Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

Mostrar mensagens com a etiqueta Angola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Angola. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 13 de junho de 2014

IX JOGOS DESPORTIVOS DA CPLP

O IX Jogos Desportivos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) irão acontecer em Angola entre os dias 23 de Julho e 2 de Agosto.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

domingo, 2 de junho de 2013

S.A.R. Dom Duarte de Bragança em visita a Angola



S.A.R. Dom Duarte de Bragança em visita a Angola - Maio 2013

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Rei de Portugal destaca desenvolvimento da província

Menongue - O rei de Portugal, Dom Duarte Bragança, destacou hoje, em Menongue, o franco desenvolvimento que a província do Kuando Kubango está a registar nos últimos tempos, mercê do desempenho do Executivo, para proporcionar, de forma contínua, o bem-estar socioeconómico da população.
Em declarações à imprensa, depois de um encontro de cortesia com o governador local, Higino Carneiro, Dom Duarte Bragança disse que em relação aos anos 80, o estado actual de desenvolvimento é “bastante” diferente.
Destacou a construção e reconstrução de infraestruturas sociais e disse ter ficado feliz com os projectos agrícolas que estão em implementação naquela região, visando o combate à fome e à pobreza, bem como os outros.
Avançou que a fundação Manuel IIº pode vir, no futuro, a cooperar com o governo do Kuando Kubango no sector agrícola.
Garantiu que pretende igualmente formar professores de ensino básico, pelo facto de a Fundação Manuel IIº cooperar com a Fundação Lwini, Fundação José Eduardo dos Santos (FESA), entre outras em Angola, uma cooperação que se estenderá igualmente para o sector turístico.
No seu primeiro de visita, com fim previsto para sexta-feira, deslocou-se à residência do Rei de Menongue, Mwene Vunongue, onde recebeu informações das potencialidades socioeconómicas, bem como do governador do Kuando Kubango, Higino Carneiro.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Não serão os DEMOCRATAS AMERICANOS que em África minam a justiça e paz mais do que os Republicanos ?

 
Esta questão pertinente vem de Africanos e Africano-Americanos que agora estão familiarizados com o problema de CABINDA! ANGOLA não tinha relações formais com os EUA até 1993, quando a Administração Clinton reconheceu o governo de Angola em 19 de maio de 1993. Isto equivale a dizer que os Democratas Americanos aprovam a ocupação ilegal e ilegítima de CABINDA por ANGOLA, e aprovam a pilhagem sendo infligida a esse 39.° país da OUA. Como é que os EUA nada dizem sobre um país ilegalmente ocupado, cuja produção petrolífera está prestes a atingir 2 milhões de barris por dia (além de seus diamantes, urânio, ouro, madeira, etc.) e cujos nativos são forçados a viver com menos de $1 americano por dia? Mobutu Sese Seko foi um déspota e um agente ocidental em África de quem o derrube em 1997 foi por todos nós aplaudida, na crença de que era o fim do neocolonialismo no Continente de Macongo, Mangoio e Maloango. Infelizmente, a queda de Mobutu, orquestrada pela Administração Clinton só veio a piorar a situação com mais de seis milhões de Congoleses mortos até ao momento." Os Africanos e Africano-Americanos concordam que "uma vez que há um interesse vital dos EUA em jogo naquele país ocupado, isto é, em CABINDA, os EUA são chamados a fazerem o necessário para que PORTUGAL possa finalmente assumir os seus compromissos políticos, jurídicos e morais em CABINDA.

"EUA consideram situação humanitária no Congo a mais volátil de África"

Bartolomeu Capita 

Bartolomeu Capita

terça-feira, 25 de setembro de 2012

O mortífero silêncio de Portugal sobre a ocupação colonial de Cabinda por Angola

Por detrás da crise política e do interesse internacional na Guiné-Bissau esconde-se uma espécie de "Conferência de Berlim", cujo objectivo é a redistribuição da África negra entre as potências coloniais tradicionais e as potências em emersão com grande apetite imperialista. Nessa partilha criminosa da África, em que nações inteiras e respectivos países estão a ser discretamente vendidos à potências poderosíssimas, Portugal e Angola (e mesmo a CPLP) hão de surgir na História como sendo as entidades que hipotecaram países lusófonos da África e que tornaram possível a re-escravização das populações respectivas. O mortífero silêncio de Portugal sobre a ocupação colonial de Cabinda por Angola e a crescente imponência militar angolana noutros países Africanos, assim como o assustador grau de corrupção tanto em Angola como em Portugal, sugerem que os Estados Português e Angolano estão a desempenhar um papel feíssimo, i.e. o de mercenários encarregados de facilitar a pilhagem dos países lusófonos vítimas da "venda".

