Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

"Os políticos não podem levar o país à bancarrota"

abaixo
Revista FLASH! de 25 de Janeiro
A Colunata Bom Jesus, em Braga, foi o local escolhido para o já tradicional Jantar de Reis deste ano. Os duques de Bragança foram os convidados de honra deste evento, que teve como principal objectivo a angariação de fundos para a recuperação do telhado da Basílica Nossa Senhora do Sameiro. “O Estado devia financiar a manutenção de monumentos. É inadmissível que se deixe degradar um dos símbolos de Braga”, afirmou D. Duarte à chegada ao jantar.
O representante da Casa Real portuguesa aproveitou ainda para alertar para a crise nacional e sublinhar a sua esperança para 2014. “Espero que consigamos aprender com as missões positivas que os portugueses têm vindo desenvolver e aprender também com os erros do passado para não os repetir, e os políticos não podem levar o país à bancarrota, não os podemos deixar fazê-lo”.
Jorge Ortiga, arcebispo da cidade, também esteve presente nesta iniciativa solidária, onde aproveitou para promover algumas iguarias da região, com a participação de várias confrarias gastronómicas e empresas do sector alimentar. E revelou-se feliz. “Os tempos que correm têm necessariamente de ser tempos de solidariedade para com as pessoas, mas também para com as instituições. O Santuário do Sameiro é um ícone do Minho, teve necessidade de passar por grandes reformas, particularmente no que concerne ao telhado, e tudo o que possa ser ajuda é algo que temos de apreciar e agradecer”, afirmou o sacerdote.
O jantar contou com a presença de mais de 600 convidados. Cada um deles pagou 25 euros, contabilizando mais de 15 mil euros, a que se juntaram ainda outros donativos particulares e o resultado de uma venda de rifas que decorreu durante o jantar. D. Duarte já garantiu que pretende marcar lugar no Jantar de Reis do próximo ano.
D. Duarte de D. Isabel foram recebidos com danças e cantares regionais
O Jantar de Reis deste ano contou com a presença de várias personalidades, como Maria Augusta Osório de Castro. Recorde-se que, desde a morte do marido, Manuel Carlos de Lemos, em 2011, são raras as presenças de Maria Augusta em eventos sociais, mas desta vez o seu lado solidário falou mais alto.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

D. Duarte no Jantar de Reis em Braga - in Porto Canal

O Arcebispo Primaz de braga considera que portugal tem mais assuntos em que pensar além da coadopção e adopção por casais do mesmo sexo. Dom Jorge Ortiga marcou presença no jantar de reis, em braga juntamente com D. Duarte. Para o chefe da Casa Real de Portugal, avançar com o referendo é uma irresponsabilidade.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Visita do Vereador carioca Paulo Pinheiro a Braga (VI) - Encontrou-se com D. Jorge Ortiga


