Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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domingo, 14 de outubro de 2012

PPM NO PARLAMENTO REGIONAL DOS AÇORES

Paulo Estêvão foi reeleito deputado regional para o Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.
Na ilha do Corvo, o PPM, o presidente do Partido Popular Monárquico conseguiu um resultado expressivo, com 32,7% dos votas nas urnas.
A direcção do PPM no apoio a S.A.R., o Senhor Dom Duarte Duque de Bragança.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

António Machado, o único presidente de Junta de Freguesia do distrito de Braga eleito pelo PPM

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Visita a Fraião, acompanhados de António Machado, o único presidente de Junta de Freguesia do distrito de Braga eleito pelo PPM.
Fraião é uma freguesia que nos últimos dez anos cresceu 200 por cento em alojamentos e em residentes. Basta dizer que em 2005 tinha 2150 eleitores, cinco anos depois passou para 3200 eleitores e agora terá mais de quatro mil eleitores e mais de cinco mil residentes.

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Jantar de Reis 2012: O Jantar com Sua Majestade (4)

S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, acompanhado pelo Arcebispo de Braga e Primaz das Hispânias D. Jorge Ortiga e pelo cancelário-mor e presidente da concelhia de Braga da Confraria do Vinho Verde Drº Luís Rufo.
Sua Majestade Dom Duarte, o Reverendíssimo Arcebispo de Braga D. Jorge Ortiga, Drº Luís Damásio, presidente da real Associação de Braga e Drº Luís Rufo.
Sua Majestade e a organização do Jantar de Reis 2012.Drº Afonso Henriques e a Confraria do Chapelão (Esq.), Drª Sónia Cunha e Drº Paulo Dias (dir.), Drº Conceição Fernandes (de costas), Drº António Sabugosa Portal Madeira.A Confraria Os Cantiguinhas na mesa com o presidente da Associação Industrial do Minho, Drº António Marques, Drº José Esperança e esposa Drª Celina (ambos de costas) e Drº Gonçalo Pimenta de Castro.
Luís Filipe e Ricardo Galrão.Drº António Macedo, presidente da Associação Comercial de Braga, Engº Abílio Vilaça, presidente da Adere-Minho e director da Associação Comercial de Braga, Drª Teresa Costa, directora Geral da Adere-Minho.Drº João Granja, presidente da concelhia de Braga do PSD, Engº Raul Peixoto, presidente da Assembleia de Freguesia de Merelim S. Pedro, Drª Cristina Palhares, César Braia e Arqº José Silva Basto.Drº Pedro Correia e Drª Fátima Castro.A mesa das "princesas". Drª Maria Augusta Braga, Drª Francisca Brandão, Drª Margarida Rosário e mãe.Confrarias portuguesas.Confraria do Pão-de-ló Tradicional.Confraria Queirosiana.Drº Jorge Leão, presidente da Real Associação do Porto.A mesa do "tio patinhas" de Braga. Drº Luís Guilherme, tesoureiro da Real Associação de Braga e Drº Fernando Solva Monteiro.
Drº António Pedro Lima e a Confraria da Panela ao Lume.
Drº Eduardo Carqueja e Drª Paula Carqueja.
Drº Rui Carreira e António Machado de Panoias.
António Machado, presidente da Junta de Freguesia de Fraião e presidente dos Bombeiros Voluntários de Braga com o Drº António Macedo, presidente da Associação Comercial de Braga.
Confraria do Queijo Serra da Estrela.
Drº Armando Botelho Machado e Drº Fernando de Sá Menezes.
Drº José Esperança e esposa Drª Celina com o presidente da Associação Industrial do Minho, Drº António Marques.
Drº Portal Madeira e Drº Nuno Tavares.
Drª Isabel Beninger, Drª Helga Correia, Drº Júlio Paiva, Drº Philippe, Drº Miguel Pignatelli Queiroz e o jornalista Joaquim da TV Minho.
Os populares monárquicos montaram o seu “quartel-general” numa só mesa. Drº António Loulé, director do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, Drº Luís Barreiros, Engº Paulo Alves, Drº Paulo Estêvão, Drº Jorge Cirne e Engº Manuel Sampayo com a filha.
Padre Lopes na companhia de Manuel Costa, Júlio Domingues, Diniz Ribeiro, António Meireles, Domingos Mendes e Engº Miguel Queimada da Real Confraria do Vinho Alvarinho.
Drº Carlos Aguiar Gomes, presidente da Associação Famílias, Drº Silva Pereira, director do jornal Diário do Minho, Eduardo da Costa Seixas e Engº Pedro Malheiro.
Drº Emílio de Sousa Magalhães, administrador do Palácio da Brejoeira e Dona Maria Guilhermina, viscondessa Viamonte da Silveira.

