Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
domingo, 12 de maio de 2013
sábado, 9 de julho de 2011
Convocatória para o Conselho Nacional do PPM
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Conselho Nacional do PPM em Lisboa
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Conselho Nacional do PPM em Guimarães (7)

Semanário "Noticias de Guimarães" de 17 de Setembro de 2010
PPM QUER MONARQUIA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
NG Teresa Ferreira – O Partido Popular Monárquico (PPM) quer conquistar o seu lugar na Assembleia da República (AR), a exemplo do que já acontece no parlamento açoriano. Esta é a determinação do líder do PPM que no último sábado reuniu “a sua corte” em Guimarães e homenageou o primeiro rei de Portugal.
Em declarações ao NG durante a cerimónia de colocação de uma coroa de flores na estátua de D. Afonso Henriques, junto ao Castelo, solenização que precedeu a reunião de trabalhos com vista à preparação do Congresso do PPM agendado para Outubro próximo, Paulo Estêvão adiantou “estamos numa fase de crescimento. No último mês entraram para o partido cerca de 100 militantes”. Um crescimento que sustenta a pretensão de alterar a norma constitucional que impõe a forma republicana de Governo sobre a monarquia.
N opinião do dirigente monárquico, o crescimento do PPM justifica-se com a crise económica e social e todas as polémicas que o país vive, “sobretudo as questões judiciais”, considerou.
Na ocasião, o deputado no Parlamento dos Açores anunciou que se vai candidatar à liderança do PPM, no Congresso Nacional agendado para os dias 23 e 24 de Outubro, assumindo que lidera “um projecto de unidade, que integra todas as tendências”.
Convicto que o partido atingirá “o sucesso que já tivemos no passado nos Açores”, Paulo Estêvão acredita ainda na possibilidade de o partido regressar como força política independente à AR. De resto “é neste ambiente de grande unidade que me vou candidatar”, acrescentou.
Quanto à defesa de um referendo sobre a monarquia, justificou que “a população nunca foi consultada nos últimos 100 anos”. Em alusão à comemoração do centenário da República, comentou “a República nunca foi referendada”, por isso “é o resultado de uma minoria”. Apontando que a democracia exige que o povo seja chamado a pronunciar-se, o parlamentar açoriano expôs exemplos de outros países: “No Brasil, a monarquia obteve 17%, mas na Austrália, a população manifestou-se pela manutenção do sistema monárquico”.
Neste sentido, acrescentou que o PPM está ao lado do PSD na proposta de avançar com a revisão constitucional, desejando alterar a constituição introduzindo “uma lei fundamental e igual para todos”. A proposta monárquica visa ainda a alteração do Art.º 288, passando a denominação “forma republicana” a constar como “forma democrática”. Esta alteração permitiria aos eleitores “escolher entre um regime republicano ou monárquico, através de um referendo”, concluiu.
Acrescente-se que o Conselho Nacional do PPM que reuniu durante a tarde aprovou, para além do Regulamento para o XXIII Congresso Nacional a realizar-se em Lisboa, a criação de um Conselho de Senadores, que irá contar com nomes históricos do partido, recuperando assim valores fundamentais do PPM. Entre os senadores irão estar antigos ministros, antigos deputados e fundadores do PPM.
Das conclusões do Conselho Nacional, consta ainda a análise à situação política do país, mostrando o PPM a sua preocupação face à grave crise social e económica que atravessamos. “Como um dos quatro partidos que foi governo em Portugal, o PPM irá nesta reabertura do ano político pautar a sua acção com a apresentação de medidas concretas para o difícil momento em que vivemos”, sublinhou.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Comentários ao Conselho Nacional em Guimarães (2)
Comentários ao Conselho Nacional em Guimarães (1)
PLENAMENTE DE ACORDO
Por: António Gonçalves
Sem dúvida que o referido artigo deve ser substituído. Afinal onde se encontra o verdadeiro espírito democrático tão propalado pelos republicanos quando são eles próprios a fazer exclusão de outros ideais.
Aproveito para perguntar aos republicanos se também foram democráticos (se consultaram os portugueses) quando derrubaram a monarquia em 1910.Quando os arautos republicanos se vangloriam pelos valores do respeito pelo Homem, da democracia, da igualdade social, rejeitando tudo o que seja imposição pelas forças antidemocráticas, porque razão nunca foram condenados os actos terroristas do Regicídio. Isto é que a forma democrática de se chegar ao poder?
Cumprimentos.
CONSTITUIÇÃO PLURALISTA E ABRANGENTE
Por: jose f.teixeira
Concordo que a constituição não se confina só a um único tipo de regime politico permitindo ate o reforço do actual ou então para outro que e proposto obviamente por acto eleitoral referendário.
