Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Autarcas monárquicos oficializam a Associação esta semana - in Jornal "Terras do Ave"

Autarcas monárquicos reunidos em Vila do Conde procuram afirmação partidária

Os autarcas monárquicos estiveram reunidos no passado sábado no concelho de Vila do Conde, onde realizaram uma visita pedonal pelo centro histórico da cidade, Mosteiro de Santa Clara e Zona Ribeirinha. Foi anunciado que durante esta semana será oficializada a Associação de Autarcas de Inspiração Monárquica, com o primeiro congresso a realizar-se em Setembro.

A eleição do primeiro autarca popular monárquico no concelho de Vila do Conde, José Gesteira, como deputado municipal nas últimas autárquicas é o ponto de partida para a afirmação que o partido pretende conquistar a nível concelhio, refere Manuel Beninger, presidente da Associação dos Autarcas Monárquicos.
Nas jornadas autárquicas em Vila do Conde, a AAMO – Associação dos Autarcas Monárquicos reflectiu sobre “a falta de uma política de gestão harmoniosa do território neste concelho por parte da maioria socialista”.
Manuel Beninger começou por realçar “a excelente cooperação que tem existido com o partido que liderou a coligação eleitoral ‘Acreditar em Vila do Conde’ – o PSD – a qual se revelou decisiva para a eleição do nosso autarca. Ainda sobre este aspecto, é justo deixar uma palavra especial ao Miguel Paiva, candidato à Presidência da Câmara, que, mau grado não ter vencido a eleição, alcançou um excelente e promissor resultado”.
Para Manuel Beninger, “falta uma política amiga dos cidadãos que residem na zona histórica. Para além de se lhes fazerem exigências desadequadas nos processos de reabilitação de imóveis, a Câmara Municipal nunca teve a sensibilidade de criar uma discriminação positiva em termos de IMI. O resultado é o que vemos, com um elevadíssimo número de imóveis devolutos e degradados”.
Na zona das Caxinas e Poça da Barcas, uma das mais densamente povoadas do concelho, o monárquico aponta a falta de uma política “de equipamentos consistente e que responda às necessidades da população. Veja-se o caso do pavilhão e das piscinas, prometidas há mais de 15 anos e sem qualquer perspectiva de concretização, ou a falta de um lar para idosos, apenas para falar de investimentos essenciais para a juventude e para a população sénior.”
“Nas freguesias da zona costeira faltou, desde sempre, uma estratégia de valorização urbanística que permitisse que as nossas freguesias litorais se transformassem em zonas balneares de elevada qualidade e capazes de captar turistas que tragam dinâmica económica e riqueza. Nunca existiu essa visão e o resultado é um desordenamento que, inclusive, tem contribuído para a erosão costeira de forma grave”, adverte o líder da Associação dos Autarcas Monárquicos.
“Infelizmente, esta agenda do território faz falta à política vila-condense e está nos propósitos dos autarcas monárquicos, em conjunto com o nosso parceiro de co-ligação, com que qual queremos continuar a trabalhar de forma leal e empenhada, lutar por ela.
Nós não nos conformamos com o concelho a duas velocidades que o poder socialista tem promovido, empenhando todos os recursos na cidade e esquecendo deliberadamente as freguesias, as suas populações e as suas instituições”, concluiu Manuel Beninger.

ASSOCIAÇÃO OFICIALIZADA ESTA SEMANA
Um conjunto de autarcas de inspiração monárquica, multi-partidário, será oficializado esta semana, e terá o seu primeiro congresso em Setembro.
Estas são as principais conclusões das últimas jornadas realizadas em Vila do Conde, culminando um trabalho nos últimos meses de uma comissão que reúne autarcas independentes, do PPM, do CDS, PSD e tendo simpatizantes muitos outros autarcas no norte e centro do país. “Pretendemos ter implementação nacional”, refere Manuel Beninger, um dos coordenadores do grupo responsável pela organização do congresso. “Para além dos princípios básicos da questão do regime, esta estrutura irá proporcionar formação aos seus quadros e pretende criar laços entre municípios e projectos comuns em áreas como a história, tradições, empreendedorismo, cultura e turismo, áreas fundamentais para os municípios. Queremos criar uma rede de autarcas que possam defender as suas populações com soluções novas e criativas para os problemas que todos enfrentamos”, refere o autarca, elemento da Assembleia Municipal de Braga, finalizando que “todos serão bem-vindos”.
Este grupo reúne nomes como Eduardo Teixeira, vereador em Viana do Castelo e deputado na Assembleia da República pelo PSD, Miguel Paiva, vereador na Câmara Municipal de Vila do Conde, José Basto, Luís Barreiros e Miguel Queirós deputados no Porto, Ponte de Lima e Coimbra, entre muitos outros.
Jornal "Terras do Ave" de 24 de Julho, pág. 5
Capa do jornal "Terras do Ave" de 24 de Julho

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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Associação dos Autarcas Monárquicos no "Jornal de Notícias"

Associação dos Autarcas Monárquicos na página 31 do Jornal de Notícias de 20 de Julho de 2014


Mais do que o partido o problema é o regime”

