Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Magistrados que destruíram escutas a Sócrates foram à apresentação do livro
Oh bochechas, aí o "escritor" teu amigo não será também
delinquente?
Engraçado os magistrados que destruíram as escutas terem ido também à
festa...
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
O Primeiro Delinquente
Soares diz que há "delinquentes" no Governo, mas em 2011 convenceu Sócrates a apelar à "ajuda" internacional. Depois de já ter feito dois pedidos de resgate ao FMI, em 1978 e 1983, quando foi primeiro-ministro, e de ter aplicado medidas de austeridade tão más ou pioreds que o actual governo, estará a falhar a memória ao histórico socialista?
segunda-feira, 15 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Vou já telefonar para o meu banco...
Oh Mário, é preciso ter cá uma lata!
Este já não se lembra como foi no seu
tempo?
terça-feira, 12 de março de 2013
"Navio ao fundo"
«Não haja dúvidas. Sempre que um governante
comete uma alusão à gesta dos descobrimentos, à epopeia marítima, às gentes que
deram novos mundos ao mundo e aos sonhadores que viram para além do Bojador, é
certo que o sujeito ficou sem argumentos ou nunca os teve logo de início. O
recurso ao patriotismo, para cúmulo se "fundamentado" em proezas
remotas, é um sinal manifesto de abdicação. Invocar Vasco da Gama para
compensar as massas do saque fiscal é tão pertinente quanto isentar os gregos
da loucura despesista mediante referências a Aristóteles. Trata-se de um logro
e, pior, de um aviso: quando o habitualmente circunspecto dr. Gaspar adopta a
veneração das glórias do passado é lícito recear que até ele percebeu a miséria
do presente e desistiu de remendar o futuro.»
«Não sou monárquico, mas dado o gabarito dos
nossos republicanos praticamente não sobra alternativa. (...)
Agora a sério, é rara a semana em que o dr.
Soares não se esforce por provar que a sabedoria da idade é uma força de
expressão e, com frequência, uma completa patranha. Nesta e noutras questões, a
pergunta que se impõe é: o dr. Soares pretende enganar quem? E a resposta é:
descontados três ou quatro fervorosos da Carbonária, provavelmente apenas a si
próprio. Por mim, gosto que a imprensa corra a ouvi-lo a pretexto de diversos
assuntos, e só lamento que não o faça a pretexto de todos.»
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Quando Mário Soares defendia o plano do FMI: hoje quer rasgar o acordo com a troika
Viver numa república tem destas aberrações.
É preciso ter cá uma lata. Não ter a generosidade da equidistância
politica e não saber da história que já escreveu, só mesmo de um republicano bacoco.
Ora vejamos:
Em Agosto de 1983, o Governo do Bloco Central PS-PSD, assinou um memorando de entendimento com o Fundo Monetário Internacional. Os impostos subiram, os preços dispararam, a moeda desvalorizou, o crédito acabou, o desemprego e os salários em atraso tornaram-se numa chaga social e havia bolsas de fome por todo o país. O primeiro-ministro era Mário Soares. Veja como o homem que hoje quer rasgar o acordo com a troika defendia os sacrifícios pedidos aos portugueses.