Bartolomeu Capita

domingo, 29 de julho de 2012

Licenciatura de Relvas já deu origem a piada em Angola


Depois ter sido notícia na Volta à França e ter dado origem a um movimento no Facebook, o caso da licenciatura de Miguel Relvas deu agora origem a um cartoon no Jornal de Angola.
Publicado na edição do dia 12 de julho, e da autoria de Casimiro Pedro, o cartoon do Jornal de Angola sobre Relvas apresenta um diálogo entre duas pessoas.
"- Em Portugal dão licenciaturas com quatro cadeiras", diz uma das personagens do cartoon.
"Nem sequer exigem uma mesa?", responde a outra.

Cartão Relvas Gold


terça-feira, 3 de julho de 2012

A DITADURA DE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS

Não é preciso muito para demonstrar o quanto autocrático e bárbaro é o regime corrupto do ditador Eduardo dos Santos de Angola.
Aqui deixo um exemplo da forma como mais uma vez, farão uma enorme batota para ganhar eleições, usando a ameaça clara e feroz, além da repressão que diariamente se tem abatido sobre o povo mártir de Angola, com o objectivo claro de criar um clima de medo.

sábado, 12 de maio de 2012

"DOLARES DE SANGUE"


Isabel dos Santos tornou-se a maior accionista da Zon Multimédia. A filha do presidente angolano é dona de 15% da TV cabo, percentagem que pode aumentar se a Caixa Geral de Depósitos e o BES venderem as suas participações.
Mas onde raio é que esta menina conseguiu tanto dinheirinho...!!!
"Quem cabritos vende e cabras não tem de algum lado lhe vem..."

terça-feira, 24 de abril de 2012

ANGOLA, FALA SÓ - Raúl Tati: Igreja de Cabinda é "instrumento de dominação"

O activista e antigo vigário-geral de Cabinda, Raúl Tati, disse que a hierarquia da Igreja Católica está a ser usada pelo governo de Angola como "instrumento de dominação em vez de instrumento de libertação".
Respondendo aos ouvintes da Voz da América, no programa Angola Fala Só, Raul Tati disse, ainda, que desde a chegada do novo bispo de Cabinda, a igreja "vai ao encontro dos intentos do regime".
Raul Tati, durante anos vigário-geral da diocese de Cabinda, foi afastado em Abril de 2011 do exercício dos sacramentos, assim como outro sacerdote cabindês, Casimiro Congo. Esse afastamento foi o corolário de um período de tensão com a hierarquia religiosa iniciado em 2005, quando D. Filomeno Vieira Dias sucedeu a D. Paulino Madeca como Bispo de Cabinda.
Tati disse que se considera uma "vítima da crise na igreja de Cabinda".
"Sempre defendi uma igreja profética, uma igreja dos oprimidos, uma igreja dos abandonados, uma igreja dos marginalizados, uma igreja dos pobres, uma teologia que fosse ao encontro dos homens oprimidos, não uma teologia que fosse ao encontro dos poderosos, uma teologia feita do chão da vida, não uma teologia feita a partir dos palácios", declarou Tati.
Sustenta que, "infelizmente, há novos rumos na igreja de Cabinda" e que "com a mudança do novo bispo nós constatanos que já não é aquela igreja que nós tivemos há tempos, e isto vai exactamente ao encontro dos intentos do regime que sempre procurou silenciar os profetas desta terra. E está a consegui-lo fazendo da igreja um instrumento da dominação e não um instrumento de libertação", afirmou Raul Tati, salientando que falava da hierarquia da Igreja Católica em Angola e na Santa Sé, mas não dos leigos e dos fiéis.
Tati, tal como fez em 2008, volta a encorajar os angolanos a não votarem nas eleições deste ano, frisando que esse exercício é reservado aos homens livres. "Quem não é livre não pode exercer" o direito de voto, disse, esclarecendo que Cabinda é uma colónia de Angola.
Pode consultar o nosso arquivo abaixo, para ouvir, na íntegra, este e todos os outros programas, transmitidos em...
17h30 às 18h00: frequências de 9805 - 13865 – 17820
18h00 às 18h30: frequências de 1530 - 9800 - 15740
Raul Tati, ex-vigário geral de Cabinda