Não é uma questão de ideologia. Não têm “sangue azul, nem descendem de nobre linhagem. Apenas defendem um regime diferente para Portugal, “com um chefe de Estado longe dos interesses económico partidários, mais próximo das pessoas”. A Associação de Autarcas monárquicos (AAMO) será oficializada esta semana. Em Setembro terá o seu primeiro congresso.
“Neste momento, já temos mais de 100 autarcas associados. Este é o quarto encontro, haverá mais um, no próximo mês, em Coimbra e, em Setembro, faremos o primeiro congresso”, explicou, ao JN, Manuel Beninger, vice-presidente do PPM (Partido Popular Monárquico) e membro da comissão instaladora da associação, ontem, em Vila do Conde.
À porta da igreja Matriz havia professores, psicólogos, advogados, arquitetos. Recusam o rótulo de políticos de “sangue azul” e explicam que há ali muito quem tenha “origens humildes”. Defendem, isso sim, a história, vêm saudades dos tempos áureos de um país com nove séculos de história, que agora bate no fundo e, sobretudo, querem uma liderança à margem dos interesses económicos e partidários que seja capaz de unir os portugueses. “Há gente do PSD, do CDS e do PPM, mas estamos abertos a autarcas de todos os quadrantes políticos”, frisou Beninger.
Conscientes de que o PPM alcançou nas últimas autárquicas “o melhor resultado dos últimos 30 anos” – elegemos, no Norte e Centro cerca de 30 autarcas em municípios e freguesias – e que a grande parte da escalada se deveu às coligações com o PSD, o CDS e o MPT (Movimento Partido da Terra), um grupo de autarcas decidiu avançar com a AAMO, porque, como explicam, mais do que a ideologia, “é a necessidade de mudança de regime que todos defendem”.
Ontem, em Vila do Conde, assinalaram o facto de, pela primeira vez, terem eleito um autarca – José Gesteira – para a Assembleia Municipal. Durante a tarde, debateram questões concelhias, como a elevada taxa de desemprego (“uma das mais altas do país”) ou a necessidade de incentivar (por exemplo, ao nível do IMI) quem habita o centro histórico da cidade.

Eduardo Carqueja
Ass. Mun. do Porto
É psicólogo e autarca do PPM. Nas últimas eleições, fruto da coligação com o PSD para o Porto, foi eleito deputado na Assembleia Municipal. Já havia sido, durante anos, autarca do PSD, mas desvinculou-se do partido, algo desiludido, e juntou-se à AAMO. “È muito mais do que a política trauliteira que tem sido apanágio de muitos partidos. É uma aproximação às pessoas, a uma vivência mais natural”, frisa, defendendo que o país precisa “de mais uma mudança de paradigma”.

Luís Maria Barreiros
Ass. Mun. Ponte de Lima
Advogado e militante do PPM há 25 anos, esteve sempre ligado à organização interna do partido. Nas últimas autárquicas, fruto da criação do grupo de autarcas monárquicos, avançou por Ponte de Lima (coligação PSD/PPM). “O que nos move é a liberdade de escolha do regime. E a associação, sendo aberta a autarcas de todos os partidos, facilita-o”. Barreiros acredita que as pessoas já percebem que “monárquicos não são gente de sangue azul”, mas também “humanistas”.

Manuel Beninger
Países mais desenvolvidos são monarquias

Porque surge a associação?
É a primeira associação de políticos de inspiração monárquica em Portugal. O congresso fundador será em finais de Setembro, princípios de Outubro e teremos como presidente da mesa o dr. Eduardo Teixeira, vereador na Câmara Municipal de Viana do Castelo e deputado na Assembleia da República pelo PSD. Não estamos a discutir o partido, mas o regime.
Que leitura faz da conjuntura atual do país?
O problema passa justamente pelo regime, que faliu pela terceira vez, no pós-25 de Abril. Se tivéssemos um regime diferente, em que o chefe de Estado não fosse eleito por interesses económicos e partidários, que podem entrar em promiscuidades, teríamos uma chefia de Estado mais representativa. Esse é o grande problema. Na Europa, os países mais democráticos e mais desenvolvidos económica e socialmente são monarquias parlamentares.

+ INFO:
Associação dos Autarcas Monárquicos visita centro histórico de Vila do Conde

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terça-feira, 1 de julho de 2014

Aclamada geminação da cidade dos arcebispos com o Rio de Janeiro

A origem do processo remonta a Junho de 2010, mas só agora, quatro anos depois, é que está em vias de se concretizar. A Assembleia Municipal de Braga aprovou por unanimidade e aclamação, na sessão da passada sexta-feira, a proposta de geminação da cidade de Braga com o Rio de Janeiro.
Manuel Beninger, deputado municipal eleito pelo PPM e principal impulsionador desta geminação, recordou na Assembleia Municipal o historial de um processo que - deu a entender - só não se efectivou anteriormente por falta de vontade política. Visivelmente satisfeito, Beninger destacou o empenho e a importância do papel desenvolvido pelo vereador Paulo Pinheiro, da Prefeitura do Rio de Janeiro, neste processo, recordando que o político brasileiro esteve por duas vezes em Braga, suportando os custos da deslocação, para diligenciar no sentido de concretizar esta amizade entre Braga e aquela que é conhecida por “cidade maravilhosa”.
O deputado do PPM sugeriu mesmo à Assembleia Municipal que a Paulo Pinheiro deve ser condecorado com a “chave de honra da cidade de Braga”.
Pelo grupo municipal do PSD, João Granja, evidenciou que é preciso reconhecer o trabalho e o mérito de Manuel Beninger por conseguir para Braga uma geminação com uma cidade como o Rio de Janeiro.
Lembrou que a União Europeia tem programas para apoiar iniciativas desta natureza e mencionou um rol de proveitos que Braga pode colher deste tipo de parcerias, a diversos níveis, nomeadamente culturais, económicos e turísticos. “Concretizar uma geminação com o Rio de Janeiro é de grande simbolismo e de grande importância”, vincou João Granja, que sugeriu que está na hora de Braga “fazer uma arrumação” para se saber exactamente que geminações, parcerias e outras relações é que a cidade mantém com outras localidades. Sobre a condecoração a Paulo Pinheiro, considerou que é prematuro avançar já com a homenagem. “Primeiro é preciso passar à prática com a geminação”, justificou.