“Os problemas económicos em Portugal são fáceis de explicar e a única
coisa a fazer é apertar o cinto”. DN, 27 de Maio de 1984
“Não se fazem omoletas sem ovos. Evidentemente teremos de partir
alguns”. DN, 01 de Maio de 1984
“Quem vê, do estrangeiro, este esforço e a coragem com que estamos a
aplicar as medidas impopulares aprecia e louva o esforço feito por este
governo.” JN, 28 de Abril de 1984
“Quando nos reunimos com os macroeconomistas, todos reconhecem com
gradações subtis ou simples nuances que a política que está a ser seguida é a
necessária para Portugal”. Idem
“Fomos obrigados a fazer, sem contemplações, o diagnóstico dos nossos
males colectivos e a indicar a terapêutica possível” RTP, 1 de Junho de 1984. Idem,
ibidem
“A terapêutica de choque não é diferente, aliás, da que estão a aplicar
outros países da Europa bem mais ricos do que nós” RTP, 1 de Junho de 1984
“Portugal habituara-se a viver, demasiado tempo, acima dos seus meios e
recursos”. Idem
“O importante é saber se invertemos ou não a corrida para o abismo em
que nos instalámos irresponsavelmente”. Idem,
ibidem
“[O desemprego e os salário em atraso], isso é uma questão das empresas
e não do Estado. Isso é uma questão que faz parte do livre jogo das empresas e
dos trabalhadores (...). O Estado só deve garantir o subsídio de desemprego”. JN, 28 de Abril de 1984
“O que sucede é que uma empresa quando entra em falência... deve pura e
simplesmente falir. (...) Só uma concepção estatal e colectivista da sociedade
é que atribui ao Estado essa responsabilidade. Idem
“Anunciámos medidas de rigor e dissemos em que consistia a política de
austeridade, dura mas necessária, para readquirirmos o controlo da situação
financeira, reduzirmos os défices e nos pormos ao abrigo de humilhantes
dependências exteriores, sem que o pais caminharia, necessariamente para a
bancarrota e o desastre”. RTP, 1 de Junho
de 1984
“Pedi que com imaginação e capacidade criadora o Ministério das Finanças
criasse um novo tipo de receitas, daí surgiram estes novos impostos”. 1ª Página, 6 de Dezembro de 1983
“Posso garantir que não irá faltar aos portugueses nem trabalho nem
salários”. DN, 19 de Fevereiro de 1984
“A CGTP concentra-se em reivindicações políticas com menosprezo dos
interesses dos trabalhadores que pretende representar” RTP, 1 de Junho de1984
“A imprensa portuguesa ainda não se habituou suficientemente à
democracia e é completamente irresponsável. Ela dá uma imagem completamente
falsa.” Der Spiegel, 21 de Abril de 1984
“Basta circular pelo País e atentar nas inscrições nas paredes. Uma
verdadeira agressão quotidiana que é intolerável que não seja punida na lei.
Sê-lo-á”. RTP, 31 de Maio de 1984
“A Associação 25 de Abril é qualquer coisa que não devia ser permitida a
militares em serviço” La Republica, 28 de
Abril de 1984
“As finanças públicas são como uma manta que, puxada para a cabeça deixa
os pés de fora e, puxada para os pés deixa a cabeça descoberta”. Correio da Manhã, 29 de Outubro de 1984
“Não foi, de facto, com alegria no coração que aceitei ser
primeiro-ministro. Não é agradável para a imagem de um politico sê-lo nas
condições actuais” JN, 28 de Abril de
1984
“Temos pronta a Lei das Rendas, já depois de submetida a discussão
pública, devidamente corrigida”. RTP, 1
de Junho de 1984
“Dentro de seis meses o país vai considerar-me um herói”. 6 de Junho de 1984
terça-feira, 6 de novembro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Sua Alteza Real, D. Mário Soares
Tudo o que aqui relato é verdade. Se quiserem, podem
processar-me.
Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez
que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última
semana, para a voz da rua.
A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa
carreira politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um
bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que
se viu o processo de descolonização.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados
Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a
sua experiência governativa.
A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos
como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers"..
A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro
depois de tão fantástico desempenho no cargo.
A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na
Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública
e vencer as eleições presidenciais.
A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar
um grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no
comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes
magnatas internacionais.
A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a
sua segunda campanha presidencial.
A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao
caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para
uma Fundação na sua fase pós-presidencial.
A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus,
"Contos Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a
sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser
publicado.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações
perigosas" com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho
no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse transportando de
diamantes, no dizer do então Ministro da Comunicação Social de Angola).
A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém,
visitar 57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes -
e França - 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992
mil quilómetros).
