Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
terça-feira, 20 de novembro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
PPM NO PARLAMENTO REGIONAL DOS AÇORES
quarta-feira, 18 de abril de 2012
António Machado, o único presidente de Junta de Freguesia do distrito de Braga eleito pelo PPM
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Jantar de Reis 2012: O Jantar com Sua Majestade (4)
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Fraião assume “compromisso de gestão séria e honesta com o dinheiro público em 2012”
domingo, 1 de janeiro de 2012
PPM e PSD fazem balanço do actual mandato autárquico: “Mudança na gestão municipal é imprescindível e irreversível”
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
António Machado protesta contra indiferença da CMB para com a freguesia Fraião que preside

O autarca de Fraião, eleito pelo PPM na coligação "Juntos por Braga", denuncia promessa não cumprida do adro
O presidente da Junta de Fraião, António Machado, aproveitou o tempo do PPM, no debate das Opções do Plano na Assembleia Municipal, para denunciar o não cumprimento da promessa do edil Mesquita Machado de arranjar o adro da nova igreja de Fraião.
«Tenho que lamentar profundamente a indiferença com que trata Fraião», começou por dizer o autarca monárquico, eleito pela coligação, reconhecendo que «o novo templo é sobretudo fruto» do seu adversário político, o falecido Domingos da Silva Teixeira.
A igreja está praticamente pronta, mas ainda não foi benzida, porque a Câmara «ainda não cumpriu a promessa de arranjar o adro, como tinha prometido» à Paróquia de Fraião e ao conhecido mecenas local, ainda em vida, e como «é normal fazer nas demais localidades», afirmou António Machado.
«Lembra-se senhor presidente?», desafiou, voltado para Mesquita, para c
oncluir: «Espero que a Câmara cumpra a promessa em breve, pois o povo católico de
Fraião quer benzer a sua igreja, e que não tenhamos de esperar pelas vésperas das eleições, como aconteceu com o Parque de Lamaçães, que chamo de Fraião».
A referência ao “povo católico” motivou a exaltação do comunista presidente da Sé, que interrompeu para notar que «o Estado é laico», numa discussão directa exacerbada, não permitida pelos regulamentos, que acabou com a intervenção do presidente.

“Diário do Minho” de 9 de Dezembro
sábado, 17 de setembro de 2011
António Machado estranha alienação do Parque Arborizado de Fraião

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sexta-feira, 3 de junho de 2011
Monçanense é candidato pelo Partido Popular Monárquico

Jornal “A terra minhota”, de 1 de Junho, pág. 20
Monçanense é candidato pelo Partido Popular Monárquico
Júlio Domingues, embora nascido em Melgaço, desde há muitos anos reside em Longos Vales, no concelho de Monção, e é o cabeça-de-lista pelo distrito de Viana do Castelo do Partido Popular Monárquico. Estreante, defende o regresso à monarquia para fomentar a coesão social.
O candidato refere que desde 1957 um grupo de monárquicos começou a mobilizar-se com João Camossa e Henrique e apresentaram-se como opositores ao Estado Novo. Desde sempre que o PPM apresentou uma lista por Viana do Castelo, porque como defende Júlio Domingues, “o PPM considera-se o único herdeiro da fórmula partidária, do constitucionalismo monárquico do século XIX”. O candidato refere que o Partido pelo qual concorre participou no III Congresso da Oposição, de Aveiro, e no pós-25 de Abril, o monárquico Ribeiro Teles participou na Aliança Democrática com Sá Carneiro e Freitas do Amaral.
Actualmente o PPM é dirigido por Paulo Estêvão, deputado nos Açores e um dos “objectivo dos actuais órgãos do Partido é fazê-lo regressar ao Parlamento e ao Governo do país, readquirindo, desta forma, um lugar cimeiro no actual sistema político português”.
Júlio Domingues reconhece a dificuldade em ser eleito deputado, mas informa que o movimento monárquico acredita na eleição dos elementos do PPM de Braga, Manuel Beninger e António Machado. No entanto, a par da defesa dos valores da família e de outras obras prioritárias para o distrito de Viana do Castelo, Júlio Domingues não deixa de elogiar uma obra distrital. Júlio Domingues refere o Parque Eólico do Alto Minho I não só em termos de criação de emprego, mas também paisagístico, “foi uma mais-valia para o distrito”, acreditando que o futuro da região necessita de obras semelhantes e na aposta “consistente” no turismo rural.
Como monárquico critica a figura do presidente da República, porque “quando é eleito é para dez anos”, constata. Segundo o candidato do PPM distrital, “nos primeiros cinco anos tenta ser cordato e não compromete a tão desejada reeleição para manter o clientelismo. No segundo mandato, é mais interventivo com vista a favorecer as forças políticas que o elegeram”.
Júlio Domingues lembra ainda as vantagens de um regime monárquico em relação à República, dando o exemplo de Espanha. Portugal custa a cada cidadão 1,58 euros e a monarquia em Espanha custa 0,19 euros. O Estado português transfere 16 milhões para a República enquanto em Espanha a monarquia representa 9 milhões de euros.
Na opinião de Júlio Domingues, “os portugueses tem razões para pôr este Governo e os anteriores em tribunal. E Cavaco Silva não é excluído”, conclui Júlio Domingues.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
PPM apresenta lista candidata às próximas eleições no Tribunal de Braga

