Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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domingo, 19 de janeiro de 2014

Jantar de Reis dinamiza centro da cidade

A 5ª Edição do "Jantar de Reis Braga 2014" foi levado à comunidade com o fim de dinamizar o centro da cidade.
Dom Duarte Pio fez questão de visitar vários pontos da cidade e provar as várias mostras e provas de produtos da região, como de outros trazidos pelas respetivas confrarias.
O evento "Jantar de Reis Braga 2014" teve como objectivo a promoção de produtos portugueses locais com a presença das confrarias portuguesas e como segundo objetivo a solidariedade em que parte do dinheiro do jantar reverteu para a ajuda na recuperação do telhado da basílica de Nossa Senhora do Sameiro.
Braga TV

Visita de SAR Dom Duarte às Tradições Minhotas certificadas em exposição no GNRation em Braga

SAR Dom Duarte de Bragança com Sra. Vereadora da Cultura e Educação da CM de Braga Dra. Lídia Dias.

ADERE-MINHO expõe as Tradições Minhotas certificadas em Braga no espaço GNRation no âmbito do Jantar de Reis 2014 e recebe a visita SAR Dom Duarte e Vereadora da Educação e Cultura do Município de Braga
A ADERE-MINHO no âmbito do Jantar de Reis 2014 esteve com uma exposição das Tradições certificadas: Lenços de Namorados do Minho; Olaria e Figurado de Barcelos; Bordado de Guimarães e Bordado de Viana do CasteloNo espaço GNRation, juntamente com várias Confrarias Gastronómicas e do Grupo Dr. Gonçalo Sampaio (Rancho e Cavaquinhos).
Dom Duarte - Duque de Bragança marcou presença acompanhado da vereadora da Educação e Cultura do Município de Braga Dra Lídia Dias, tendo a Adere-Minho dado nota que para além destes 5 produtos, em 2014 pretende vir a certificar mais, nomeadamente em parceria com a Câmara de Braga.
Dom Duarte que já é Embaixador da Certificação desde 2012, aquando a sua passagem pela sede da Adere-Minho em que foi distinguido com um Lenço de Namorados do Minho senhorial certificado e um belo Minhoto do Figurado de Barcelos, foi desta feita presentado com uma peça do Bordado de Guimarães certificado.
Correio do Minho
SAR Dom Duarte que já visitou a ADERE-MINHO em 2012 e recebeu um Lenço de Namorados do Minho certificado e um Minhoto do Figurado de Barcelos, levou como recordação uma bela peça do Bordado de Guimarães certificada.
A receber um saco bordado do Bordado de Guimarães certificado da artesã Elisabete Pinto.
A importância das tradições minhotas certificadas... temos mais produtos para certificar em 2014
Recepção a SAR Dom Duarte
Lenços de Namorados do Minho certificados
Bordado de Viana do Castelo certificado
Olaria e Figurado de Barcelos certificado.
Bordado de Guimarães e Bordado de Viana do Castelo certificado
Grupo de Cavaquinhos Dr. Gonçalo Sampaio

sábado, 11 de janeiro de 2014

Adere-Minho quer certificar viola braguesa e cavaquinho


A VIOLA BRAGUESA E O CAVAQUINHO, construídos artesanalmente em Braga, são dois dos novos produtos que a Adere-Minho pretende certificar.
Aos cinco produtos artesanais do Minho que já certifica, a Adere-Minho (Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho) pretende este ano juntar pelo menos mais dois: a viola braguesa e o cavaquinho, instrumentos musicais referenciados a Braga.
Para dar início ao processo de certificação destes dois instrumentos, a Adere-Minho está a avançar com os respectivos estudos.
Em comunicado, a Adere-Minho revela que estão em cursos alguns processos de certificação, onde se integram os referidos instrumentos, podendo alguns desses processos ficar concluídos no decorrer do primeiro semestre deste ano.
“Continuaremos a certificar para dignificar o que é nosso, na salvaguarda dos artesãos, das unidades produtivas e da nossa cultura”, afirma Teresa Costa, directora geral da Adere-Minho.
Refira-se que a Adere-Minho é, desde 2002, o único Organismo de Certificação que certifica produtos artesanais tais como os tão conhecidos lenços dos namorados, a olaria de Barcelos, o típico figurado barcelense, o tradicional bordado de Guimarães e o muito regional bordado de Viana do Castelo.
Os lenços dos namorados são claramente um dos produtos mais típicos do Minho e, até ao final de 2013, a Adere-Minho tinha já certificado 4500 exemplares.
“Atingimos a marca importante de 4500 lenços certificados. A certificação tem provado ser uma mais-valia para o produto”, afirma Teresa Costa, realçando que “o consumidor é cada vez mais atento, solicitando o seu certificado no acto da compra, e para o artesão ou unidade produtiva é cada vez mais notório que está num patamar superior, pois percebe claramente que o seu produto sai valorizado e diferenciado no mercado”.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Visita do S.A.R., o Senhor Dom Duarte, à FIA – Feira Internacional de Artesanato, Lisboa