Arcebispo de Braga recebeu comitiva no Paço Arquiepiscopal
Igreja de Braga pode contar com apoio do Rio de Janeirona Jornada da Juventude
A Câmara Municipal do Rio de Janeiro disponibiliza-se a receber uma delegação da Arquidiocese de Braga durante a próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio 2013) e a «ajudar no que for possível» para a plena vivência dos portugueses neste evento da Igreja Católica.
A garantia foi deixada ontem pelo vereador brasileiro Paulo Pinheiro, numa visita de cortesia a D. Jorge Ortiga, no Paço Arquiepiscopal.
O vereador da Câmara do Rio de Janeiro veio a Braga entregar ao Município o acordo de geminação entre as duas cidades, já aprovado e assinado pelo prefeito do Rio, para ser votado pelo executivo bracarense, a fim de se dar início à irmanação.
Paulo Pinheiro aproveitou esta deslocação à capital minhota, de dois dias, para se encontrar também com dirigentes associativos, empresários do setor da construção civil, dirigentes partidários e com representantes da Universidade do Minho.
No encontro com o Arcebispo de Braga, o autarca brasileiro expressou o desejo de que a Igreja bracarense possa participar no intercâmbio entre as duas cidades, sobretudo no campo cultural.
«No próximo ano vamos ter a Jornada Mundial da Juventude e esperamos que uma delegação daqui vá a esse grande evento. Estamos disponíveis a receber-vos e a ajudar no que for possível», prometeu.
Vincando a importância dos intercâmbios e parcerias entre portugueses e brasileiros, incluindo no campo religioso, o autarca disse que seria uma «grande honra» para o Município do Rio de Janeiro que jovens desta cidade pudessem vir a Portugal conhecer a história e as tradições minhotas.
«Nós temos uma pequena tradição, muito distante da tradição de Portugal, em relação às nossas igrejas e temos muito a aprender», reconheceu o vereador.
Depois de apontar a cidade de Braga como incontornável para quem visita Portugal, Paulo Pinheiro mostrou-se convicto de que o acordo de geminação irá ser aprovado pelo executivo bracarense. «No Rio de Janeiro já é uma lei, agora esperamos que a Câmara de Braga termine o seu trabalho, mas independentemente disso estamos à disposição de Braga para mantermos um intercâmbio, incluindo na área religiosa que é muito importante», acrescentou.
O Arcebispo de Braga disse ter recebido com prazer o vereador do Rio de Janeiro, referindo que «tudo o que possa vir a beneficiar o povo é sempre bem vindo».
Quanto à JMJ Rio 2013, D. Jorge Ortiga deu conta ao vereador das dificuldades sentidas pelo jovens portugueses, particularmente por causa do preço das viagens para o Brasil, um problema que, disse, «poderá vir a ser resolvido se as agências de viagens se convencerem que a juventude merece uma atenção particular». «Facilitar a viagem é garantir o futuro de alguns jovens», considerou.
Neste encontro, o prelado bracarense fez uma breve caraterização do Minho, destacando as suas potencialidades a nível turístico, relacionadas com o património, a paisagem e a gastronomia.
A comitiva integrava, entre outras pessoas, o deputado da Assembleia Municipal de Braga Manuel Beninger (PPM), que está a acompanhar de perto o processo de geminação.
Jornal "Diário do Minho" de 21 de Novembro, pág. 5

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Exemplo de S. Nuno deve inspirar portugueses

O Arcebispo Primaz afirmou ontem, em Barcelos, que os portugueses devem assumir o estatuto de intervenientes nos problemas do país, dando o exemplo de S. Nuno de Santa Maria cuja santidade e heroicidade o ajudaram a «colocar-se à frente, pensar estratégias e prosseguir até à vitória».
Na missa celebrada em honra de S. Nuno de Santa Maria e que incluiu a inauguração de uma estátua (ver página 8), D. Jorge Ortiga lembrou que as motivações do Santo Condestável continuam a questionar o país».
Na presença do Núncio Apostólico do Vaticano, dos Duques de Bragança e outras entidades civis e religiosas locais e nacionais, o Arcebispo Primaz realçou que «a espada a usar agora não é a de ferro como a de S. Nuno, mas a do testemunho». Para D. Jorge não são precisas «guerras verbais», mas homens e mulheres que, inspirados na energia de S. Nuno, «ousem chefiar correntes de pensamento e decisão nos setores constitutivos da vida portuguesa».
O prelado desejou que S. Nuno de Santa Maria não se torne apenas o santo dos altares, «mas o português que lutou, arriscou a vida para salvar uma identidade nacional».
«Nós, crentes, ao redescobrirmos a nossa identidade teremos de trabalhar, com heroicidade, pelos valores que se identificam com a nossa história», referiu. É preciso, acrescentou D. Jorge ortiga, construir uma sociedade «clara e transparente, aberta à solidariedade e fraternidade, motivada permanentemente pelos interesses do bem comum e com o interesse por todos e não só por vantagens pessoais».
O Arcebispo Primaz questionou se, à semelhança do que aconteceu nas guerras entre portugueses e espanhóis, «não continuarão hoje a morrer muitos cidadãos, quando se permite que a sociedade vá envelhecendo e se torne incapaz de dar garantias de vida digna aos portugueses dentro de pouco tempo». «Não estaremos a dormir, afastando nos da heroicidade necessária nas arenas da discussão e participação? Serão realmente muitos, aqueles que se preocupam verdadeiramente com o bem comum e a comunidade social? Como herdeiros de uma história heróica e santa, estaremos a ser dignos defensores duma causa nacional», questionou.
Referindo que «a vida vale muito mais do que aquilo que lhe estamos a dar», o Arcebispo Primaz lembrou a realização do “Átrio dos Gentios”, que se realiza em Guimarães e Braga nos próximos dias 16 e 17 de novembro. “O Valor da Vida” é o tema central do encontro que se realiza pela primeira vez em Portugal por iniciativa da Arquidiocese de Braga, através do Instituto de História e Arte Cristãs e do Conselho Pontifício da Cultura. O evento reúne personalidades, crentes e não crentes, de vários quadrantes da sociedade portuguesa.
Jornal "Diário do Minho" de 4 de Outubro, pág. 9

