Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Viva D. Duarte

acima
Ao ler o comunicado do Instituto da Nobreza Portuguesa, provocou-me um misto entre “até que em fim”, mas ao mesmo tempo a noção de que não chega. E digo que não chega porque somos nós, monárquicos apoiantes de S.A.R. o Sr. D. Duarte – Duque de Bragança e Legitimo Chefe da Casa Real Portuguesa, que temos que defender a sua Causa e uma estrutura que durante longos anos tem conseguido melhor ou pior, que a palavra Monarquia fosse dita neste país.
Numa primeira leitura vê-se que foi retirado ao Dr. Pedro José Folque de Mendoça Rolim de Moura Barreto, os direitos nobiliárquicos de Duque de Loulé, Conde de Vale de Reis, etc., os quais tinham sido anteriormente registados no antigo Conselho de Nobreza pelo seu pai D. Alberto 5º Duque de Loulé, o qual para o fazer teve que reconhecer por escrito (de acordo com os estatutos e regulamentos da instituição) que o Chefe da Casa Real Portuguesa era S.A.R. o Sr. D. Duarte – Duque de Bragança.
Durante alguns anos o Sr. Dr. Pedro Moura Barreto, apresentou-se sempre como um movimento cívico segundo as suas palavras, mas ultimamente o civismo passou para pretensão.
Alguns continuam a dizer que estas atitudes são provocadas pelo incentivo do Eng. Nuno da Câmara Pereira e que o Dr. Pedro se deixa ir nessas ideias. Mas parece-me que essa fase já não existe. Ninguém vai para uma cerimónia em Espanha de casaca, como Grão-Mestre da Ordem de São Miguel da Ala (com o colar), com a placa da Ordem de Nossa Sra. da Conceição de Vila Viçosa (que se arroga também Grão-Mestre), com a Banda da Ordem de Avis, e com uma miniatura da Ordem de Cristo onde se pode ver claramente a coroa Real. Ninguém vai nesta figura sem saber o que leva ou então que se arranje a desculpa que foi por imposição de outro. Quanto ás Ordens de Cristo e Avis restauradas pela republica não nos compete fazer comentários, mas competirá a outros... Um homem com 58 anos já pensa por si e de facto chegamos todos á conclusão que tudo isto deve ser travado, mas parece-me mais grave, a falta de resposta, atitude, ou mesmo reacção, de todos os monárquicos, APOIANTES DO ÚNICO CHEFE DA CASA REAL PORTUGUESA O SENHOR DOM DUARTE – DUQUE DE BRAGANÇA, perante as acções nos últimos anos do seu irmão Dr. Filipe Folque de MendoçaConde de Rio Grande, ultimo filho do 5º Duque de Loulé o D. Alberto.
Nos últimos anos temos assistido perante uma passividade incompreensível das instâncias e apoiantes do nosso Chefe da Casa Real, das ditas “recuperações” de “Ordens” por parte do Dr. Filipe Folque Mendoça. Muito dizem e comentam por escrito “são devaneios deste senhor” “são tontices”, mas a verdade, ou melhor, a realidade é bem diferente. Aos poucos vão confundindo ou mesmo danificando um trabalho de anos da Casa do Senhor Dom Duarte.
A liberdade de acção deste senhor é tanta, que chega ao ponto de apresentar nos textos dos seus diplomas que confere aos olhos de todos “Dom Filipe, por Graça de Deus Dinasta da Casa Real de Portugal”, concedendo títulos de “Cavaleiro”, “Comendador” ou até de “Grã-Cruz” (e outras coisas mais), encimando nos seus diplomas as Armas Reais de Portugal em pleno, com um lambel e uma coroa de Duque. As Ordens em referência são: Ordem de São Sebastião dita da Frecha e a Real Ordem da Trindade, as quais já proliferam pelo globo.
Mas a maior incompreensão de alguns verdadeiros monárquicos com que falo, é que estas acções já chegam ao ponto de se realizarem exposições enaltecendo, divulgando e publicitando a causa da legitimidade que eles mesmos dizem defender, chegando mesmo a conceber a publicação de um livro onde defendem explicitamente a causa da Casa Loulé como os Chefes da Casa Real Portuguesa, citando várias vezes nessa obra “Sereníssimo Senhor Dom Filipe, Conde de Rio Grande, como Representante de um Ramo que está na primeira linha da Sucessão da Coroa de Portugal”… ou … “a Ordem reconhece como Membros Dinastas da Casa Real de Portugal e da Sereníssima Casa e Dinastia de Bragança, aos Sereníssimos Senhores Duque de Loulé e Seus filhos”…
Esta publicação saiu em 2014 com grande pompa e circunstância, promovida pelo seu autor o Dr. Alfredo Côrte-Real, apoiante, defensor e promotor do Dr. Filipe nas suas pretensões da Casa Loulé durante longos anos, teve o apoio da Câmara Municipal de Barcelos, que manteve visível a todos os interessados durante cerca de um mês nas instalações da própria Câmara. Assim como uma larga divulgação do próprio autor Dr. Alfredo Côrte-Real em especial no facebook, proliferando na sua própria página as fotografias de toda a exposição (condecorações destas Ordens da Casa Loulé, as quais estavam ao lado de Ordens como a de Malta ou mesmo do Santo Sepulcro), claramente defensora da dita Casa Loulé. Na apresentação e sentado ao lado do Dr. Alfredo Côrte-Real estava o Coronel Feijó, distinto cavaleiro e Embaixador da Ordem de Malta. A passividade de todos nós monárquicos e apoiantes de S.A.R. o Senhor D. Duarte tem sido muito excessiva perante tamanha liberdade. Claro que alguns comentários surgiram novamente “são devaneios deste Senhor” “são tontices”, mas são sempre muito escassos. O curioso é que se for um simples “porcaria” dentro do movimento de S.A.R. o Sr. D. Duarte, aparece logo um vendaval, ao contrário das pretensões destes senhores. Ultimamente a desculpa é “são uns espanhões”. Meus Senhores, acordemos!