SAR Dom Duarte com presidente do CENA e Adere-Minho Engº Vilaça.
S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, esteve presente na Sessão de Abertura do "Fórum de Artesanato FIA 2012" que decorreu na FIA – Feira Internacional de Artesanato, na FIL, Lisboa.
 Engº Abílio Vilaçapresidente do CENA e Adere-Minho, Guida Sequeira Directora Adjunta do Centro Congresso Lisboa e  Miguel Comporta Director da FIA.
SAR com Director da FIA Miguel Comporta e Ana Paula Mota (Picolé).
Dom Duarte de Bragança acompanhado pelo Eng.º Abílio da Cunha Vilaça, Presidente da Adere-Minho e do CENA (Conselho Estratégico Nacional do Artesanato) da Associação Industrial Portuguesa – Confederação Empresarial (AIP-CE).
SAR com Dra. Graça Ramos (Portugal à Mão).
SAR com Presidente e Vice Presidente do CENA Arqº Jorge Moreira e Engº Vilaça.
Abertura do Forum Artesanato (4ªEdição).
Sessão de abertura do Fórum " O Artesanato Português na Internacionalização da Economia Portuguesa".
 SAR Dom Duarte na abertura do FORUM.
A intervenção de S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, no “Fórum Artesanato - FIA 2012”.
Sempre na defesa do produto português. A grande preocupação de Dom Duarte de Bragança.
SAR Dom Duarte e o Bolinhol de Vizela (Fátima Salgado e a Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional).
SAR Dom Duarte e o artesão José Vilaça (joias em prata).
SAR Dom Duarte no Stand do Município de Barcelos
 Será que Gilinho quis segredar algo a Sua Alteza?
SAR Dom Duarte com os Açores.
SAR Dom Duarte com a Madeira.
SAR Dom Duarte com a vencedora Prémio Nacional Concurso FIA 2012 Elisabete Soares (trabalho de renda de filé).
SAR Dom Duarte com Directora Associativismo AIP Filomena Pires assinar Livro de Honra.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

S.A.R. Dom Duarte de Bragança na sessão de abertura do "Fórum de Artesanato FIA 2012" - Lisboa

S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, estará presente na Sessão de Abertura do "Fórum de Artesanato FIA 2012" que irá decorrer na FIA – Feira Internacional de Artesanato, no próximo dia 3 de Julho, pelas 15:00h, na FIL, Lisboa.


O convite surgiu por parte de Engº Abílio da Cunha Vilaça, presidente do CENA (Conselho Estratégico Nacional do Artesanato) da Associação Industrial Portuguesa - Confederação Empresrial (AIP-CE), também ele presidente da Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho (Adere-Minho), associação que promove os “Lenço dos Namorados” e que teve a honra de receber Sua Alteza Real em janeiro passado em Vila Verde.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

“ Não faz sentido celebrar o 5 de Outubro”. Quem o diz é S.A.R., o Senhor Dom Duarte de Bragança

“SIM Revista do Minho”, Janeiro 2012, 2ª quinzena

No dia de celebração de Reis, várias personalidades ligadas à monarquia juntaram-se num jantar, com o objetivo de promover o produto português. E se voltássemos a ter um rei? Essa foi a pergunta que deixámos a D. Duarte e Manuel Beninger, do PPM bracarense.