segunda-feira, 12 de março de 2012

Jantar muito solidário

Jantar de angariação de fundos para as obras da Basílica do Sameiro juntou várias individualidades da cidade

Cerca de 300 pessoas participaram, anteontem, no jantar de angariação de fundos para as obras da Basílica do Sameiro. Para além de um leilão de obras de arte foram ainda muitos os beneméritos que não estiveram presentes.
O jantar de angariação de fundos em favor das obras da Basílica do Sameiro, que decorreu anteontem, contou com a participação de cerca de 300 pessoas, mas muitos outros benfeitores contribuíram apesar de não terem estado presentes. A par do jantar realizou-se ainda um leilão de peças de arte também a favor das obras. “Foi um sucesso e as pessoas perceberam que tinham que ajudar para esta causa”, justificou Manuel Beninger, da comissão organizadora.
“Apesar da recolha de fundos reverter para o património material como é a Basílica de Nossa Senhora do Sameiro tivemos um balanço positivo, que ultrapassou as expectativas, o que significa que a população bracarense está consciente de que a cidade de Braga vive (e viverá) em grande medida do turismo religioso, significando esta iniciativa uma forma directa de preservar o nosso património e uma forma indirecta de ‘recolher outros fundos’ que poderão vir a fortalecer-nos em períodos, ainda mais difíceis”, explicou o responsável.
O valor total das verbas angariadas no jantar e no leilão será divulgado ainda esta semana, até porque a organização quer que todo o processo “seja transparente” fez questão de referir ainda Manuel Beninger.

Jantar reuniu centenas a favor das obras do Sameiro

Centenas de pessoas marcaram presença, anteontem à noite, em mais um jantar de angariação de fundos a favor da cobertura do Santuário do Sameiro, um dos expoentes do turismo religioso da região. A iniciativa, que se vem realizando todos os meses, tem por objetivo custear a intervenção em curso, orçada em cerca de 550 mil euros, um montante que a Confraria não dispõe.
Desta feita, a iniciativa foi promovida em conjunto com defensores da Causa Real, que conseguiram um elevado número de presenças, mas onde a D. Duarte Nuno não participou, por motivos de saúde de um familiar, tal como o vice-presidente da Câmara Vítor Sousa.
Na ocasião, foram também feitas diversas doações e leiloados vários quadros e obras de arte, que renderam alguns milhares de euros para as obras e cujo montante final será apresentado durante a semana. O repasto decorreu no espaço “Varandas do Sameiro”, cedido por José Vieira, com vinhos do “Solar do Louredo”, e com um brilhante acompanhamento musical.
Em nome da organização, o causídico Luís Rufo destacou a importância e o simbolismo do Sameiro para toda a região, considerando que «as obras são absolutamente prementes, pois as infiltrações estão já a danificar tetos e obras de arte». No mesmo sentido, o Vigário-geral Cónego José Paulo Abreu deu conta que «já foi feita uma intervenção no Zimbório e que a reparação dos telhados vai continuar, contando com a solidariedade de todos».
Até ao mês passado, as iniciativas de apoio tinham conseguido recolher 37.500 euros, devendo esta semana ter ultrapassado já os 50 mil euros, o que sendo menos de um décimo do necessário, não deixa de significar que as pessoas continuam dispostas a apoiar esta nobre causa.
Na ocasião, D. Jorge Ortiga manifestou a sua «plena confiança de que o dinamismo da Confraria levará as obras a bom porto», realçando a importância de zelar por este património religioso que é de todos, da região e do país.
Questionado sobre se entendia que o país retribuía ao Sameiro aquilo que este faz pelo turismo religioso da região, D. Jorge Ortiga considerou «que tem havido alguma colaboração» por parte das entidades oficiais, no «magnífico trabalho que está a ser desenvolvido no Sameiro e no Bom Jesus», mas «parece que o país ainda não descobriu o valor das suas maiores jóias que estão fora de Lisboa».