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Fraião assume “compromisso de gestão séria e honesta com o dinheiro público em 2012”


As Opções do Plano e Orçamento para 2012 da Junta de Freguesia de Fraião “configuram um compromisso de uma gestão séria e honesta com o dinheiro público que está à responsabilidade deste executivo”, salientou o presidente da autarquia de Fraião, António Machado, na apresentação daqueles documentos em recente Assembleia de Freguesia – documentos que foram aprovados com a abstenção dos eleitos do PS.
A grande preocupação deste executivo será a acção social, procurando ajudar as pessoas mais frágeis e em situação de maior carência económica na nossa freguesia”, disse António Machado, acrescentando que “continuaremos a apoiar a Associação de Pais de Fraião assumindo o funcionamento da cantina e a execução das actividades de Apoio à Família (prolongamento de horário e interrupções lectivas) e as crianças da Escola EB1/Jardim de Infância, promovendo o interesse pelo estudo e pela escola e atribuindo prémios de mérito escolar”.
Por outro lado, continuarão as “actividades dirigidas à população, nomeadamente os passeios e as festas temáticas, destacando-se entre estas os Reis e o Carnaval”, disse ainda António Machado.
Não apresentamos nem investimentos nem obras, pois aquela que é a prioridade deste executivo, em detrimento de qualquer outra, é o arranjo urbanístico da zona envolvente da nova igreja de Fraião”, mas – acrescenta o autarca – “esta obra não consta do Plano e Orçamento do município de Braga para o ano de 2012, o que deixa este executivo profundamente chocado pela falta de respeito para com a freguesia de Fraião”.
Na apresentação dos documentos, o executivo de Fraião lembrou que “a conjuntura nacional e internacional prevista para 2012 é conhecida de todos” e que “os compromissos assumidos pelo Governo português com o Fundo Monetário Internacional reflectem-se na vida de toda a população em geral e de uma forma muito particular na actividade económica e financeira de todas as entidades públicas e privadas, sendo fácil constatar o posicionamento de contenção nos seus orçamentos previsionais para o próximo ano económico”. Daí que a freguesia de Fraião, “à semelhança de todas as freguesias portuguesas, não escape à triste realidade nacional e se debata com o maior de todos os problemas do pais, a falta de dinheiro”.

domingo, 1 de janeiro de 2012

PPM e PSD fazem balanço do actual mandato autárquico: “Mudança na gestão municipal é imprescindível e irreversível”


PSD e PPM reprovam gestão socialista na Câmara

O PSD e o PPM assumiram “uma total convergência de pontos de vista ao fazerem o balanço do actual mandato autárquico, caracterizado mais uma vez pelos erros da gestão de maioria socialista na Câmara de Braga e pelas omissões que tanto têm prejudicado ao longo dos tempos Braga e os Bracarenses” – referiu o presidente da Comissão Política de Secção (CPS) do PSD/Braga. Uma “convergência” que aponta para uma mudança “absolutamente premente” na gestão camarária e que os responsáveis da Coligação querem fazer irreversível.

