Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sábado, 29 de novembro de 2014

«Associação dos Autarcas Monárquicos marca presença num evento internacional na Áustria» - in TV Minho

A APAM – Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos marcou presença, mais uma vez, num evento internacional a convite do movimento monárquico austríaco “Schwarz-Gelbe Allianz".

Manuel Beninger, presidente da direcção da APAM, participou nas cerimónias de celebrações do 98.º aniversário da morte de Sua Majestade o Imperador Franz Joseph (Francisco José) e do 102.º aniversário do nascimento do filho do último Imperador da Áustria, Dr. Otto von Habsburg, em Viena.

Fonte: TV Minho

sexta-feira, 14 de março de 2014

Zita, a última imperatriz da Áustria, descendente da família real portuguesa, faleceu à 25 anos

Zita Maria da Graça Aldegunda Micaela Rafaela Gabriela Josefina Antonia Luísa Agnes de Bourbon-Parma (em italiano: Zita Maria delle Grazie Adelgonda Micaela Raffaela Gabriella Giuseppina Antonia Luisa Agnese di Borbone-Parma) (Viareggio, 9 de maio de 1892 — Zizers, 14 de março de 1989) foi princesa de Parma e última imperatriz da Áustria, rainha da Hungria e da Bohêmia, como consorte do imperador Carlos I da Áustria. Ela descendia das famílias reais de Portugal, França e Espanha.
Filha do duque Roberto I de Parma e da infanta Maria Antonia de Bragança, Zita desposou o então arquiduque Carlos da Áustria em 1911. Carlos tornou-se herdeiro presuntivo do imperador Francisco José I da Áustria em 1914, após o assassinato de seu tio Francisco Fernando da Áustria, e ascendeu ao trono em 1916.
Após o fim da Primeira Guerra Mundial em 1918, os Habsburgos foram depostos com a formação de novos países, tais como a Áustria, a Hungria e a Checoslováquia. Carlos e Zita partiram em exílio para a Suíça e, mais tarde, para Madeira, onde Carlos morreu em 1922. Após a morte de seu marido, Zita e seu filho Otto tornaram-se símbolos de unidade da dinastia exilada.
A princesa Zita de Bourbon-Parma nasceu em Villa Pianore, situada na província italiana de Lucca. O nome incomum, Zita, foi escolhido por causa da popular santa Zita, que viveu em Toscana durante o século XIII. Era a quinta filha (terceira mulher) do deposto duque Roberto I de Parma e de sua segunda esposa, Maria Antonia de Bragança, filha do ex-rei Miguel I de Portugal. Seu pai perdera o trono devido ao movimento de unificação italiana em 1859, quando ele ainda era uma criança. Roberto I teve doze filhos de seu casamento anterior, com Maria Pia de Bourbon-Duas Sicílias, dos quais seis eram retardados mentais e três morreram jovens. Dois anos depois de ficar viúvo, ele desposou a mãe de Zita. O segundo casamento gerou mais doze filhos.
Carlos e Zita foram coroados em Budapeste em 30 de dezembro de 1916.

Liebe Freunde,
am Freitag, den 14. März um 16:00 Uhr findet in der Wiener Kapuzinerkirche eine Gedenkmesse für unsere vor 25 Jahren verstorbene Kaiserin und Königin Zita statt, aus welchem Anlass wir Sie recht herzlich einladen. Details entnehmen Sie bitte der beiliegenden PDF-Datei.
Sollten Sie einem Traditionsverein oder einer studentischen Verbindung vorstehen und die Entsendung einer Fahnenabordnung oder Chargierender noch anmelden  wollen, so bitten wir aus organisatorischen Gründen um baldige formlose Mitteilung.
Mit freundlichen Grüßen,
Alexander Simec, Obmann

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Obrigado e bem haja

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Demasiada austeridade conduziu ao nazismo

