Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

S.A.R., o Senhor Dom Duarte, em Odivelas no dia 7 de Outubro

S.A.R., o Senhor Dom Duarte, da sereníssima Casa de Bragança, estará em Odivelas no próximo dia 7 de Outubro, às 21h para participar na Conferência D. Dinis (O Lavrador) - O Seu Reinado e o Seu Legado.

Esta conferência decorre no âmbito das comemorações dos 750 anos do Rei D. Dinis e está a ser organizada pelo Grupo Pensar Odivelas. O Rei D. Dinis teve uma importância impar na História de Portugal e a sua vida esteve tão intimamente ligada à nossa Terra que inclusivamente a escolheu para o seu eterno descanso.

Para além de S.A.R., o Senhor Dom Duarte, vão participar também nesta conferência a Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Dr.ª Assunção Cristas, o Professor Rosado Fernandes, o Dr. Carlos Coelho e a Dr.ª Maria Máxima Vaz.


Para informações contacte por email para: pensarodivelas@gmail.com

Outubro, Mês de Dom Dinis

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A Princesa Vitória da Suécia está grávida

As boas novas chegaram à Suécia. SAR a Princesa Vitória da Suécia e o seu marido SAR o Príncipe Daniel da Suécia esperam um herdeiro. Segundo as regras de sucessão suecas, independentemente do género, este filho será o segundo na linha de sucessão ao trono, a seguir à sua mãe. O nascimento é esperado para março de 2012.

Para ler mais aqui.

Últimas do alambor

Certamente nauseados com tanta pimbalhada, que só nos envergonha aos olhos dos estrangeiros que nos visitam, cidadãos manifestaram-se, grafitando o horrível paredão. As suas mensagens dispensam comentários, numa altura em que a petição nacional já vai nas 2074 assinaturas em 30 dias. A provar que em Portugal ainda há muitos cidadãos decentes, que não se deixaram contaminar pelos dinheiros de Bruxelas.

Fonte: Tomar a dianteira


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Detalhes horríveis da destruição selvagem da sapata/Alambor do Séc. XII do Castelo de Tomar.

“Amigos,

Já tinha assinado a petição que anda na net mas ainda não tinha visionado as fotos que aqui mando e mostram a que ponto chega a ignorância grosseira dos mentecaptos a quem deixamos tomar conta do nosso património. Já tenho visto muito crime lesa património por este país mas esta excede todos os limites do bom senso.

Deixo à consideração.

Paulo”

“Obrigado, as fotos são bem elucidativas!


Já agora, permita-me uma observação ao comentário do remetente da mensagem:

Ao contrário do que geralmente se pensa, estes actos de vandalismo não são movidos por ignorância grosseira nem por insensatez.

É claro que há muitos ignorantes e estúpidos envolvidos nestes actos, mas quem realmente os concebe é movido pela má-fé, pelo desejo de fazer o Mal e de aniquilar os nossos valores espirituais e materiais.

Não sejamos ingénuos! Todas as grandes Revoluções passam por uma fase de destruição radical para cortar os laços com o passado.

Nós estamos no meio do maior e mais radical processo revolucionário de todos os tempos…


Um abraço,

Luís Ferrand”

(Secretário-geral da dinâmica Associação Monárquica Arautos d'El-Rei

http://www.arautosdelrei.org/ )

Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República

Exmo. Senhor Primeiro – Ministro

Exmo. Senhor Secretário de Estado da Cultura

Exmo. Senhor Presidente do IGESPAR

Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Tomar

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Tomar

Exma. Senhora Director da UNESCO – World Heritage

Exmo. Senhor Presidente do Parlamento Europeu

Exmo. Senhor Comissário Europeu da Cultura


No seguimento das obras de arranjo urbanístico levadas a cabo pela Câmara Municipal de Tomar da envolvente norte do Conjunto Imemorial de Tomar - Património da Humanidade -, foi destruído o alambor primitivo norte do Séc. XII do Castelo Templário de Tomar; um marco único a nível mundial da arquitectura militar medieval do Séc. XII.

