portugal é um País democrático. Porém, a democracia implementada em Portugal utiliza a arma dos votos para legitimar uma série de pequenas ditaduras instituídas, inibindo a população portuguesa de discutir certos temas considerados fracturantes.
Começa logo pela forma de Chefia de Estado, que foi imposta numa Constituição nunca sufragada e que proíbe outra forma de governo que não a forma Republicana. A única possibilidade de permitir uma consulta popular ao sistema político português, seria a de alterar o artigo 288º, alínea b) dessa Constituição, sendo para isso necessário existirem mais de dois terços de deputados verdadeiramente democráticos, bem formados e justos, razão pela qual me atrevo a escrever que vai tardar a chegar esse dia.
Mas estes receios de consulta popular não são de admirar. Foi sem consulta popular que aderimos à Comunidade Económica Europeia, à União Europeia e finalmente ao espaço Euro. Nunca se consultou a População. Isto porque os nossos Governantes consideravam que a população que os elegeu não era suficientemente preparada para decidir tais temas. Foi uma forma elegante de denominar o Povo de ignorante e de incapaz, razão pela qual que não deveria ter direito de opção nos destinos mais relevantes para o futuro de Portugal. Esse mesmo Povo, segundo os governantes, deverá apenas cingir-se a eleger os deputados pois na realidade, esses representantes da Nação, acabam sempre por ser impostos nas listas eleitorais por uma Direcção Partidária Nacional.
Curiosamente, assistimos recentemente à discussão sobre a redução do número de deputados do nosso Parlamento. Devo referir que até sou favorável a uma redução do número de Deputados tal como a maior parte dos portugueses. Mas a questão é mais profunda que a redução de uns tantos deputados. Para que houvesse lugar a essa redução, seria necessário alterar a forma das Eleições Legislativas. Deveria ser dado ao votante a opção de escolher o Primeiro-Ministro e o Parlamentar que o vai representar no Parlamento. Obviamente que o candidato a parlamentar apenas poderia concorrer pela sua área de residência ou de naturalidade, pela simples razão de haver uma maior probabilidade de o candidato saber quais os problemas, as ânsias e os sonhos dos seus eleitores. E para existir uma maior aproximação do eleito para com o eleitor as eleições dos deputados deveriam ser efectuadas através de círculos uninominais.
Infelizmente, a intenção que está associada à redução do número de deputados não tem um objectivo de poupança de dinheiro do erário público nem de aproximação do eleito ao eleitor, mas sim uma divisão do País em dois Partidos, transformando os outros Partidos em “bandos residuais”. Ficariam assim criadas as condições para uma democracia ditatorial de alternância com uma nova “Ordem Nacional”. Essa nova “Ordem Nacional” teria como cabeça principal a Maçonaria. Não é por isso estranho que a Maçonaria se multiplique em esforços, principalmente na última década, de equilibrar os seus membros entre os dois maiores Partido Nacionais. Obviamente que esse equilíbrio tem como intenção, e independentemente de quem esteja no poder, a existência de um objectivo comum e sem interferências.
Mas também existe uma ditadura democrática nos cargos que acabam por ser escolhidos pelos partidos. E são inúmeros os casos em que esse poder passa de pais para filhos. E não porque sejam competentes, pois a maior parte nunca trabalhou na vida além da política. São assessores, vereadores, presidentes de Câmaras e mesmo administradores de empresas públicas. Todos jovens, à procura de um primeiro emprego para ganhar curriculum e uma carreira promissora. Todos bons rapazes, sem problemas financeiros, sem noção dos problemas reais do País e dos portugueses, apenas preocupados em garantir os seus devaneios luxuriosos e sem preocupação na defesa da causa pública. Seria interessante analisar o que se passou nas Câmaras Municipais ou nas Juntas de Freguesia nos últimos 20 anos. Seria mesmo muito interessante efectuar um estudo sobre os concursos para funcionários autárquicos. Esse estudo deveria analisar quantos dos concorrentes que ficaram nos quadros das autarquias eram filiados dos Partidos ou das suas juventudes partidárias, ou filhos de autarcas ou mesmo de antigos funcionários camarários. Os números seriam assustadores. E eu que sou monárquico, e que os vejo não concordar com a transição hereditária do Chefe de Estado, vejo-os a transmitirem os poderes de pais para filhos, utilizando a arma de que foram legitimados pelo Povo. Mas essa é a grande diferença. É que um monárquico, apenas considera que o único cargo político que passa de pai para filho, após muitos anos de preparação, é o de Chefe de Estado. E para tal acontecer, esse filho tem de o merecer e de estar preparado para essa função. Para um monárquico, o cargo de Chefe de Estado só é hereditário por ser um garante de que essa pessoa carrega em seus ombros toda a História de Portugal. E é mais fácil preparar um Chefe de Estado desde tenra idade para desempenhar as suas obrigações com isenção, sem corrupção e com um único objectivo de defender o que é melhor para Portugal. Nunca deverão, os outros cargos públicos ser hereditários.
Mas assim vai esta República Portuguesa, em que a corrupção é sempre desculpada, os denunciantes são perseguidos, os meninos dos partidos vão tendo emprego garantido nas Câmaras Municipais com concursos públicos de isenção duvidosa, as nomeações políticas vão surgindo com incompetentes a terem ordenados principescos nas empresas públicas, os Primeiros-Ministros são acusados de várias imoralidades mas tudo vai sendo desculpado, os Governadores do Banco de Portugal não têm culpa das fraudes do sistema bancário, os jornalistas são saneados por influências políticas e os Presidentes suspeitam que são controlados por escutas e espiões.
E enfim, Portugal está entregue a estes iluminados mentais e materiais que não crescem por mérito nem pela seriedade mas sim pelos conhecimentos, pela corrupção ou pela submissão, também conhecida pelo “lambe-botismo”.

