Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Viva D. Duarte
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Supremo devolve bens a D. Duarte. O seu a seu dono!!!
«O Supremo Tribunal de Justiça revogou o acórdão do Tribunal da Relação, o que levou à suspensão da penhora de bens ordenada a D. Duarte por aquele tribunal, em 2011.
A queixa interposta pela Ordem de São Miguel de Ala originou a penhora de bens de D. Duarte, que deverá ser levantada em breve, segundo revelou ao CM fonte próxima do processo.
O chefe da Casa Real foi acusado de uso ilícito de insígnias, medalhas, bordados em mantos ou em documentos e loiças.
A queixa assinada pela Ordem de São Miguel de Ala, representada por Nuno da Câmara Pereira, arroga-se ao direito exclusivo de usar os símbolos desta ordem monárquica que terá sido constituída por D. Afonso Henriques.
O grão-mestre é por inerência D. Duarte, que ressuscitou a Ordem em 1980. Foi constituída entretanto a associação da Ordem, que registou os nomes e os símbolos, em divergência com D. Duarte. A associação interpôs, por isso, uma providência cautelar pelo uso ilícito dos símbolos.
O tribunal decretou em 2011 a penhora dos bens de D. Duarte, no valor total de 82 mil euros. O Supremo revogou agora o acórdão da Relação.»
CM
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Paulo Estêvão não se recandidata à liderança do PPM
sábado, 3 de abril de 2010
Sonatina ao Luar

As divergências "fracturantes" na gestão do Partido Popular Monárquico (PPM) justificaram a sua demissão da liderança do partido. "A nível político, sou o oposto da forma de estar e ser do Gonçalo", assume Nuno da Câmara Pereira.
Os irmãos asseguram não estar de costas voltadas, mas politicamente nem sequer convergem no futuro do partido. "O Conselho Nacional tem de convocar um congresso extraordinário para marcar eleições imediatas. Não é legítimo se não fizer. São regras estatutárias", aponta Nuno da Câmara Pereira, que também pediu a desfiliação do partido. "Essa é a leitura dele. A direcção do partido tem outra", responde Gonçalo.
Após o pedido de demissão do fadista, a comissão política do partido anunciou a sua substituição pelo primeiro vice-presidente, Paulo Estêvão. E assim será até 2012, garante Gonçalo, que agora passa a ser o único vice-presidente monárquico.
As discórdias entre os dois irmãos têm histórico. Nuno tentou convocar um congresso extraordinário há um ano. "Queria mudar o quadro humano no partido. O PPM precisa de mais juventude, fervor e trabalho", explica. Não teve seguidores e optou agora por fazer "o sacrifício no sentido do exercício da integridade".
(Jornal i)
O PPM-Braga acha necessário um cabal esclarecimento destes últimos acontecimentos.
Para bem do PPM, o partido terá que legitimar a direcção em congresso, seja ela qual for, como aconteceu até recentemente no PSD, aquando da “saída” de Durão Barroso para as mais altas instâncias europeias. Deverá ser sempre esta a imagem que teremos de dar para o exterior. De um partido transparente, divergente na pluralidade de ideias, mas sem tabus para resolver os seus próprios dilemas. Não somos Cuba.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Fado em Sol sustenido menor

O Partido Popular Monárquico tem um novo presidente. Nuno da Câmara Pereira, que tinha sido eleito a 13 de Dezembro de 2008, apresentou a sua demissão anteontem à noite, chegando mesmo a desfiliar-se do partido. O comunicado oficial do PPM alega razões de índole pessoal para o afastamento do então presidente, mas para Nuno da Câmara Pereira a razão é só uma: incompatibilidade com o segundo vice-presidente – coincidência ou não, o seu irmão Gonçalo.
“Senti que era o meu dever afastar-me. Entrei no partido há 12 anos, pela mão do Gonçalo e, sendo o mais velho, decidi que teria de ser eu a sair”, explica o também engenheiro agrícola, fadista e escritor. “A minha visão para o partido não coincide com a dele, por isso, resolvi bater com a porta”, revela.