A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território
de grande importância estratégica para Portugal, aproveitando para dar uma
voltinha de tartaruga.
A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para
a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos
oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.
A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa
caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da
Presidência da Republica.
A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia
de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.
A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da
Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito
privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como
única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares.
s mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da
Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que
decretou a nulidade da licença de obras.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.
A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos
últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um
de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório,
uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma
subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era
Vereador e Presidente.
A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe
pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na...
Fundação Mário Soares.
A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário
Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno,
propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o
Presidente era... João Soares.
A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre
o director do "Público", José Manuel Fernandes, a
investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar
sobre o tema.
A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do
Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora
Nicole Fontaine.
A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates "o pior
do guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.
A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais mais uma vez.
A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao
Partido Socialista.
A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de
Joaquim Vieira na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui
Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim
da revista.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto
no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.
No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta
um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e
vai. Vai.... e não volta mais.
Clara Ferreira Alves
Sua Alteza Real, D. Mário Soares
Enquanto tivemos empréstimos, já se lembrou que éramos pobres e que a
regra é deixar património para os filhos e não uma herança de dividas? Para
quem tem memória curta! Não é por acaso que foi cognominado de viajante...
A Moral dum exímio gastador!!!!!
Alguém se lembra do nosso Presidente Soares e das suas viagens?
Vamos lá fazer um resumo de onde foram gastos milhões dos
nossos impostos, só em viagens, com a sua comitiva... tudo pago pelo contribuinte,
claro!
1986
11 a 13 de Maio - Grã-Bretanha
11 a 13 de Maio - Grã-Bretanha
28 de Outubro – Moçambique
1987
24 de Março a 05 de Abril – Brasil
1988
18 a 23 de Abril – Alemanha
18 a 23 de Abril – Alemanha
31 de Maio a 05 de Junho – Filipinas
1989
19 a 21 de Janeiro – Alemanha
19 a 21 de Janeiro – Alemanha
31 de Janeiro a 05 de Fevereiro – Venezuela
27 de Fevereiro a 05 de Março - Hong-Kong e Macau
24 de Junho a 02 de Julho - Estados Unidos
27 de Setembro a 02 de Outubro – Hungria
1990
15 a 20 de Fevereiro – Itália
15 a 20 de Fevereiro – Itália
1991
27 de Agosto a 01 de Setembro – Espanha
1992
10 a 14 de Janeiro - Estados Unidos
10 a 14 de Janeiro - Estados Unidos
23 de Janeiro a 04 de Fevereiro – Índia
1993
17 a 21 de Fevereiro – França
17 a 21 de Fevereiro – França
27 de Abril a 02 de Maio - Grã-Bretanha e Escócia
1994
02 a 05 de Fevereiro – França
02 a 05 de Fevereiro – França
27 de Fevereiro a 03 de Março - Espanha (incluindo
Canárias)
30 de Dezembro a 09 de Janeiro 1995 – Brasil
1995
31 de Janeiro a 02 de Fevereiro – França
31 de Janeiro a 02 de Fevereiro – França
21 de Setembro – Espanha
27 de Outubro – Espanha
31 de Outubro a 04 de Novembro – Israel
04 e 05 de Novembro Faixa de Gaza e Cisjordânia
05 e 06 de Novembro - Cidade de Jerusalém
1996
08 a 11 de Janeiro – Angola
08 a 11 de Janeiro – Angola
Durante os anos que ocupou o Palácio de Belém, Soares visitou 57
países (alguns várias vezes como por exemplo Espanha que visitou 24
vezes e a França 21 vezes), percorrendo no total 992.809 KMS o que
corresponde a 22 vezes a volta ao mundo...
países (alguns várias vezes como por exemplo Espanha que visitou 24
vezes e a França 21 vezes), percorrendo no total 992.809 KMS o que
corresponde a 22 vezes a volta ao mundo...
Para quê?