Jornal “Correio do Minho

Assembleia aprova geminação de Braga com o Rio de Janeiro

Há quatro anos que Paulo Pinheiro e Manuel Beninger defendem a geminação

Processo arrasta-se há 4 anos, faltando assinatura de Braga

A Assembleia Municipal de Braga aprovou, por unanimidade, na reunião da passada sexta-feira, a proposta de geminação de Braga com a cidade brasileira do Rio de Janeiro, uma iniciativa que vem sendo impulsionada há quatro anos pelo eleito do PPM Manuel Beninger, que espera que o acordo formal de geminação possa ser «formalizado já em Setembro próximo».
O eleito do Partido Popular Monárquico aproveitou para fazer o historial da proposta de geminação, desde que a ideia foi inicialmente apresentada ao anterior edil Mesquita Machado, que terá «apoiado a iniciativa», mas que posteriormente, – e depois de várias visitas a Braga do responsável brasileiro pela proposta, Paulo Pinheiro, e desta já estar aprovada pelo perfeito do Rio de Janeiro – «não mais se mostrou disponível para a assinatura final».
Manuel Beninger notou que a iniciativa de geminação com a cidade sul-americana já tinha sido alvo de duas moções apresentadas na Assembleia Municipal, em Dezembro de 2010 e em Dezembro de 2012, que foram «aprovadas por unanimidade», mas cuja insistência não tinha logrado, até agora, conseguir a assinatura da geminação por parte da cidade de Braga.
«Pena que desde Janeiro de 2011 que a geminação teve a assinatura do perfeito do Rio de Janeiro, uma cidade com sete milhões de habitantes, mas continuou a faltar a assinatura da Câmara de Braga, o que naturalmente impediu o desenvolvimento de iniciativas de cooperação durante todo este tempo», lamentou o líder do PPM, que enalteceu «o empenho particular» de Paulo Pinheiro, que apesar de todas as demoras não desistiu do processo de geminação com Braga.
Na fundamentação da proposta, Manuel Beninger apontou as potencialidades de cooperação na partilha de experiências de gestão autárquica, em matéria de juventude, na cultura, com eventual permuta de espectáculos, no desenvolvimento do turismo e, de uma forma geral, na economia, com a possibilidade de estreitar relações entre empresas e associações empresariais dos dois lados do Atlântico.
O eleito do PPM realçou ainda «as potencialidades de cooperação e intercâmbio nas áreas do ensino superior, da saúde e do desporto», notando que o que importa é «colocar as instituições das diversas áreas a comunicarem para encontrarem relações com vantagens mútuas» entre Braga e o Rio de Janeiro.
Atendendo ao grande empenho colocado por Paulo Pinheiro nesta geminação, Manuel Beninger propôs mesmo a atribuição da “Chave de Honra” da cidade de Braga ao responsável autárquico brasileiro.
No debate, o líder do PSD João Granja prestou o seu «tributo» a Beninger por não ter desistido desta geminação, que considera ser «uma iniciativa com grande potencial», mas considerou que «primeiro deve efectivar-se a geminação e, posteriormente, será então encontrada a melhor forma de agraciar Paulo Pinheiro».
Jornal “Diário do Minho”

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Monarquia: um chefe sem partido

Num país onde a república é a única forma de Governo possível, alguns não vêem vantagem na elegibilidade do Chefe de Estado. Eles são monárquicos e acreditam que um rei seria a melhor solução para Portugal. Manuel Neves e Manuel Beninger são portugueses que acreditam numa monarquia moderna, numa monarquia parlamentar.
A discussão entre monárquicos e republicanos é velha no âmbito da ciência política. No entanto, os monárquicos acreditam que têm a vitória e que Portugal não deveria ser um dos 164 países sob regime republicano. Este país deveria ter, segundo eles, um chefe de estado não eleito. Só assim se conseguiria a unidade nacional.
Para Manuel Pinto Neves, de 63 anos, “os presidentes da república são indicados por partidos e seguem ideologias, o que cria divisão imediata”.
Segundo este monárquico, o rei é o símbolo de um país que não se envolve em partidos. É uma figura independente destas situações, procurando o consenso. Esta é uma das razões pelas quais se defende o regresso à monarquia.

Um regime com vantagens
O Presidente da República é visto, por quem defende a monarquia, como uma figura apenas eleita por uma parte da população. Além disso, para o Presidente da Comissão Distrital de Braga do Partido Popular Monárquico (PPM), Manuel Beninger, a abstenção verificada nos últimos anos reflecte “o descrédito nas instituições republicanas”.
Este monárquico afirma que o rei seria a melhor opção dado que este é “absolutamente livre de pressões, de grupos económicos e de interesses partidários”, representando todos os portugueses.
A capacidade de neutralidade em relação às forças políticas começa a ser preparada em criança. Desde a infância que o futuro rei adquire uma educação especializada que lhe permite subir ao trono mais tarde. Manuel Neves confirma esta ideia, referindo que “os reis são preparados imediatamente para o serem e para poderem prestar serviço à nação”.
Perante a actual situação do país, o cidadão de 63 anos relembra que um regime monárquico é mais barato do que um regime republicano. Além disso, refere que os presidentes da república gastam milhões e que “o estado continua a aguentar quatro ou cinco presidentes da república, quando eles já saíram”.