Com os vossos olhos, e alma monárquica, vejam o que consta nesse livro publicado pelo Dr. Alfredo Côrte-Real, que fala de três Ordens, Ordem de São Sebastião dita da Frecha e a Real Ordem da Trindade e a Ordem de São Miguel.
Na Ordem de São Sebastião dita da Frecha aparece a certa altura “A segunda fase dá-se a partir de Janeiro de 1994, quando a Ordem é restaurada pelo Sereníssimo Senhor D. Filipe, através da autorização expressa e poderes outorgados por seu Augusto Pai, o Sereníssimo Senhor D. Alberto, Duque de Loulé, promovendo o seu registo em instâncias oficiais…”.
Façamos já aqui um parênteses e falemos sobre a lealdade ou mesmo congruência nas atitudes. Referem Janeiro de 1994? Pois em Abril de 1994 o antigo Conselho de Nobreza reconhece ao D. Alberto o título de Conde de Rio Grande, como seu 2º titular (titulo concedido em 1689)  por “Alvará de 30-4-1994, nº 1491, Procº 1340 do Conselho de Nobreza. É 10º neto de um primo em 2º grau do 1º Conde de Rio Grande” … e como todos sabemos, para se solicitar qualquer registo ou reconhecimento no antigo Conselho de Nobreza, de acordo com os seus estatutos e regulamentos, é condição necessária a apresentação de uma carta escrita (anexada a toda a documentação), onde se reconhecia S.A.R. o Senhor D. Duarte – Duque de Bragança, COMO O CHEFE DA CASA REAL PORTUGUESA! As conclusões ficam para o raciocínio de cada um.
Mas continuemos com o texto da obra do Dr. Alfredo Côrte-Real “…mantendo desde então, a denominação de Ordem Militar de São Sebastião, dita da Frecha” …”Por Carta datada de 19 de Julho de 1999, o Sereníssimo Senhor D. Alberto, Duque de Loulé, confirma a autorização dada anos atrás a seu filho, o Senhor D. Filipe, para que procedesse ao registo e assegurasse o funcionamento da «Antiga Ordem de S. Sebastião, dita da Frecha», declarando expressamente que ele [D. Filipe], e os seus sucessores serão perpétuos Administradores, como Representantes de um Ramo da Nossa Casa que está na primeira linha de Sucessão da Coroa de Portugal. Este documento vem clarificar qualquer dúvida sobre a legitimidade da «Fons Honoru»” … “Entre os anos 1996 e 2003, a Ordem permanece dormente, até que, por Carta de 20 de Janeiro de 2004, o Senhor D. Filipe reactiva a Ordem, reafirmando o seu carácter de Ordem Dinástica, para premiar os merecimentos e com ela distinguir aqueles que mais se assinalem por Distintos Serviços ao Bem Comum e à sua Casa”, etc.
E na parte da Real Ordem da Trindade “A 10 de Julho do ano de 2003, o Sereníssimo Senhor Dom Filipe, Conde de Rio Grande, usando das prerrogativas conferidas pelo Seu Augusto Pai, o Sereníssimo Senhor Dom Aberto, Duque de Loulé, Chefe da Linha Dinástica Constitucional da Casa Real de Portugal (como representante dos direitos pessoais e dinásticos que recaíram na linha de Sua Augusta Avó – Sua Alteza a Senhora Infanta Dona Ana de Jesus Maria de Bragança e Borbón, filha de El-Rei, o Senhor Dom João VI e da Rainha, Senhora Dona Carlota Joaquina de Borbón), houve por bem, conforme o projecto de seu Augusto Avô – El-Rei D. João V, estabelecer a Ordem da Trindade como Ordem da Sua Casa. Esta Ordem estabelecida em Honra e Invocação da Santíssima Trindade, tem a denominação de Real Ordem da Trindade, e a dignidade de Ordem de Colar conforme o uso e estilo das Casas Reais da Europa. Tem  o carácter de uma Ordem dinástico-familiar, e o seu Governo exercido por um Conselho superiormente dirigido por um Membro Dinasta da Casa Real de Portugal, a quem cabe o titulo de Grão-Mestre/Governador, dignidade que actualmente pertence ao Sereníssimo Senhor Dom Filipe, Conde de Rio Grande, como representante de um Ramo que está na primeira linha da Sucessão da Coroa de Portugal.
Conforme os seus Estatutos, a Ordem reconhece como Membros Dinastas da Casa Real de Portugal e da Sereníssima Casa e Dinastia de Bragança, aos Sereníssimos Senhores Duques de Loulé e seus filhos, que estiveram na primeira linha de sucessão da Casa Real, após a morte de El-Rei Dom Manuel II”…
E na Ordem de São Miguel: “O Grão-Mestre da Ordem de São Miguel da Ala é o Rei de Portugal”… “A Ordem de São Miguel da Ala, (OSMA), tem o reconhecimento do Sereníssimo Senhor Dom Pedro, Duque de Loulé, na qualidade de Protector, e Chefe da Linha Constitucional da Casa Real de Portugal, que habitualmente está nas Cerimónias e nos seus actos.”
Acordemos e actuemos. Cada um de nós monárquicos, verdadeiros apoiantes do Sr. Dom Duarte único Chefe da Casa Real Portuguesa, defendamo-lo e nunca se esqueçam deste último Senhor Dr. Filipe – Conde do Rio Grande, que com o forte apoio do Dr. Alfredo Côrte-Real tem conseguido alcançar posições muito superiores ao seu irmão.
O presente texto não é assinado porque este texto é e deve ser assinado por todos os monárquicos apoiantes do único Chefe da Casa Real Portuguesa o Senhor Dom Duarte Duque de Bragança. Por isso se é apoiante do S.A.R. o Sr. Dom Duarte divulgue esta carta, se o fizer é porque é mesmo apoiante dele.