domingo, 11 de março de 2012

BRAGA APOIA REABILITAÇÃO DO SAMEIRO

“Jornal de Notícias” de 10 de Março, pág. 20

O arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, o provedor da Santa Casa da Misericórdia, Bernardo Reis, e António Marques, presidente da AI-Minho, entre outras personalidades, participaram num jantar de angariação de fundos para a reabilitação da Basílica do Sameiro, em Braga.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Dia 9 de março, às 21h00: Jantar de angariação de fundos para obras na Basí l ica do Sameiro

Jornal “Diário do Minho” de 12 de Fevereiro, pág. 3

Realiza-se, no próximo dia 9 de março, pelas 21h00, um jantar de angariação de fundos para as obras que estão a decorrer na Basílica de Nossa Senhora do Sameiro, em Braga.
O Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, e o duque de Bragança, Dom Duarte, são apenas dois dos nomes ilustres que compõem a Comissão de Honra, da qual fazem também parte o presidente da Confraria de Nossa Senhora do Sameiro, cónego José Paulo Abreu; o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, Bernardo Reis; o presidente da Associação Industrial do Minho (AIMINHO), António Marques; o presidente do Conselho de Administração do Grupo Agros, Francisco Marques, e o presidente da delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, Armando Osório.
A Comissão organizadora é composta por Manuel Beninger, Sílvia Oliveira e Luís Rufo.
O evento contará com um programa de animação musical e cultural, sendo o custo da inscrição de 30 euros.
Para efeitos de inscrição poderá contactar os números de telefone dos membros da Comissão Organizadora, que são os seguintes: Manuel Beninger 969 685 260; Sílvia Oliveira: 968 653 261 ou Luís Rufo: 253 204 190, bem como o e-mail jantarbasilicasameiro@gmail.com.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

JANTAR DE REIS: Encontro de monárquicos

Revista VIP de 24 de Janeiro de 2012, pág. 79
O Duque de Bragança foi um dos ilustres convidados do jantar de reis que se realizou no Hotel Bom Jesus de Braga. Numa tertúlia intimista, foi tema de relevo a promoção das produções regionais e locais e do comércio tradicional. Os convidados tiveram o prazer de degustar alguns dos melhores produtos nacionais.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

“ Não faz sentido celebrar o 5 de Outubro”. Quem o diz é S.A.R., o Senhor Dom Duarte de Bragança

“SIM Revista do Minho”, Janeiro 2012, 2ª quinzena

No dia de celebração de Reis, várias personalidades ligadas à monarquia juntaram-se num jantar, com o objetivo de promover o produto português. E se voltássemos a ter um rei? Essa foi a pergunta que deixámos a D. Duarte e Manuel Beninger, do PPM bracarense.