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Camarate finalmente trazido à luz pela CIA

Dr. Francisco Sá Carneiro – Vítima da MAÇONARIA!


Se alguma vez nos passou pela cabeça que os políticos e militares portugueses, ganham fortunas no poder, para nos servir, para nos gerir, para nos salvar, para nos proteger... Desenganem-se...
Eles ganham fortunas para servir interesses estrangeiros criminosos, para se servirem a eles próprios, para colocar a nação ao serviço do tráfico, para nos roubar, para nos enganar, para nos falir e para nos matar... se for preciso.
O clube Bilderberg, a CIA, a Maçonaria, o tráfico de armas, os atentados, os partidos ao serviço de tráfico de armas, parece uma história de países distantes... Ou de filmes americanos!
Mas é afinal...  a história de Portugal.
Últimas divulgações do caso Camarate onde surgem nomes sonantes de portugueses e não só. 18 paginas da confissão do caso Camarate, em Video: (resumo aqui alguns trechos):
  • Mário Soares, (o preferido dos traficantes de armas) 
  • Francisco Pinto Balsemão ( Do clube Bildberg e maçonaria, o que sabia do atentado desde o inicio). Agora entendemos como conseguiu impedir a privatização da RTP e ainda  retirar-lhe a publicidade, este homem é muito poderoso É UM BILDBERG (o livro proibido em Portugal);
  • General Diogo Neto, Coronel Vinhas, Frank Carlluci, etc. (os que tramaram tudo);
  • PS (referido, pelos americanos, como o partido amigo dos americanos);
  • Banco BIC de Angola, e o envolvimento do pai (José Pedro Castro) e do filho, director adjunto do      BIC (Bruno Castro),  no tráfico de armas;
  • O segurança pessoal de Sá Carneiro, também envolvido;
  • Contém ainda a revelação de todos os envolvidos no atentado e no tráfico de armas;
  • Nomes das empresas que fabricavam as armas;
  • General Costa Gomes e Rosa Coutinho lideravam o tráfico para Angola;
  • Major Otelo Saraiva de Carvalho cuidava do negócio com Moçambique;
  • Dinis Almeida, Coronel Corvacho, Varela Gomes e Carlos Fabião, outros nomes dos que enriqueceram com o negócio;
  • O atentado visava Adelino Amaro da Costa, mais que Sá Carneiro, pois era ele que insistia em investigar os envolvidos no tráfico de armas.
  • Foi encontrada a mala dele com a investigação e os nomes, foi dada à PJ, mas desapareceu.
  • Etc...Etc...etc...etc...etc só visto porque contado ninguém acredita.
Tudo em nome do tráfico de armas... E os nossos políticos pactuam e permitem fazer de um país inteiro um fantoche, nas mãos dos interesses dos americanos traficantes.
"A 8 de Abril de 2012, José Esteves foi visitar Fernando Farinha Simões no Estabelecimento Prisional de Vale de Judeus e recebeu uma carta de 18 páginas com a confissão de Farinha Simões sobre o caso Camarate - que provocou a morte do primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro e ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa, a 4 de Dezembro de 1980."
Estes senhores, contratados para o atentado, José Esteves e Fernando Farinha, só decidiram confessar quando perceberam que um está preso e abandonado pelos que prometeram protege-lo. O outro corre risco de vida, tendo descoberto que tentaram "adormece-lo" /silencia-lo, como se pode ver neste vídeo.



-----------------


Convido-o a entrar na página: 


e fazer GOSTO / "Like".