João Granja falava no final de uma reunião de trabalho que juntou responsáveis daquelas duas forças políticas que integram a Coligação “Juntos por Braga”. Da parte do PSD, e além de João Granja, estiveram presentes Serafim Rebelo e António Barroso, enquanto a delegação do PPM era constituída por Manuel Beninger, António Machado e Sílvia Oliveira. Esteve também presente o líder da Coligação, Ricardo Rio.
A diminuição no investimento municipal (com claro prejuízo para as Freguesias) e o abandono até de projectos emblemáticos da maioria socialista – de que o caso mais paradigmático é a piscina olímpica – foram dois dos exemplos apontados por João Granja no que toca aos “erros” e “omissões” da gestão socialista.
Segundo o entendimento unânime dos presentes nesta reunião de trabalho entre PSD e PPM, “impõe-se de forma absolutamente premente a mudança na gestão da Câmara Municipal de Braga, para um projecto que a Coligação “Juntos por Braga” tem vindo a construir de há anos a esta parte, com uma clara reorientação das prioridades e projectos para áreas que lidam de forma concreta com a vida dos bracarenses, como a dinamização económica, o apoio social, a política de habitação, a regeneração urbana”.
Ricardo Rio, por seu turno, expressou a sua “satisfação pela forma como o trabalho autárquico conjunto tem sido desenvolvido”, destacando ainda “a qualidade e a pertinência das intervenções do PPM na Assembleia Municipal”.
Relativamente ao futuro, Manuel Beninger reiterou “o total empenho do PPM na concretização da mudança na gestão municipal, traduzida de forma inevitável no projecto da Coligação Juntos por Braga, com o qual nos mantemos solidários e activos”.
Todavia, Manuel Beninger apresentou a visão do PPM no sentido de que “mesmo reconhecendo que a escolha da liderança da futura candidatura da Coligação Juntos por Braga cabe ao PSD, o PPM terá que reequacionar a sua participação neste projecto caso essa liderança não seja corporizada pelo actual líder da Coligação, Ricardo Rio”, pessoa na qual – acrescentou Beninger – os monárquicos bracarenses “revêem o perfil, a capacidade, a energia e a postura necessárias à viragem que se impõe na gestão municipal Bracarense”.
Durante a reunião, os dois partidos reforçaram ainda a “vontade de continuar a desenvolver futuras iniciativas conjuntas com a população Bracarense”, chamando também a essa participação a outra força política que integra a Coligação “Juntos por Braga”, o CDS-PP.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

António Machado protesta contra indiferença da CMB para com a freguesia Fraião que preside

O autarca de Fraião, eleito pelo PPM na coligação "Juntos por Braga", denuncia promessa não cumprida do adro


O presidente da Junta de Fraião, António Machado, aproveitou o tempo do PPM, no debate das Opções do Plano na Assembleia Municipal, para denunciar o não cumprimento da promessa do edil Mesquita Machado de arranjar o adro da nova igreja de Fraião.

«Tenho que lamentar profundamente a indiferença com que trata Fraião», começou por dizer o autarca monárquico, eleito pela coligação, reconhecendo que «o novo templo é sobretudo fruto» do seu adversário político, o falecido Domingos da Silva Teixeira.

A igreja está praticamente pronta, mas ainda não foi benzida, porque a Câmara «ainda não cumpriu a promessa de arranjar o adro, como tinha prometido» à Paróquia de Fraião e ao conhecido mecenas local, ainda em vida, e como «é normal fazer nas demais localidades», afirmou António Machado.

«Lembra-se senhor presidente?», desafiou, voltado para Mesquita, para c

oncluir: «Espero que a Câmara cumpra a promessa em breve, pois o povo católico de

Fraião quer benzer a sua igreja, e que não tenhamos de esperar pelas vésperas das eleições, como aconteceu com o Parque de Lamaçães, que chamo de Fraião».

A referência ao “povo católico” motivou a exaltação do comunista presidente da Sé, que interrompeu para notar que «o Estado é laico», numa discussão directa exacerbada, não permitida pelos regulamentos, que acabou com a intervenção do presidente.

