Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 19 de março de 2015

906 ANOS DO NASCIMENTO DE D. AFONSO HENRIQUES, PRIMEIRO REI DE PORTUGAL

DIA 18 DE MARÇO DE 2015 - 906 ANOS APÓS O NASCIMENTO DE D. AFONSO HENRIQUES, PRIMEIRO REI DE PORTUGAL.
Deitado num túmulo frio, na Igreja de Santa Cruz de Coimbra, sem qualquer indicação sobre o nosso primeiro rei, hoje visitei D. Afonso Henriques.
Expressão triste, de desalento e revolta contra todos aqueles que após 900 anos de História e Independência da mais velha nação da Europa, continuam a querer destruir os nossos valores, a nossa coragem e a nossa mestria alcançados então pelo jovenzinho de 18 anos.
VIVA O REI

Fonte: Maria Castro

sábado, 30 de agosto de 2014

Vandalizada a estátua de D. Afonso Henriques em Guimarães

ESPADA DA ESTÁTUA DE D. AFONSO HENRIQUES PARTIDA EM ACTO DE VANDALISMO
A estátua de D. Afonso Henriques foi vandalizada na última madrugada. Um grupo de jovens terá sido responsável pelo crime que causou danos e partiu a espada existente na representação do Primeiro Rei de Portugal.
A PSP de Guimarães terá sido alertada por moradores da ocorrência do acto de vandalismo alegadamente praticado por um grupo de jovens, tendo conseguido interceptar um deles na posse de uma parte da espada retirada da estátua de D. Afonso Henriques. 
Segundo o Vice-Presidente da Câmara de Guimarães, o incidente terá ocorrido cerca das 3h00. Amadeu Portilha adiantou que Autarquia já está a desenvolver diligências juntamente com a Direcção Regional de Cultura do Norte no sentido de proceder à reparação dos danos causados naquele monumento localizado em plena Colina Sagrada, um dos pontos turísticos de maior interesse em Guimarães. "É um acto de puro vandalismo", observou, sem conseguir adiantar quanto será concretizada a reparação daquele monumento. "A intervenção obriga a um trabalho especializado e vamos envidar esforços com a Direcção Regional de Cultura e com a Direcção do Paço dos Duques de Bragança para que a espada volte à forma original. A estátua de D. Afonso Henriques tem um grande simbolismo", declarou o responsável, lamentando o acto de vandalismo.
O jovem detido pela PSP deverá ser presente às autoridades judiciais na próxima semana.


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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Assinalam-se hoje os 905 anos do nascimento de D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal

Assinalam-se hoje os 905 anos do nascimento de D. Afonso Henriques.
As comemorações têm lugar hoje e amanhã em Guimarães… numa iniciativa da Junta de Freguesia de Oliveira, São Paio e S. Sebastião e do Grupo Cultural e Recreativo “Os 20 Arautos de D. Afonso Henriques”.
Uma celebração que começou em 2011 e que este ano volta a incorporar a Ceia Medieval.
Muito se tem escrito e discutido sobre a data de nascimento de D. Afonso Henriques, pois estamos na altura do seu 900º aniversário, já que ele terá vindo ao mundo entre 1106 e 1111. Em 2009, reavivou-se a polémica iniciada nos anos 90, quando Viseu comemorou o aniversário, reclamando-se "berço do nosso primeiro rei". O historiador A. de Almeida Fernandes defendeu que o fundador da nacionalidade terá nascido naquela cidade, em Agosto de 1109.
De facto, na sua biografia de D. Afonso Henriques (Temas e Debates 2007), o Prof. José Mattoso, um dos maiores especialistas de História Medieval Portuguesa, considerou, na página 27, que "a demonstração feita por Almeida Fernandes alcança verosimilhança suficiente para se admitir como possível, ou mesmo a mais provável, até que outras provas sejam apresentadas em contrário."
Os vimaranenses não se conformaram. Barroso da Fonte, licenciado em Filosofia, jornalista e autor de vários livros em poesia e prosa e que, entre muitas outras funções que já exerceu na sua vida, foi Director do jornal O Comércio de Guimarães, assim como do Paço dos Duques de Bragança e do Castelo de Guimarães,  publicou Afonso Henriques: um Rei polémico (reimpressão 2010, Âncora Editora), onde, além de defender a tradição, relata a polémica à volta deste tema.
Com iniciativas destas, os defensores da tradição de Guimarães foram acusados de serem movidos apenas por interesses bairristas. Afinal, os especialistas defendiam a hipótese de Viseu e, por mais que custasse aos vimaranenses, teria que se reescrever a História!
A verdade, porém, é que o próprio Prof. Mattoso tem vindo, há cerca de um ano, a distanciar-se da tese de Almeida Fernandes. Começou por afirmar, num colóquio internacional, realizado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, de 14 a 16 de Dezembro de 2009, que "o valor da hipótese do nascimento em Viseu depende do grau de certeza relativo ao ano. Ora, havendo contradição entre as fontes, não se pode considerar seguro o ano do nascimento sem discutir o seu valor. Consequentemente também o lugar é incerto." Reiterou esta opinião no seu contributo para a História dos Reis de Portugal(Quidnovi 2010).
Num estudo publicado na Medievalista online Nº 8, o Dr. Abel Estefânio chega à conclusão de que os anos mais prováveis para o nascimento de D. Afonso Henriques são os de 1106 e 1110. As divergências "resultam dos problemas de transmissão textual, da complexidade e da confusão entre os diferentes métodos de cálculo de datas utilizados, num tempo em que não havia calendários".
Exponho, agora, o que, quanto a mim, invalida a tese "Agosto de 1109, em Viseu", à semelhança do que fiz na Nota Final do meu romance Afonso Henriques o Homem. Na citada biografia, em que o Prof. Mattoso nos diz que a hipótese de Viseu é a mais provável, lê-se, algumas páginas mais à frente (página 31) que D. Afonso VI, por ocasião das Cortes de Toledo no Verão de 1108, rompeu o vínculo de fidelidade com o genro, o conde D. Henrique, pai do nosso primeiro rei. Este teria, então, encetado uma viagem à sua Borgonha natal, regressando cerca de um ano mais tarde, no Verão de 1109. Ora, se D. Teresa não o acompanhou, ficando o casal afastado um do outro durante um ano, como poderia D. Afonso Henriques nascer à altura do regresso do pai? Para nascer em Agosto de 1109, o fundador da nacionalidade teria que ser gerado em Dezembro de 1108. Mas, nessa altura, pelos vistos, seu pai estava na Borgonha, enquanto sua mãe se quedava por terras portucalenses!!!
Talvez os historiadores devessem, de vez em quando, considerar os aspectos prosaicos da vida.
Não há um outro lugar no nosso país, onde se sinta tanto a presença de D. Afonso Henriques, como na chamada Colina Sagrada, coroada pelo Castelo de Guimarães.