Viva S.A.R. o Sr. Dom Duarte – Duque de Bragança e único Chefe da Casa Real Portuguesa
Viva a Monarquia
Viva Portugal!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Supremo devolve bens a D. Duarte. O seu a seu dono!!!


«O Supremo Tribunal de Justiça revogou o acórdão do Tribunal da Relação, o que levou à suspensão da penhora de bens ordenada a D. Duarte por aquele tribunal, em 2011.
A queixa interposta pela Ordem de São Miguel de Ala originou a penhora de bens de D. Duarte, que deverá ser levantada em breve, segundo revelou ao CM fonte próxima do processo.
O chefe da Casa Real foi acusado de uso ilícito de insígnias, medalhas, bordados em mantos ou em documentos e loiças.
A queixa assinada pela Ordem de São Miguel de Ala, representada por Nuno da Câmara Pereira, arroga-se ao direito exclusivo de usar os símbolos desta ordem monárquica que terá sido constituída por D. Afonso Henriques.
O grão-mestre é por inerência D. Duarte, que ressuscitou a Ordem em 1980. Foi constituída entretanto a associação da Ordem, que registou os nomes e os símbolos, em divergência com D. Duarte. A associação interpôs, por isso, uma providência cautelar pelo uso ilícito dos símbolos.
O tribunal decretou em 2011 a penhora dos bens de D. Duarte, no valor total de 82 mil euros. O Supremo revogou agora o acórdão da Relação.» 
CM

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Paulo Estêvão não se recandidata à liderança do PPM


