Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
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domingo, 29 de setembro de 2013
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
SOMOS BARCELOS: Marcelo vaticina vitória da coligação em Barcelos
Marcelo Rebelo de Sousa afirmou em S. Veríssimo que
saiu de Barcelos muito esperançado numa vitória da coligação Somos Barcelos
(PSD/CDS--PP/PPM) nas próximas eleições autárquicas.
Presente na sessão de apresentação da candidatura à
freguesia de S. Veríssimo, em Barcelos, Marcelo Rebelo de Sousa, conhecido
comentador político, disse ter indicadores de que a prestação do atual executivo
socialista está muito abaixo do que seria de esperar para quem está no poder.
«Ele que parte com a vantagem de ser poder, e chegar a esta altura nas
sondagens com vinte e poucos por cento.
Eu não conheço ninguém que seja presidente, e que se
recandidate, e só tenha vinte e poucos por cento de intenções de voto. É porque
não é nada de especial. E agora até vai às missas. Há quem se converta por
causa das campanhas. O homem não fez nada mas agora, dizem-me, está a fazer. De
repente o homem teve uma iluminação, fruto da conversão, e converteu-se em bom
presidente», gracejou o professor.
O ex-presidente do PSD considerou que o líder da coligação
Somos Barcelos até terá o trabalho facilitado, já que «se os barcelenses forem
inteligentes, percebem que têm um presidente da Câmara que até agora nada fez».
Marcelo disse que Domingos Araújo tem uma vantagem. «Poderia ter do outro lado,
alguém que poderia ser excecional, mas não é o caso. O que é excecional nele é
não ter feito rigorosamente nada», atirou.
Rebelo de Sousa elogiou o «bom caráter e um bom feitio»
para além de um «conhecimento profundo da Câmara» de Domingos Araújo, o que o
levou a afirmar que saia de Barcelos «muito esperançado numa vitória da
coligação». Porque «é tão óbvio que esta candidatura é melhor do que a outra» e
porque acha que os barcelenses «já perceberam que não devem dar o benefício da
dúvida. Que não devem esperar mais quatro anos para retirar o PS do poder e
voltar a colocar o concelho no caminho do desenvolvimento», concluiu.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Jantar de Reis - Braga 2013 na TVI
Professor Marcelo Rebelo de Sousa, falou ontem, no seu programa
semanal na TVI, do Jantar de Reis 2013, que se irá realizar no próximo
dia 19 de Janeiro, em Braga, com a receita do mesmo a reverter a favor da Associação
Famílias.
Os dez segundos vistos por milhões de portugueses.
Bem haja Professor Marcelo Rebelo de Sousa por também
acreditar neste projecto.
domingo, 11 de novembro de 2012
Ich bin ein berliner - o video que os alemães não querem ver
Veja o vídeo de Marcelo que a Alemanha recusou
"As autoridades alemãs recusaram exibir um filme promocional de
Portugal encomendado por Marcelo Rebelo de Sousa a Rodrigo Moita de Deus. O
autor do vídeo já protestou junto da embaixada germânica em Lisboa.
via Sol.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Críticas a Passos Coelho sobem dentro do PSD
Avolumam-se as críticas ao anúncio de Pedro Passos Coelho, até dentro do
PSD.
Alexandre Relvas acusa o executivo de estar a fazer
"experimentalismo social" com os portugueses.
Marcelo Rebelo de Sousa já tinha dito que o
primeiro-ministro não mediu as consequências do que anunciou e Alberto João
Jardim até pede a intervenção do Presidente da República.
Mira Amaral, antigo governante social-democrata
defende outras medidas e está chocado com a situação dos pensionistas. “Não
pode ser só aumento de impostos e corte de vencimentos”
“Lamento que um governo que apoiei ainda não tenha começado a fazer
aquilo que eu estava à espera que fizesse que era o corte da despesa pública e,
ao mesmo tempo, preocupar-se com a competitividade e o crescimento económico.
Isto não pode ser só aumento de impostos e corte de vencimento aos funcionários
e de pensões”.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
PROFESSOR MARCELO REBELO DE SOUSA DESTACA A LIGAÇÃO HISTÓRICA ENTRE A CASA DE BRAGANÇA E O CONCELHO DE OURÉM
O Professor Marcelo Rebelo de Sousa foi um dos convidados de
honra do Dia do Município de Ourém na qualidade de Presidente da Fundação da
Casa de Bragança, entidade que detém a propriedade do Castelo de Ourém.
O convidado salientou a ligação histórica entre a Casa de Bragança e
Ourém desde o séc. XV, indicando Ourém como o centro de Portugal e Fátima como
o centro do Mundo.
