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Manuel Beninger

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domingo, 4 de janeiro de 2015

JANTAR DE REIS BRAGA 2015

Caros amigos

O JANTAR DE REIS vai realizar a sua 6ª edição no dia 17 de Janeiro de 2015, no Meliá Hotel, em Braga.
Como já é tradição deste evento seremos honrados com a notável presença de S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
Esta iniciativa, já com tradição na cidade de Braga, assenta numa vontade transversal a muitos actores locais, movimentos e associações monárquicas, bem como a individualidades com relevância política e social na região.
Na continuidade do que já tem sido feito, teremos no JANTAR DE REIS BRAGA 2015 a promoção do património cultural, nomeadamente a gastronomia, o vinho e o artesanato. Serão convidadas confrarias portuguesas, associação de artesãos e empresas de produtos regionais.
São objectivos do jantar de Reis Braga:
- a promoção da cultura portuguesa, nos seus saberes e fazeres mais tradicionais aos seus saberes e fazeres mais empreendedores, nele promovemos os produtos portugueses locais com a presença das Confrarias Portuguesas, tanto gastronómicas como báquicas, para além de outras de cariz muito diversificado. Neste contexto de elevação de Portugal, dos portugueses, da sua produção e dos seus produtos temos sempre como convidado de honra o S.A.R. Dom Duarte de Bragança como símbolo nacional da nossa História, cultura, tradições, língua e fronteiras, diríamos da nossa Identidade.
Também porque o momento histórico que vivemos há uns anos para cá nos tem pedido mais união e cooperação, o JANTAR DE REIS BRAGA 2015, tem como segundo objectivo:
- a solidariedade, apoiando este ano de 2015 os Bombeiros Voluntários de Braga, com todo o proveito material do mesmo.
O contributo Solidário para o JANTAR DE REIS BRAGA 2015 é de 25 € (vinte e cinco euros), por pessoa.

Despeço-me na expectativa de poder contar com a sua presença.
Manuel Beninger


Inscrições: manuel.beninger@gmail.com / + 351 969 685 260

domingo, 23 de fevereiro de 2014

S.A.R. Dom Duarte na imposição da Comenda da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa

Comenda da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa
Momento da imposição por S.A.R. Dom Duarte Pio o Duque de Bragança no Estandarte da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa da Comenda
Guarda de Honra do Estandarte da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa, composta pelo Adjunto QH Mário Rui, Bombeiro 1ª Hugo Simões, Bombeiro 2ª Pedro Moreira e Bombeiro 3ª Rui Abreu 
Cerimónia religiosa presidida por Sua Excelência Reverendíssima a Patriarca de Lisboa Dom Manuel Clemente
Momento da entrega por S.A.R. Dom Duarte Pio o Duque de Bragança ao Presidente da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa Dr. Pedro Montargil o Visconde de Montargil da Carta de Comendador Honorário da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

Fonte: Real Associação da Beira Litoral 


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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Câmara de Braga volta a dar subsídio aos bombeiros voluntários, 21 anos depois


A Câmara de Braga aprovou nesta segunda-feira a atribuição de um subsídio de 20 mil euros aos bombeiros voluntários da cidade, corporação que não recebia "qualquer ajuda" por parte da autarquia há 21 anos, revelou o presidente desta associação humanitária fundada em 1877.

O referido montante corresponde à contrapartida nacional, dentro do quadro de um financiamento europeu, que os bombeiros teriam que suportar para adquirirem uma viatura para combate a incêndios urbanos o que, explicou o presidente da câmara, Ricardo Rio, "justifica o subsídio, uma vez que está em causa a protecção da cidade e dos bracarenses". O concelho conta com uma companhia municipal de Sapadores.

Em declarações à Lusa, o presidente do Bombeiros Voluntários de Braga, António Machado, assumiu que existem salários em atraso na corporação e que esta "ajuda" por parte da autarquia "vem em muito boa hora" para a associação. Agora que a preocupação deixou de ser com a verba para aquela viatura tão importante para a nossa acção, a direcção conta regularizar "o mais breve possível" a situação salarial dos funcionários.