“Posso dizer que estou exausto desse esforço que fiz, pensando nos interesses do partido, mas que não tenho possibilidades de continuar a fazer”, afirmou Paulo Estêvão em declarações à Lusa, alegando que além de residir no Corvo, uma ilha onde “só há ligações aéreas três vezes por semana”, foi reeleito, em outubro, deputado no parlamento açoriano.
Paulo Estêvão, eleito líder do PPM em 2010, apresentou “listas de unidade, constituídas sem oposição interna”, sucedendo a Nuno da Câmara Pereira, que se demitiu do cargo.
A nova liderança do PPM será analisada no Congresso Nacional do partido em 2013, que decorrerá depois das eleições autárquicas, sendo que compete ao Conselho Nacional do partido marcar a data e o local da reunião magna.
Para Paulo Estêvão, que diz sair de “consciência tranquila”, o PPM tem inúmeras personalidades capazes de assumir a liderança do partido, embora manifeste desde já o seu apoio ao atual vice-presidente.
“Eu penso que o Gonçalo da Câmara Pereira, que é fundador do partido, é um ótimo candidato à liderança. Vamos a ver se ele assume esse desafio, mas se ele não assumir temos várias outras personalidades que estão em condições de assumir essa função”, salientou o líder do PPM.
Depois de pacificar o partido e unificar as estruturas nacionais, Paulo Estêvão assegurou que nos próximos anos quer concentrar-se, sobretudo, no crescimento do partido nos Açores e no desempenho das suas funções parlamentares, algo que considerou ser “incompatível” com o pleno exercício da liderança nacional do PPM.
Paulo Estêvão anunciou, ainda, que por opção pessoal o vice presidente da Comissão Política Nacional, Gonçalo da Câmara Pereira, passou a exercer, por delegação de poderes, desde 02 de dezembro, todas as competências que os estatutos reconhecem ao presidente da Comissão Política Nacional.
A delegação de poderes é efetiva no âmbito de todos os atos que se venham a realizar no território nacional, com exceção do território da Região Autónoma dos Açores, uma situação que sevai manter até à realização das eleições autárquicas, agendadas para outubro de 2013.
“Nestas eleições autárquicas é-me completamente impossível exercer a proximidade que é necessária, acompanhando todos os candidatos do partido nas 308 eleições autárquicas que vamos disputar”, disse Paulo Estêvão, acrescentando que a coordenação nacional do processo estará a cargo de Gonçalo da Câmara Pereira.

sábado, 3 de abril de 2010

Sonatina ao Luar

As divergências "fracturantes" na gestão do Partido Popular Monárquico (PPM) justificaram a sua demissão da liderança do partido. "A nível político, sou o oposto da forma de estar e ser do Gonçalo", assume Nuno da Câmara Pereira.

Os irmãos asseguram não estar de costas voltadas, mas politicamente nem sequer convergem no futuro do partido. "O Conselho Nacional tem de convocar um congresso extraordinário para marcar eleições imediatas. Não é legítimo se não fizer. São regras estatutárias", aponta Nuno da Câmara Pereira, que também pediu a desfiliação do partido. "Essa é a leitura dele. A direcção do partido tem outra", responde Gonçalo.

Após o pedido de demissão do fadista, a comissão política do partido anunciou a sua substituição pelo primeiro vice-presidente, Paulo Estêvão. E assim será até 2012, garante Gonçalo, que agora passa a ser o único vice-presidente monárquico.

As discórdias entre os dois irmãos têm histórico. Nuno tentou convocar um congresso extraordinário há um ano. "Queria mudar o quadro humano no partido. O PPM precisa de mais juventude, fervor e trabalho", explica. Não teve seguidores e optou agora por fazer "o sacrifício no sentido do exercício da integridade".

(Jornal i)

O PPM-Braga acha necessário um cabal esclarecimento destes últimos acontecimentos.

Para bem do PPM, o partido terá que legitimar a direcção em congresso, seja ela qual for, como aconteceu até recentemente no PSD, aquando da “saída” de Durão Barroso para as mais altas instâncias europeias. Deverá ser sempre esta a imagem que teremos de dar para o exterior. De um partido transparente, divergente na pluralidade de ideias, mas sem tabus para resolver os seus próprios dilemas. Não somos Cuba.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Fado em Sol sustenido menor

O Partido Popular Monárquico tem um novo presidente. Nuno da Câmara Pereira, que tinha sido eleito a 13 de Dezembro de 2008, apresentou a sua demissão anteontem à noite, chegando mesmo a desfiliar-se do partido. O comunicado oficial do PPM alega razões de índole pessoal para o afastamento do então presidente, mas para Nuno da Câmara Pereira a razão é só uma: incompatibilidade com o segundo vice-presidente – coincidência ou não, o seu irmão Gonçalo.