D. Duarte
“ Não faz sentido celebrar o 5 de Outubro”

Celebrou-se, em 2011, o Centenário da República. Como vê estes 100 anos, em que metade foram de República e a outra metade de ditadura? Porque defende a Monarquia?
Eu acho que, se a Revolução do 5 de Outubro tivesse valido a pena para alguma coisa, não teria sido necessário fazer outra revolução em 1926, que deu a ditadura, e outra em 1974. Um regime que, em 100 anos, precisou de três revoluções para finalmente por Portugal num estado de falência como está hoje, não vejo grande méritos nem motivos para festejar. Estes 10 milhões de euros para festejar o Centenário serviram para esclarecer um pouco a realidade histórica, mas pouco mais. Acho muito bem que o feriado de 5 de Outubro tenha sido cortados, porque vamos festejar o quê?
De qualquer forma, temos alguns exemplos na Europa em que se mantém a Monarquia Constitucional, mas a crise também afeta esses países…
Todas as monarquias atuais são democráticas, mais democráticas do que muitas repúblicas e são bons exemplos. Veja-se o caso do Japão, da Austrália, Espanha… Claro que a crise atinge muitos países e muitos regimes mas, se virmos a maneira como as monarquias europeias reagiram à crise, creio que foram mais positivas que a forma como estamos a ultrapassar esta fase. Talvez a Espanha esteja a reagir menos bem, porque na verdade não é um país, são vários países.
Como pensa que vão ser os próximos anos em Portugal?
Curiosamente, há dias o nosso pároco dizia que esta é uma oportunidade para desenvolvermos as nossas potencialidades, desenvolver soluções e alternativas locais, a solidariedade. Quem pode, deve ajudar mais e não viver às custas dos outros. Infelizmente, há muita gente mais interessada em receber subsídios que em trabalhar e 30% das ofertas de emprego em Portugal não têm ninguém interessado. Chegou a ocasião para fazermos uma reforma profunda e distribuirmos os recursos de uma forma mais justa e equitativa. Por outro lado, o aspeto caritativo também será muito importante. Não se deve confundir caridade com solidariedade. Solidariedade tem a ver com as pessoas de quem eu gosto ou com quem simpatizo; para as pessoas que eu não conheço trata-se de uma questão de caridade, porque temos obrigação de ajudar as pessoas que precisam, mesmo que não conheçamos ou não gostemos deles.
Na sua opinião, a política a seguir deve ser de mais cortes ou de mais investimento?
Deve cortar-se onde se pode, no inútil ou supérfluo, e investir com cuidado. Por exemplo, todos nós pagamos milhões por cinema e teatro que ninguém vai ver. Não faz sentido. Gasta-se milhões a comprar tecnologia e até cerâmica para equipar hospitais públicos. Os automóveis são importados. Há muita coisa assim. Não somos coerentes com a necessidade de consumir português. Tem que haver uma mudança de atitude e combater vícios de novos-ricos, que fomos criando.
Como analisa a compra da EDP pelos chineses?
Se é preciso dinheiro, tem que se vender, mas preferia que essas grandes empresas continuassem controladas por nós. Temos um modelo de desenvolvimento errado. Venho defendendo isso há muitos anos: destruição da agricultura, da indústria, em troca de receber subsídios do estrangeiro.
Acha que a sociedade não leva os monárquicos a sério?
Eu acho que não. Numa sondagem da comissão dos 100 anos da República, perguntou-se às pessoas quem era republicano. 60% disseram que sim, o que quer dizer que 40% ou é monárquico ou anarquista, que são muito poucos. Os meios de comunicação não nos levam a sério, talvez por uma questão de preconceito e uma certa falta de conhecimento político. Pensam na monarquia como uma coisa do passado, em vez de nos comparar com as monarquias contemporâneas.
Estaria disponível para assumir o papel de rei?
Sempre disse que estou ao serviço de Portugal, seja na diplomacia, seja na promoção dos produtos portugueses. Se um dia os portugueses quiserem que eu assuma a chefia de estado, como uma pessoa completamente independente e apartidária, estarei disponível.

Manuel Beninger
 “ Já vivemos 100 anos de catequização republicana e os resultados estão à vista”