E, sendo as fontes tão contraditórias, minando as hipóteses de que este problema algum dia possa ser resolvido, fiquemo-nos pela tradição: D. Afonso Henriques nasceu entre 1106 e 1111, em Guimarães!

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sábado, 1 de março de 2014

Os dois nomes maiores da História de Portugal

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domingo, 5 de agosto de 2012

Aqui nasceu Portugal


Afonso Henriques visto por João Cutileiro em 2001. 
A Igreja da Colegiada e o Alpendre Gótico, no largo da Oliveira. 

terça-feira, 24 de abril de 2012

O pai do primeiro Rei português morreu há nove séculos


D. Henrique de Borgonha (1066 - Astorga, 24 de Abril de 1112) foi conde de Portucale desde 1093 até à sua morte. Em Portugal é conhecido, geralmente, por Conde D. Henrique.
Pertencia à família ducal da Borgonha, sendo filho de Henrique, herdeiro do duque Roberto I com Beatriz ou Sibila de Barcelona, e irmão dos também duques Odo I e Hugo I.
Sendo um filho mais novo, D. Henrique tinha poucas possibilidades de alcançar fortuna e títulos por herança, tendo por isso aderido à Reconquista da Península Ibérica. Ajudou o rei Afonso VI de Leão e Castela a conquistar o Reino da Galiza, recebendo como recompensa pelos seus serviços casamento com a filha ilegítima do monarca, Teresa de Leão.
Alguns anos mais tarde, em 1096, D. Henrique recebeu de Afonso VI o Condado Portucalense, que passava a lhe prestar vassalagem directa. O rei de Leão e Castela pretenderia assim limitar o poder do conde Raimundo de Borgonha, casado com Urraca de Leão e Castela.
Henrique morreu a 24 de Abril de 1112, tendo sido sepultado na Sé de Braga. Tinha tido vários filhos com Teresa, mas só o mais novo sobreviveu à infância: D. Afonso Henriques, que sucedeu ao pai e se tornou no segundo conde de Portucale em 1112.
No entanto, o jovem D. Afonso Henriques pretendia ser mais do que conde; em 1128 rebelou-se contra a sua mãe, que pretendia manter-se no governo do condado. Por isso, em 1139 Afonso reafirmou-se independente de Leão e proclamou-se 1.º Rei de Portugal, recebendo o reconhecimento oficial de Leão e Castela em 1143, e a do Papado em 1179.
Bandeira de D. Henrique, mais tarde a primeira bandeira do Reino de Portugal

segunda-feira, 19 de março de 2012

S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança entronizada como Confreira de Honra da Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional (4)

 Largo do Toural
Deslocação de autocarro para o Paços dos Duques de Bragança
 D. Afonso Henriques, Pai de Portugal
 Recepção, nos Paços dos Duques de Bragança, pelo Dr. Gonçalo dos Reis Torgal
 Drº Inácio Ribeiro, presidente da Câmara Municipal de Felgueiras
 Drº António Magalhães, presidente da Câmara Municipal de Guimarães
Discurso de boas vindas, proferidas por Sua excelência o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Dr. António Magalhães
Oração de Sapiência, a cargo da Dra. Isabel Fernandes, ex diretora do Museu Alberto Sampaio e investigadora na área da doçaria conventual e tradicional
 Oferta de um livro alusivo a Guimarães pelo presidente do município Drº António Guimarães
Junto à estátua de D. Afonso Henriques