PPM QUER...
Por: MANUEL MAIA
Não sou monárquico.
Não tenho “sangue azul” logo não virei a beneficiar directamente numa hipotética adopção deste regime para Portugal, mas uma coisa tenho a certeza, os portugueses sairiam largamente a ganhar com isso pois a partir desse momento, só sustentariam uma casa real…
Neste momento, são quatro as que sustentamos…
A de Cavaco, e a dos “socialistas” (não dão ponto sem nó…) Soares e Sampaio, para além do militar Eanes…
Por outro lado, numa monarquia moderna não correríamos o perigo de ter alguns mentecaptos no poder como já aconteceu nesta república das bananas em que se transformou Portugal de há trinta e seis anos a esta parte.
Além disso um Rei está equidistante dos partidos e não puxaria a brasa à sua sardinha como vergonhosamente fizeram Soares e Sampaio…
Venha de lá a alteração, já!
RESPOSTA AO PPM
Por: Costa Antonio
Sou Português como podem ver pelo nome e tenho a dizer que desde sempre defendi a MONARQUIA, por varias razões: 1- um HOMEM para ser REI leva tempo a aprender a ser REI, e quando o é, todos sabemos que é do reino. Contudo o presidente da república é o presidente de um partido e não do povo. Se conseguirem a que haja alteração na constituição então eu serrei do vosso lado.
REFERENDO
Por: Maria Pilar Vaz Rego
Acho óptima esta ideia de referendo. Sou a favor do Rei. Sou contra a República e, este ano, não vou votar em nenhum Presidente da República.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Conselho Nacional do PPM em Guimarães (5)
Adrião Saraiva Gonçalves - Guimarães
O Conselho Nacional, realizado em Guimarães, foi unanimemente reconhecido como um marco importante na vida do Partido, pela a riqueza do seu programa, forte representação dos seus Conselheiros e militantes que entusiástica e activamente participaram na discussão das propostas apresentadas.
Foi sobretudo uma afirmação de vitalidade e união de todas as sensibilidades monárquicas, que entendem que hoje o Partido se deve afirmar pela coesão e nunca pela afrontação.
O elevado nível qualitativo das intervenções, permite-nos legitimamente esperar que o XXIII Congresso em Lisboa, será o Congresso da Unidade e da afirmação do Partido no panorama político nacional.
À Distrital de Braga, ao Conselho Nacional, Secretariado do Partido, Comissão Política, militantes e a todos que se empenharam seriamente para que este Conselho Nacional se saldasse num enorme êxito, em nome do PPM, expresso toda a nossa gratidão, sabendo que desta forma, seremos muito mais fortes.
Adrião Saraiva Gonçalves
Vice-Presidente do Conselho Nacional
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Jornal Diário de Notícias: PPM vai solicitar um pedido de audiência a Cavaco
…
César viu também o Partido Popular Monárquico (PPM) anunciar ontem um pedido de audiência ao Presidente da República para suscitar a “ilegalidade” de uma possível quinta candidatura sua. O Presidente do PPM/Braga, Manuel Beninger, adiantou que “a ilegalidade, a acontecer, colocará a região na situação que hoje vive a Venezuela com Hugo Chávez”.
Conselho Nacional do PPM em Guimarães (4)
Conselho Nacional PPM quer alterar artigo Constituição para permitir referendo sobre monarquia
Guimarães, 12 set (Lusa) – O Partido Popular Monárquico vai solicitar reuniões com o PS, PSD e CDS para lhes propor alteração do artigo 288 da Constituição, de forma a tornar possível um referendo sobre República ou Monarquia, disse hoje à Lusa fonte partidária.
O presidente da Distrital de Braga do PPM, Manuel Beninger, adiantou que os monárquicos querem, em sede de revisão constitucional, a alteração da alínea B do artigo 288, que impõe a forma republicana de Governo: “queremos que onde diz que se tem de manter a forma republicana esteja escrito a “forma democrática” de organização do Estado.
O tema foi debatido no Conselho Nacional do PPM que decorreu no fim de semana em Guimarães com o objetivo de preparar o XXIII Congresso Nacional do PPM.
Os “conselheiros” fizeram questão de colocar uma coroa de flores junto da estátua de D. Afonso Henriques, homenageando assim o fundador de Portugal e da monarquia portuguesa.
Manuel Beninger disse que uma grande parte dos eleitores portugueses gostaria de se pronunciar sobre a forma de organização do Estado, a exemplo do que sucedeu, em tempos não longínquos, noutros países como o Brasil ou a Austrália.
“Não faz sentido que os portugueses não possam optar entre Monarquia e República e que esse direito lhes seja vedado por uma imposição anti democrática”, frisou.