“Senti que era o meu dever afastar-me. Entrei no partido há 12 anos, pela mão do Gonçalo e, sendo o mais velho, decidi que teria de ser eu a sair”, explica o também engenheiro agrícola, fadista e escritor. “A minha visão para o partido não coincide com a dele, por isso, resolvi bater com a porta”, revela.

(Jornal 24 horas)

Pergunta o PPM-Braga: O que terá acontecido de tão grave entre os irmãos Câmara Pereira? Entre o então Presidente da Comissão Política Nacional e o seu segundo Vice-Presidente?

Objectivamente, esta pergunta não poderá ficar sem resposta.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Nuno da Câmara Pereira abandona o PPM

O Presidente do P.P.M., Eng. Nuno da Câmara Pereira, apresentou a demissão do cargo para o qual fora eleito em Congresso realizado a 13 de Dezembro de 2008.

Por inerência, o Primeiro Vice-Presidente ficou designado, interinamente, como Presidente do Partido Popular Monárquico.

Drº Paulo Estêvão é o nosso deputado no Parlamento Regional dos Açores, eleito pelo Circulo Eleitoral do Corvo.

domingo, 21 de março de 2010

Se eu fosse... a ministra da Educação

… o principal problema em relação ao bullying e à violência escolar não reside nas escolas, o problema começa e acaba na família. Porque não cabe à escola educar as crianças. À escola cabe formar e à família educar”.

“Isto é um ciclo que começou pouco depois do 25 de Abril e tem vindo a piorar. Quem era criança nessa altura é hoje pai. O processo de destruição da família começou nessa altura e tem-se prolongado ao longo dos anos, com a falta de valores, de confraternização, de sentido gregário, com o crescimento da falta de respeito e de consideração”.
...

domingo, 21 de junho de 2009

Jornal Correio do Minho: Candidatura apresentada: Ricardo Rio quer “novo modelo de gestão”

Promoção do emprego, renovação urbana, ambiente e qualidade de vida, dinamização cultural e responsabilidade social são as cinco áreas prioritárias para o novo modelo de gestão que o candidato da coligação ‘Juntos por Braga’ (PSD/CDS/PPM), Ricardo Rio, quer para a autarquia.

Ricardo Rio, que falava ontem à tarde no Museu D. Diogo de Sousa, durante a sessão de apresentação oficial da candidatura, admitiu que “há muito para fazer e muito tempo perdido para recuperar”.

Na cerimónia participaram a presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, o vice-presidente do CDS-PP, Nuno Melo, e o presidente do PPM, Nuno da Câmara Pereira. No acto estiveram, ainda, presentes, o mandatário da candidatura, Miguel Bandeira, e o presidente da comissão de honra, António Marques.

Na opinião do líder da coligação “só quem estiver fechado numa qualquer torre de sobranceria pode pensar que nada mudou nos últimos meses e que, sem prejuízo daqueles que são os problemas estruturais a resolver, não há necessidade de adoptar medidas concretas para responder aos desafios que a realidade actual coloca ao quotidiano das famílias bracarenses”.

Reconhecimento e mudança

A autarquia, segundo Ricardo Rio, “tem que assumir um papel chave, de que sempre prescindiu, no estímulo à actividade económica, na captação e fixação de investimentos e no apoio ao empreendedorismo”.

O candidato apontou, ainda, uma série de medidas que pretende implementar caso vença as próximas eleições autárquicas. E uma coisa é certa: “Braga, a ‘cidade do Betão’ é uma ima- gem que vai morrer na próxima década”.

O empresário António Marques começou por salientar que era chegado “o momento de fazer o reconhecimento de muitos anos de trabalho, empenho e esforço”. E acrescentou: “Ricardo Rio não tem medo de fazer a ruptura nem de desafiar e rasgar horizontes e fez-nos acreditar que a política em Braga vale a pena”. Além disso, António Marques considera que “chegou a hora de uma necessidade imperiosa de mudança, porque novos problemas têm que obrigatoriamente ter novas soluções”.