Monarquia como opção democrática
Não há números oficiais quanto aos portugueses que defendem a monarquia. O número de filiados no movimento oficial monárquico ronda os dez mil, mas o valor real é superior. Manuel Neves afirma que existem “grupos monárquicos informais que usam as redes sociais, encontros e convívios para manter a causa na memória”. Para além disso, segundo D. Duarte Pio, 30% dos portugueses achariam melhor ter um rei do que um presidente.
Apesar da luta por uma alteração no actual regime, a Constituição não é favorável a uma mudança. “O actual regime e a constituição portuguesa não são, de todo, verdadeiramente democráticos, uma vez que apenas consagram a República, como única opção de regime”, defende Manuel Beninger.

Uma causa que não precisa de partido
O Partido Popular Monárquico teve, na sua génese, alguns membros monárquicos. No entanto, os membros da causa real não pertencem todos ao PPM. “Muita gente é do PSD, do CDS ou até do próprio partido socialista. A causa monárquica não precisa de partido”, afirma Manuel Neves.
Apesar desta heterogeneidade, o representante do PPM acredita que “há um descontentamento profundo com o actual regime e com as actuais políticas do país”. Este é, para Manuel Beninger, o motivo apontado para que o Partido Popular Monárquico tivesse melhores resultados nas últimas eleições para o Parlamento Europeu, adquirindo 0,5% dos votos, segundo dados do Jornal Expresso. Apesar desta subida de 0,1% face às eleições europeias de 2009, “o partido popular monárquico nunca teve nenhuma expressão a nível eleitoral”, de acordo com Manuel Neves.
Quanto ao futuro, o representante do PPM acredita “firmemente que a restauração da monarquia já esteve mais longe e que esta será uma realidade ainda nesta geração”.

Fonte: Universidade do Minho Press

quarta-feira, 25 de junho de 2014

PSD e PPM realizaram cimeira em Viana do Castelo

acima
Eduardo Teixeira, vereador na Câmara Municipal de Viana do Castelo e deputado na Assembleia da República

PSD e o PPM vão continuar juntos

Realizou-se, no passado sábado, a cimeira entre o Partido Social Democrata e o Partido Popular monárquico, partidos que realizaram um acordo de incidência autárquica, tendo em vista a analise e reflexão das politicas locais.
Eduardo Teixeira, presidente da concelhia do PSD de Viana do Castelo, diz que os acordos pré-eleitorais firmados com o PPM foram uma mais-valia para os dois partidos e sobretudo para o município.
Segundo o mesmo “o PPM tem tido um papel muito interventivo e uma activa participação na nossa estratégia autárquica”.
Assim, a deputada municipal Barbara Barreiros, que pelo acordo pré-eleitoral foi indicada pelo PPM, “tem acompanhado de perto e colaborado na defesa dos interesses defendidos pelo PSD em prol dos cidadãos deste município”.
O PPM foi também um companheiro no estudo, análise e debate e esclarecimento na aplicação do novo regime jurídico das autarquias locais, participou na Formação de Autarcas do PSD, e em estreita cooperação com o PSD, defendeu activamente a importância e posição das freguesias na celebração dos acordos de execução.
“No futuro, o PSD e o PPM vão continuar juntos”, afirma Eduardo Teixeira, a cooperar e a lutar pelos ideais defendidos por ambos. A título de exemplo, “vamos continuar a lutar pelo estacionamento gratuito como meio indispensável para dar vida a Viana e dinamizar o comércio da cidade; a lutar pela criação de um mercado de artesanato que permita expor e vender os produtos da região e assim manter vivas as tradições e costumes da terra; a lutar  pela adopção de uma estratégia de gestão transformadora com especial destaque para o Centro Cultural de Viana do Castelo”.
Em conclusão, e segundo vereador vianense, “só posso afirmar que o PPM tem sido um excelente parceiro, cujo trabalho felicito, e ainda que toda esta colaboração será tida em conta no futuro e em próximas eleições em que o PSD pretende continuar a sensibilizar a participação da sociedade civil, elaborando as suas listas de forma transversal e contando com o apoio e a colaboração do PPM”.
Barbara Barreiros, deputada na Assembleia Municipal em Viana do Castelo
Fonte: Jornal Novo Panorama

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Autarcas Monárquicos do Minho são Muitos, Bons e Recomendam-se

Esta foi uma das frases que se ouviu no passado sábado, dia 7, em Viana do Castelo, nas “Jornadas dos Autarcas Minhotos”. Mais de duas dezenas de autarcas de inspiração monárquica reuniram-se como um objectivo bem vincado - criar uma associação de autarcas com estes ideais ao nível nacional. A ideia foi de tal forma bem acarinhada pelos presentes e, após uma rápida avaliação do panorama nacional do país onde o número de autarcas, dos mais diversos quadrantes políticos, simpatizantes ou acérrimos defensores do ideal monárquico, tem vindo a crescer, foi decidido agendar já para o final de Setembro o primeiro congresso nacional que reúna estes homens e mulheres que servem a causa política na Assembleia da República, Câmaras Municipais ou Juntas de Freguesia.