(Jornal 24 horas)
Pergunta o PPM-Braga: O que terá acontecido de tão grave entre os irmãos Câmara Pereira? Entre o então Presidente da Comissão Política Nacional e o seu segundo Vice-Presidente?
Objectivamente, esta pergunta não poderá ficar sem resposta.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Nuno da Câmara Pereira abandona o PPM

O Presidente do P.P.M., Eng. Nuno da Câmara Pereira, apresentou a demissão do cargo para o qual fora eleito em Congresso realizado a 13 de Dezembro de 2008.
Por inerência, o Primeiro Vice-Presidente ficou designado, interinamente, como Presidente do Partido Popular Monárquico.
Drº Paulo Estêvão é o nosso deputado no Parlamento Regional dos Açores, eleito pelo Circulo Eleitoral do Corvo.
domingo, 21 de março de 2010
Se eu fosse... a ministra da Educação
“… o principal problema em relação ao bullying e à violência escolar não reside nas escolas, o problema começa e acaba na família. Porque não cabe à escola educar as crianças. À escola cabe formar e à família educar”.
sexta-feira, 12 de março de 2010
domingo, 21 de junho de 2009
Jornal Correio do Minho: Candidatura apresentada: Ricardo Rio quer “novo modelo de gestão”
Promoção do emprego, renovação urbana, ambiente e qualidade de vida, dinamização cultural e responsabilidade social são as cinco áreas prioritárias para o novo modelo de gestão que o candidato da coligação ‘Juntos por Braga’ (PSD/CDS/PPM), Ricardo Rio, quer para a autarquia.Ricardo Rio, que falava ontem à tarde no Museu D. Diogo de Sousa, durante a sessão de apresentação oficial da candidatura, admitiu que “há muito para fazer e muito tempo perdido para recuperar”.
Na cerimónia participaram a presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, o vice-presidente do CDS-PP, Nuno Melo, e o presidente do PPM, Nuno da Câmara Pereira. No acto estiveram, ainda, presentes, o mandatário da candidatura, Miguel Bandeira, e o presidente da comissão de honra, António Marques.
Na opinião do líder da coligação “só quem estiver fechado numa qualquer torre de sobranceria pode pensar que nada mudou nos últimos meses e que, sem prejuízo daqueles que são os problemas estruturais a resolver, não há necessidade de adoptar medidas concretas para responder aos desafios que a realidade actual coloca ao quotidiano das famílias bracarenses”.
Reconhecimento e mudança
A autarquia, segundo Ricardo Rio, “tem que assumir um papel chave, de que sempre prescindiu, no estímulo à actividade económica, na captação e fixação de investimentos e no apoio ao empreendedorismo”.
O candidato apontou, ainda, uma série de medidas que pretende implementar caso vença as próximas eleições autárquicas. E uma coisa é certa: “Braga, a ‘cidade do Betão’ é uma ima- gem que vai morrer na próxima década”.
O empresário António Marques começou por salientar que era chegado “o momento de fazer o reconhecimento de muitos anos de trabalho, empenho e esforço”. E acrescentou: “Ricardo Rio não tem medo de fazer a ruptura nem de desafiar e rasgar horizontes e fez-nos acreditar que a política em Braga vale a pena”. Além disso, António Marques considera que “chegou a hora de uma necessidade imperiosa de mudança, porque novos problemas têm que obrigatoriamente ter novas soluções”.
Miguel Bandeira, mandatário da candidatura, assegurou que o cabeça-de-lista da coligação tem sido “um exemplo”, admitindo que “Braga tem perdido tempo demais e precisa de uma alternativa e essa alternativa é Ricardo Rio”.
Ferreira Leite acredita na vitória do partido em Braga
Na sessão pública de apresentação da candidatura de Ricardo Rio à presidência da Câmara Municipal de Braga estiveram presentes os líderes do PSD, Manuela Ferreira Leite, do PPM, o deputado Nuno da Câmara Pereira, e o vice-presidente do CDS/PP, Nuno Melo.
