Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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terça-feira, 4 de março de 2014

Em dia de aniversário, S.A. a Infanta Dona Maria Francisca recebeu a visita do cantor Zé Perdigão

"Hoje vim visitar uns amigos especiais que bem poderiam ser meus sobrinhos! Parabéns pelo 17º aniversário Infanta Dona Maria Francisca Isabel de Herédia de Bragança."

Fonte: Zé Perdigão / Joana Dias Pereira
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

UM BOM PARTIDO...

Revista "VIP" de 25 de Fevereiro de 2014
Fonte: Maria Augusta de Menezes

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terça-feira, 8 de outubro de 2013

S.A. a Infanta Dona Maria Francisca de Bragança participou na Caminhada Pela Vida - "One of Us"

S.A. a Infanta Dona Maria Francisca de Bragança participou na Caminhada Pela Vida - "One of Us", que decorreu em Lisboa, entre o Marquês de Pombal e o Rossio, no dia 5 de Outubro de 2013.

© José Filipe Sepúlveda da Fonseca
Fonte: Joana Dias Pereira

terça-feira, 27 de agosto de 2013

S.A.R. o Infante Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira, foi crismado na Igreja da Encarnação


Foram crismados no passado dia 2 de Junho, na Igreja da Encarnação, em Lisboa, pelo Bispo Dom Joaquim Mendes, S.A.R. o Infante Dom Afonso de Bragança e S.A.S. a Infanta Dona Maria Francisca de Bragança. Tiveram como Padrinhos, respectivamente, D. Jorge de Herédia e D. Teresa de Herédia. S.A.R. a Duquesa de Bragança foi Madrinha de Crisma de Teresa Sande Lemos.
Fonte: Joana Dias Pereira / Créditos fotográficos: Paróquia da Encarnação

sábado, 13 de abril de 2013

Dona Isabel de Bragança diz ser uma mãe "muito orgulhosa"

Revista Caras de 13 de Abril

Pelo segundo ano consecutivo, Francisca de Bragança, de 16 anos, filha de Dona Isabel e de Dom Duarte de Bragança, foi voluntária no jantar Let’s Help Vale de Acór, que decorreu no Convento do Beato, em Lisboa, e que teve como objectivo recolher fundos para apoiar esta instituição que trabalha há vários anos na recuperação de toxicodependentes.
Tal como outros jovens, a filha dos Duques de Bragança ultimou vários pormenores nas mesas, mostrando-se sempre disponível para fazer o que fosse preciso. “Gosto imenso de ajudar e por mim fazia isto todos os anos. Além de estar a apoiar uma causa, faço-o ao lado dos meus amigos, o que é ainda melhor. Recebemos mais do que aquilo que damos. Os meus pais sempre nos apoiaram neste caminho de ajuda aos outros. Neste momento só faço voluntariado pontualmente, porque tenho de me dedicar aos estudos, mas poder ajudar os outros é uma parte importante da minha vida”, explicou Francisca de Bragança.
Dona Isabel de Bragança fez questão de estar presente nesta noite solidária e confidenciou ser uma “mãe muito orgulhosa” por ver a filha empenhada em ajudar os outros. “Temos tentado incutir nos nossos filhos a importância de trabalharem para ajudar o próximo. É bom ver que eles põem em acção os valores que lhes ensinamos. Já o Afonso (o filho mais velho, que estudou em Inglaterra nos últimos dois anos) esteve em Fátima na Semana Santa a apoiar pessoas com deficiência, É muito bom ver que os nossos filhos gostam de se dedicar aos outros”, partilhou a Duquesa de Bragança, que não podia estar mais feliz por ter novamente a família toda reunida: “Agora estamos a matar saudades. Foram dois anos que fizeram muito bem ao Afonso. Foi uma experiência extraordinária, durante a qual o Afonso aprendeu muito. Nos próximos tempos vai ficar por cá, mais tarde, logo se vê se voltará a estudar fora.”

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Duques de Bragança acompanhados pelos 3 filhos estiveram no dia 1 de Abril na Festa de Nossa Senhora da Luz


Cumprindo a tradição deste Dia do Município de Castelo de Vide, celebrou-se ao final da manhã a Missa na Igreja da Senhora da Luz.
A capela encheu para um dos últimos momentos religiosos da Páscoa que contou com a presença dos Duques de Bragança, D. Duarte Pio e Dona Isabel de Bragança, e dos seus três filhos.
A família da Casa de Bragança estava de passagem por Castelo de Vide para visitar a propriedade que lhe foi deixada por herança por Virgínia Flores (situada precisamente frente à Capela da Senhora da Luz) e todos acabaram por assistir à homilia e travar breves conversas com os presentes.
Este ano as actividades populares por ocasião da Festa da Senhora da Luz não se realizaram devido às instáveis condições climatéricas, não tendo havido nem quermesse nem os tradicionais comes e bebes durante a tarde. Também a procissão, agendada para as 18 horas, esteve até à última hora dependente da ocorrência de chuva, mas acabou por se realizar.
Maria de Menezes / Real Família Portuguesa

sábado, 1 de dezembro de 2012

Mensagem de S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança no 1º de Dezembro de 2012