Ficará assim actualizado sobre as nossas notícias
Obrigado e bem haja

domingo, 4 de março de 2012

Descolonização: para os que têm a memória curta!... por Antonio Barreto

Angola é nossa!
Só hoje me chegou às mãos um livro editado em 2007, Holocausto em Angola, da autoria de Américo Cardoso Botelho (Edições Vega). O subtítulo diz: 'Memórias de entre o cárcere e o cemitério'. O livro é surpreendente. Chocante. Para mim, foi. E creio que o será para toda a gente, mesmo os que 'já sabiam'. Só o não será para os que sempre souberam tudo. O autor foi funcionário da Diamang, tendo chegado a Angola a 9 de Novembro de 1975, dois dias antes da proclamação da independência pelo MPLA. Passou três anos na cadeia, entre 1977 e 1980. Nunca foi julgado ou condenado. Aproveitou o papel dos maços de tabaco para tomar notas e escrever as memórias, que agora edita. Não é um livro de história, nem de análise política. É um testemunho. Ele viu tudo, soube de tudo. O que ali se lê é repugnante. Os assassínios, as prisões e a tortura que se praticaram até à independência, com a conivência, a cumplicidade, a ajuda e o incitamento das autoridades portuguesas. E os massacres, as torturas, as exacções e os assassinatos que se cometeram após a independência e que antecederam a guerra civil que viria a durar mais de vinte anos, fazendo centenas de milhares de mortos. O livro, de extensas 600 páginas, não pode ser resumido. Mas sobre ele algo se pode dizer.
O horror em Angola começou ainda durante a presença portuguesa. Em 1975, meses antes da independência, já se faziam 'julgamentos populares', perante a passividade das autoridades. Num caso relatado pelo autor, eram milhares os espectadores reunidos num estádio de futebol. Sete pessoas foram acusadas de crimes e traições, sumariamente julgadas, condenadas e executadas a tiro diante de toda a gente. As forças militares portuguesas e os serviços de ordem e segurança estavam ausentes. Ou presentes como espectadores.
A impotência ou a passividade cúmplice são uma coisa. A acção deliberada, outra. O que fizeram as autoridades portuguesas durante a transição foi crime de traição e crime contra a humanidade. O livro revela os actos do Alto-Comissário Almirante Rosa Coutinho, o modo como serviu o MPLA, tudo fez para derrotar os outros movimentos e se aliou explicitamente ao PCP, à União Soviética e a Cuba. Terá sido mesmo um dos autores dos planos de intervenção, em Angola, de dezenas de milhares de militares cubanos e de quantidades imensas de armamento soviético. O livro publica, em fac simile, uma carta do Alto-Comissário (em papel timbrado do antigo gabinete do Governador-geral) dirigida, em Dezembro de 1974, ao então Presidente do MPLA, Agostinho Neto, futuro presidente da República. Diz ele: 'Após a última reunião secreta que tivemos com os camaradas do PCP, resolvemos aconselhar-vos a dar execução imediata à segunda fase do plano. Não dizia Fanon que o complexo de inferioridade só se vence matando o colonizador? Camarada Agostinho Neto, dá, por isso, instruções secretas aos militantes do MPLA para aterrorizarem por todos os meios os brancos, matando, pilhando e incendiando, a fim de provocar a sua debandada de Angola. Sede cruéis sobretudo com as crianças, as mulheres e os velhos para desanimar os mais corajosos. Tão arreigados estão à terra esses cães exploradores brancos que só o terror os fará fugir. A FNLA e a UNITA deixarão assim de contar com o apoio dos brancos, de seus capitais e da sua experiência militar. Desenraízem-nos de tal maneira que com a queda dos brancos se arruíne toda a estrutura capitalista e se possa instaurar a nova sociedade socialista ou pelo menos se dificulte a reconstrução daquela'.