As suas pedras, com quase 900 anos, foram retiradas e transportadas para um terreno baldio por trás do Convento de Cristo, onde se encontram abandonadas e desprotegidas, passíveis de serem facilmente furtadas.

Foi ainda iniciada, neste momento, a construção de uma parede de betão de 5m.


Os cidadãos a seguir assinados e identificados, vêm por este meio, requerer a Vossas Excelências a reformulação do mesmo, reintegradas as pedras retiradas, de acordo com as melhores práticas de restauro e conservação da arquitectura militar medieval do Séc. XII, com especial cuidado para a sua singularidade.

Garantindo a sua recuperação, manutenção e sustentabilidade a longo prazo.


Portugal, 28 de Agosto de 2011

Os Signatários,


ASSINAR PETIÇÃO


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Formação em Leiria - Hortas em espaços urbanos

Hortas em espaços urbanos

1 de outubro de 2011

Centro de Interpretação Ambiental de Leiria

Formadora: Fernanda Botelho

Público-alvo: Crianças a partir dos 7 anos, jovens e adultos (ínimo de participantes 12 e máximo 20)


Local de realização: Centro de Interpretação Ambiental de Leiria


Telefone: 244 845 651

Actividades

  • Como cultivar em modo biológico, uma horta ou um jardim/ horta em pequenos espaços, varandas, terraços ou canteiros.
  • Que recipientes utilizar, que tipo de terra, qual a melhor escolha de plantas, plantas repelentes de insectos e plantas que atraem polinizadores.
  • Pequenos truques para evitar e tratar algumas pragas.
  • Qual a melhor altura do ano para iniciar a sua horta.
  • Plantar, transplantar, fazer estacarias e sementeiras.
  • Cuidados especiais com o frio, geada, sol directo, vento, etc.
  • Oferta de estacarias e sementes.

Preço de Inscrição - €15,00

Horário: das 14.00 às 18.00 horas

Inscrições: cia@cm-leiria.pt

Ficheiros de Apoio:

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, visita Hortas Municipais do Funchal

No decorrer da sua deslocação ao Funchal para entrega dos Prémios Infante D. Henrique, o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, teve oportunidade de visitar no passado dia 12 de Setembro de 2011, dois conjuntos de hortas urbanas municipais - Terra Chã e Ilhéus.

O Chefe da Casa Real Portuguesa, foi acompanhado pela Senhora Vereadora, Dr.ª Rubina Leal, que o informou das características deste projecto e do número de munícipes envolvidos nesta modalidade de agricultura urbana.

O projecto das Hortas Urbanas Municipais teve início em 2005, com a inclusão no Jardim Público da Ajuda de uma área dedicada à agricultura urbana e distribuída pelos interessados.

Desde então, várias áreas (quase todas com origem em cedências urbanísticas) têm sido aproveitadas para o mesmo fim, esperando-se que esta iniciativa municipal tenha um efeito multiplicativo no surgimento de novos espaços agrícolas e na forma de encarar a agricultura como parte integrante da paisagem da cidade do Funchal.

Em 2011, a área total de hortas municipais supera os 20.800 m2, distribuídos por 13 projectos, e abrange um universo de 302 munícipes e respectivos agregados familiares.


Fonte: Câmara Municipal do Funchal

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

AUTONOMIAS E REGIONALIZAÇÃO: descubra as diferenças

Nem todos conhecem de cor as diferenças entre a natureza daquilo a que se chama as Autonomias Insulares dos Arquipélagos dos Açores e da Madeira e aquilo que se designa por Regionalização. Há até muitos que tendem a confundir ambas as coisas. As diferenças, porém, são significativas e profundas.


Tratando-se aqui da Regionalização numa perspectiva pedagógica, generalista e sem quaisquer intuitos académicos ou especializados, limitar-nos-emos a enunciar aqueles aspectos que mais vincadamente distinguem ambos os conceitos, tal como eles estão definidos no ordenamento português.