Jornal de Famalicão

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sábado, 3 de maio de 2014

Assembleia Municipal reclama direito de voto na nomeação do Provedor do Munícipe

Jornal "Diário do Minho" de 2 de Maio, pág. 6
Os deputados municipais dos grupos parlamentares da CDU, da CEM e do PPM (eleitos na coligação Juntos por Braga que suportam a maioria do executivo) uniram-se para reclamar direito de voto no processo de escolha do Provedor do Munícipe, figura recentemente criada pela Câmara de Braga e que é ocupada, desde o início deste ano, por Carlos Alberto Pereira, destacada figura da sociedade bracarense, ligada ao PSD, que já foi candidato a presidente da Câmara.
Este tema foi suscitado na altura em que a Assembleia Municipal foi chamada a pronunciar-se sobre o Estatuto do Provedor, já aprovado em reunião do Executivo, a 10 de Março, mas que precisava de ratificação por parte dos deputados municipais.
O primeiro a levantar esta questão foi o deputado do PPM Manuel Beninger. Lembrando que a instituição do Provedor do Munícipe foi uma reclamação antiga do seu partido, o deputado monárquico elogiou a figura de Carlos Alberto Silva, mas acrescentou que deveria haver uma alteração no Estatuto de modo a permitir que a escolha do Provedor resultasse da aprovação em Assembleia Municipal e não de uma simples nomeação direta do presidente da Câmara.
Também o comunista Raul Peixoto alinhou pela mesma ideia, dizendo que o Provedor do Munícipe «está diminuído na sua capacidade de intervenção, precisamente pela forma como é escolhido». O deputado municipal da CDU sublinha que não põe em causa «a idoneidade nem respeitabilidade» do atual provedor, Carlos Alberto Pereira, mas considera que este teria mais autonomia se fosse eleito por uma maioria qualificada.
Igualmente o grupo da CEM, pela voz de Manuel Carlos Silva, entende que o Provedor do Munícipe, embora indicado pelo presidente da Câmara só deve assumir o cargo caso recolha votação favorável de pelo menos dois terços dos deputados municipais.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Economia Social e/ou Solidária; por Sílvia Oliveira


Desde que há humanidade existem pessoas desprotegidas, com as mais diversas necessidades, vítimas de infortúnios ou de si próprias – e que têm de ser ajudadas, fazendo vir ao de cima as qualidades que, felizmente, estão em todo o ser humano – o altruísmo, a cooperação e a solidariedade – desde tempos imemoráveis, pois o impulso de ajuda perante a dor do outro é inato, nasce com o homem, faz parte dele. Lembrar esta realidade e o momento de carência que atravessamos é decidir, por exemplo, falar um pouco da Economia Social, que tem, desde 8 de maio de 2013, uma “identidade”: a Lei de Bases da Economia Social.
A Economia Social é herdeira de uma tradição que se relaciona com o movimento associativo da primeira metade do século XIX na Europa, onde a resistência popular fez emergir um grande número de experiências solidárias, influenciadas pela ajuda mútua, pela cooperação e pela associação. Como fenómeno social, a emergência da Economia Social está intimamente ligada à problemática da exclusão social e aos efeitos da carência económica, e tem a sua origem na crise do Estado-Providência (1980), podendo ser definida como um conjunto de experiências (que se apoia em atividades económicas) para a realização de objetivos sociais. Inclui na sua ação ideais de cidadania, num processo de democratização da economia, do trabalho voluntário e de utilidade pública. Em síntese: é mais um espaço económico entre o público e o privado que gera emprego.
Em Portugal, temos a Economia Social de mercado, como as cooperativas e mutualidades, e as de não-mercado, como as associações, Misericórdias, IPSS’s e fundações. Segundo a conta satélite do INE (instrumento que nos permite conhecer a realidade ao pormenor), a Economia Social inclui 3109 cooperativas. As cooperativas surgiram no século XIX e têm uma função social, de cariz democrático e uma forte raiz popular. São reconhecidas pela União Europeia e agregadoras de grande parte dos agricultores.
No que respeita às mutualistas, há 119 entidades, com um milhão de associados e dois milhões e meio de beneficiários. As mutualistas vêm da Grécia antiga (entre os séculos VI e V a. C), e surgiram em Portugal após a Revolução Francesa. O princípio dos associados é dar pequenas contribuições periódicas para um fundo comum.
Existem ainda 52086 associações, onde se enquadram as 5022 IPSS’s, que apoiam 600 mil portugueses e pagam salários a 250 mil; 381 Misericórdias, constituídas de acordo com o Direito Canónico, para satisfazer carências sociais e praticar atos de culto católico. Antes destas centenárias associações já existiam irmandades, ordens hospitalares, confrarias e outras organizações de adesão voluntária. Neste âmbito, também se enquadram as fundações, cujo património lhes é irrevogavelmente dado, o interesse é social e os seus objetivos são culturais, de defesa do património, da saúde e do ensino; surgiram em Portugal no século XX, mas têm a sua origem em Roma. Por último, podemos incluir as Casas do Povo, associações locais com fins sociais e culturais, e os bombeiros voluntários como associação humanitária.
Resumindo: 5,5% do emprego remunerado em Portugal pertence à Economia Social, margem que ronda na Europa os 7,5%. Deste valor, 34,3% dos seus serviços concentra-se na ação social, seguindo-se a cultura, desporto e recreio, com 23,5% de trabalhadores. Isto leva-nos a afirmar que a Economia Social é um mundo de altruísmo e de entreajuda, que dá o primado às pessoas e centra os seus objetivos no âmbito social, com respeito são pelos valores da solidariedade, da igualdade, da não discriminação, da coesão social, da justiça, da equidade e da responsabilidade individual e social partilhada.
Como alguém referiu, a Economia Social é uma constelação de esperanças. Por tudo isto, perder esta oportunidade é desperdiçar o enormíssimo capital de criatividade, energia e vocação de milhares de organizações sociais que existem e operam a nível local, regional e nacional no nosso país.
Importa, por último, dizer que os portugueses são especialmente criativos e expeditos no que diz respeito à organização de respostas às necessidades sociais. Por isso, gerar capital comum de conhecimento e experiência útil para guiar todos aqueles que sentem a vocação ou vontade de se dedicarem profissionalmente aos negócios sociais é, com grande certeza, originar um Mercado Social copioso e a criação de mais e melhor emprego.