Faço-lhe a mesma pergunta que ao D. Duarte. Monarquia porquê?
Os países mais desenvolvidos no mundo ocidental são monarquias. O curioso desses países é que têm a hipótese de referendar se os cidadãos querem manter este sistema político ou se querem mudar. Por exemplo, a Austrália fez esse referendo há 12 anos e o povo preferiu continuar com a monarquia, sendo o chefe de estado a Rainha de Inglaterra. É preciso perceber que a monarquia já não significa o rei em cima de um cavalo a correr atrás dos Mouros. É algo que é isento de partidos políticos, isento; representa a história de um povo e a tradição. Pode parecer estranho ter um filho a suceder a um pai, mas acaba por ser uma situação natural. Os casos de sucesso por essa Europa fora são a prova disso.
Qual acha ser a razão de tanta distância das pessoas em relação à monarquia? A hereditariedade?
Causa em Portugal, fruto de 100 anos de catequização republicana. Passa a ideia de que foi feita uma revolução para libertar o povo da opressão e dar-lhe a democracia e isso é completamente errado. A democracia já existia entes de 1910.
Acha que num período de crise como o que vivemos, as pessoas vão começar a pensar na monarquia?
Completamente convencido que sim. A república está a cair no pior que lhe pode acontecer, que é quando o chefe de estado começa a não ter o respeito dos cidadãos. Quando se comparam custos que a República portuguesa com os custos da Monarquia espanhola, por exemplo, a diferença é abismal. Nós gastamos em Portugal 16 milhões de euros, para 10 milhões de habitantes; a Espanha, 8 milhões, para 40 milhões de habitantes. Isto é o despesismo total e eu, como monárquico, até estranho que estes assuntos comecem a ser falados sem qualquer pudor, na praça pública.

Colunata do Bom Jesus recebeu Jantar de Reis

Dom Duarte, Duque de Bragança e D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga e Primaz das Hispânias, foram os convidados de honra do Jantar de Reis organizado anualmente, em Braga.
Na edição deste ano, o destaque foi todo para a promoção dos Produtos Regionais e Locais e do Comércio Tradicional apresentados pelas confrarias nacionais, associações e empresas locais através de uma exposição de produtos com direito a degustação. “Esta iniciativa, com tradição na cidade de Braga, assenta numa vontade transversal a muitos atores locais, movimentos, associações monárquicas, bem como a individualidades com relevância política e social na região”, explicou Manuel Beninger, Presidente da Comissão de Organização.
No evento, estiveram presentes a Confraria Panela ao Lume, a Real Confraria do Vinho Alvarinho, a Confraria dos Gastrónomos do Minho, a Confraria Gastronómica do Milhos, a Confraria das Tripas à Moda do Porto, a Confraria do Abade, a Confraria Gastronómica do Sarrabulho, a Confraria da Broa de Avintes, a Confraria Gastronómica da Terrada Maia, a Confraria Gastronómica da Raça Arouquesa, a Confraria do Pão de Ló Tradicional, a Confraria do Vinho Verde, a Real Confraria de São Teotónio, a Confraria do Bom Jesus, a Confraria do Queijo da Serra da Estrela, a Confraria Queirosiana, a Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal, a Confraria do Medronho, a Confraria do Bolo de Ançã, a Confraria do Carolos e das Papas de Milho, a Confraria do Espumante, a Confraria do Chapelão, a Confraria Almas Santas da Areosa e do Leitão, a Confraria do Azeite, a Confraria Gastronómica da Maçã Portuguesa, a Confraria da Broa de Avança, a Confraria Gastronómica do Mar, a Confraria Gastronómica do Bacalhau, a Confraria das Papas de S. Miguel, a Confraria Gastronómica do Bucho de Arganil, a Confraria do Vinho do Porto, entre outros membros da Federação Portuguesa das Confrarias.
Além das confrarias, fizeram-se representar a Associação Comercial de Braga, na figura do presidente Macedo Barbosa, a Associação Industrial do Minho, pelo presidente António Marques, a ADERE-Minho, pelo presidente Abílio Vilaça, a ADRIL, por Francisco Calheiros, ADRITEM, por Teresa Pouzada, a Associação de Turismo de Aldeia, por Paula Xavier, entre outras.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Jantar de Reis 2012: As intervenções (5)

