Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A III República é (semi) democrática

I. Monarquia Republicana. Pode parecer estranho, mas não é. O abordar deste tema de uma forma clara, simples, inteligente, pelo articulista de opinião ( 19/08 ) Dr. Santana- Maia Leonardorepublicano, leva-me a retomá-lo.
O autor, reflectindo sobre o tema recente da aucessão do Rei D. Juan Carlos, entre outras razões que valorizam a Monarquia, chegou à conclusão que, tendo em vista o território,” a Monarquia estica, a República encolhe-o” pois, enquanto o rei, em Espanha, consegue manter unidas várias nações, em Portugal a República “reduziu-o a Lisboa e Porto”. É a verdade.
Por outro lado, se nós tivemos- e retorno a palavra-uma I República que surgiu devido á propaganda falaciosa, aos grupos secretos armados que tiveram como ponto alto o selvagem e brutal Regicídio (lembro, no ambiente sórdido e tenebroso recriado pela RTP, o momento em que um dos mais “altos” responsáveis pelo nefando crime, Afonso Costa, carbonário e franco-maçon, beijava reverencialmente uma das pistolas usadas pelos regicidas) e que decorreu de forma violenta, anárquica, em que a expressão Democracia não tinha (teve) o mínimo sentido; uma II República ditatorial, amorfa e cruel-vemos agora uma III República que, apesar das tendências democráticas, não passa de uma “semi – Democracia”.
Basta ler um pouco da letra e (falta) do espírito da C.R.P.: 1º” Preâmbulo: A revolução restituiu aos portugueses os direitos e liberdades fundamentais…”( vá lá, restituiu e não deu..)…”A Assembleia Constituinte afirma a decisão do povo português de defender a independência nacional… e de abrir caminho para uma sociedade socialista…”, 2º artº 1º (República Portuguesa) Portugal é uma República baseada na dignidade da pessoa humana e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária”. 3º-“ artº 288º ( limites de revisão) As leis de revisão constitucional terão de respeitar… b ) A forma republicana do governo;…”.
E Então? Pergunto: são estes princípios democráticos… ou fins anti-democráticos a consumar “legalmente”? Pois, 1º A Republica em Portugal impõe um caminho só um (!) a “sociedade socialista”; 2º Portugal, afinal, é uma República ou um Estado? 3º Quem foi o “iluminado” que descobriu a “forma republicana do governo”, inadmissível distorção vinda ainda por cima em diploma dito fundamental?
Não há formas republicanas de governo, nem monárquicas, há sim Regimes Monárquicos ou Republicanos pois, formas de governo seriam “socialista”, “ social-democrata”, “ democrata cristã, comunistas, ou qualquer outra ideologia; 4º assim sendo, será que o Tribunal Constitucional só serve para que a maioria dos seus juize(a)s declarem a inconstitucionalidade das normas que “encravam” a acção dos governos que lhes não são fectos?
Assim sendo e dada a longa crise que temos atravessado não seria correcto o corte das despesas com o T.C., extinguindo-o, pois não é um limite material, pura e simplesmente? Se temos já o Supremo Tribunal de Justiça, para quê duplicações onerosas a acrescer às Fundações e outras benesses aos antigos Presidentes da República, excluindo o General António Ramalho Eanes que as não tem?
5º Finalmente, por hoje, quando é que a República deixa de ter medo de sujeitar a referendo um regime imposto de forma violenta e sem ouvir a vontade do povo e de lhe retribuir o direito de se exprimir sobre se deseja uma República decapitada ou uma “Re(s)publica com o rei”? Sim, porque este, sem aquelas, não existiria e aquelas sem este, nunca terá os bens de estabilidade e da conciliação construtiva das diferenças das nações.
Por Pignatelli Queiroz

terça-feira, 22 de julho de 2014

Miguel Pignatelli Queiroz no apoio à Associação dos Autarcas Monárquicos

Miguel Pignatelli Queiroz, professor aposentado, presidente da distrital de Coimbra, do Senado e antigo presidente do Directório e da CPN do Partido Popular Monárquico, deputado municipal na Assembleia Municipal de Coimbra e deputado eleito ao Parlamento português entre 2005 a 2009, não deixou de estar presente nas Jornadas dos Autarcas Monárquicos, em Vila do Conde, enviando uma mensagem que, depois de lida, foi aplaudida efusivamente por todos os autarcas monárquicos presentes.
Grande Abraço para Todos os Autarcas Monárquicos.
Estou convosco.
VIVA O REI! VIVA PORTUGAL!
M. Pignatelli Queiroz

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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Opinião – Ontem e hoje; por Miguel Pignatelli Queiroz