Simplificando, temos que as Autonomias açoriana e madeirense são a concretização de Regiões Administrativas levadas ao grau extremo de descentralização possível num Estado unitário. Isto é, tirando os casos de Estados Federais (como a Alemanha, ou os Estados Unidos, entre outros) ou de Confederações (como a Suíça), as Regiões Autónomas são o expoente máximo da descentralização.

Em Portugal isso é definido na prática, nomeadamente, por três contornos essenciais:

1º - Autonomia financeira:

Significa que as Regiões Insulares não contribuem para o Orçamento Geral do Estado (embora dele recebam verbas), gerindo assim em pleno as respectivas receitas fiscais;

2º - Autonomia administrativa:

Implica que, nos territórios autónomos, não existam órgãos da Administração Central, os quais se encontram substituídos por entidades similares, mas dependentes do Governo Regional;

3º - Autonomia legislativa:

Ao contrário das Assembleias Municipais, as Assembleias Regionais podem elaborar e aprovar Leis, aplicáveis nos respectivos territórios.

Tudo isto diferencia as Regiões Autónomas das Regiões Administrativas previstas na Constituição para o território do Continente, as quais não possuirão nenhuma destas três prerrogativas.

Conclui-se, assim, que comparar as actuais Regiões Autónomas com as futuras Regiões Administrativas é quase como comparar o Sport Lisboa e Benfica com o Sport Lisboa e Olivais (sem menosprezo para qualquer destes Clubes), atentas as significativas diferenças referidas.

De facto, as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira são mais comparáveis às designadas Comunidades Autónomas de Espanha, do que às futuras Regiões continentais, as quais possuirão, por sua vez, características políticas e administrativas muito mais próximas dos actuais Municípios, sendo por isso também justamente denominadas Autarquias Regionais.

Para além das já citadas diferenças, acresce ainda que os seus responsáveis máximos não possuirão a qualidade de Conselheiros de Estado, nem será possível a cobrança de impostos regionais.

De igual modo, as futuras Assembleias Regionais não deterão poderes legislativos e, nos territórios das futuras Regiões Administrativas, continuarão a existir órgãos desconcentrados da Administração Central (as Direcções Regionais dos Ministérios e dos Institutos Públicos e os futuros Governadores-Civis Regionais).

De salientar ainda que, na Madeira e nos Açores, a presença da Administração Central está limitada, tanto quanto sei, à Administração Interna (não existem Polícias Regionais) e à Justiça, para além da existência de uma espécie de Governador-Civil, intitulado Ministro da República, com funções muito reduzidas (embora importantes).

Outra diferença bastante evidente entre os dois conceitos de Região reside no facto de a “instituição em concreto” das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira não ter precisado nem do voto favorável dos portugueses, em Referendo nacional, nem do voto favorável e sequencial dos açorianos e dos madeirenses, em Referendos regionais relativos às respectivas Regiões Autónomas, ao contrário do que há doze anos foi imposto aos portugueses do Continente, pelos Deputados, em sede de revisão constitucional…


António das Neves Castanho

domingo, 25 de setembro de 2011

Américo Carneiro: Eleição, por unanimidade, como Membro da Academia de Letras e Artes


“Assunto: Para Conhecimento: Eleição como Membro da Academia de Letras e Artes.

Venho, por este meio e muito respeitosamente, dar conhecimento a Vossas Excelências da missiva hoje por mim recebida e que me comunica a honrosa Eleição por Unanimidade para Membro da Academia de Letras e Artes, na Classe de Artes. Tal Eleição foi, igualmente, ratificada por unanimidade.

Com os melhores cumprimentos,

Américo Carneiro


Ao amigo, ao grande monárquico, ao excelente pintor e ao recente eleito Membro da Academia de Letras e Artes, Américo Carneiro um grande abraço e o meu bem haja.

sábado, 24 de setembro de 2011

Príncipe William não quer cometer os erros do pai

A conselho do marido, Kate Middleton está a receber uma preparação específica sobre o que significa ser membro da família real. Tudo para evitar que a duquesa se transforme numa nova princesa Diana.