Foram motivos de relevo deste evento a promoção dos Produtos Regionais e Locais e do Comércio Tradicional.
Se olharmos para as estatísticas, somos confrontados com uma elevada redução do número de explorações agrícolas e das áreas cultivadas, o que significa, uma redução do produto agrícola nacional. Em contrapartida, um olhar mais atento revela-nos investimentos em unidades de transformação e comercialização inovadoras desses mesmos produtos, que até sendo bem dimensionadas e competitivas, podem demonstrar interesse em determinados sectores de actividade considerados estratégicos.
Drª Sílvia Oliveira conduziu as intervenções com exemplar mestria.
D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga e Primaz das Hispânias, deixou uma mensagem de Esperança e Boa Ventura para Portugal.
Num mundo em acelerada mutação, os valores e raízes tradicionais estão cada vez mais esbatidos na memória colectiva e no quotidiano de cada um de nós, apesar de já serem conhecidos alguns movimentos de retorno à terra e ao (re)descobrimento dos produtos regionais e locais,  como forma de criar emprego e aumentar a coesão social e territorial, estes nunca serão satisfatórios se não existir por parte dos consumidores portugueses, uma excepção para os produtos regionais e locais, aumentando com isso a produção nacional e com ela, o Valor de Portugal.
O Reverendíssimo Arcebispo de Braga D. Jorge Ortiga e o pediatra bracarense Drº Fernando de Sá Menezes.

 Dr. Agostinho Peixoto, presidente da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal: “falar em produtos locais e regionais e em grande parte da sua transformação como é o caso da gastronomia é associar valor acrescentado para a economia portuguesa, tanto no emprego como no turismo nacional”.
 Os produtos regionais e locais definem a identidade dos próprios territórios, podendo, também, ser explorados como recursos turísticos geradores de riqueza, estimulando assim as economias locais com a criação de emprego, factores essenciais para o desenvolvimento social e territorial.
 Engº Abílio Vilaça, presidente da ADERE-Minho e Director Geral da Associação Comercial de Braga: “Associar a actividade comercial ao artesanato português, presença viva da herança cultural e matriz da nossa identidade, será estimular o resgate das vocações regionais, a preservação das culturas locais e a formação de mentalidades empreendedoras dos artesãos para as actividades económicas, responsáveis pelo desenvolvimento e sustentabilidade das cidades”
Engº Francisco Pavão, dirigente da CAP (Confederação dos Agricultores de Portugal): o impacto dos produtos regionais e locais no mundo rural de hoje.
 A exaltação às tradições portuguesas com a defesa dos Produtos Regionais e Locais e do Comércio Tradicional, na voz a quem sempre defendeu a Cultura Portuguesa e os Portugueses, Sua Alteza Real, o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
 Pela defesa dos produtos portugueses, pela defesa das micro, pequenas e médias empresas, pela defesa da promoção e comercialização dos nossos produtos, pela defesa da cultura e património nacional.
 Num mundo em acelerada mutação, os valores e raízes tradicionais estão cada vez mais esbatidos na memória colectiva e no quotidiano de cada um de nós, apesar de já serem conhecidos alguns movimentos de retorno à terra e ao (re)descobrimento dos produtos regionais e locais,  como forma de criar emprego e aumentar a coesão social e territorial, estes nunca serão satisfatórios se não existir por parte dos consumidores portugueses, uma excepção para os produtos regionais e locais, aumentando com isso a produção nacional e com ela, o Valor de Portugal.
Quando o Rei é aplaudido de pé. A “Aclamação” de Sua Alteza Real, o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança em Braga.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Jantar de Reis 2012 - Agradecimentos


Caros amigos


Depois de um momento de reflexão e respectiva avaliação dos pontos fortes e fracos do evento do passado dia 7 de Janeiro – Jantar de Reis –, venho em nome da Comissão de Organização agradecer a todos a calorosa presença e pedir desculpa por qualquer eventualidade menos bem sucedida.
Certos do vosso entendimento, acreditamos que nos acompanharam noutros acontecimentos de exaltação aos produtos portugueses e à portugalidade como forma de representar o melhor de Portugal e dos Portugueses.

Manuel Beninger
Pela Comissão de Organização

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Jantar de Reis 2012 recebeu S.A.R., o Senhor Dom Duarte e o Arcebispo de Braga D. Jorge Ortiga

Jornal de Notícias de 09 de Janeiro de 2012
D. Duarte, duque de Bragança e D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, foram presenças de proa no Jantar de Reis em Braga. D. Jorge Ortiga transmitiu uma mensagem de esperança e boa ventura para Portugal, num encontro em que foram destacadas tradições portuguesas. P.V.C.