D. Duarte
“ Não faz sentido celebrar o 5 de Outubro”

Celebrou-se, em 2011, o Centenário da República. Como vê estes 100 anos, em que metade foram de República e a outra metade de ditadura? Porque defende a Monarquia?
Eu acho que, se a Revolução do 5 de Outubro tivesse valido a pena para alguma coisa, não teria sido necessário fazer outra revolução em 1926, que deu a ditadura, e outra em 1974. Um regime que, em 100 anos, precisou de três revoluções para finalmente por Portugal num estado de falência como está hoje, não vejo grande méritos nem motivos para festejar. Estes 10 milhões de euros para festejar o Centenário serviram para esclarecer um pouco a realidade histórica, mas pouco mais. Acho muito bem que o feriado de 5 de Outubro tenha sido cortados, porque vamos festejar o quê?
De qualquer forma, temos alguns exemplos na Europa em que se mantém a Monarquia Constitucional, mas a crise também afeta esses países…
Todas as monarquias atuais são democráticas, mais democráticas do que muitas repúblicas e são bons exemplos. Veja-se o caso do Japão, da Austrália, Espanha… Claro que a crise atinge muitos países e muitos regimes mas, se virmos a maneira como as monarquias europeias reagiram à crise, creio que foram mais positivas que a forma como estamos a ultrapassar esta fase. Talvez a Espanha esteja a reagir menos bem, porque na verdade não é um país, são vários países.
Como pensa que vão ser os próximos anos em Portugal?
Curiosamente, há dias o nosso pároco dizia que esta é uma oportunidade para desenvolvermos as nossas potencialidades, desenvolver soluções e alternativas locais, a solidariedade. Quem pode, deve ajudar mais e não viver às custas dos outros. Infelizmente, há muita gente mais interessada em receber subsídios que em trabalhar e 30% das ofertas de emprego em Portugal não têm ninguém interessado. Chegou a ocasião para fazermos uma reforma profunda e distribuirmos os recursos de uma forma mais justa e equitativa. Por outro lado, o aspeto caritativo também será muito importante. Não se deve confundir caridade com solidariedade. Solidariedade tem a ver com as pessoas de quem eu gosto ou com quem simpatizo; para as pessoas que eu não conheço trata-se de uma questão de caridade, porque temos obrigação de ajudar as pessoas que precisam, mesmo que não conheçamos ou não gostemos deles.
Na sua opinião, a política a seguir deve ser de mais cortes ou de mais investimento?
Deve cortar-se onde se pode, no inútil ou supérfluo, e investir com cuidado. Por exemplo, todos nós pagamos milhões por cinema e teatro que ninguém vai ver. Não faz sentido. Gasta-se milhões a comprar tecnologia e até cerâmica para equipar hospitais públicos. Os automóveis são importados. Há muita coisa assim. Não somos coerentes com a necessidade de consumir português. Tem que haver uma mudança de atitude e combater vícios de novos-ricos, que fomos criando.
Como analisa a compra da EDP pelos chineses?
Se é preciso dinheiro, tem que se vender, mas preferia que essas grandes empresas continuassem controladas por nós. Temos um modelo de desenvolvimento errado. Venho defendendo isso há muitos anos: destruição da agricultura, da indústria, em troca de receber subsídios do estrangeiro.
Acha que a sociedade não leva os monárquicos a sério?
Eu acho que não. Numa sondagem da comissão dos 100 anos da República, perguntou-se às pessoas quem era republicano. 60% disseram que sim, o que quer dizer que 40% ou é monárquico ou anarquista, que são muito poucos. Os meios de comunicação não nos levam a sério, talvez por uma questão de preconceito e uma certa falta de conhecimento político. Pensam na monarquia como uma coisa do passado, em vez de nos comparar com as monarquias contemporâneas.
Estaria disponível para assumir o papel de rei?
Sempre disse que estou ao serviço de Portugal, seja na diplomacia, seja na promoção dos produtos portugueses. Se um dia os portugueses quiserem que eu assuma a chefia de estado, como uma pessoa completamente independente e apartidária, estarei disponível.

Manuel Beninger
 “ Já vivemos 100 anos de catequização republicana e os resultados estão à vista”

Faço-lhe a mesma pergunta que ao D. Duarte. Monarquia porquê?
Os países mais desenvolvidos no mundo ocidental são monarquias. O curioso desses países é que têm a hipótese de referendar se os cidadãos querem manter este sistema político ou se querem mudar. Por exemplo, a Austrália fez esse referendo há 12 anos e o povo preferiu continuar com a monarquia, sendo o chefe de estado a Rainha de Inglaterra. É preciso perceber que a monarquia já não significa o rei em cima de um cavalo a correr atrás dos Mouros. É algo que é isento de partidos políticos, isento; representa a história de um povo e a tradição. Pode parecer estranho ter um filho a suceder a um pai, mas acaba por ser uma situação natural. Os casos de sucesso por essa Europa fora são a prova disso.
Qual acha ser a razão de tanta distância das pessoas em relação à monarquia? A hereditariedade?
Causa em Portugal, fruto de 100 anos de catequização republicana. Passa a ideia de que foi feita uma revolução para libertar o povo da opressão e dar-lhe a democracia e isso é completamente errado. A democracia já existia entes de 1910.
Acha que num período de crise como o que vivemos, as pessoas vão começar a pensar na monarquia?
Completamente convencido que sim. A república está a cair no pior que lhe pode acontecer, que é quando o chefe de estado começa a não ter o respeito dos cidadãos. Quando se comparam custos que a República portuguesa com os custos da Monarquia espanhola, por exemplo, a diferença é abismal. Nós gastamos em Portugal 16 milhões de euros, para 10 milhões de habitantes; a Espanha, 8 milhões, para 40 milhões de habitantes. Isto é o despesismo total e eu, como monárquico, até estranho que estes assuntos comecem a ser falados sem qualquer pudor, na praça pública.