Estes gestos das autoridades portuguesas deixaram semente. Anos depois, aquando dos golpes e contragolpes de 27 de Maio de 1977 (em que foram assassinados e executados sem julgamento milhares de pessoas, entre os quais os mais conhecidos Nito Alves e a portuguesa e comunista Sita Valles), alguns portugueses encontravam-se ameaçados. Um deles era Manuel Ennes Ferreira, economista e professor. Tendo-lhe sido assegurada, pelas autoridades portuguesas, a protecção de que tanto necessitava, dirigiu-se à Embaixada de Portugal em Luanda. Aqui, foi informado de que o vice-cônsul tinha acabado de falar com o Ministro dos Negócios Estrangeiros. Estaria assim garantido um contacto com o Presidente da República. Tudo parecia em ordem. Pouco depois, foi conduzido de carro à Presidência da República, de onde transitou directamente para a cadeia, na qual foi interrogado e torturado vezes sem fim. Américo Botelho conheceu-o na prisão e viu o estado em que se encontrava cada vez que era interrogado.
Muitos dos responsáveis pelos interrogatórios, pela tortura e pelos massacres angolanos foram, por sua vez, torturados e assassinados. Muitos outros estão hoje vivos e ocupam cargos importantes. Os seus nomes aparecem frequentemente citados, tanto lá como cá. Eles são políticos democráticos aceites pela comunidade internacional. Gestores de grandes empresas com investimentos crescentes em Portugal. Escritores e intelectuais que se passeiam no Chiado e recebem prémios de consagração pelos seus contributos para a cultura lusófona. Este livro é, em certo sentido, desmoralizador. Confirma o que se sabia: que a esquerda perdoa o terror, desde que cometido em seu nome. Que a esquerda é capaz de tudo, da tortura e do assassinato, desde que ao serviço do seu poder. Que a direita perdoa tudo, desde que ganhe alguma coisa com isso. Que a direita esquece tudo, desde que os negócios floresçam. A esquerda e a direita portuguesas têm, em Angola, o seu retrato. Os portugueses, banqueiros e comerciantes, ministros e gestores, comunistas e democratas, correm hoje a Angola, onde aliás se cruzam com a melhor sociedade americana, chinesa ou francesa.
Para os portugueses, para a esquerda e para a direita, Angola sempre foi especial. Para os que dela aproveitaram e para os que lá julgavam ser possível a sociedade sem classes e os amanhãs que cantam.
Para os que lá estiveram, para os que esperavam lá ir, para os que querem lá fazer negócios e para os que imaginam que lá seja possível salvar a alma e a humanidade. Hoje, afirmado o poder em Angola e garantida a extracção de petróleo e o comércio de tudo, dos diamantes às obras públicas, todos, esquerdas e direitas, militantes e exploradores, retomaram os seus amores por Angola e preparam-se para abrir novas vias e grandes futuros. Angola é nossa! E nós? Somos de quem?
_________
     Artigo publicado no jornal português Público em 13/04/2008.
     * * António Barreto é cronista, cientista social, ex-ministro da Agricultura e destacado militante do Partido Socialista português. Participou em 1992 da reunião de Bilderberg.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Carta do Rosa Coutinho ao Agostinho Neto. Há verdades que vão aparecendo. Ora vejam aqui