Jantar de Reis promoveu produtos e comércio locais


A promoção dos produtos regionais e locais e do comércio tradicional foi o tema de relevo do jantar de Reis promovido, no sábado à noite, no Bom Jesus. Festa contou com a presença do arcebispo primaz, D. Jorge Ortiga, e o Duque de Bragança, Dom Duarte.
Manuel Beninger, presidente da Comissão de Organização do Jantar de Reis, destacou a importância da presença de várias confrarias nacionais, associações e empresas locais que apresentaram uma exposição e respectiva degustação de produtos regionais e locais, bem como do comércio tradicional.
Para além deste momento festivo, foram temas de reflexão o impacto dos produtos regionais e locais no mundo rural de hoje. Os produtos locais e regionais e a sua transformação associada a valor acrescentado para a economia portuguesa, tanto no emprego como no turismo nacional, bem como a actividade comercial com o artesanato português, como presença viva da herança cultural e matriz da nossa identidade foram outros temas em cima da mesa. Mas o encontro não se ficou por aqui. O resgate das vocações regionais, a preservação das culturas locais e a formação de mentalidades empreendedoras dos artesãos para as actividades económicas, responsáveis pelo desenvolvimento e sustentabilidade das cidades foi ainda tema de destaque.
O arcebispo primaz, D. Jorge Ortiga aproveitou para transmitir uma mensagem de esperança e boa ventura para Portugal.
A exaltação às tradições portuguesas com a defesa dos produtos regionais e do comércio tradicional foi proferida, entretanto, por Dom Duarte, Duque de Bragança.

Jornal “Correio do Minho” de 9 de Janeiro, pág. 6

Duque de Bragança presente em Jantar de Reis em Braga

O duque de Bragança, D. Duarte, e o Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, marcaram presença no passado sábado à noite, em Braga, num jantar de Reis que incluiu ainda a cerimónia da tomada de posse da concelhia de Braga da Confraria do Vinho Verde.
De acordo com Manuel Beninger, presidente da Comissão de organização, foi tema de relevo a promoção dos produtos regionais e locais e do comércio tradicional, apresentados pelas confrarias nacionais, associações e empresas locais, através de uma exposição e respetiva degustação.
Para além deste momento festivo, no qual participaram cerca de 400 pessoas, foram temas de reflexão o impacto dos produtos regionais e locais no mundo rural de hoje, concretamente a sua transformação associada a valor acrescentado para a economia portuguesa.
Foi ainda tema de destaque a mensagem de esperança para Portugal proferida por D. Jorge Ortiga. Já o termo desta reflexão e exaltação às tradições portuguesas com a defesa dos produtos e comércio local foi proferido por D. Duarte.
Jornal “Diário do Minho” de 9 de Janeiro, pág. 7

domingo, 8 de janeiro de 2012

Jantar de Reis 2012 em Braga - o filme


Realizou-se ontem, dia 7 de Janeiro, o Jantar de Reis, no Hotel Bom Jesus de Braga, com a presença de Sua Alteza Real, o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga e Primaz das Hispânias.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Jornal Diário do Minho: Monárquicos defendem criação de “hortas urbanas”

Jornal "Diário do Minho" de 27 de Setembro de 2010

O PPM apresentou na última Assembleia Municipal de Braga uma proposta de criação de hortas urbanas no concelho, como “espaços que podem contribuir para minorar a pobreza e promover o reequilíbrio ecológico”. A proposta apresentada na reunião de sexta-feira à noite pela deputada monárquica Sílvia Oliveira lembra que “as “hortas” estão a impor-se como um fenómeno social e geograficamente transversal, já que representam uma forma de aproveitamento de recursos”.

O PPM evocou, ainda, a vontade de cooperação da Arquidiocese de Braga, sublinhando que o Arcebispo D. Jorge Ortiga, que após contacto do PPM afirmou “estar em total concordância com a criação de um projecto de Hortas Urbanas (…), para o município de Braga, estando para isso disponível para se sentar à mesa com o executivo Camarário, no sentido de se congregarem esforços para um compromisso que se entende comunitário”.