Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
A nossa AD e as declarações do presidente Cavaco.
quinta-feira, 24 de março de 2011
PPM defende reedição da Aliança Democrática e manifesta “disponibilidade” para ajudar à reconstrução do país
O PPM defendeu hoje uma alternativa política que reedite a Aliança Democrática (PSD, CDS-PP e PPM), manifestando “inteira disponibilidade” para participar na reconstrução do país na sequência do “futuro que começa hoje”.
“Ainda não é tarde para fazer um derradeiro esforço para assegurar uma maioria parlamentar sólida e um Programa de Governo pensado e construído em conjunto”, afirmou Paulo Estêvão, líder nacional do PPM, numa declaração política na Assembleia Legislativa dos Açores, onde é deputado regional.
Numa intervenção em que manifestou total confiança na capacidade dos portugueses para ultrapassar as dificuldades, Paulo Estêvão afirmou que José Sócrates é “absolutamente incompetente para desempenhar um cargo tão importante e exigente como o de primeiro-ministro”.
“Falamos de alguém que, em apenas seis anos, colocou o país de joelhos”, frisou, acrescentando que José Sócrates é “um irresponsável que nega a evidência e vende o equívoco”.
Paulo Estêvão salientou, no entanto, que “o destino (de José Sócrates) está traçado”, acrescentando que “no final deste dia glorioso, os tambores e os sinos das nossas aldeias contarão, com frenesim e incontida alegria, que o governo caiu”.
“No final deste dia, renascerá a esperança e o orgulho do nosso povo”, frisou, salientando que “a partir de hoje começa o futuro”.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
PPM aceita desafio de CDS - Comentários de Marcelo Rebelo de Sousa
TVI, 30 de Janeiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Partido Popular Monárquico aceita desafio de Portas para formar movimento centro-direita

Partido Monárquico aceita desafio de Paulo Portas
O Partido Popular Monárquico (PPM) aceitou sábado o desafio lançado pelo líder do CDS-PP para integrar um movimento político de centro-direita. A Comissão Política do PPM decidiu "responder de forma positiva" ao apelo de Paulo Portas para a criação de um "movimento político pluripartidário" de matriz ideológica de centro-direita.
"Temos vindo a defender a necessidade de reativar a AD, movimento político renovador, na época, que nos honramos de ter integrado", indica o partido em comunicado.
O PPM considera "fundamental a criação de uma alternativa política ao Partido Socialista que possa conduzir políticas reformistas e resgatar o país da actual situação de grande debilidade".
Assim, acrescenta o comunicado, "a formação de uma coligação pré-eleitoral que junte o PSD, o CDS-PP e PPM afigura-se como um instrumento fundamental para alcançar a projeção parlamentar necessária".
Paulo Portas afirmou recentemente que preferia uma coligação pré-eleitoral com o PSD para legislativas, mas não fará qualquer proposta sobre a política de alianças, face à indisponibilidade que disse registar do lado dos sociais-democratas.
Para o líder do CDS-PP, uma coligação pré-eleitoral com o PSD deveria ser construída na base "de um movimento político novo que fosse para além" dos dois partidos, incluindo o contributo de "personalidades independentes de reconhecido mérito".
Questionado sobre se estabelece condições para uma coligação pós-eleitoral, Paulo Portas disse apenas que quer "condições diferentes das de 2005", quando integrou o anterior Governo PSD.
O movimento "devia passar por um entendimento aprofundado sobre o que podem ser as políticas públicas, sector a sector, sobre o país", acrescentou Paulo Portas.
Fontes:
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
PPM quer mudar Constituição para referendar monarquia
PPM quer mudar Constituição para referendar monarquia
O Partido Popular Monárquico (PPM) está a desenvolver esforços junto do PSD e do CDS-PP, tendo em vista uma alteração constitucional que permita retirar da carta magna da República Portuguesa o artigo que impede a opção dos eleitores pelo regime monárquico. A decisão, já tomada pelos órgãos nacionais do partido, prevê o lançamento posterior de uma petição que abra as portas à realização de um referendo, através do qual os portugueses decidem se querem uma república ou uma monarquia.
A revelação foi feira ontem ao Diário do Minho pelo presidente da Distrital de Braga do PPM, que apontou o dia 29 deste mês como a data em que a direcção e o conselho nacional dos monárquicos vão definir a forma como o processo se irá desenvolver. “Pretendemos que a terceira república seja plenamente democrática, de facto e de direito, e isso implica acabar com o malfadado artigo 288, alínea b da Constituição”, disse Manuel Beninger, alegando que, numa segunda fase, “os portugueses deverão ser chamados a pronunciarem-se, em referendo, se preferem a república ou a monarquia”.
O também vice-presidente da direcção nacional do PPM acredita no sucesso de uma iniciativa parlamentar para alterar o artigo, lembrando que, na última legislatura, o partido tomou “uma iniciativa nesse sentido, que obteve a maioria dos votos”. Beninger acredita agora que é possível convencer os dois terços dos deputados que são necessários para alterar a Constituição e acrescenta que o referendo ao tipo de regime é uma espécie de imperativo histórico.
“A instauração do regime republicano resultou de um golpe de Estado atroz e a república nunca foi referendada”, vinca, considerando que o modelo republicano português “descambou para uma desgraça completa, tendo chegado ao ponto de ser possível eleger para o mais alto cargo da nação, um qualquer “Tiririca””.
A referência ao palhaço brasileiro, que foi eleito deputado federal do Brasil sem saber ler – o que anulou a sua eleição -, visa o candidato madeirense José Manuel Coelho. As críticas monárquicas atingem também o candidato “poeta alegre”. “A república bateu no fundo. Está a dar os últimos suspiros e os que hoje concorrem à chefia de Estado representam partidos e não a unidade nacional, que só pode ser personalizada na figura do rei”, alega o dirigente do PPM, apontando o dedo a uma “campanha suja”, que enveredou pelo “enxovalhar de alguém que é suposto representar a nação, o que não dá qualquer credibilidade à república”.
Em defesa da causa monárquica, Manuel Beninger argumenta que “os países mais democráticos na Europa são monarquias” e os “com maior índice de desenvolvimento no mundo também são monarquias”, citando os casos da Suécia, Noruega, Holanda, Austrália, Canadá e Japão. Como exemplo “da verdadeira democracia que são as monarquias”, o dirigente do PPM refere que, em Espanha, é possível referendar a monarquia, algo que não acontece em Portugal ou em França”.
Sobre a actual situação económica do país, Manuel Beninger alinha o PPM pelo PSD e pelo CDS-PP. “Se o FMI tiver de entrar em Portugal, o Governo socialista deve ser demitido, por já não ter qualquer credibilidade, e o país deve ser governado por um Governo de salvação nacional”, resume.
sábado, 11 de dezembro de 2010
PPM quer coligação alargada
Semanário “Sol” de 10 de Dezembro, pág. 5
Para já, a direcção do PSD limita-se a afirmar que depois das próximas eleições vai construir uma maioria alargada que irá para além do CDS. Sobre o PPM, que integrou anteriores coligações, os sociais-democratas não se pronunciam. O secretário-geral, Miguel Relvas, assume que a ideia é o PSD constituir-se como uma plataforma aberta a várias organizações, a movimentos cívicos e a personalidades independentes. Do lado do PPM, o líder Paulo Estêvão diz que espera criar uma alternativa democrática com o PSD e o CDS, numa coligação de centro-direita que consiga reunir os sectores monárquicos. Antes das eleições. “Já transmitimos ao PSD e ao CDS a nossa posição a favor de uma coligação pré-eleitoral”, diz Paulo Estêvão.