“Diário do Minho” de 9 de Dezembro

sábado, 17 de setembro de 2011

António Machado estranha alienação do Parque Arborizado de Fraião


Jornal “Diário do Minho” de 16 de Setembro, pág. 7

António Machado diz ter tido conhecimento pela comunicação social.
Junta de Fraião estranha alienação do Parque Arborizado de Lamaçães.

O executivo da Junta de Fraião afirma estar a aguardar «com serenidade o desenvolvimento do anunciado processo de alienação do direito de ocupação de uma área de 375 metros quadrados no denominado Parque Arborizado de Lamaçães, um espaço que, tendo aquela designação, se encontra totalmente na área da freguesia»,
O presidente da Junta, António Machado, afirmando que soube deste assunto pela comunicação social, manifesta «estranheza» pelo facto de a sua autarquia local «não ter tido sequer uma palavra da parte da Câmara Municipal acerca deste assunto».
«Sendo certo que se trata de uma questão que está a ser conduzida pela Divisão de Património e Aprovisionamento da Câmara, consideramos que poderíamos e deveríamos pelo menos ter tido conhecimento da situação», sustentou António Machado.
Recorde-se que através de edital datado de 11 de Agosto e assinado pelo presidente da Câmara, Mesquita Machado, foi anunciada a decisão de proceder à alienação do direito de ocupação daquela área, com um preço base de 250 euros.
«Nós, enquanto executivo da Junta de Freguesia de Fraião, não temos nada contra as decisões e iniciativas que possam contribuir para o enriquecimento cultural, social e ambiental da nossa freguesia», afirma o presidente.
«No entanto, também entendemos que não fomos eleitos pela população apenas para tratar de atestados e de licenças de canídeos, pelo que consideramos que em todo este processo alguém da Câmara Municipal de Braga falhou ao nem sequer ter apresentado uma palavra de satisfação à Junta de Freguesia de Fraião dando conta de uma deliberação que, em último caso, também diz directamente respeito a esta freguesia», defendeu ainda António Machado.
O autarca espera «que, para esta matéria, seja encontrada uma solução verdadeiramente condigna com a qualidade e a dimensão do espaço de um parque que está totalmente implantado na área da freguesia de Fraião».
Segundo o que está protagonizado, trata-se da construção de um equipamento com dois pisos, com uma forte componente comercial, reservando uma área para um centro interpretativo ambiental.
A construção vai abarcar um amplo espaço de café e bar, com sala de café, bar e esplanada panorâmica sobre o vale urbano a norte, incluindo serviços complementares de cozinha e copas, arrecadações, sanitários e vestiários, segundo o que ficou definido pela Direcção Municipal de Planeamento e Ordenamento da Câmara Municipal de Braga.
«É uma “verdade de La Palisse” que são os autarcas das freguesias, sejam elas urbanas ou não, que estão no terreno, que melhor conhecem as realidades dessas freguesias e, sobre esta matéria, em que, repetimos, o executivo da Junta de Fraião não foi tido nem achado, cumpre-nos desde logo questionar o motivo pelo qual esta decisão foi agora tomada, sem obviamente pôr em causa a sua utilidade futura, porque isso ainda estamos para constatar», disse ainda António Machado.
Para o presidente da Junta de Fraião «também é estranho que a decisão praticamente não tenha sido publicitada, que seja uma alienação em hasta pública com um preço-base de 250 euros e que seja por um período de 50 anos».
Entretanto, contactado a este propósito o presidente da Junta de Freguesia de Lamaçães, Fernando Peixoto confirmou que «o designado Parque Arborizado de Lamaçães encontra-se efectivamente implantado na área da freguesia de Fraião».
O autarca de Lamaçães adiantou mesmo que «existem, de resto, diversos equipamentos, sobejamente conhecidos, denominados como “de Lamaçães” mas que, na realidade, estão fora da área da nossa freguesia».
Recorde-se ainda que este designado Parque Arborizado do Vale de Lamaçães teve a sua inauguração a 6 de Outubro de 2009, tendo sido concretizado na sequência de uma candidatura que, para o efeito, foi apresentado aos fundos comunitários.


