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Manuel Beninger

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sábado, 3 de fevereiro de 2007

Jornal Diário do Minho: PPM desafia Câmara a divulgar contas da CPCJ

O Partido Popular Monárquico desafia a Câmara Municipal de Braga a divulgar a quantia que recebe e quanto gasta com a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Braga (CPCJ).

O repto surge depois das respostas evasivas da autarquia aos pedidos da Comissão, designadamente um automóvel para ocorrer às situações de urgência e o acesso ao extracto corrente da conta corrente do seu orçamento para que possa conhecer as disponibilidades financeiras e, assim, proceder adequadamente à planificação das suas necessidades.

O PPM considera que a Câmara de Braga, que é quem tutela a CPCJ de Braga, deveria ser sensível a este assunto, não permitindo que a instituição chegasse a uma situação de "pedinchice" para poder funcionar.

"O que representam "cem euros" para a vida de crianças a necessitarem de apoio comparados com os milhares de euros que se "enterram" com a má gestão económica e da construção do novo estádio de futebol?", questionou o Partido.

Confrontada com o desafio, a Câmara de Braga sugere ao PPM a colocação de questões no órgão municipal próprio, ou seja, na Assembleia Municipal, ou então, a consulta da Coligação Juntos por Braga, onde está representado.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Comunicado - PPM Braga: C.P.C.J.

UMA “ESMOLINHA” POR FAVOR. SOU UMA CRIANÇA EM PERIGO!

Surgiu recentemente nos jornais da cidade, mais um capítulo da novela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens versus CMB.
Pede a Comissão um carro para acorrer às situações de urgência. A Câmara de uma forma cordial e politicamente correcta diz que “ainda não tinha encontrado a solução mais adequada”, sugerindo que se utilize o carro próprio ou o táxi. Quanto à sugestão da utilização de viaturas da Polícia Municipal, a Câmara “promete analisar”, esquecendo-se que a CPCJ lida com voluntários que nada recebem pelo serviço prestado.
Pede a Comissão uma “mesada” para um Fundo de Maneio de “100 euros” que permita aos técnicos, sempre que haja necessidade de se deslocarem, o possam fazer sem terem que antecipadamente desembolsar dinheiro.
Pede a Comissão um computador visto só existir um único a ser utilizado por 22 pessoas.
Pede a Comissão a disponibilização do extracto da conta corrente do seu orçamento, para que possa conhecer exactamente que disponibilidades financeiras têm, e com isso proceder mais adequadamente à planificação das suas necessidades.

Continua o PPM a não perceber porque é que a CMB não divulga o quanto recebe e o quanto gasta com a Comissão; e porque é que a Comissão continua a insistir em “esmolar” para o seu funcionamento.
Não deveria a CMB estar atempadamente sensível a este assunto não permitindo que se chegasse a esta vergonhosa pedinchice?
Algo está mal no reino desta República:
O que representam “cem euros” para a vida de crianças a necessitarem de apoio, comparados com os milhares e milhares de euros que se “enterraram” com a má gestão económica da construção do novo estádio de futebol.
Apesar de ser a CMB que tutela a CPCJ, chega de pedidos e de atitudes proteccionistas, estabeleça-se de facto a comunicação, o diálogo e a negociação, imprescindível a uma gestão participada e co-responsável entre todos os actores envolvidos.

O QUE A SOCIEDADE CIVIL REALMENTE PRETENDE É QUE AS SUAS CRIANÇAS E JOVENS ESTEJAM A SER CUIDADAS PARA TERMOS UM FUTURO MAIS PROMISSOR.

Braga, 1 de Fevereiro de 2007
Partido Popular Monárquico