Sílvia Oliveira, deputada pelo PPM na Assembleia Municipal de Braga
Jornal "Diário do Minho"

terça-feira, 15 de abril de 2014

Desilusão, Ilusão? Artigo de opinião de Sílvia Oliveira

acima
Jornal "Diário do Minho" de 12 de Abril, pág. 14

A ilusão é uma projeção das idealizações da nossa infância, quando nos iludimos, acreditamos que essa ilusão tem o segredo de tudo o que nos faz falta esem ela nada faz sentido. A ilusão é um desejo profundo de querer recuperar um estado de bem-aventurança, a reconquista do paraíso perdido da nossa infância, que mais não é do que um mito do individuo e um sonho da humanidade, surgindo deste equívoco a inevitável desilusão a expressar o excesso de dor pelo que já foi ou até nunca existiu. A desilusão acontece sempre que identificamos um erro entre aquilo que desejamos alcançar e aquilo que realmente alcançámos. Sempre que identificamos esta discordância, na grande maioria das vezes, ficamos decepcionados com os outros ou connosco mesmo.Nesse processo descobrimos que nos enganámos, que não conhecíamos pessoas de sempre nas nossas vidas, que amigos falharam, que amantes afinal não amavam, que o mundo que julgávamos arrumado de uma certa maneira afinal não estava, ficando desta forma perante um estado que nos assalta inadvertidamente, se instala sem pedir licença e se vai embora do mesmo modo que qualquer outro luto e ao custo de mais uma perda de inocência. Mas, o mais grave em tudo isto é que por mais velhos, experientes ou sábios que sejamos, por mais inteligentes e elaborados que consigamos ser sobre a desnecessidade da ilusão, o fato é que resistem em nós ingenuidades, ainda que bem disfarçadas, que possibilitam amarguras que bem se escusavam, mas que são ineludíveis.Quando isto nos acontece devemos ou deveríamos, ficar radiantesou pelo menos satisfeitos porque a desilusão chega ao fim, permitindo que tudo se esclareça e a fantasia enfim desaparece. Devíamos, pois claro. Mas, como se sabe, não ficamos. Quando a desilusão chega,cansados de saber que o erro é nosso, que mais que provavelmente o que agora aparece à luz do dia, sempre lá esteve, que vimos o que quisemos ver e acreditámos no que quisemos acreditar, continuamos a evoluir num mundo de ilusão, até que a dor e o sofrimento se instalam e aí sim, tudo em nós quer mudar, para um mundo real.Importa aqui reforçar  que a desilusão é uma forma de frustração, e aprender a lidar com a frustração é uma habilidade necessária para conseguirmos lidar com as nossas emoções de forma funcional, aceitando que se perde de um lado, mas se ganha de outro. O mal humano deste processo é que se lamenta a perda sem considerar o ganho que, inclusive, pode não ser imediato nem aparente, mas que depois se revelará, muito maior do que as nossas limitações podem percepcionar no momento. Também pode acontecer a perda ser melhor do que o ganho, isso também faz parte do jogo é normal, outros dinamismos a ser utilizados bem poderão inverter estas regras do jogo que acredito, ninguém gostar de o jogar. Mas, o problema não reside nestas alternâncias de ganhar e perder, o problema existe nas pessoas que odeiam perder, importando-se muito com o que os outros têm e conseguiram, mesmo que não seja de seu interesse pessoal, real. Também há os que desejam tudo para si, sem querer abrir mão de nada, querem ganhar sempre e não se arrependem nunca de nenhuma decisão. Ora estes comportamentos são fantasias infantis de omnipotência. Valerá a pena aqui recordar que são as desilusões ou perdas de inocência que quando admitidas plenamente e saboreadas em seu gosto amargo, nos ensinam a viver, tornando-nos mais humanos, falíveis e flexíveis.O gosto de sua aflição pode-nos tornar solidários, obtendo ganhos de fraternidade e compaixão pelo outro com base em nossa própria experiência, isso por si só, já seria o suficiente para inocentar muitos de nossos erros e incompreensões passadas. Mas, otristíssimo da desilusão é ficarmos com a mágoa das memórias que deviamesfumar-se, e não permanecerem para nos baralharem e confundirem. Disto surge-nos inevitavelmente questão, o que fazer então? Sem soluções, recordando apenas o provérbio alemão que diz:“Não sonhes a tua vida, vive o teu sonho”.Não sonhes a tua vida, porque sonhar a vida é perdermo-nos em nevoeiros das ilusões vazias e enganosas, criadas precisamente para fazer esquecer ou evitar os nossos limites, frustrações e sofrimentos. Os que vivem a sonhar a vida acreditam ser verdadeiro o que é ilusório. Bem diferente é a sorte daqueles que na dureza da vida se empenham em querer viver os seus sonhos. Os que assim procedem terminam convencendo-se de que o sonho, mesmo quando parece ilusórioé o mais verdadeiro, pois é nele que se encontra a motivação necessária para dar sentido e dizer sim à vida. Viver o sonho é abrir um horizonte para a esperança, não desanimar, mesmo que as dificuldades sejam muitas. Mas, se continuarmos a iludir-nose a arrependermo-nos da nossa ilusão, não há problema, o mundo é assim mesmo, está tudo certo.