Colunata do Bom Jesus recebeu Jantar de Reis

Dom Duarte, Duque de Bragança e D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga e Primaz das Hispânias, foram os convidados de honra do Jantar de Reis organizado anualmente, em Braga.
Na edição deste ano, o destaque foi todo para a promoção dos Produtos Regionais e Locais e do Comércio Tradicional apresentados pelas confrarias nacionais, associações e empresas locais através de uma exposição de produtos com direito a degustação. “Esta iniciativa, com tradição na cidade de Braga, assenta numa vontade transversal a muitos atores locais, movimentos, associações monárquicas, bem como a individualidades com relevância política e social na região”, explicou Manuel Beninger, Presidente da Comissão de Organização.
No evento, estiveram presentes a Confraria Panela ao Lume, a Real Confraria do Vinho Alvarinho, a Confraria dos Gastrónomos do Minho, a Confraria Gastronómica do Milhos, a Confraria das Tripas à Moda do Porto, a Confraria do Abade, a Confraria Gastronómica do Sarrabulho, a Confraria da Broa de Avintes, a Confraria Gastronómica da Terrada Maia, a Confraria Gastronómica da Raça Arouquesa, a Confraria do Pão de Ló Tradicional, a Confraria do Vinho Verde, a Real Confraria de São Teotónio, a Confraria do Bom Jesus, a Confraria do Queijo da Serra da Estrela, a Confraria Queirosiana, a Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal, a Confraria do Medronho, a Confraria do Bolo de Ançã, a Confraria do Carolos e das Papas de Milho, a Confraria do Espumante, a Confraria do Chapelão, a Confraria Almas Santas da Areosa e do Leitão, a Confraria do Azeite, a Confraria Gastronómica da Maçã Portuguesa, a Confraria da Broa de Avança, a Confraria Gastronómica do Mar, a Confraria Gastronómica do Bacalhau, a Confraria das Papas de S. Miguel, a Confraria Gastronómica do Bucho de Arganil, a Confraria do Vinho do Porto, entre outros membros da Federação Portuguesa das Confrarias.
Além das confrarias, fizeram-se representar a Associação Comercial de Braga, na figura do presidente Macedo Barbosa, a Associação Industrial do Minho, pelo presidente António Marques, a ADERE-Minho, pelo presidente Abílio Vilaça, a ADRIL, por Francisco Calheiros, ADRITEM, por Teresa Pouzada, a Associação de Turismo de Aldeia, por Paula Xavier, entre outras.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

"É imperioso que haja uma rede de pequenas empresas organizadas". Quem o diz é Sua Alteza Dom Duarte de Bragança

O detentor do título de duque de Bragança e representante máximo da monarquia portuguesa na atualidade, D. Duarte Pio, é o mais recente defensor e embaixador da certificação das tradições artesanais minhotas, que a Adere-Minho tem promovido, nos últimos anos.
O monarca marcou presença, em Soutelo, na sede da Associação de Desenvolvimento Regional, no passado sábado, onde revisitou parte da história do artesanato minhoto, tendo passado pelo viveiro de artesanato, com a explicação, por parte dos responsáveis da Adere-Minho, de muitas das artes e ofícios em destaque para os produtos com selo da certificação, nomeadamente os Lenços de Namorados do Minho, a Olaria e Figurado de Barcelos, o Bordado de Guimarães e o Bordado de Viana do Castelo.
Na ocasião, D. Duarte defendeu que  “as grandes empresas são importantes para a economia, mas é imperioso que haja uma rede de pequenas empresas organizadas e, nesse contexto, o trabalho da Adere-Minho é muito válido”. Por sua vez, a direção da Adere-Minho enalteceu o trabalho defendido por D. Duarte, agraciando-o com oferta de um Lenço de Namorados do Minho certificado (réplica original de 1912), bordado pela artesã Rosa Lopes. Também o vereador da Cultura do Município de Barcelos, César Pires, marcou presença e ofereceu uma peça certificada do Figurado de Barcelos, da autoria do artesão Manual Macedo.
Desafiado a abrir o próximo ciclo de conferências de Soutelo, intitulado 'Fazer futuro no Minho', o representante máximo da monarquia, em Portugal, sugeriu a temática da defesa das paisagens, visto que “o Minho é uma das zonas mais belas do país”.