A duquesa de Cambridge está a receber cursos sobre o funcionamento das instituições britânicas por forma a estar bem preparada para exercer nas melhores condições o papel de mulher do herdeiro do trono britânico. As aulas particulares têm lugar no Palácio de St. James, em Londres, e irão prolongar-se por vários meses.

Segundo uma fonte da Casa Real, citada pelo jornal "Daily Telegraph", "a duquesa está a ser instruída no sentido de saber como funciona o Estado, conhecer bem as instituições nacionais e aprender mais sobre o Governo e os meios de Comunicação Social. É um processo que irá decorrer ao longo de vários meses e será totalmente privado".

Esta preocupação do príncipe William visa evitar o que sucedeu com a sua mãe, a princesa Diana, que nunca recebeu qualquer ajuda por parte da família real na sua adaptação às exigências públicas de um membro da realeza. Diana chegou a confessar a alguns amigos que no palácio "pensavam que podia adaptar-me da noite para o dia como princesa de Gales".

A ideia de proteger Kate Middleton sempre esteve muito presente no modo como o príncipe William conduziu o namoro, o pedido de casamento e até o próprio enlace. Logo na primeira entrevista conjunta do casal, William explicou que uma das razões pelas quais havia esperado sete anos para pedir Kate em casamento era o seu desejo de "aprender com os erros do passado".

O próprio agendamento de presenças em actos públicos é rigoroso.

Sabe-se que, até ao final do ano, a duquesa de Cambridge só estará presente num evento por mês para que possa estar bem preparada.

Fonte: DN

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A rainha de Inglaterra é inimputável?

Não. Houve mesmo um seu antecessor que foi julgado, condenado e ficou sem cabeça…

Um Procurador-geral adjunto apresentou queixa-crime contra Pinto Monteiro, Procurador-geral da República. A queixa foi arquivada. Em retaliação, o PGR promoveu processo disciplinar àquele magistrado, suspendendo-o por 4 meses.


O PGR já ameaçara em tempos os dirigentes do sindicato de processo disciplinar por estes o criticarem.

Abriu processo disciplinar a magistrados do caso Freeport por estes alegadamente «lesarem a sua imagem».

Condenado pelo Supremo Tribunal Administrativo a entregar documentos que ilegitimamente retera, afirmou que «em princípio» os iria entregar.


A rainha de Inglaterra não tem tantos poderes discricionários, não instaura processo disciplinares por retaliação, não processa subordinados por estes porem em causa a sua imagem, não ameaça processar os críticos da monarquia, obedece a sentenças judiciais prontamente não ficando a considerar se as há de cumprir ou não, «por principio» ou por fim….


Fonte: Blasfémias

Cont'nente

Eu conto com o Cont’nente

Dinâmica autonómica está em retrocesso - Paulo Estêvão

Para Paulo Estêvão, líder do PPM, foi a Autonomia e os seus instrumentos económicos e sociais que permitiram arrancar as últimas gerações de açorianos da miséria e do abandono.


Na nossa perspectiva, a dinâmica autonómica está em claro retrocesso nos Açores. Existem várias razões que explicam esta tendência con- juntural. A primeira é de âmbito e natureza europeia. Uma parte significativa dos Estados europeus foi violentamente atingida pelos efeitos da grave crise económica internacional que atravessamos. Em resultado da crise e das grandes dificuldades de financiamento dos respectivos défices orçamentais, estes Estados europeus foram colocados perante descomunais pressões orçamentais. O inevitável resultado de dinâmicas deste tipo é sempre o mesmo: aumento da carga fiscal, redução das despesas do Estado e o incremento das pressões centralistas sobre as periferias territoriais.