1. CONVERGÊNCIA MONÁRQUICA – PPM (ANIVERSÁRIO) – Não posso deixar de assinalar que a 26/05/1974, em reunião em Lisboa promovida pela Convergência Monárquica, foi votada por unanimidade a criação do Partido Popular Monárquico – PPM com a sigla inspirada no psi do alfabeto grego.
Como pontos fundamentais do programa, a luta pela Restauração da Monarquia assente na vontade popular livremente expressa (nunca, até hoje, consultada!)- um pouco “ filosoficamente”, diria que segundo a definição antiga “Uma República com o Rei” – o regresso aos valores básicos e tradicionais da Sociedade e ressaltando-se a necessidade de todas as regras se orientarem pela CULTURA, no sentido lato e tendo como paradigmas a ECOLOGIA e, no campo económico, a instituição de regras que tivessem em conta o Ordenamento(s) do Território, a Defesa do Ambiente, como práticas fundamentais para a Salvaguarda do Globo, para o Desenvolvimento Sustentado, bases sem as quais não se conseguirá atingir a JUSTIÇA SOCIAL. Como nota esclareço que a Convergência resultara, em princípios de 1971, da fusão do Movimento Monárquico Popular, Liga Popular Monárquica, Renovação Portuguesa, a “Juventude Monárquica Portuguesa” e Pessoas Independentes Monárquicas, sob o lema LIBERDADE, JUSTIÇA E PROGRESSO.
No final da reunião em Lisboa elegeu-se a Comissão Organizadora que, 1 ano depois, em reunião na praia de Miramar, aprovou os Estatutos, que seriam legalmente ratificados, dando origem a um novo e diferente Partido. Neste, entre muitas figuras de referência, Rodrigo de Moctezuma e Gonçalo Ribeiro Telles, primeiros Presidentes, Henrique Barrilaro Ruas, Portugal da Silveira, Fernando Quintais, Neves da Costa, Marco Monteiro de Oliveira, Quintão Caldeira, muitos que nos deixaram a Saudade e muitos poucos que hoje continuamos a senda à 40 anos iniciada.
2.MITOS DA HISTÓRIA- Como sempre estão na moda na Estória, dando como exemplo, entre outros, a recente descoberta, a propósito do 25 de Abril, de uma “contra-revolução” que teve lugar em Coimbra e de que ninguém, dos então presentes, se apercebeu.
3.CELIBATO DOS PADRES CATÓLICOS- A propósito das Europeias, um grupo de Mulheres vem reclamar ao Papa para este abolir esse celibato, porque querem viver com eles! Qual o problema em viver? É apenas uma regra que se aceita livremente caso se opte pelo Sacerdócio e não um dogma como anotou há dias o Papa Francisco. Portanto, se esse grupo deseja casar com Padres estes, se o desejarem, só têm de pedir dispensa do voto de celibato e, depois, casam. Mas não acham que ser padre ou freira não se compatibiliza com uma vida inteira de dedicação ao Sacerdócio e à Família?
4.MERECIDAS HOMENAGENS- A um Homem inteligente, coerente, tolerante para com ideais diferentes, de mérito, Politico a sério e sério, o Doutoramento “Honoris Causa” pela Universidade de Coimbra do Dr. António Arnaut, um Amigo com quem, conversando, não se combatem ideias ou ideais, mas sim se discutem frontal e pacificamente diferentes pontos de vista. Outra homenagem, a um vulto insigne de Timor e de Portugal, culto, inteligente, sempre Homem de Fé, humilde no trato, o Bispo Emérito de Timor Leste, D. Carlos Ximenes Belo, que há dias esteve entre nós para o lançamento de um seu livro que nos dá um melhor e profundo conhecimento de um País, com uma História de centenas de anos, de Pessoas “sem saberem ler nem escrever” e cujos Chefes Locais, de diversas designações, transmitem os conhecimentos sobre a sua Terra, enumerando, “de memória” (!), todos os nomes desses inumeráveis Chefes! Timor, um dos casos à parte na História de Portugal. Lembra-nos este caso a aberrante cedência do Estado Português da Índia!.
Tal como Cabinda, autónoma e também ligada directamente ao Rei de Portugal, a “exemplar colonização” entregou a um País descolonizado mas que continuou debaixo de acesa ditadura que ainda hoje tem que enfrentar os Movimentos de Resistência naquele Território, agora sim, Colónia de Angola. E tal como Macau, não colónia mas sim concessão da própria China e que, contrariada teve que recebê-la de volta. E hoje não falo do território português de Olivença, porque este, pela lei internacional, é mesmo português e não espanhol. E que não é caso idêntico ao de Gibraltar que Espanha continuamente reclama a Inglaterra.

sábado, 28 de setembro de 2013

Coligação POR COIMBRA

Pavilhão O.A.F. Lotado com milhares de apoiantes de Barbosa de Melo - Coligação "Por Coimbra".
O popular monárquico Miguel Pignatelli Queiroz, o rosto do PPM na coligação Por Coimbra.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Os nossos candidatos: POR COIMBRA - Miguel Pignatelli Queiroz


Miguel Pignatelli Queiroz, professor aposentado, Presidente do Senado e antigo presidente do Directório e da CPN do Partido Popular Monárquico, deputado municipal na Assembleia Municipal de Coimbra e deputado eleito ao Parlamento português entre 2005 a 2009, é um dos rostos do PPM no concelho e Coimbra na coligação POR COIMBRA (PSD, PPM e MPT).

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

SOURE PARA TODOS: Apresentação dos candidatos

Centenas de pessoas que assistiram e participaram na apresentação dos candidatos a todas as FREGUESIAS, CÂMARA e ASSEMBLEIA MUNICIPAL.
Obrigado SOURE! 

SOURE PARA TODOS | SOMOS A MUDANÇA...tranquila!

Os populares monárquicos Miguel Pignatelli Queiróz, Gil Pinto, João Pedro e Júlio Figo.