Na sua alocução, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa elogiou ainda a
ligação estabelecida pelo Município de Ourém com os seus emigrantes e
descendentes no Brasil, o trabalho de formação desenvolvido pelo Colégio S.
Miguel e a acção humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ourém.
A Fundação da Casa de Bragança é uma “pessoa colectiva de substrato
patrimonial, de direito privado e utilidade pública”, criada pelo
Decreto-Lei n.º 23240, de 21 de Novembro de 1933, alegadamente para dar
cumprimento ao disposto na cláusula 14ª do testamento de D. Manuel II, lavrado
em 20 de Setembro de 1915, segundo a qual “todas as minhas colecções
constituam um Museu, para utilidade de Portugal, minha bem amada Pátria”, o
qual incluía a posse do castelo de Ourém. Na realidade, em parte alguma consta
a sua incorporação no património do Estado, tendo esta constituído uma forma do
regime então vigente evitar a sua entrega aos seus legítimos herdeiros,
concretamente o sr. D. Duarte Nuno de Bragança, 26º Conde de Ourém, pai do sr.
D. Duarte Pio, actual Duque de Bragança e Conde de Ourém cuja presença nas
cerimónias do Dia do Município também seria desejada e plenamente justificada.
publicado
por Carlos Gomes em Auren
"À minha Pátria amada", ou seja, a todos os portugueses e não a amigos do regime, uma demonstração gratuita de força de poder. Continuemos calados...que a coisa promete.
domingo, 18 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Fundação Condessa Penha Longa lança livro em homenagem a benemérita em Oliveira de Azeméis
«Eu fui este caminho» é o nome da obra que a Fundação Condessa Penha Longa lança no dia 10 de março, na freguesia de Cucujães, concelho de Oliveira de Azeméis, no âmbito das comemorações dos 135 anos da instituição.
Da autoria de Rita Olivaes, o livro, prefaciado por Marcelo rebelo de Sousa, percorre os mais de duzentos anos da família Pinto Leite e a sua ligação à freguesia de Cucujães, centrando-se essencialmente na personalidade carismática da fundadora da instituição, Clementina Pinto Leite.
O valor da comercialização da obra, de 296 páginas, reverte para a Fundação e destina-se a comparticipar as bolsas de estudo dos alunos mais necessitados.
As qualidades da benemérita estão bem expressas no prefácio assinado por Marcelo Rebelo de Sousa que se refere à fundadora da instituição como uma «figura fascinante» na «perspetiva «incomum» que tinha do mundo, no «seu caráter, personalidade, afirmação do papel da mulher num contexto de compromisso e de transição» e ainda «no sentido de serviço à comunidade».
O autor do prefácio questiona como foi possível «manter uma obra, fazer vingar uma instituição e perpetuar um sonho» ao longo de um conjunto de «mudanças assinaláveis» como a monarquia, a república, o autoritarismo monocrático, a democracia, várias revoluções e contra revoluções, o fim do ciclo imperial e a inserção europeia.
A Fundação Condessa de Penha Longa Fundação é uma instituição particular de solidariedade social que foi a sucessora do Asilo da Gandarinha, fundado no tempo do rei D. Luís, em 1874, pelos viscondes da Gandarinha, depois Condes de Penha Longa.
As atividades de apoio iniciaram-se em 1876 e hoje repartem-se, 136 anos depois, pela creche/jardim-de-infância com o apoio a crianças entre os quatro meses e os três anos de idade, pela valência ATL, que dá apoio às crianças que frequentam o 1º ciclo da instituição, pela educação pré-escolar e pela oferta escolar até ao quarto ano de escolaridade.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
«Sou burro por não ter percebido»
Marcelo Rebelo de Sousa considerou, com tom irónico, que deve ser «burro» ou que deve ser da «sua estupidez», o facto dos deputados terem concluído que fica mais caro utilizar água da torneira no Parlamento do que água engarrafada.
«Eu aí também não percebi. Não percebi, mas deve ser a minha estupidez. Estava eu convencido que é mais barata a água da torneira do que a engarrafada, apesar de haver engarrafada barata».
Marcelo Rebelo de Sousa explicou que «os deputados acham que não, por causa dos jarros», mas insistiu que não entende a posição dos parlamentares.
«Eu gostava que alguém me explicasse isso muito bem explicado para eu não ficar com a ideia de que sou burro por não ter percebido uma coisa que afinal é óbvia para os deputados, mas que para mim, modesto cidadão, não é óbvia», disse.
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