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Manuel Beninger

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

S.A.R. a Duquesa de Bragança, no lançamento da campanha de Natal "Achar Querido Não Chega"


À semelhança do que sucedeu em 2012, S.A.R. a Duquesa de Bragança, Presidente da Assembleia Geral do Banco do Bebé, esteve hoje presente na conferência de imprensa que teve lugar na loja CTT de Picoas, a propósito do lançamento da segunda edição da campanha de Natal "Achar Querido Não Chega". Esta campanha, uma parceria entre o Banco do Bebé e os CTT, visa angariar leite, fraldas, roupa e produtos de higiene para bebés de famílias carenciadas. Qualquer pessoa que pretenda doar estes bens tem a partir de hoje, e até dia 19 de Janeiro de 2014, embalagens solidárias disponíveis em qualquer loja CTT.
Fonte: Banco do Bebé / Joana Dias Pereira

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

S.A.R., DONA ISABEL DE BRAGANÇA NO LANÇAMENTO DA CAMPANHA "ACHAR QUERIDO NÃO CHEGA"


Realizou-se na 2ª feira a Conferência de Imprensa de Lançamento da Campanha de Natal do Banco do Bebé em parceria com os CTT. O Banco do Bebé foi muito bem representado pela Senhora. Dona Isabel de Bragança e a Sra. D. Marina Arnoso. Da parte dos CTT estiveram presentes o Dr. Francisco Lacerda, Presidente dos CTT, Dra. Dionísia Ferreira, Administradora dos CTT.
O Banco do Bebé tem como missão assegurar que todos os recém-nascidos e famílias tenham a dignidade necessária no início da sua vida.
Os respresentantes dos CTT: Dr. Francisco Lacerda, Presidente, Dr. Miguel Salema Garção, Diretor de Comunicação e Dr. Luís Fragoso, responsável pelo Projeto das Embalagens Solidárias. Os CTT são um apoio fundamental nesta campanha. Serão responsáveis por toda a logística de recolha e entrega dos bens doados sem custos quer para quem entrega quer para o Banco do Bebé. — CTT Restauradores.
S.A.R., Senhora Dona Isabel de Bragança, presidente da assembleia geral do Banco do Bebé, com a Sra. D. Marina Arnoso, presidente da direção do Banco do Bebé .—  CTT Restauradores.
Senhora Dona Isabel de Bragança com Dr. Francisco Lacerda, Presidente dos CTT e Sra. D. Marina Arnoso do Banco do Bebé.
S.A.R., Dona Isabel com Bárbara Guimarães a cara da campanha de recolha de bens essenciais para os bebés do Banco do Bebé.
Fonte: Maria Menezes / Real Família Portuguesa

quinta-feira, 16 de abril de 1992

Comunicado - Juventude Monárquica: Resposta ao Director dos CTT

TAPAR O SOL COM A PENEIRA

Alguns Directores de Serviços Públicos, mal habituados a críticas, refugiam-se atirando areia para os olhos dos demais, tentando justificar as suas falhas.
O Director Comercial Norte dos Correios de Portugal, não resistiu à tentação de nos dar uma "resposta" justificativa ao nosso apelo para se colocarem mais receptáculos de correios na cidade de Braga.
E fê-lo, recorrendo-se de alguns argumentos numéricos, que se apresentam, viciados à partida.
É lamentável que , antes de elaborar o seu escrito, não verificasse se os Jovens Monárquicos de Braga, haviam criticado fundamentadamente.
Não caberia na cabeça de qualquer cidadão, excepção reconhecida ao Sr. Director Comercial dos Correios, argumentar que uma vez que 80% da correspondência é depositada nos balcões de Maximinos (?), Avenida da Liberdade, Largo dos Penedos e S. Victor (?), 152 receptáculos de correio são suficientes para a cidade de Braga.
Não Sr. Director, o que está profundamente errado na gestão dum serviço público como os dos C.T.T., é que não se criem postos de recepção de correspondência, que evitem o absurdo da sua fundamentação, que descaradamente advoga a penalização do cidadão, para comodidade de seu serviço.
Um serviço público, visa o interesse e comodidade dos cidadãos, e não dos funcionários dos CTT que pensam como V.ª Ex.ª.
Um serviço público deve subordinar a sua comodidade à dos seus concidadãos, procurando satisfazer na sua medida do razoável as exigências dos contribuintes.
Ora, é tão verdade o fundamento do nosso reparo, como é inexacto existirem nos bairros novos de Braga, receptáculos distanciados de 500 metros, em que V.ª Ex.ª debalde se tentou refugiar.
A Juventude Monárquica, recorda-lhe que na nossa tomada de posição, tinha por objectivo alertar o serviço dos CTT da necessidade de Caixas de Correios, e não duma ineficaz "justificação" meramente numérica.
Creia Sr. Director Comercial dos Correios de Portugal, que os novos receptáculos serão benvindos, e melhorarão a má imagem que os CTT de hoje têm.

Juventude Monárquica de Braga

quarta-feira, 15 de abril de 1992

Jornal Correio do Minho: Correios respondem à Juventude Monárquica

A propósito de uma notícia publicada no "Correio do Minho" de 31 de Março, sob o título "Juventude Monárquica - Faltam caixas na cidade de recepção de correio", recebemos do director comercial Norte dos "Correios de Portugal" o seguinte esclarecimento:
"- existem implantados na cidade de Braga 152 marcos e caixas para recolha de correspondência, o que corresponde, em média, aproximadamente 500 metros de distância entre receptáculos de recolha de correio.

- cerca de 80 por cento do número de correspondência é recolhido nos receptáculos e balcões das Estações de Maximinos, Avenida, Norton de Matos e S. Victor;

- existem receptáculos em que o número de correspondências é praticamente nulo;

- a colocação de receptáculos de recolha de correspondência tem como parâmetros o desenvolvimento urbano/populacional e de tráfego".

terça-feira, 31 de março de 1992

Jornal Correio do Minho: Juventude Monárquica - Faltam Caixas na cidade de Recepção de Correio

Os CTT "não têm acompanhado o desenvolvimento da cidade com o proporcional crescimento de número de caixas de recepção de correio" - denunciou ontem a Juventude Monárquica de Braga.
Em comunicado, a organização juvenil dos monárquicos acrescenta que a falta de caixas de recepção de correios se faz sentir sobretudo nas zonas novas.

O documento dos jovens monárquicos lembra, no início do texto, que a resolução dos problemas da cidade não pode confinar-se à actividade exclusiva da Câmara Municipal, cabendo às juntas de Freguesia o exercício de outras funções, "além da inglória aprovação do plano de actividade municipal e do burocrático serviço de atestados de residência".

assim, depois de terem percorrido a cidade, os jovens monárquicos chegaram à conclusão de que os CTT, em matéria de instalação de novas caixas de recepção de correios, não têm acompanhado o crescimento da urbe.

"Os serviços dos CTT - prossegue o texto - têm agravado anualmente as taxas postais, sem contudo proporcionar nem melhoria de serviço, nem tão pouco torná-lo mais cómodo".

Para os jovens monárquicos de Braga, "há muito dinheiro receptado através das franquias postais que possibilita a construção de majestáticos palácios de Correios" mas, "flagrantemente, não há caixas de recepção de cartas em número e distribuição necessária na cidade".

A Juventude Monárquica interroga sobre se "não caberia às juntas de Freguesia da nossa cidade exigir a colocação de caixas de recepção de correio na sua área" e manifesta a sua esperança "não em respostas justificativas da anormalidade, mas apenas a colocação de mais algumas caixas de recepção de correios" na cidade.