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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Monçanense é candidato pelo Partido Popular Monárquico

Jornal “A terra minhota”, de 1 de Junho, pág. 20


Monçanense é candidato pelo Partido Popular Monárquico

Júlio Domingues, embora nascido em Melgaço, desde há muitos anos reside em Longos Vales, no concelho de Monção, e é o cabeça-de-lista pelo distrito de Viana do Castelo do Partido Popular Monárquico. Estreante, defende o regresso à monarquia para fomentar a coesão social.

O candidato refere que desde 1957 um grupo de monárquicos começou a mobilizar-se com João Camossa e Henrique e apresentaram-se como opositores ao Estado Novo. Desde sempre que o PPM apresentou uma lista por Viana do Castelo, porque como defende Júlio Domingues, “o PPM considera-se o único herdeiro da fórmula partidária, do constitucionalismo monárquico do século XIX”. O candidato refere que o Partido pelo qual concorre participou no III Congresso da Oposição, de Aveiro, e no pós-25 de Abril, o monárquico Ribeiro Teles participou na Aliança Democrática com Sá Carneiro e Freitas do Amaral.

Actualmente o PPM é dirigido por Paulo Estêvão, deputado nos Açores e um dos “objectivo dos actuais órgãos do Partido é fazê-lo regressar ao Parlamento e ao Governo do país, readquirindo, desta forma, um lugar cimeiro no actual sistema político português”.

Júlio Domingues reconhece a dificuldade em ser eleito deputado, mas informa que o movimento monárquico acredita na eleição dos elementos do PPM de Braga, Manuel Beninger e António Machado. No entanto, a par da defesa dos valores da família e de outras obras prioritárias para o distrito de Viana do Castelo, Júlio Domingues não deixa de elogiar uma obra distrital. Júlio Domingues refere o Parque Eólico do Alto Minho I não só em termos de criação de emprego, mas também paisagístico, “foi uma mais-valia para o distrito”, acreditando que o futuro da região necessita de obras semelhantes e na aposta “consistente” no turismo rural.

Como monárquico critica a figura do presidente da República, porque “quando é eleito é para dez anos”, constata. Segundo o candidato do PPM distrital, “nos primeiros cinco anos tenta ser cordato e não compromete a tão desejada reeleição para manter o clientelismo. No segundo mandato, é mais interventivo com vista a favorecer as forças políticas que o elegeram”.

Júlio Domingues lembra ainda as vantagens de um regime monárquico em relação à República, dando o exemplo de Espanha. Portugal custa a cada cidadão 1,58 euros e a monarquia em Espanha custa 0,19 euros. O Estado português transfere 16 milhões para a República enquanto em Espanha a monarquia representa 9 milhões de euros.

Na opinião de Júlio Domingues, “os portugueses tem razões para pôr este Governo e os anteriores em tribunal. E Cavaco Silva não é excluído”, conclui Júlio Domingues.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

PPM apresenta lista candidata às próximas eleições no Tribunal de Braga


O Partido Popular Monárquico (PPM) apresentou, no Tribunal de Braga, a lista candidata às eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Braga. A lista é encabeçada por Manuel Beninger, deputado municipal de Braga, destacando-se também o presidente da junta de freguesia de Fraião, António Machado, a deputada municipal de Braga, Sílvia Oliveira, o candidato da coligação Juntos por Braga à freguesia de Penso Santo Estêvão, Domingos Mendes Pereira, António Augusto Brandão de Famalicão e Armando Botelho Machado, de Vieira do Minho, entre outros candidatos.

O grande objectivo passa pela eleição de um deputado popular monárquico que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa.