Miguel Bandeira, mandatário da candidatura, assegurou que o cabeça-de-lista da coligação tem sido “um exemplo”, admitindo que “Braga tem perdido tempo demais e precisa de uma alternativa e essa alternativa é Ricardo Rio”.

Ferreira Leite acredita na vitória do partido em Braga

Na sessão pública de apresentação da candidatura de Ricardo Rio à presidência da Câmara Municipal de Braga estiveram presentes os líderes do PSD, Manuela Ferreira Leite, do PPM, o deputado Nuno da Câmara Pereira, e o vice-presidente do CDS/PP, Nuno Melo.

“Concerteza que o PSD tem todas as condições para ganhar em Braga, basta os bracarenses ponderarem no futuro e no caminho que querem seguir”, assumiu a presidente do partido, Manuela Ferreira Leite, garantindo que “nenhum candidato é apresentado sem ter o apoio total da comissão política do partido”.

A líder social-democrata salientou, entretanto, que “é preciso rever a política que está a ser seguida pelo governo socialista, já que está a ir no sentido errado”. E garantiu: “não prometo aquilo que sei que não vou fazer”.

sábado, 20 de junho de 2009

Jornal Correio do Minho: Autárquicas/Braga; Ricardo Rio (PSD/CDS/PPM) quer novo modelo de gestão' da autarquia

O candidato da coligação 'Juntos por Braga' (PSD/CDS/PPM) à Câmara Municipal local, Ricardo Rio, disse, hoje, em Braga que quer 'personificar um novo modelo de gestão da autarquia, em cinco áreas prioritárias de intervenção'.

'Identificámos já cinco prioridades: a promoção do emprego, a renovação urbana, o ambiente e a qualidade de vida, a dinamização cultural e a responsabilidade social', afirmou, sustentando que 'há muito para fazer e muito tempo perdido para recuperar'.

Ricardo Rio falava, no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, durante a sessão de apresentação oficial da candidatura, acto em que participaram, a presidente do PSD Manuela Ferreira Leite, o vice-presidente do CDS-PP, Nuno Melo, e o presidente do PPM, Nuno da Câmara Pereira.

No acto estiveram, ainda, presentes, o mandatário da candidatura, o universitário Miguel Bandeira, e o presidente da Comissão de Honra, o empresário António Marques.

Ricardo Rio frisou que lidera uma candidatura que 'já clarificou os eixos de desenvolvimento do Município, as novas políticas que preconiza'.

Em sua opinião, 'só quem estiver fechado numa qualquer torre de sobranceria pode pensar que nada mudou nos últimos meses e que, sem prejuízo daqueles que são os problemas estruturais a resolver, não há necessidade de adoptar medidas concretas para responder aos desafios que a realidade actual coloca ao quotidiano das famílias bracarenses'.

Disse que, 'para crescer e para propiciar real qualidade de vida aos seus habitantes, nomeadamente aos mais jovens e aos muitos que nos procuram para aqui concluir os seus estudos universitários, Braga tem que ser uma cidade geradora de emprego'.

Defendeu ainda que 'a autarquia tem que assumir um papel chave, de que sempre prescindiu, no estímulo à actividade económica, na captação e fixação de investimentos e no apoio ao empreendedorismo'.

Adiantou que a empresa que substituirá a Sociedade gestora do PEB (Parque de Exposições) assumirá a gestão de todos os equipamentos e participações municipais de natureza económica, como o MARN (Mercado Abastecedor), o Mercado Municipal, o BragaDigital ou as novas áreas de localização empresarial.

Acrescentou que 'tomará também a seu cargo os programas de apoio ao comércio tradicional, as iniciativas de promoção turística, os estímulos à base rural da actividade económica e os incentivos à captação de projectos de vanguarda que valorizem o tecido empresarial e capitalizem o conhecimento científico produzido nas Universidades e no Instituto Ibérico de Nanotecnologia'.

Garantiu que 'Braga terá, finalmente, o seu Parque Tecnológico e desenvolverá projectos para a criação de novas áreas de Localização Empresarial e de um novo Centro de Feiras e Congressos, que potencie o eixo do turismo de negócios'.

Prometeu 'encetar todos os esforços para colmatar a enorme perda que representou a saída do parque de diversões Bracalândia'.

'Braga, a 'cidade do Betão' é uma imagem que vai morrer na próxima década', afirmou.

O Município de Braga tem sido governado desde 1976 pelo socialista Mesquita Machado. Nas últimas eleições municipais, a Coligação ficou a cinco mil votos do PS, tendo eleito cinco vereadores contra seis dos socialistas.