O órgão partidário deliberou, ainda, comemorar o 05 de Outubro de 1143, data em que foi assinado o Tratado de Zamora, que reconheceu Portugal como um estado independente.
“Não comemoramos o 05 de Outubro de 1910, que consideramos uma data menor e sem relevância na história portuguesa”, sublinhou.
O PPM – acrescentou – celebrará a data com ações em Lisboa, Porto, Braga, e Açores, de acordo com um programa que irá anunciar.
O Conselho Nacional do PPM aprovou, na ocasião, o Regulamento para o XXIII Congresso Nacional a realizar em Lisboa, no Hotel Ritz, nos dias 23 e 24 de Outubro de 2010.
Foi também decidido criar um Conselho de Senadores, com nomes históricos do partido, “recuperando assim valores fundamentais do PPM”.
Entre os “senadores” estarão antigos ministros, antigos deputados e fundadores do PPM.
O Conselho Nacional do PPM, que analisou a situação política do país, mostra-se “preocupado face à grave crise social e económica” que o país atravessa.
“Como um dos quatro partidos que foi governo em Portugal irá, na reabertura do ano político, pautar a sua ação pela apresentação de medidas concretas para o difícil momento em que vivemos”, afirmou.
Conselho Nacional do PPM em Guimarães (3)
Áurea Rocha (Sintra), Paulo Estêvão (Açores), Paulo Alves (Porto), Sílvia Oliveira (Braga)
PPM pede audiência ao PR para contestar eventual quinta candidatura, "ilegal", de Carlos César
Guimarães, 12 set (Lusa) – O Partido Popular Monárquico (PPM) vai solicitar uma audiência ao Presidente da República para suscitar a “ilegalidade” de uma possível quinta candidatura do Presidente do Governo Regional dos Açores, disse hoje fonte daquele partido.
O presidente da Distrital de Braga, Manuel Beninger, adiantou que o Conselho Nacional do PPM considera que “a ilegalidade, a acontecer, colocará a região na mesma situação que hoje vive a Venezuela com Hugo Chávez”.
O tema foi debatido no Conselho Nacional do PPM, que decorreu no fim de semana em Guimarães, com o objetivo de preparar o XXIII Congresso Nacional do PPM.
O ato contou com a presença do presidente do Partido Popular Monárquico nos Açores, Paulo Estêvão, que é deputado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma.
Na ocasião, os conselheiros "solidarizaram-se com a luta do PPM Açores", condenando "a atuação anti democrática que o Governo Regional e os Açores têm protagonizado e que põe em causa os direitos da oposição, em particular do PPM, o único que faz oposição efetiva a Carlos César”.
“Não é só na Madeira que há «Albertos» João Jardim”, afirma, frisando que o tema vai, também, ser exposto ao Chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva.
Os monárquicos – disse Manuel Beninger – lamentam que o PS de Carlos César faça uma gestão “totalmente partidarizada” da região, “metendo” os seus membros em tudo o que é órgão ou instituto público e “desprezando” os direitos e as propostas da oposição.
domingo, 12 de setembro de 2010
Conselho Nacional do PPM em Guimarães (2)
Paulo Estêvão defende revisão constitucional e anuncia recandidatura
PPM QUER LEVAR A MONARQUIA PARA A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
DM Rui de Lemos – O Partido Popular Monárquico (PPM) continua empenhado em alterar a norma constitucional que impõe a forma republicana de Governo e quer desencadear um referendo sobre a monarquia. Mas quer mais. Quer conquistar o seu lugar na Assembleia da República, depois da representação parlamentar nos Açores.
O líder do PPM assegurou, ontem, em Guimarães, que o partido monárquico está a crescer e a conquistar a simpatia de cada vez mais populares. “Estamos numa fase de grande crescimento. No último mês entraram para o partido cerca de 100 militantes, o que significa um crescimento explosivo. Isto tem a ver com a crise económica e social e todas as polémicas que o país vive, sobretudo as questões judiciais. Há uma forte descrença e um acentuado descontentamento da população na situação actual. E há novamente um grande entusiasmo pela questão monárquica”, sublinhou Paulo Estêvão, ontem, à margem do Conselho Nacional e após a colocação de uma coroa de flores na estátua de D. Afonso Henriques, homenageando assim o fundador de Portugal. Enfatizando que “estamos a crescer bastante”, o dirigente apontou o desejo de, tal como nos Açores, “conquistar o nosso lugar na Assembleia da República, em coligações”.