Portugal está no rescaldo das comemorações do centenário da República e o balanço final destes cem anos não é nada auspicioso. Veja-se, de relance, realizações desta república, onde ressalta o desvario do dinheiro fácil, a ilusão de um progresso baseado em obras mastodônticas e inúteis e o desmantelar do tecido produtivo agrícola – as reservas estratégicas alimentares foram completamente ignoradas –, piscatório e industrial português.

Os Presidentes da República Portuguesa, eleitos por dois mandatos consecutivos, têm duas formas de actuação, consoante estão no primeiro ou no segundo mandato: no primeiro tentam ser mais cordatos, de forma a não comprometerem a tão desejada e esperada reeleição, enquanto que no segundo se tornam mais interventivos, quase sempre a favor das forças políticas que os elegeram.

Nesta campanha o PPM direcciona-se para a sensibilização do eleitorado no que respeita: - Defesa da vida. É importante que todos os defensores da dignidade da pessoa humana e dos direitos do Homem se associem, sobretudo quando a vida humana antes de nascer está ameaçada. Em Portugal, são mortas por aborto todos os dias 53 bebés, legalmente! Provavelmente serão muito mais já que não estão contabilizados os abortos clandestinos que existem.

- Crise agrícola minhota. Existe uma crise indisfarçável na agricultura portuguesa, onde o PPM lamenta que até hoje ninguém tenha sido responsabilizado, quer política quer criminalmente, pelos danos que vêm provocando ao país, eliminando a sua economia rural.

Fonte: maisactual.pt

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Tomada de posse da Junta de Freguesia de Fraião

O nosso correlegionário António Machado tomou posse como Presidente da Junta de Freguesia de Fraião.
António Álvaro da Costa Machado foi eleito por uns expressivos 48,43% dos votos, elegendo a sua lista 5 membros para a Assembleia de Freguesia.

Devo confessar que foi o António um dos principais responsáveis pelo meu ingresso no partido onde hoje me encontro. Na altura, na Juventude Monárquica. Já lá vão mais de vinte e cinco anos.

António Machado é presidente dos Bombeiros Voluntários de Braga, vice-presidente da Mesa da Federação dos Bombeiros do distrito de Braga e presidente da Assembleia Geral da Associação Portuguesa Paramiloidose.
Foi durante muitos anos Presidente da Mesa do Congresso e do Conselho Nacional do Partido Popular Monárquico.

É destas pessoas, não só como políticos, que o nossa partido precisa ter como referencial.

Bem hajas António

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Resultados do PPM em Braga

Sílvia Oliveira e António Machado

O Partido Popular Monárquico, no concelho de Braga, reelegeu o presidente de Junta de Freguesia de Fraião, António Machado. O nosso amigo e companheiro venceu com maioria estas últimas eleições.

Em São João de Souto, elegemos o tesoureiro da mesma junta cessante, António Brandão, para um novo mandato.

Também, em muitas freguesias do nosso concelho, elegemos membros para as Assembleias de Freguesia.

Para a Assembleia Municipal de Braga, foi com satisfação que igualmente reelegemos o nosso grupo municipal, constituído por dois deputados. Os populares monárquicos Sílvia Oliveira e Manuel Beninger.

Para a Câmara Municipal, o resultado não foi o desejado. Sabendo da dificuldade que é concorrer contra um governo autárquico instituído, com o seu “poder tentacular” instalado, a Coligação “Juntos por Braga”, constituída pelo PSD, CDS e PPM, alcançou a sua melhor votação de sempre, obtendo um resultado de 42,00%, ganhando mais de 6.100 votos em relação a 2005.

A Coligação aumentou a votação, atingindo mais de 41 mil votos, e conquistou seis juntas de freguesia ao PS, uma delas na zona urbana, a de São Vicente.

Não foi suficiente, mas ditou a vontade popular.

É também para isto que serve o PPM. Poder criar sinergias entre os vários partidos, potenciar movimentos ou coligações, sempre com um único objectivo: servir a causa pública.

Sempre com sentido de serviço e espírito democrático.