Mensagem de S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança
Vista da sala
A Família Real durante a Mensagem de S.A.R.
A Família Real portuguesa



MENSAGEM 1º Dezembro 2012 do Chefe da Casa Real portuguesa , o Duque de Bragança , S.A.R. o Senhor Dom Duarte de Bragança
Portugueses:
Estamos a viver mais um 1º de Dezembro, o dia em que se afirmou a vontade de independência nacional e os portugueses disseram “Nós somos livres e o nosso Rei é livre”. Para nós, o 1º de Dezembro aconteceu uma vez e o 1º de Dezembro acontecerá sempre.
Mas hoje, vivemos um 1º de Dezembro diferente.
Cada vez mais portugueses enfrentam a angústia de não saber como cumprir os seus compromissos financeiros, e mesmo como irão pagar as despesas básicas das suas famílias.
A todos eles, quero manifestar a minha solidariedade.
Hoje, atingimos aquele limite em que Portugal tem uma economia em recessão e se esgotou a capacidade do Estado se financiar. Os sucessivos aumentos de impostos já não contribuem significativamente para aumentar a receita do Estado, porque as famílias e as empresas já não conseguem o suficiente para os comportar.
Hoje, tal como em 1640, mas devido à irresponsabilidade de alguns governantes da III República, a nossa política depende da vontade de estrangeiros. A população tem dado provas de grande civismo. Por isso, a todos os que se manifestam de forma cívica em favor de um Portugal mais justo e mais independente, quero manifestar o meu apoio.
Na crise presente, é justo que peçamos contas a quem nos colocou nesta situação de pré-falência e que se tentem recuperar fundos fraudulentamente desviados . Apoio os que pedem a criminalização por actos públicos de gestão danosa.
O princípio do estado de direito democrático é a base da nossa ordem pública. E esse princípio baseia-se na dignidade da pessoa humana e na afirmação de que o cidadão deve estar ao serviço do Estado e o Estado ao serviço da pessoa.
Mas, hoje, existem muitos privilegiados a beneficiar das chamadas “gorduras de Estado”. Muitos fornecimentos, contratações, parcerias público privadas e ajustes directos deveriam ser reavaliados à luz do interesse público, tal como revelado por auditorias do Tribunal de Contas.
Por isso, a todos os que exigem que o Estado respeite o direito, eu digo: a Instituição Real está convosco.
No estado democrático, os partidos políticos têm uma missão essencial a desempenhar. Mas seria útil que as pessoas de boa vontade se unam aqueles partidos que melhor defendam os seus ideais, para que melhor possam servir o País.
No entanto o exercício da cidadania não se limita à actividade partidária.
São, felizmente, muitas as Associações Cívicas que têm mobilizado as boas vontades com acções eficazes de solidariedade e caridade. São fundamentais para um futuro melhor. Deixemo-las trabalhar, em vez de perder tempo com críticas e insultos que nada ajudam a minorar o sofrimento de quem delas precisa.
Por seu lado a Causa Real e as dezenas de associações reunidas na Plataforma Activa da Sociedade Civil, criam sinergias entre milhares de pessoas dedicadas a implementar soluções para os problemas nacionais.
Quero declarar-lhes o meu pleno empenho nas causas que defendem. Não esqueço que, nas redes sociais, muitos defendem a Instituição Real. E lanço um apelo para que passem do virtual ao real, colaborando com a Causa e que mais associações e pessoas se juntem a quem trabalha no campo cívico e humanitário com eficácia e generosidade.
Uma das razões que comprometem o nosso futuro é a baixa natalidade. O Estado português não favorece fiscalmente as famílias que têm filhos, não toma medidas eficazes que ajudem as mães solteiras, não facilita a adopção de crianças.
Perante o já chamado “inverno demográfico” da falta de natalidade, para mim, que acredito no direito à vida, é difícil aceitar que o Estado, com o dinheiro dos nossos impostos, subsidie o “aborto a pedido”.
Após mais de noventa mil “vítimas legais” em Portugal nos últimos cinco anos , é altura de percebermos que a lei actual é insustentável !
“ Uma Nação que mata os seus filhos não tem futuro “ disse a Madre Teresa de Calcutá .
Peço que se lembrem que sem renovação das gerações, o Estado não conseguirá honrar os compromissos financeiros, em particular as reformas de quem descontou para a Segurança Social.
Há muitos anos que venho denunciando o nosso modelo errado de “desenvolvimento sem progresso”, sem uma visão global do futuro.