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

D. AFONSO I

O filho de Henrique de Borgonha e de Teresa, bastarda de Afonso VI de Leão, nasce em Coimbra e passa a infância e a adolescência nas terras do Condado Portucalense, sendo educado por representantes de uma nobreza regional que, desde o reinado de Fernando Magno, se encontrava animada por um forte sentimento de autonomia em relação à monarquia leonesa.
É essa nobreza, apoiante e colaboradora da política separatista desenvolvida durante o governo do conde Henrique, que fará do jovem Afonso, armado cavaleiro aos treze anos na Catedral de Zamora, o elemento  congregador e legitimiador da sua rebelião contra o governo de Teresa, adepta de uma estratégia autonomista, envolvendo a aliança com os nobres galegos, os quais, progressivamente, ganharam no Condado um peso político considerado ameaçador.
Após a batalha de S. Mamede, contra os partidários da política galega, Afonso Henriques inicia o governo do Condado com o apoio imprescindível do partido portucalense, cujos elementos serão, no futuro, largamente recompensados.
O período de 1128 a 1138 é marcado pelas hostilidades contra o rei de Leão, Afonso VII, que tenta contrariar os projectos expansionistas e independentistas do primo e pela repressão de revoltas internas, como a protagonizada pelo nobre galego Bermudo Peres de Trava na beira.
A ocorrência de confrontos na fronteira islâmica obriga Afonso a abandonar a frente setrentional, pelo que assina um tratado de tréguas com Afonso VII (Paz de Tui», no qual promete obediência ao primo, que, desde 1135 se intitulava imperador de Espanha.
Em 1139, numa acção simultânea com o imperador, que empreende uma campanha pela fronteira de Toledo e conquista Oreja, Afonso alcança uma vitória sobre os mouros em Ourique, passando, a partir daí, a intitular-se rei de Portugal.
Contudo, os primeiros anos da década de 40 são ainda marcados por focos de instabilidade: lutas com Leão e incursões islâmicas.
Só com o Tratado de Zamora de 1143, pelo qual o imperador reconhece a realeza do primo, é que o primeiro rei de Portugal pode orientar a sua política de expansão territorial para sul, ao mesmo tempo que, declarando-se vassalo directo da Santa Sé, procurava o reconhecimento internacional do novo reino.
Nos dias de hoje, assinam-se tratados e mais tratados que nos fazem perder a autonomia e a independência, que nos obrigam a uma governação estranha, de duas pessoas que parecem morrer de amores, mas que, ao primeiro sinal de «perigo» se agridirão violentamente e farão com que sejamos nós, os países mais pequenos e quase sem autonomia ou independência, a sofrer as graves consequências do seu desentendimento.
E é neste ambiente europeu, governado pela parelha franco-alemã, a que alguns designam de eixo, que os nossos abençoados governantes exigem cada vez mais dos pobre fabiano, porque os senhores, no caso senhor e senhora, assim decidiram dever ser.
Algum português de bom senso pode ter confiança em semelhantes políticos e políticas impostas pelo tal eixo franco-alemão, que têm conduzido os portugueses à miséria?

sábado, 11 de setembro de 2010

Conselho Nacional do PPM em Guimarães (1)

O Conselho Nacional do PPM reuniu em Guimarães com o objectivo de preparar o XXIII Congresso Nacional do PPM. Foi colocada uma coroa de flores junto da estátua de D. Afonso Henriques, homenageando assim o fundador de Portugal e da monarquia portuguesa.

O Conselho Nacional do PPM aprovou o Regulamento para o XXIII Congresso Nacional a realizar-se em Lisboa, no Hotel Ritz, nos dias 23 e 24 de Outubro de 2010.


Foi também deliberada a criação de um Conselho de Senadores, que irá contar com nomes históricos do partido, recuperando assim valores fundamentais do PPM. Entre os senadores irão estar antigos ministros, antigos deputados e fundadores do PPM.


O Conselho Nacional do PPM analisou a situação política do país, mostrando a sua preocupação face à grave crise social e económica que atravessamos. O PPM como um dos quatro partidos que foi governo em Portugal irá nesta reabertura do ano político pautar a sua acção com a apresentação de medidas concretas para o difícil momento em que vivemos.


O Conselho Nacional do PPM solidarizou-se ainda, com a luta do PPM Açores, condenando a situação que o Governo Regional e os Açores atravessam. Assim, O PPM irá solicitar uma audiência ao Chefe de Estado no sentido de suscitar a ilegalidade que significará a 5ª candidatura de Carlos César ao governo regional dos Açores. Esta ilegalidade a acontecer colocará a região na mesma situação que hoje vive a Venezuela com Hugo Chávez.


O PPM desenvolverá diversas acções no âmbito das comemorações do centenário da República com o sentido de dar aos portugueses uma visão real do que significou a implantação da República em Portugal, denunciando o discurso falso no qual estas comemorações envolvem a 1ª República.