O patife do signatário da carta junta, escapuliu-se para o outro mundo, sem responder neste pelos crimes que cometeu e que aconselhou os outros a cometerem. Esta carta é paradigmática. Pena foi que um grupo de portugueses dos autênticos, que lhe estava a preparar a cama com um processo judicial por crimes contra a humanidade fosse ultrapassado pelo seu desaparecimento. Vai ficar na história dos criminosos mundiais. É bom que o Povo Português não se esqueça deste tipo de biltres.
António Moniz Palme

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Jornal Diário do Minho: PPM/Braga defende referendo para Cabinda

A Comissão Política Regional de Braga do Partido Popular Monárquico (PPM) defende que o Governo deve desenvolver todos os esforços para garantir o direito do povo de Cabinda à auto-determinação.
Em comunicado, o PPM lamenta os trágicos incidentes registados com a selecção togolesa, mas considera que Portugal deve promover iniciativas que "levem à realização de um referendo organizado pela ONU ou pela OUA".

No mesmo comunicado, o PPM de Braga recorda que Luanda "continua sem responder às propostas de negociações com as várias FLEC's para por termo à guerra, continuando a manter a presença de mais de 40 mil militares em Cabinda".

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Comunicado - PPM Braga: Cabinda

A Comissão Política Regional de Braga reuniu no dia 11 de Janeiro de 2010, para analisar a os últimos acontecimentos em Cabinda, após um atentado da FLEC/PM contra um autocarro que transportava a delegação togolesa para o Campeonato Africano das Nações (CAN) e que vitimou um angolano e de duas pessoas da delegação do Togo.

O PPM-Braga lamenta a tragédia sucedida em Cabinda mas recorda que Luanda continua sem responder às propostas de negociações com as várias FLEC’s para por termo à guerra, continuando a manter a presença de mais de 40 mil militares em Cabinda.

O enclave de Cabinda, de onde provém mais de 80 por cento da produção petrolífera de Angola, é palco desde 1975 de uma luta armada independentista liderada pela FLEC.

O PPM-Braga reafirma a sua solidariedade para com o povo de Cabinda pelo que defende o seu direito à auto-determinação.

Cabinda é um território étnico, cultural, linguística e geograficamente distinto de Angola.

Cabinda é um enclave situado entre a República Democrática do Congo (antigo Zaire) e a República do Congo, que através do TRATADO DE SIMULAMBUCO, de 1 de Fevereiro de 1885, por requerimento dos Príncipes e Governadores se colocou sobre a protecção de Portugal.

A Constituição de 1933 consagrava a distinção entre Província Colonial de Angola e o Protectorado de Cabinda.

Só em 1956, ditada por necessidades de ordem burocrática, se procedeu à união administrativa.

O acordo celebrado entre Portugal e os representantes de Angola (MPLA, UNITA e FNLA) em 15 de Janeiro de 1975 – acordos de Alvor – é um acto inconstitucional, ilegítimo e sem qualquer validade por declarar Cabinda parte integrante de Angola.

Tanto como Alvor, Cabinda foi esquecida em Bicesse.

Deve o governo português desenvolver todos os esforços para garantir o direito, que é um princípio de direito internacional, deste povo à autodeterminação promovendo as iniciativas que levem à realização de um referendo organizado pela ONU e pela OUA.

Vem a propósito lembrar todas as responsabilidades que ainda hoje se assacam a Mário Soares e Almeida Santos, pelo processo de descolonização que promoveram…

Também aqui, como também o foi em Timor, Portugal tem responsabilidades.


Pela Comissão

Manuel Beninger

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

VII Congresso da UNITA, na Jamba

Por acaso, os senhores conhecem alguém nesta fotografia? No VII Congresso da UNITA, na Jamba...???

João Soares, Teresa Ricoh, Jonas Savimbi, António Maria Pereira.

E quem mais?

SR. ARMANDO VARA

quinta-feira, 5 de novembro de 1992

Jornal Diário do Minho: JM acusa Governo de entregar Angola ao MPLA

Direcção Nacional da Juventude Monárquica acusou ontem o Governo português de ter entregue Angola ao MPLA.
Em comunicado enviado ao Diário do Minho, a estrutura nacional da JM sustenta que "o Governo português, invocando uma pretensa postura de Estado, tem vindo a apoiar, objectivamente, desde há uns anos, quer interna quer externamente, o MPLA e a acusar as oposições e o próprio Presidente da República de promoverem diplomacias paralelas".

O Governo português - acrescenta - promoveu as conversações que conduziram ao processo de paz em Angola e que culminaram com a assinatura dos acordos de Bicesse, onde se asseguravam condições de segurança para a UNITA, na base do qual se realizaram as eleições, cuja democraticidade, depois dos recentes acontecimentos, os jovens monárquicos põem em causa.

Para a JM, "a acção de extermínio sistemático dos mais altos dirigentes da UNITA que até à última hora permaneceram indefesos em Luanda, só pode entender-se como uma acção previamente delineada e desenvolvida com uma eficácia militar".

"Que conclusão tirar senão a de que o Governo português - e designadamente Cavaco Silva, João de Deus Pinheiro e Durão Barroso - objectivamente entregou de mão beijada Angola ao MPLA", pode ler-se no comunicado.

A terminar o texto, os jovens monárquicos lembram ainda "todas as responsabilidades que ainda hoje se assacam a Mário Soares e Almeida Santos, pelo processo de descolonização que promoveram".

O documento enviado ao Diário do Minho é assinado pelo bracarense Manuel Beninger.