“Concerteza que o PSD tem todas as condições para ganhar em Braga, basta os bracarenses ponderarem no futuro e no caminho que querem seguir”, assumiu a presidente do partido, Manuela Ferreira Leite, garantindo que “nenhum candidato é apresentado sem ter o apoio total da comissão política do partido”.
A líder social-democrata salientou, entretanto, que “é preciso rever a política que está a ser seguida pelo governo socialista, já que está a ir no sentido errado”. E garantiu: “não prometo aquilo que sei que não vou fazer”.
sábado, 20 de junho de 2009
Jornal Correio do Minho: Autárquicas/Braga; Ricardo Rio (PSD/CDS/PPM) quer novo modelo de gestão' da autarquia
O candidato da coligação 'Juntos por Braga' (PSD/CDS/PPM) à Câmara Municipal local, Ricardo Rio, disse, hoje, em Braga que quer 'personificar um novo modelo de gestão da autarquia, em cinco áreas prioritárias de intervenção'.'Identificámos já cinco prioridades: a promoção do emprego, a renovação urbana, o ambiente e a qualidade de vida, a dinamização cultural e a responsabilidade social', afirmou, sustentando que 'há muito para fazer e muito tempo perdido para recuperar'.
Ricardo Rio falava, no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, durante a sessão de apresentação oficial da candidatura, acto em que participaram, a presidente do PSD Manuela Ferreira Leite, o vice-presidente do CDS-PP, Nuno Melo, e o presidente do PPM, Nuno da Câmara Pereira.
No acto estiveram, ainda, presentes, o mandatário da candidatura, o universitário Miguel Bandeira, e o presidente da Comissão de Honra, o empresário António Marques.
Ricardo Rio frisou que lidera uma candidatura que 'já clarificou os eixos de desenvolvimento do Município, as novas políticas que preconiza'.
Em sua opinião, 'só quem estiver fechado numa qualquer torre de sobranceria pode pensar que nada mudou nos últimos meses e que, sem prejuízo daqueles que são os problemas estruturais a resolver, não há necessidade de adoptar medidas concretas para responder aos desafios que a realidade actual coloca ao quotidiano das famílias bracarenses'.
Disse que, 'para crescer e para propiciar real qualidade de vida aos seus habitantes, nomeadamente aos mais jovens e aos muitos que nos procuram para aqui concluir os seus estudos universitários, Braga tem que ser uma cidade geradora de emprego'.
Defendeu ainda que 'a autarquia tem que assumir um papel chave, de que sempre prescindiu, no estímulo à actividade económica, na captação e fixação de investimentos e no apoio ao empreendedorismo'.
Adiantou que a empresa que substituirá a Sociedade gestora do PEB (Parque de Exposições) assumirá a gestão de todos os equipamentos e participações municipais de natureza económica, como o MARN (Mercado Abastecedor), o Mercado Municipal, o BragaDigital ou as novas áreas de localização empresarial.
Acrescentou que 'tomará também a seu cargo os programas de apoio ao comércio tradicional, as iniciativas de promoção turística, os estímulos à base rural da actividade económica e os incentivos à captação de projectos de vanguarda que valorizem o tecido empresarial e capitalizem o conhecimento científico produzido nas Universidades e no Instituto Ibérico de Nanotecnologia'.
Garantiu que 'Braga terá, finalmente, o seu Parque Tecnológico e desenvolverá projectos para a criação de novas áreas de Localização Empresarial e de um novo Centro de Feiras e Congressos, que potencie o eixo do turismo de negócios'.
Prometeu 'encetar todos os esforços para colmatar a enorme perda que representou a saída do parque de diversões Bracalândia'.
'Braga, a 'cidade do Betão' é uma imagem que vai morrer na próxima década', afirmou.
O Município de Braga tem sido governado desde 1976 pelo socialista Mesquita Machado. Nas últimas eleições municipais, a Coligação ficou a cinco mil votos do PS, tendo eleito cinco vereadores contra seis dos socialistas.