Na visão dos políticos que gerem situações de grave desequilíbrio orçamental, as entidades autónomas (as regiões autónomas, mas também os municípios) que gerem receitas e despesas próprias são o inimigo a abater, na medida em que não são controláveis pelos instrumentos directos de coacção orçamental do Estado central e possuem uma pouco recomendável fama despesista. Foi assim que a I Autonomia Açoriana (criada em 1895) morreu às mãos de um implacável dirigente político que fez do equilíbrio orçamental o alfa e o ómega da sua gestão: Oliveira Salazar.

É nesta conjuntura que é observável o impensável em termos de retrocesso autonómico no quadro europeu. Por exemplo em Espanha - com excepção das Comunidades Autónomas históricas (Catalunha, País Basco e Galiza) - algumas Comunidades Autónomas estão, neste momento, a devolver voluntariamente competências ao Estado central (devolvem sobretudo áreas que representam despesa).

Nos Açores, a conjuntura não é muito diferente. O actual Governo Regional não mantém qualquer contencioso autonómico significativo e, sobretudo, não quer sequer ouvir falar em aumentos de competências que signifiquem mais despesa. Veja-se, a este propósito, a actual situação da RTP/Açores. A televisão é um poderoso e insubstituível instrumento catalisador da unidade do povo açoriano. No entanto, o máximo que o Governo Regional está pronto a fazer para salvar a RTP/Açores é gritar e esbracejar no âmbito duma espécie de combate combinado com o Governo da República.

Quem conhece outras reivindicações autonómicas ao actual governo regional? Qual é a agenda autonómica dos socialistas? A resposta a estas duas questões é fácil: nada vezes nada. Para os socialistas o único objectivo que lhes preenche a alma é a sua eternização no poder.

Nesta conjuntura marcada pelo efeito simultâneo da capitulação autonómica do Governo Regional e da pressão centralista originada pela crise económica, é forçoso concluir que nos encontramos num momento de retrocesso do projecto autonómico. Por outro lado, grande parte da opinião pública açoriana encontra-se estranhamente alheada do projecto autonómico. Ao longo dos últimos combates e reivindicações autonómicas grande parte da população manteve-se muda e calada.

A Autonomia não é verdadeiramente estimada e protegida. Foi ela e os seus instrumentos económicos e sociais que permitiram arrancar as últimas gerações de açorianos da miséria e do abandono. As pessoas parecem esquecer-se que o combate pela manutenção da Autonomia Regional tem de ser colectivo e diário. Não é confiando esse papel a meia dúzia de políticos isolados que se assegura o quer que seja para o futuro.

O PPM está na linha da frente no combate autonómico. Propusemos a criação de selecções desportivas próprias, uma polícia regional, a leccionação da História dos Açores, a criação de um domínio próprio de primeiro nível na internet, a autonomização da RTP/Açores, a extinção da tutela colonial do Representante da República, a recuperação da nossa ZEE e o desenvolvimento das nossas competências em todas as áreas ainda ocupadas pelo Estado. O PS/Açores, de braço dado com os centralistas de Lisboa, tudo chumbou no Parlamento Açoriano.

Qual é o futuro da Autonomia e para onde caminhamos? Com este governo regional socialista o destino não é outro que o caminho da perdição autonómica. É necessário que os açorianos acordem enquanto ainda é tempo. Se assim não suceder muitos terão, dentro de poucos anos, saudades do futuro. Um futuro que negligenciaram e não souberam assegurar.


PAULO ESTÊVÃO

Líder do PPM-Açores

22 de Setembro de 2011

Fonte: Expresso das nove

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Liechtenstein rejeita liberalização do aborto

O estado mais pequeno da Europa rejeitou a liberalização do aborto em referendo no passado Domingo.

A proposta, que veria a legalização do aborto até às 12 semanas e mais tarde em casos de anomalias fetais, foi rejeitado por 52% da população, contra 48% que votou a favor, isto apesar de projecções indicarem que o “Sim” venceria.


Fonte: Renascença

A escola do Alberto João.

Nada de ratonices, nada de desvios. É só “esconder”, desviar, guardar.