Sílvia Oliveira
Deputada pelo PPM na Assembleia Municipal de Braga

terça-feira, 25 de março de 2014

PPM reune convenção monárquica em Ponte de Lima

O Partido Popular Monárquico realizou as suas primeiras Jornadas Autárquicas no dia 22 de Março, sábado, em Ponte de Lima.
Foram mais de sessenta os autarcas presentes, de Monção, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Braga, Barcelos, Vila Verde, Póvoa de Lanhoso, Porto, Valongo, Vila do Conde, Santo Tirso e Felgueiras, eleitos nas últimas eleições autárquicas pela bandeira do PPM, que participaram na convenção monárquica.
Em Ponte de Lima, nas últimas autárquicas, o PPM assinou um protocolo de cooperação com o PSD, considerando-se na altura que seria benéfico para os dois partidos, mas mais do que isso, benéfico para o concelho de Ponte de Lima. Ao fim de alguns meses de trabalho conjunto constatamos que felizmente estávamos certos. Manuel Beninger, presidente da distrital de Braga do PPM, diz que "o PPM tem estado sempre presente nas intervenções politicas conjuntamente com o PSD, ajudando assim, a combater esta latente falta de cultura democrática no concelho, onde temos um executivo que trabalha por si e para si, não se permitindo ouvir os partidos da oposição e, mais do que isso, ouvir as populações como parte activa nas decisões do concelho".
Segundo Manuel Beninger, “não faltam exemplos a comprovar este facto sendo que as Linhas de muita alta tensão são disso um exemplo flagrante, até pela leviandade com que o assunto foi tratado pelo executivo municipal”. “Acresce a essa leviandade, o secretismo e ocultação de informação, o que levou a que a mobilização das populações só agora estejam a acontecer” acrescenta o autarca monárquico.
Beninger foi mais longe, afirmando: “O PPM continua a exigir de quem governa respeito. Respeito esse que deve ser tornado real, ouvindo as pessoas, aceitando sugestões de quem é oposição, porque todos somos poucos para fazermos o concelho crescer. E não podemos permitir que as políticas de desenvolvimento continuem a ser políticas avulsas, que acontecem conforme interesses ou número de votantes”.
Na sua intervenção, o responsável pelos Autarcas Populares Monárquicos concluiu: “O PPM continua atento e a fazer um trabalho sério de oposição. É assim que entendemos a politica, servir as populações e sermos a ampliação da sua voz”.
Como convidados de honra, a convenção monárquica contou com a presença do presidente da CPS do PSD de Ponte de Lima, Mário Ferreira, parceiro de Coligação em Ponte de Lima.
RanMinho

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segunda-feira, 24 de março de 2014

PPM contesta alta tensão em Ponte de Lima

 Jornal Diário do Minho de 24 de Março, pág. 16

O Partido Popular Monárquico (PPM) iniciou, sábado, em Ponte de Lima, uma agenda de encontros com estruturas do PSD e do CDS-PP do Norte, com as quais os monárquicos se coligaram nas últimas autárquicas. O encontro, que juntou vários eleitos das coligações em que o PPM participa, colocou em debate várias matérias de interesse regional, nomeadamente o atravessamento, no concelho de Ponte de Lima, das linhas de alta tensão.
Manuel Beninger, presidente da distrital de Braga, assumiu que no encontro em que também participou o presidente da concelhia limiana do PSD, Mário Ferreira, foi reafirmada a oposição dos dois partidos à passagem das linhas de alta tensão, “processo que gera uma das maiores críticas do PSD ao executivo camarário, que o PPM corrobora”.
Em comunicado enviado ao Diário do Minho, Beninger assumiu que a coligação com o PSD de Ponte de Lima nas últimas autárquicas fez “ressurgir um partido que tinha pouca expressão eleitoral”.
“Conseguimos eleger um conjunto alargado de autarcas, tanto nas Assembleias municipais como nas assembleias de freguesias”, continuou o monárquico aludindo às várias coligações feitas nosz concelhos do Norte. “Mas mais importante do que eleger (candidatos) é o contributo que podemos dar em cada concelho”, adianta o responsável do PPM, que sublinha que “o PPM é um partido com uma corrente próxima ao CDS e PSD”.
Em Ponte de Lima, o partido concorreu apenas com o PSD e contra o CDS, que renovou a maioria de há vários anos. “No caso de Ponte de Lima, não foi só eleito um autarca, mas também um conjunto de populares monárquicos imbuídos nessa coligação que trouxe o seu contributo positivo”, comenta Manuel Beninger, alegando que “há, em Ponte de Lima, a grande necessidade de alterar o estado de sítio”.
Apontando a coligação com o PSD como “uma “mais-valia” pelo concelho”, o dirigente do PPM denuncia a “falta de sensibilidade para que a população se possa aperceber do real prejuízo que há com este rasgar do concelho com esta linha de muita alta tensão”.