«A concentração exclusiva na austeridade [nos anos 1920 e 1930] conduziu a um desemprego em massa, a um colapso dos sistemas democráticos e, no final, à catástrofe do nazismo». As palavras são do governador do Banco Central Austríaco, que se mostrou contra as políticas de austeridade consideradas drásticas.
Ewald Nowotny fez um paralelismo entre a Alemanha dos anos 1930 e a chegada do nazismo, com as medidas de austeridade que têm sido aplicadas em vários países europeus.
As palavras do governador do banco, que também é membro do conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE), foram citadas pela agência Dow Jones.
A política alemã «arrisca-se a repetir precisamente a crise de meados do século XX que a integração europeia se destinava a evitar».
«Consideramos extraordinário que seja a Alemanha, entre todos os países, que não tenha aprendido com a História».
Para Nowotny, que falava em Viena, «há sempre uma alternativa» à austeridade.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Poupar não só no presidente da república mas também na república.

O movimento monárquico austríaco SGA, partido que concorreu às últimas eleições legislativas, ficou em estado de alerta ao ouvir a ideia mais recente do presidente da governo regional Erwin Pröll dizer que dever-se-á não eleger mais um presidente da república mas sim nomear para tal cargo, e aplicando um sistema de rotativismo, um deputado da Assembleia da República.
Sondagens sérios demonstram que a república não colhe mais de cinquenta por cento da simpatia dos austríacos.
Numa sondagem realizada em 2008 demonstrou que 42% dos austríacos são da opinião que, desde 1918, falta um Imperador como figura independente e neutral para a chefia de Estado.
A monarquia na Áustria foi extinta em 1918 e foi imposta uma república sem a consulta à população.
Segundo os monárquicos austríacos, a monarquia inglesa tem receitas doze vezes superiores aos seus custos. “Em tempo onde mais pessoas têm de apertar o cinto, devemos poupar sobretudo na república”.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

4º baile imperial do regimento da tradição

No próximo dia 25 Fevereiro de 2012, na sala histórica de Korneuburg na Áustria, vai realizar-se o 4º baile imperial, com a presença de Erzog Karl v. Habsburg-Lothringen.
O evento cultural conta com a presença da cantora lírica Ulrike Steinsky, Alois Haselbacher e da orquestra de baile do batalhão de guarda.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Schwarz-Gelbe Allianz - Partido monárquico austríaco

"Não, não sou o único a olhar o céu..."

Na Áustria, também existe um Partido Monárquico – SGA Schwarz-Gelbe Allianz

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Movimento monárquico austriaco - SCHWARZ-GELBE ALLIANZ

Monárquicos de Viena e da Boémia manifestaram-se na capital austríaca, no dia implantação da república, pela restauração de uma monarquia parlamentar.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Monarquia em vez de cleptocracia

Porque a Áustria pertence aos seus cidadãos e não aos seus políticos:

Monarquia!

No passado dia 12, o movimento austríaco Schwarz-Gelbe Allianz manifestou-se em Viena, em frente do Palácio de Schönbrunn e na Mariahilferstraße, uma das avenidas mais importantes da capital.

“Palavras de ordem” que se podem ler nos cartazes:

Monarchie statt kleptokratie

Monarquia em vez de cleptocracia


Was hat Österreich groβ gemacht? - Die Monarchie

Was Österreich jetzt braucht? - Die Monarchie

O que fez a Áustria grande? – A monarquia

O que a Áustria precisa agora? – Da monarquia

Fonte: Schwarz-Gelbe Allianz

sábado, 12 de novembro de 2011

Movimento monárquico austríaco “Die Monarchisten - Schwarz-Gelbe Allianz”

Hoje, 12 de Novembro, o movimento monárquico austríaco “Die Monarchisten - Schwarz-Gelbe Allianz” irá realizar uma acção de rua na capital austríaca.

Transmitir as vantagens do regresso da monarquia é o objectivo da acção.

