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Manuel Beninger

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A28 sem portagens

20 MIL ASSINATURAS

O Movimento "A28 sem portagens" pretende que a petição que está a ser realizada e que pode ser assinada em www.peticao.com.pt/a28-sem-portagens, atinja as 20 mil assinaturas. É um objectivo que pode ser alcançado, com a colaboração dos nossos apoiantes e amigos.

Possuímos neste momento, cerca de 14 000 assinaturas. Contudo, para alcançar mais de 6000 assinaturas para atingir essa meta, o trabalho de todos é essencial.

Dado isto, solicitamos a ajuda de todos os nossos amigos. Ajude-nos a atingir esta meta...

Incentive os seus familiares e amigos a assinar, se ainda não o fizeram.

Reencaminhe esta mensagem pelos seus contactos...

Esta luta é de todos e para o benefício de todos...

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Governo recebe autarcas que contestam portagens na A28

Os autarcas de Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Esposende, Viana do Castelo e Matosinhos reúnem-se hoje com o ministro das Obras Públicas, António Mendonça, para "reafirmar as razões que os levam a contestar a colocação de portagens na A28".

Entretanto, esta semana, a Câmara Municipal de Esposende colocou outdoors, em locais que considera "estratégicos", onde refere que aquele município "está contra a colocação de portagens na A28".

A distrital de Braga do PPM considera-se completamente solidária com estes concelhos no que concerne a esta problemática. Já assim o foi na campanha eleitoral para as Legislativas 2009, onde o PPM defendia o não às portagens da A28.

Um dos argumentos dos Municípios para contestar a intenção do Governo é a falta de alternativas à A28, sendo que a Estrada Nacional 13 está cheia de constrangimentos, desde rotundas a semáforos, além de que há certos troços que não permitem a circulação de pesados, como é o caso da ponte de Fão, em Esposende.

Por outro lado, "num momento de crise nacional e internacional, a introdução de portagens aumenta a fragilidade do tecido económico e empresarial dos concelhos que sentem já dificuldades acrescidas, tal como confirmam os indicadores regionais e concelhios, que atribuem à região Norte valores abaixo das médias nacionais, onde o Índice do Poder de Compra per capita do Norte se situa abaixo dos 80% e o PIB per capita regional se situa abaixo dos 90%".