"O nosso principal foco são os Bombeiros Municipais, mas este executivo nunca deixará de promover articulação com as restantes entidades de protecção civil", afirmou, por seu turno, o presidente da câmara. Ricardo Rio justificou a atribuição da verba neste momento explicando que é uma "questão de oportunidade", uma vez que sem este subsídio não seria possível aos voluntários adquirirem a viatura em causa.

A atribuição deste apoio aos Bombeiros Voluntários de Braga ganha relevo, uma vez que há mais de duas décadas que a corporação não era contemplada com "qualquer ajuda" por parte da câmara. "Em 21 anos nunca recebemos nada da câmara liderada pelo Partido Socialista. Isto não facilitou em nada a nossa acção e a nossa saúde financeira, denunciou António Machado, histórico do Partido Popular Monárquico na cidade e candidato à Assembleia Municipal pela coligação PSD/CDS/PPM, que venceu as eleições de Setembro.

Público

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Parcómetros ou parquímetros? Nem uma coisa nem outra!

Braga é conhecida pelo epíteto de “cidade dos três pês”, os quais são sobejamente conhecidos e portanto a respectiva citação torna-se escusada. O que pouca gente desconhece é a vontade de alguns em acrescentar um pê aos três tradicionais, porque da noite para o dia estão a transformar Braga na cidade dos parcómetros. Ou parquímetros?! Não se sabe ao certo qual o substantivo mais adequado para nomear estas execráveis maquinetas. Sabe-se somente que são umas vorazes comedoras de moedas e estão a crescer pelas ruas bracarenses como cogumelos depois da chuva.
O município é regido há mais de trinta décadas pela mesma família política. Ainda que legitimada por sucessivos sufrágios eleitorais, este tão longo apego ao poder não estabelece o patriarca da família como dono da cidade, e muito menos confere ao próprio ou ao seu séquito, o título de propriedade das ruas do burgo. A cidade e respectivas vias continuam e continuarão a ser dos bracarenses. Desenganem-se aqueles que têm agido como se fossem os donos da cidade promovendo “o caciquismo” típico da primeira república portuguesa.
Ao entregar a concessão do estacionamento de superfície aos seus privados, a família reinante está a outorgar o que não lhe pertence e por período de tempo para o qual não tem legitimidade decisória, porquanto o contrato de concessão é de 15 anos e renovável por outros tantos. Saiba-se que o mandato do regente actual termina no final deste ano e o mesmo não poderá candidatar-se a outro subsequente. Com efeito, a família reinante nomeou para a sucessão uma figura altiva e que já afirmou rever-se em quase tudo o que foi feito pelo regente anterior. Nomeadamente, na questão da expansão das máquinas devoradoras de moedas, ou no enterrar de 8,5 milhões de euros num cabouco que se supunha vir a ser uma piscina olímpica.
Mas é verdade que o município permitira a extensão a 99 ruas e não a 100, utilizando para tal a mesma habilidade psicológica do merceeiro que vende o bacalhau a 9,99 euros em vez de 10. Pior, as 99 foram reduzidas para 27 por questões meramente eleitoralistas e visando mitigar a crescente onda de descontentamento das populações. Não obstante, o cenário terrífico duma maquineta suga-moedas à porta da casa de cada bracarense é bem real.
A justificação de tentar com esta medida melhorar o trânsito e a mobilidade no centro da cidade é também altamente falaciosa. Primeiro, o plano de expansão das ditas-cujas maquinetas vai muito além do centro da cidade. Segundo, a cidade não dispõe de transportes públicos eficientes e suficientes para fazer os cidadãos preterirem a utilização da viatura própria.
Por conseguinte, à população assiste-lhe o direito de expressar livremente a indignação por este atentado aos direitos cívicos, das formas mais convenientes e de acordo com o ordeiro exercício da cidadania, mesmo correndo o risco de ver o material de contestação retirado pelo corpo municipal de bombeiros, que no tempo de Inverno lhe sombra tempo para acudir a este tipo de ocorrências.

Ele aí está, o primeiro parcómetro da nova era em plena Rua 25 de Abril! Pelo nome da rua, dá vontade de cantar "Braga, cidade morena!". E atentem bem na sua delimitação de segurança: ferros espetados, um deles à altura das crianças - que são muitas naquela zona escolar!
Foto de Rui Feio de Azevedo