Anunciando que vai voltar a candidatar-se à liderança do PPM, no próximo Congresso Nacional do Partido, a 23 e 24 de Outubro, Paulo Estêvão sustentou que lidera “um projecto de unidade, que integra todas as tendências”. Deputado no Parlamento dos Açores, o dirigente continua a propor-se “trabalhar para que tenhamos o sucesso que já tivemos no passado e temos nos Açores. Acho que é possível o partido regressar como uma forma política independente à Assembleia da República. É neste âmbito de grande unidade que me vou candidatar”, concretizou.
Numa altura em que se assinala o centenário da Implantação da República em Portugal e passam 102 anos sobre o regicídio do rei D. Carlos, Paulo Estêvão prometeu ainda, que o partido se empenhará “numa marcação cerrada” para contrariar as celebrações e mensagens republicanas, insistindo na necessidade de referendar a monarquia. “Defendemos a consulta à população que nunca foi realizada ao longo destes 100 anos. É assim a democracia, as pessoas votam e escolhem
sábado, 11 de setembro de 2010
Conselho Nacional do PPM em Guimarães (1)
O Conselho Nacional do PPM reuniu em Guimarães com o objectivo de preparar o XXIII Congresso Nacional do PPM. Foi colocada uma coroa de flores junto da estátua de D. Afonso Henriques, homenageando assim o fundador de Portugal e da monarquia portuguesa.
O Conselho Nacional do PPM aprovou o Regulamento para o XXIII Congresso Nacional a realizar-se em Lisboa, no Hotel Ritz, nos dias 23 e 24 de Outubro de 2010.
Foi também deliberada a criação de um Conselho de Senadores, que irá contar com nomes históricos do partido, recuperando assim valores fundamentais do PPM. Entre os senadores irão estar antigos ministros, antigos deputados e fundadores do PPM.
O Conselho Nacional do PPM analisou a situação política do país, mostrando a sua preocupação face à grave crise social e económica que atravessamos. O PPM como um dos quatro partidos que foi governo em Portugal irá nesta reabertura do ano político pautar a sua acção com a apresentação de medidas concretas para o difícil momento em que vivemos.
O Conselho Nacional do PPM solidarizou-se ainda, com a luta do PPM Açores, condenando a situação que o Governo Regional e os Açores atravessam. Assim, O PPM irá solicitar uma audiência ao Chefe de Estado no sentido de suscitar a ilegalidade que significará a 5ª candidatura de Carlos César ao governo regional dos Açores. Esta ilegalidade a acontecer colocará a região na mesma situação que hoje vive a Venezuela com Hugo Chávez.
O PPM desenvolverá diversas acções no âmbito das comemorações do centenário da República com o sentido de dar aos portugueses uma visão real do que significou a implantação da República em Portugal, denunciando o discurso falso no qual estas comemorações envolvem a 1ª República.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Conselho Nacional do PPM em Guimarães
Caro Amigo
A Distrital de Braga do PPM esta a organizar o próximo Conselho Nacional do partido, que se irá realizar no próximo dia 11 de Setembro (Sábado) em Guimarães (ver programa).
Confirme a sua presença para o almoço em braga.ppm@gmail.com ou para o número de telemóvel 918.566.110.
Contamos consigo.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Convocatória para o Conselho Nacional do PPM

Conselho Nacional do Partido Popular Monárquico.
Próximo dia 11 de Setembro, Sábado, pelas 14h30 horas, no Auditório das Juntas de Freguesia da cidade de Guimarães, freguesia de S. Paio, Guimarães.
Como ponto de ordem dos trabalhos, será aprovado o Regulamento e Programa para o XXIII Congresso do PPM, a realizar nos próximos dias 23 e 24 de Outubro, no Ritz Four Seasons Hotel, em Lisboa.
Pelas 12h30 haverá uma concentração junto ao monumento a D. Afonso Henriques e colocação de uma coroa de flores ao Fundador da Monarquia Portuguesa.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Conselho Nacional do PPM em Guimarães
Caros amigos e companheiros.
O próximo CONSELHO NACIONAL do P.P.M. está marcado para o dia 11 de Setembro, Sábado, na cidade de Guimarães.
Programa:
12,30h - Concentração junto ao monumento a D. Afonso Henriques, junto ao Castelo.
13,00h - Colocação de uma coroa de flores ao Fundador da Monarquia Portuguesa.
13,30h - Almoço num Restaurante no centro histórico de Guimarães.
15,00h - Início dos trabalhos, nas Instalações das Juntas de Freguesia da cidade de Guimarães.
Este Conselho Nacional irá preparar o próximo Congresso do Partido.
O XXIII Congresso Nacional do P.P.M. será realizado em LISBOA, no HOTEL RITZ, nos próximos dias 23 e 24 de Outubro.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Convocatória para o Conselho Nacional do PPM
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Convocatória para o Conselho Nacional Extraordinário do PPM







