Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

S.A.R. Dom Duarte, Duque de Bragança em Nova Iorque

S.A.R. Dom Duarte, Duque de Bragança, no jantar dos Monárquicos Portugueses nos Estados Unidos da América
D. Duarte Pio, o Duque de Bragança, presidiu quarta-feira à noite a um jantar organizado pelo grupo Monárquicos Portugueses nos Estados Unidos. O encontro, com cerca de meia centena de pessoas, decorreu no restaurante luso-brasileiro Ipanema, na 46ª Rua de Manhattan, do empresário de restauração e hotelaria português Alfredo Pedro.
Para além do herdeiro da coroa portuguesa, estiveram presentes o bispo de São Tomé e Príncipe, D. Manuel António Mendes dos Santos, e ainda um primo direito luso-americano por via materna de D. Duarte, Anthony Bragança Chanler.
O grupo Monárquicos Portugueses nos Estados Unidos é presidido por Olindo Iglésias, funcionário das Nações Unidas em Nova Iorque; antes de há 3 anos ter sido colocado na sede da ONU, Iglésias esteve afecto em Genebra ao Alto Comissariado dos Direitos Humanos.
Em declarações ao jornal LUSO-AMERICANO, o engenheiro de informática, que nasceu em Luanda, Angola, mas cresceu em Lisboa, revela ser monárquico “desde sempre.”
Da direcção do grupo fazem ainda parte o ex-jornalista da SIC Miguel Caldeira, igualmente ligado à ONU em Nova Iorque, que é vice-presidente, a tesoureira Susana Caldeira e a secretária Carolina Moscoso.
O grupo tem como lema “Divulgar Portugal e a sua Causa Real.”
No jantar com o Duque de Bragança esteve ainda Glória de Melo, presidente da Associação Real de New Jersey.
O chefe da Casa de Bragança aproveitou a ocasião para apresentar o livro ‘D. Duarte e a Democracia – Uma Biografia Portuguesa’, assinada por Mendo Castro Henriques, com o selo da Bertrand.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

SS.AA.RR., OS SENHORES DUQUES DE BRAGANÇA COM OS ELEMENTOS DA FUTURA REAL ASSOCIAÇÃO DE NEW YORK

Organizado com muito esmero pela Real Associação de New Jersey e Pennsylvania, o jantar foi muito animado e coroado com um muitíssimo pertinente e inspirador discurso de S.A.R. o Duque de Bragança. Glória de Melo, Presidente da Real Associação fez uma breve intervenção e Olindo Iglesias apresentou o projecto da Real Associação de New York, iniciativa encorajada por S.A.R.
Na fotografia SS.AA.RR. com os elementos da futura Real Associação de New York: da esquerda para a direita, Francesco Marconi (e noiva), Susana Caldeira, Luís Gonçalves, Moisés Venâncio, Nuno Crisóstomo, Olindo Iglesias, Miguel Caldeira, Paulo Dias Figueiredo e Patrícia Coimbra.

Glória de Melo lembrou que o principal objectivo da Real Associação é preservar e divulgar a história e cultura de Portugal. Mostrando preocupação com a abolição do feriado do 1º Dezembro levantou a questão da importância de reviver e relembrar a nossa independência e citou a opinião do Dalai Lama sobre Sua Alteza Real:
“O Rei de Portugal poderá não ser um monarca reinante, mas tem a difícil tarefa de manter vivo o espírito cultural da nação e isso é mais importante do que usar uma coroa”.
O Senhor Duque de Bragança afirmou ter sempre "um banho de optimismo patriótico e de esperança no futuro de Portugal quando tenho ocasião de visitar as comunidades portuguesas que vivem no estrangeiro e ver a capacidade, o sucesso, a realização que os portugueses conseguem".
Levantou a actual situação crítica de Portugal, em grande parte consequência do facilitismo e curto-termismo da nossa classe política, mais interessada na sua reeleição, que levou o País à falência. “Há tempos perguntaram à rainha da Dinamarca para que serve uma rainha numa democracia tão moderna como é a Dinamarca. Ela respondeu é para proteger o povo dos maus governos”. Assim afirmou uma das vantagens das Monarquias modernas. "Há uma vigilância discreta mas eficiente da parte dos reis e rainhas, que não dependem dos grupos políticos, grupos financeiros, de interesses, podem desempenhar o seu papel com outra liberdade".
Sua Alteza Real mostrou a Bandeira da Restauração, de 1640, de grande interesse numa altura em que se está a por em causa a data do 1º de Dezembro. Quanto à bandeira adoptada por D. João II é "uma bandeira que une todos os portugueses. Todos os portugueses podem considerá-la como símbolo de Portugal, como símbolo de unidade nacional”.
Terminou apelando a uma união espiritual entre os povos lusófonos e as comunidades portuguesas, e deu os parabéns à Real Associação de New Jersey e ao projecto para Nova Iorque, aos quais acrescentamos os nossos.