Pedro Borges de Macedo
Vice-Presidente da distrital de Braga do PPM

quarta-feira, 2 de março de 2011

Real Confraria do Vinho Alvarinho reúne-se com S.A.R., Dom Duarte de Bragança

A Real Confraria do Vinho Alvarinho reuniu com o Sr. Dom Duarte de Bragança na Quinta da Boeira, Vila Nova de Gaia.

O encontro teve lugar ontem, dia 1 de Março, contando com a presença dos ilustres elementos da Cúria Báquica da Real Confraria do Vinho Alvarinho e da Administração do Palácio da Brejoeira.


Legenda da fotografia (da esquerda para a direita):

Chanceler da Real Confraria do Vinho Alvarinho (RCVA) José Francisco Martins Coelho, Administrador do Palácio da Brejoeira Emílio Sousa Magalhães, Grão Mestre da RCVA José Afonso Pinheiro, Engº Manuel Beninger, Drº Sílvia Oliveira, Cancelário-Mor da RCVA Eusébio Leão Pereira Baptista, Cmd Júlio de Sousa Domingues.

terça-feira, 1 de março de 2011

Partido Monárquico concorre às próximas eleições na Madeira

Reunião da Comissão Política Nacional em Vila Nova de Gaia

O PPM anunciou também que a próxima reunião da Comissão Política Nacional se realizará na Região Autónoma da Madeira.

O Partido Popular Monárquico (PPM) vai concorrer às próximas eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira. A decisão foi anunciada, hoje, em conferência de imprensa, após a reunião da Comissão Política Nacional do Partido Popular Monárquico, na cidade de Vila Nova de Gaia.

"O Partido Popular Monárquico tem vindo a afirmar-se no Parlamento dos Açores como uma força política inovadora, reformista, intrinsecamente autonomista e muito participativa", lê-se numa nota enviada à comunicação social. "O nosso desempenho no Parlamento dos Açores – elogiado em todos os quadrantes políticos, inclusivamente pelo próprio Presidente do Governo Regional dos Açores - e o conhecimento que adquirimos nas matérias autonómicas, qualificaram e especializaram o Partido no âmbito das políticas autonómicas", acrescenta o PPM.

Segundo o mesmo documento, "vários sectores monárquicos e autonomistas madeirenses solicitaram ao Partido Popular Monárquico um forte empenho na construção de um projecto político oposicionista, reformista e autonomista, mas afastado da matriz populista e demagógica que impera em grande parte das forças políticas da oposição na Madeira".

Para o PPM, "não é só necessário fazer oposição ao poder vigente: é também fundamental manter a integridade do sistema político parlamentar que a Constituição Portuguesa estabelece para as Regiões Autónomas".

"É necessário evitar que a alternativa política na Madeira se circunscrevam apenas a uma opção estrita entre Jardim e o caos e o populismo", acrescenta o Partido Popular Monárquico. Neste sentido, o PPM assume que participará nas próximas eleições legislativas madeirenses, "com o propósito de constituir uma representação parlamentar, tal como já sucede nos Açores".

Tendo em vista esse objectivo, a próxima reunião da Comissão Política Nacional realizar-se-á na Região Autónoma da Madeira.

Fonte: Diário de Notícias Madeira