Fonte: Die Monarchisten - Schwarz-Gelbe Allianz

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A vida do último Imperador da Áustria

O Bem-Aventurado Carlos de Áustria.

O Beato Carlos e sua esposa, a Serva de Deus Zita, ajoelhados durante a Santa Missa.

O Beato Carlos e a Serva de Deus Zita no dia do seu casamento.

Relíquias do Beato Carlos d' Áustria

Beato Carlos de Áustria, Leigo e Imperador (1887-1922)

Carlos de Áustria nasceu a 17 de Agosto no Castelo de Persenbeug na região da Áustria Inferior. Os seus pais eram o Arquiduque Otto e a Princesa Maria Josefina de Saxônia, filha do último Rei de Saxônia. O Imperador Francisco José I era o tio-avô de Carlos.

Carlos recebeu uma educação expressamente católica e até ao fim da adolescência é acompanhado com a oração de um grupo de pessoas, uma vez que uma religiosa estigmatizada lhe tinha profetizado grandes sofrimentos e ataques contra ele. Daqui teria origem, depois da morte de Carlos, a «Liga de oração do imperador Carlos para a paz dos povos», que em 1963 se torna numa comunidade de oração reconhecida pela Igreja.

Bem cedo cresceu em Carlos um grande amor pela Santa Eucaristia e pelo Coração de Jesus. Todas as decisões importantes eram procuradas por ele na oração.

A 21 de Outubro de 1911 esposou a Princesa Zita de Borbone-Parma. Nos dez anos de vida matrimonial feliz e exemplar, o casal recebeu o dom de oito filhos. Sobre o leito da morte, Carlos dizia ainda a Zita: «Amo-te sem limites!»

A 28 de Junho de 1914, após o assassínio num atentado do Arquiduque Francisco Fernando, herdeiro do trono, Carlos torna-se herdeiro do trono do Império Austro-Húngaro.

Enquanto alastrava a I Guerra Mundial, com a morte do Imperador Francisco José, a 21 de Novembro de 1916, Carlos torna-se Imperador da Áustria. A 30 de Dezembro é coroado Rei apostólico da Hungria.

Também esta tarefa é vista por Carlos como uma via para seguir Cristo: no amor pelos povos a ele confiados, no empenho pelo seu bem e no dom da sua vida por eles.

O dever mais sagrado de um Rei - o empenho pela paz - foi colocado por Carlos no centro das suas preocupações no decorrer da terrível guerra. Único entre todos os responsáveis políticos, apoiou os esforços para a paz de Bento XV.

No que diz respeito à política interna, mesmo nos tempos extremamente difíceis encetou uma ampla e exemplar legislação social, inspirada no ensinamento social cristão.

O seu comportamento tornou possível no final do conflito, uma transição para uma nova ordem sem guerra civil. Todavia foi banido da sua pátria.

Por desejo do Papa, que temia a implementação do poder comunista na Europa Central, Carlos procurou restabelecer a sua autoridade de governo na Hungria. Mas duas tentativas falharam, uma vez que ele queria em todo o caso evitar que se desencadeasse uma guerra civil.

Carlos é mandado em exílio para a Ilha da Madeira. Uma vez que ele considerava a sua tarefa como um mandato de Deus, não pode abdicar do seu cargo.

Reduzido à pobreza, viveu com a sua família numa casa bastante húmida. Por isso adoeceu gravemente, aceitando a doença como sacrifício pela paz e a unidade dos seus povos.

Carlos suportou o seu sofrimento sem lamentações, perdoando a todos aqueles que tinham magoado e ofendido e morreu no dia 1º de Abril de 1922 com o olhar dirigido ao Santíssimo Sacramento. Como recordou ainda no leito da morte, o lema da sua vida foi: «Todo o meu empenho é sempre, em todas as coisas, conhecer o mais claramente possível e seguir a vontade de Deus, e isto da forma perfeita.»

Fonte: vatican