A “república” do Alberto João no seu melhor.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sua exª deseja mais alguma coisa?

"Buraco na Madeira vai ser alvo de inquérito-crime


O procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, anunciou hoje que mandou abrir um inquérito-crime para investigar o caso da ocultação de dívidas públicas na Madeira.

A decisão foi tomada por Pinto Monteiro depois de uma reunião, na terça-feira, com procurador junto do Tribunal de Contas.

O juiz conselheiro disse ainda que o inquérito vai decorrer no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), que investiga os casos de maior complexidade".

Fonte: Visão

“O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, anunciou hoje que mandou abrir um inquérito-crime para investigar o caso da ocultação de dívidas públicas na Madeira” (??!!)

Já sabemos que o caso não vai dar em nada.

Chamem mas é alguém do Tribunal Internacional de Haia!

Paço de Calheiros permanece na família há quase 900 anos

(Clique na imagem para ampliar)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Barbearia Matos salva pelo interesse municipal

Jornal de Notícias - A Assembleia Municipal de Braga aprovou, por maioria, a classificação da barbearia mais antiga da cidade como imóvel de interesse municipal. Só o CDS-PP se absteve, contando a proposta avançada pelo eleito do PPM, Manuel Beninger, com os votos favoráveis dos eleitos do PS, PSD, CDU, BE e PPM.

Ameaçada de encerramento compulsivo, após notificação do proprietário, depois de uma acção de despejo, a Barbearia Matos poderá estar, pelo menos, a salvo da destruição, mas a degradação será sempre uma consequência provável, após o fecho.


Classificação


A Associação para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural e Natural de Braga (ASPA) avançou, em Fevereiro de 2005, com o pedido de classificação do imóvel junto do IPPAR, tendo este organismo remetido o processo, em 8 de Fevereiro de 2006, para a Câmara de Braga, sugerindo a classificação de “Imóvel de interesse municipal”.

“Porque até à data nada foi feito, o PPM teme que a Barbearia Matos possa ser integrada, de forma incaracterística, num futuro projecto comercial para o edifício, perdendo, assim, aquilo que a torna única”, refere Manuel Beninger, na proposta aprovada em Assembleia Municipal e que agora deverá ser aplicada pela Câmara.

Porém, o PPM não se opõe ao projecto de recuperação e reabilitação do prédio onde está instalada a barbearia, na Rua do Souto. “Apenas queremos salvaguardar que as intervenções respeitem as mais valias daqueles espaços, que a prazo, podem tornar-se proveitosos”, alerta Beninger. Lembre-se que Braga se depara, à imagem de outras cidades, com uma acentuada degradação dos prédios antigos do seu Centro Histórico. Um levantamento recente apontava para cerca de 400 imóveis a ameaças ruína.

Jornal de Notícias” de 19 de Setembro, pág. 44

PPM recomenda cabras para prevenir incêndios

Jornal de Notícias” de 18 de Setembro, pág. 25


Jornal de Notícias - O deputado municipal do PPM Manuel Beninger, eleito pela Coligação Juntos Por Braga, apresentou, na última sessão, uma recomendação tendente à constituição, no concelho de Braga, de rebanhos de cabras, para a limpeza de matas e terrenos baldios, por forma a prevenir os fogos florestais. Lembre-se que Guimarães avançou com a ideia.

Manuel Beninger quer que a Assembleia Municipal “recomende ao Executivo municipal visibilidade para apoiar eventuais disponibilidades das juntas de Freguesia, para a constituição de rebanhos de cabras, como serviço ecoeficiente na prevenção de fogos florestais”.

Tendo o “Ano Internacional das Florestas” como referência, Beninger lembrou que 3,4 milhões de hectares no nosso país (39% do território) são ocupados por matas. “A área de ocupação florestal no concelho de Braga é de33,8%. No entanto, nem tudo é verde na nossa floresta. Entre 1999 e 2009, a média do número de ocorrências de incêndios foi de 240, com uma média de 364 hectares ardidos”.