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domingo, 23 de março de 2014

PPM diz que coligação com PSD em Ponte de Lima fez "ressurgir" partido

Foi em Ponte de Lima que o Partido popular Monárquico (PPM) iniciou este sábado, com um almoço, uma senda de encontros mensais com vista a sublinhar o facto de, em parceria com os maiores partidos da direita, ter eleito alguns autarcas a norte do país, incluindo o Alto Minho, casos dos concelhos de Ponte de Lima, Viana do Castelo e Monção.
Ao almoço, a que se juntou o presidente da concelhia limiana do PSD, Mário Ferreira, partido que contou com o apoio dos monárquicos nas últimas Autárquicas, seguiu-se uma tertúlia entre os participantes.
Um dos temas que juntou PSD e PPM em Ponte de Lima foi inclusivamente a questão do atravessamento no concelho das linhas de alta tensão, processo que gera uma das maiores críticas do PSD ao executivo camarário, que o PPM corrobora.
Manuel Beninger, do Partido Popular Monárquico, explicou ao NP que esse foi um dos temas que juntou no concelho limiano sociais-democratas e monárquicos no acto eleitoral, eleições essas que “fizeram ressurgir um partido que tinha pouca expressão eleitoral”.
“Conseguimos eleger um conjunto alargado de autarcas, tanto nas assembleias municipais como nas assembleias de freguesia”, diz Beninger.
Mas amis do que eleger “´é o contributo que podemos dar em cada concelho”, adianta o responsável do PPM, que sublinha: “o PPM é um partido com uma corrente próxima ao CDS e PSD”, para esclarecer as coligações com os centristas, mas sobretudo com os sociais-democratas.
Mas em Ponte de Lima o CDS ficou de fora. “No caso de Ponte de Lima não foi só eleito um autarca, mas também um conjunto de populares monárquicos imbuídos nessa coligação que trouxe o seu contributo positivo. Há em Ponte de Lima a grande necessidade de alterar o estado de sítio em Ponte de Lima”, esclarece Manuel Beninger.
Diz que a coligação com o PSD é uma “mais-valia” pelo concelho e a posição concertada com o vereador do PSD (na altura líder da concelhia): “foi estudada em grupo e que apoiamos por completo”.
Para denunciar: “Esta falta de sensibilidade para que a população se possa aperceber do real prejuízo que há com este rasgar do concelho com esta linha de muita alta tensão”, observa.
Manuel Beninger salientou ainda ao NP: “Esta preocupação é valida e se perguntarmos as pessoas mais próximas de sede de concelho vemos que essa sensibilidade é transversal, há uma necessidade deste executivo abrir mais este discurso e estas ideias à população e que se possa discutir”.
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terça-feira, 4 de março de 2014

Recomendação à câmara - Dadores com estacionamento gratuito

Por proposta de Manuel Beninger, do PPM, a Assembleia Municipal aprovou uma recomendação à câmara no sentido de “serem atribuídos lugares de estacionamento gratuitos a dadores de sangue junto ao Museu D. Diogo de Sousa, local onde actualmente é feita a recolha de sangue”. A proposta foi aprovada por unanimidade, mesmo pela bancada do PS, que, através de Pedro Sousa, criticou a expressão “ganância obsessiva e compulsiva dos negócios do anterior executivo municipal” em matéria de estacionamento automóvel. “Os dadores de sangue encontram-se empacotados neste descompasso entre o seu generoso acto de doar e a realidade de ter de pagar para doar”, uma realidade que, na opinião de Manuel Beninger, “não é admissível”. Com o estacionamento à superfície no centro da cidade concessionado a uma empresa privada, o presidente da câmara, Ricardo Rio, considerou “iníquo” que em Braga os cidadãos como necessidades especiais paguem estacionamento, uma situação que só poderá ser alterada com a negociação dos “lugares que a anterior gestão socialista” concessionou.
Jornal "Correio do Minho" de 3 de Março, pág, 7

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sábado, 1 de março de 2014

Partido Popular Monárquico reuniu com o Provedor do Munícipe


O Partido Popular Monárquico (PPM), parceiro da coligação “Juntos por Braga”, reuniu-se com o Provedor do Munícipe Carlos Alberto Pereira.
Segundo Manuel Beninger, líder do grupo municipal do PPM na Assembleia Municipal de Braga, foi o PPM o primeiro partido em Braga a defender esta figura, pela defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos e da melhoria do funcionamento dos serviços públicos, tendo defendido já em Abril de 1992, a figura de provedor municipal.
De facto, no dia 24/04/1992, o Diário do Minho noticiava que a Juventude Monárquica defendia a criação do Provedor Municipal, «uma figura que seria de maior utilidade e a ela poderiam recorrer os munícipes sempre que os seus direitos fossem violados».
À época, Manuel Beninger dizia que, embora se corresse o risco de atafulhar, a “Provedoria Municipal”, o cidadão poderia reclamar de acções lesivas dos seus direitos.
Jornal Diário do Minho de 28 de Fevereiro, pág. 7

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Ecos da imprensa em Vila Nova de Famalicão: Jantar de Reis Braga 2014

"Jornal de Famalicão" de 24 de Janeiro, primeira página
"Jornal de Famalicão" de 24 de Janeiro, pág. 3
Jornal "Cidade Hoje" de 23 de Janeiro
Jornal "O Povo Famalicence" de 21 de Janeiro
 Jornal "Opinião Pública" de 23 de Janeiro
"Jornal de Famalicão" de 17 de Janeiro