Por todo o País, tenho encontrado exemplos de pequenos e grandes empresários de sucesso, alguns reconhecidos internacionalmente.
A burocracia estatal e a lentidão da justiça têm provocado graves entraves a quem quer produzir. Temos que exigir mais ao Estado. Mais responsabilidade, mais respeito pelos governados que o sustentam, e, acima de tudo, mais dignidade.
Precisamos urgentemente de um Estado moderno e eficiente, que assegure a nossa soberania e a ordem interna, garantindo a oferta de bens públicos em sectores essenciais e a regulação e estímulo à actividade económica nos restantes, de forma a propiciar o crescimento das empresas e a oferta de emprego, Precisamos de um Estado que seja o primeiro a dar o exemplo, pagando a tempo e horas, bem como assegurando que os investimentos e gastos públicos sejam racionais.
O Estado moderno não se pode substituir ao sector privado na criação de riqueza e não pode ceder à tentação de intervir em tudo.
O Estado social moderno deve dar apoio aos mais desfavorecidos. Quanto menores forem os desperdícios, maior será a proporção da riqueza que chegará a quem precisa.
Para isso, não podemos ter uma sociedade toda subsidiada; não podemos ter um sector empresarial subsídio-dependente.
Como representante e chefe da Casa Real Portuguesa, é esta a reforma de Estado que preconizo. Um Estado que siga e imponha o direito, um Estado que apoie os mais desfavorecidos, um Estado eficaz,, um Estado que fomente o desenvolvimento, um Estado que olhe o futuro, um Estado de e para todos os portugueses.
Se as monarquias democráticas actuais existem e têm um papel fundamental é porque nelas o exemplo vem de cima.
Importa prestar atenção à clara demonstração das nossas verdadeiras capacidades que é dada pelo sucesso que os portugueses obtêm no estrangeiro !
Sem qualquer ajuda do Estado, e no cumprimento dos desígnios da Instituição Real, eu e minha mulher Isabel temo-nos deslocado a países da Europa e da Lusofonia para promover Portugal.
Foi assim no Grão–Ducado do Luxemburgo onde 25% da população activa é portuguesa.
Na Galiza, encontrei um vivo interesse pela língua portuguesa e pelas relações económicas e culturais connosco. A tão interessante e antiga fala de lá também é conhecida como “o português da Galiza”. Em Roma, tivemos ocasião de homenagear personalidades das Casas Reais europeias empenhadas em acções de solidariedade. E nos Estados Unidos convivemos novamente com a dinâmica comunidade portuguesa de Nova Jersey e Nova York.
Tive, ainda, a oportunidade de escutar do Sr. Presidente da República de Cabo Verde, palavras de encorajamento para que a CPLP possa evoluir politicamente no sentido de uma Confederação, ou de uma União, aproximando as nações irmanadas pela língua de Camões.
Encontrei a mesma disposição entre os governantes de vários países da CPLP, incluindo o Brasil.
Cada dia são mais os que perfilham a visão de que, juntos, os países de língua portuguesa podem e devem construir um destino comum que será melhor do que o que actualmente se configura em separado.
Neste 1º de Dezembro, aproxima-se a data em que celebramos o Natal. Não deixemos que esta data seja desvirtuada publicamente por apelos ao consumismo.
Façamos desta data um estímulo à nossa tradição de solidariedade e caridade, apoiando as instituições que organizadamente trabalham nesse sentido, como eu e a minha Família procuramos fazer.
Há mais de um século que a minha Família se encontra impedida de exercer a missão que desempenhou desde que Afonso Henriques foi aclamado “Rex Portugalorum“, Rei dos Portugueses.
No passado 5 de Outubro tive ocasião de me dirigir aos portugueses, celebrando a independência alcançada nesse dia de 1143, com o Tratado de Zamora.
Precisamos de regressar a esse nosso futuro. De agir como sempre soubemos fazer após os desastres do passado: regenerando Portugal mas em bases mais sólidas, aprendendo com os erros cometidos.
Apelo aos portugueses para que se unem e actuem noutro projecto, para um Portugal melhor.
Apelo aos jovens, nomeadamente os que se ausentaram, e a todos, lá como aqui, para que continuem a acreditar em Portugal.
Para essa nova etapa da História, aqui declaro que eu e a minha família estamos disponíveis e dispostos a servir Portugal nos cargos para que os portugueses nos desejarem.
Viva Portugal !
Fotos da Real Associação de Lisboa