Manuel Beninger, presidente da direcção da APAM, participou nas cerimónias de celebrações do 98.º aniversário da morte de Sua Majestade o Imperador Franz Joseph (Francisco José) e do 102.º aniversário do nascimento do filho do último Imperador da Áustria, Dr. Otto von Habsburg, em Viena.
Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
sábado, 29 de novembro de 2014
«Associação dos Autarcas Monárquicos marca presença num evento internacional na Áustria» - in TV Minho
Manuel Beninger, presidente da direcção da APAM, participou nas cerimónias de celebrações do 98.º aniversário da morte de Sua Majestade o Imperador Franz Joseph (Francisco José) e do 102.º aniversário do nascimento do filho do último Imperador da Áustria, Dr. Otto von Habsburg, em Viena.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Zita, a última imperatriz da Áustria, descendente da família real portuguesa, faleceu à 25 anos
Liebe Freunde,
Obrigado e bem haja
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Demasiada austeridade conduziu ao nazismo
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Poupar não só no presidente da república mas também na república.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
4º baile imperial do regimento da tradição
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Schwarz-Gelbe Allianz - Partido monárquico austríaco
"Não, não sou o único a olhar o céu..."
Na Áustria, também existe um Partido Monárquico – SGA Schwarz-Gelbe Allianz
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Movimento monárquico austriaco - SCHWARZ-GELBE ALLIANZ
Monárquicos de Viena e da Boémia manifestaram-se na capital austríaca, no dia implantação da república, pela restauração de uma monarquia parlamentar.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Monarquia em vez de cleptocracia

Porque a Áustria pertence aos seus cidadãos e não aos seus políticos:
Monarquia!





No passado dia 12, o movimento austríaco Schwarz-Gelbe Allianz manifestou-se em Viena, em frente do Palácio de Schönbrunn e na Mariahilferstraße, uma das avenidas mais importantes da capital.
“Palavras de ordem” que se podem ler nos cartazes:
Monarchie statt kleptokratie
Monarquia em vez de cleptocracia
Was hat Österreich groβ gemacht? - Die Monarchie
Was Österreich jetzt braucht? - Die Monarchie
O que fez a Áustria grande? – A monarquia
O que a Áustria precisa agora? – Da monarquia
Fonte: Schwarz-Gelbe Allianz
sábado, 12 de novembro de 2011
Movimento monárquico austríaco “Die Monarchisten - Schwarz-Gelbe Allianz”
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
A vida do último Imperador da Áustria
Beato Carlos de Áustria, Leigo e Imperador (1887-1922)

Carlos de Áustria nasceu a 17 de Agosto no Castelo de Persenbeug na região da Áustria Inferior. Os seus pais eram o Arquiduque Otto e a Princesa Maria Josefina de Saxônia, filha do último Rei de Saxônia. O Imperador Francisco José I era o tio-avô de Carlos.
Carlos recebeu uma educação expressamente católica e até ao fim da adolescência é acompanhado com a oração de um grupo de pessoas, uma vez que uma religiosa estigmatizada lhe tinha profetizado grandes sofrimentos e ataques contra ele. Daqui teria origem, depois da morte de Carlos, a «Liga de oração do imperador Carlos para a paz dos povos», que em 1963 se torna numa comunidade de oração reconhecida pela Igreja.
Bem cedo cresceu em Carlos um grande amor pela Santa Eucaristia e pelo Coração de Jesus. Todas as decisões importantes eram procuradas por ele na oração.
A 21 de Outubro de 1911 esposou a Princesa Zita de Borbone-Parma. Nos dez anos de vida matrimonial feliz e exemplar, o casal recebeu o dom de oito filhos. Sobre o leito da morte, Carlos dizia ainda a Zita: «Amo-te sem limites!»
A 28 de Junho de 1914, após o assassínio num atentado do Arquiduque Francisco Fernando, herdeiro do trono, Carlos torna-se herdeiro do trono do Império Austro-Húngaro.
Enquanto alastrava a I Guerra Mundial, com a morte do Imperador Francisco José, a 21 de Novembro de 1916, Carlos torna-se Imperador da Áustria. A 30 de Dezembro é coroado Rei apostólico da Hungria.
Também esta tarefa é vista por Carlos como uma via para seguir Cristo: no amor pelos povos a ele confiados, no empenho pelo seu bem e no dom da sua vida por eles.
O dever mais sagrado de um Rei - o empenho pela paz - foi colocado por Carlos no centro das suas preocupações no decorrer da terrível guerra. Único entre todos os responsáveis políticos, apoiou os esforços para a paz de Bento XV.
No que diz respeito à política interna, mesmo nos tempos extremamente difíceis encetou uma ampla e exemplar legislação social, inspirada no ensinamento social cristão.
O seu comportamento tornou possível no final do conflito, uma transição para uma nova ordem sem guerra civil. Todavia foi banido da sua pátria.
Por desejo do Papa, que temia a implementação do poder comunista na Europa Central, Carlos procurou restabelecer a sua autoridade de governo na Hungria. Mas duas tentativas falharam, uma vez que ele queria em todo o caso evitar que se desencadeasse uma guerra civil.
Carlos é mandado em exílio para a Ilha da Madeira. Uma vez que ele considerava a sua tarefa como um mandato de Deus, não pode abdicar do seu cargo.
Reduzido à pobreza, viveu com a sua família numa casa bastante húmida. Por isso adoeceu gravemente, aceitando a doença como sacrifício pela paz e a unidade dos seus povos.
Carlos suportou o seu sofrimento sem lamentações, perdoando a todos aqueles que tinham magoado e ofendido e morreu no dia 1º de Abril de 1922 com o olhar dirigido ao Santíssimo Sacramento. Como recordou ainda no leito da morte, o lema da sua vida foi: «Todo o meu empenho é sempre, em todas as coisas, conhecer o mais claramente possível e seguir a vontade de Deus, e isto da forma perfeita.»

Fonte: vatican