Expliquem ao povo para que serviu tanta viagem? Eis um dos
porquês do nosso recurso ao acordo da troika.
Para o qual esta Alteza agora quer deixar de ser " fiel
"?
Mário Soares: A obrigação do PS ser fiel ao acordo da troika chegou
ao fim
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Ex-presidente da República tem 14 Polícias ao seu dispor !!!
Para ler, clique AQUI.
Esta é mais uma vergonha desta república...
Ex-presidente da República tem 14 Polícias ao seu dispor !!!
segunda-feira, 21 de maio de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Camarate finalmente trazido à luz pela CIA
Dr. Francisco Sá Carneiro – Vítima da MAÇONARIA!
Se alguma vez nos passou pela cabeça que os políticos e militares portugueses, ganham fortunas no poder, para nos servir, para nos gerir, para nos salvar, para nos proteger... Desenganem-se...
Eles ganham fortunas para servir interesses estrangeiros criminosos, para se servirem a eles próprios, para colocar a nação ao serviço do tráfico, para nos roubar, para nos enganar, para nos falir e para nos matar... se for preciso.
O clube Bilderberg, a CIA, a Maçonaria, o tráfico de armas, os atentados, os partidos ao serviço de tráfico de armas, parece uma história de países distantes... Ou de filmes americanos!
Mas é afinal... a história de Portugal.
Últimas divulgações do caso Camarate onde surgem nomes sonantes de portugueses e não só. 18 paginas da confissão do caso Camarate, em Video: (resumo aqui alguns trechos):
- Mário Soares, (o preferido dos traficantes de armas)
- Francisco Pinto Balsemão ( Do clube Bildberg e maçonaria, o que sabia do atentado desde o inicio). Agora entendemos como conseguiu impedir a privatização da RTP e ainda retirar-lhe a publicidade, este homem é muito poderoso É UM BILDBERG (o livro proibido em Portugal);
- General Diogo Neto, Coronel Vinhas, Frank Carlluci, etc. (os que tramaram tudo);
- PS (referido, pelos americanos, como o partido amigo dos americanos);
- Banco BIC de Angola, e o envolvimento do pai (José Pedro Castro) e do filho, director adjunto do BIC (Bruno Castro), no tráfico de armas;
- O segurança pessoal de Sá Carneiro, também envolvido;
- Contém ainda a revelação de todos os envolvidos no atentado e no tráfico de armas;
- Nomes das empresas que fabricavam as armas;
- General Costa Gomes e Rosa Coutinho lideravam o tráfico para Angola;
- Major Otelo Saraiva de Carvalho cuidava do negócio com Moçambique;
- Dinis Almeida, Coronel Corvacho, Varela Gomes e Carlos Fabião, outros nomes dos que enriqueceram com o negócio;
- O atentado visava Adelino Amaro da Costa, mais que Sá Carneiro, pois era ele que insistia em investigar os envolvidos no tráfico de armas.
- Foi encontrada a mala dele com a investigação e os nomes, foi dada à PJ, mas desapareceu.
- Etc...Etc...etc...etc...etc só visto porque contado ninguém acredita.
Tudo em nome do tráfico de armas... E os nossos políticos pactuam e permitem fazer de um país inteiro um fantoche, nas mãos dos interesses dos americanos traficantes.
"A 8 de Abril de 2012, José Esteves foi visitar Fernando Farinha Simões no Estabelecimento Prisional de Vale de Judeus e recebeu uma carta de 18 páginas com a confissão de Farinha Simões sobre o caso Camarate - que provocou a morte do primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro e ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa, a 4 de Dezembro de 1980."
Estes senhores, contratados para o atentado, José Esteves e Fernando Farinha, só decidiram confessar quando perceberam que um está preso e abandonado pelos que prometeram protege-lo. O outro corre risco de vida, tendo descoberto que tentaram "adormece-lo" /silencia-lo, como se pode ver neste vídeo.
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