O Partido Popular Monárquico (PPM) apresentou, no Tribunal de Braga, a lista candidata às eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Braga. A lista é encabeçada por Manuel Beninger, deputado municipal de Braga, destacando-se também o presidente da junta de freguesia de Fraião, António Machado, a deputada municipal de Braga, Sílvia Oliveira, o candidato da coligação Juntos por Braga à freguesia de Penso Santo Estêvão, Domingos Mendes Pereira, António Augusto Brandão de Famalicão e Armando Botelho Machado, de Vieira do Minho, entre outros candidatos.
O grande objectivo passa pela eleição de um deputado popular monárquico que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa.
Portugal está no rescaldo das comemorações do centenário da República e o balanço final destes cem anos não é nada auspicioso. Veja-se, de relance, realizações desta república, onde ressalta o desvario do dinheiro fácil, a ilusão de um progresso baseado em obras mastodônticas e inúteis e o desmantelar do tecido produtivo agrícola – as reservas estratégicas alimentares foram completamente ignoradas –, piscatório e industrial português.
Os Presidentes da República Portuguesa, eleitos por dois mandatos consecutivos, têm duas formas de actuação, consoante estão no primeiro ou no segundo mandato: no primeiro tentam ser mais cordatos, de forma a não comprometerem a tão desejada e esperada reeleição, enquanto que no segundo se tornam mais interventivos, quase sempre a favor das forças políticas que os elegeram.
Nesta campanha o PPM direcciona-se para a sensibilização do eleitorado no que respeita: - Defesa da vida. É importante que todos os defensores da dignidade da pessoa humana e dos direitos do Homem se associem, sobretudo quando a vida humana antes de nascer está ameaçada. Em Portugal, são mortas por aborto todos os dias 53 bebés, legalmente! Provavelmente serão muito mais já que não estão contabilizados os abortos clandestinos que existem.
- Crise agrícola minhota. Existe uma crise indisfarçável na agricultura portuguesa, onde o PPM lamenta que até hoje ninguém tenha sido responsabilizado, quer política quer criminalmente, pelos danos que vêm provocando ao país, eliminando a sua economia rural.
Fonte: maisactual.pt
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Tomada de posse da Junta de Freguesia de Fraião
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Resultados do PPM em Braga

Sílvia Oliveira e António Machado
O Partido Popular Monárquico, no concelho de Braga, reelegeu o presidente de Junta de Freguesia de Fraião, António Machado. O nosso amigo e companheiro venceu com maioria estas últimas eleições.
Também, em muitas freguesias do nosso concelho, elegemos membros para as Assembleias de Freguesia.
Para a Assembleia Municipal de Braga, foi com satisfação que igualmente reelegemos o nosso grupo municipal, constituído por dois deputados. Os populares monárquicos Sílvia Oliveira e Manuel Beninger.
Para a Câmara Municipal, o resultado não foi o desejado. Sabendo da dificuldade que é concorrer contra um governo autárquico instituído, com o seu “poder tentacular” instalado, a Coligação “Juntos por Braga”, constituída pelo PSD, CDS e PPM, alcançou a sua melhor votação de sempre, obtendo um resultado de 42,00%, ganhando mais de 6.100 votos em relação a 2005.
A Coligação aumentou a votação, atingindo mais de 41 mil votos, e conquistou seis juntas de freguesia ao PS, uma delas na zona urbana, a de São Vicente.
Não foi suficiente, mas ditou a vontade popular.
É também para isto que serve o PPM. Poder criar sinergias entre os vários partidos, potenciar movimentos ou coligações, sempre com um único objectivo: servir a causa pública.
Sempre com sentido de serviço e espírito democrático.

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