Consciente da importância das centrais de biomassa, dos gabinetes Florestais, da Central Sinergic, Beninger diz ser “necessário implementar novas soluções de ordenamento e manutenção da floresta, com o envolvimento dos cidadãos e das organizações”.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Paulo Estêvão leva sugestões a Carlos César

O dirigente regional e nacional do PPM, Paulo Estêvão, foi recebido esta manhã pelo Presidente do Governo Regional no quadro da preparação do Plano e do Orçamento regionais para 2012.

À saída, Paulo Estêvão disse querer de uma vez por todas distinguir os Açores da Madeira.

O deputado regional na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRA) quer ainda que o governo dos Açores possa cobrir o corte de 30 por cento de redução previsto para a RTP-Açores.

Coligação promoveu viagem a espaço lúdico agora em Penafiel: «Braga perdeu muito com saída da Bracalândia»

Ricardo Rio, Líder da coligação “Juntos por Braga”, João Granja, presidente da concelhia do PSD-Braga e Manuel Beninger, com jovens da freguesia de Escudeiros.

Afonso Henrique, monárquico, social-democrata (!), e Firmino Marques, presidente da Junta de Freguesia de S. Victor – Braga, eleito pela coligação “Juntos por Braga”, ao bom estilo de D. Carlos

O parque de diversões Bracalândia, actualmente instalado em Penafiel.


António Machado, presidente da Junta de Freguesia de Fraião, também participou no evento.


«Braga perdeu muito com saída da Bracalândia»

O líder da Coligação Juntos por Braga considera que «a Bracalândia nunca deveria ter saído de Braga» e que a cidade ficou «imensamente mais pobre» com a saída para Penafiel deste espaço de divertimento.

Ricardo Rio fez estas declarações no âmbito da iniciativa “Braga vai à Bracalândia”, promovida pela Coligação “Juntos por Braga” no passado sábado. Segundo a organização, mais de três centenas de bracarenses de todas as idades e de múltiplas freguesias do concelho participaram nesta jornada de diversão e convívio.

Entre os participantes nesta jornada de “Regresso à Bracalândia” – e para lá da grande maioria de crianças – contava-se o líder da Concelhia de Braga do PSD, João Granja, vereadores e outros responsáveis da Coligação “Juntos por Braga” e vários presidentes de Junta.

Ricardo Rio está convicto de que «Braga perdeu um equipamento vital de atracção turística e oferta lúdica para os bracarenses por manifesta responsabilidade da maioria socialista da Câmara Municipal», a quem acusa de se ter recusado a «colaborar com a administração da Bracalândia quando esta quis expandir o Parque temático em Braga».

O líder da Coligação afirmou ainda que «não houve qualquer associação entre a saída da Bracalândia de Braga e a implantação do Instituto Ibérico de Nanotecnologia na sua anterior localização. Como se tal não bastasse, o presidente da Câmara prometeu a chegada a Braga de outros parques de diversões que nunca se concretizaram».

Para Ricardo Rio, «Braga perdeu muitos milhares de turistas anuais, que contribuíam para estimular a economia bracarense, nomeadamente ao nível da restauração e da hotelaria, além do próprio comércio em si».

Ainda segundo aquele vereador, o dia em que “Braga foi à Bracalândia”, «demonstrou que este espaço faz realmente falta em Braga». E se é certo que «este equipamento não poderá voltar de novo à cidade, não é menos verdade que Braga tem de continuar a prosseguir na busca de novos pólos de atracção turística, nomeadamente através de um parque temático que não seja um mero sucedâneo da Bracalândia», declarou.

Ricardo Rio e Catarina Oliveira, administradora da Bracalândia e presidente do Júri do Concurso “Memórias da Bracalândia” entregaram a Roberto Martins, de Sequeira, Braga, as 90 entradas para a Bracalândia correspondentes ao primeiro prémio.

Jornal “Diário do Minho” de 19 de Setembro, pág. 6

Mais informações: Juntos por Braga