Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
terça-feira, 16 de setembro de 2014
"Prefiro ter certos poderes nas mãos de um rei do que nas de um político. As famílias reais têm mais valores éticos"
terça-feira, 1 de abril de 2014
Vigo pedirá em referendo a adesão a Portugal
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| Habitante de Vigo defensor da incorporación á República de Portugal |
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
D. Duarte diz que proposta de referendo tem «pergunta manhosa»

terça-feira, 23 de julho de 2013
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Assembleia Legislativa inicia plenário com reforma autárquica na agenda
segunda-feira, 12 de março de 2012
Suíços rejeitam mais duas semanas de férias
quarta-feira, 7 de março de 2012
Petição para demissão de Cavaco já foi entregue no Parlamento
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Grande homenagem a Henrique Paiva Couceiro! - Manifesto Monárquico
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Manifesto defende que "Portugal precisa de uma Monarquia"
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Qual é afinal o problema?

Hoje, no Plenário da Assembleia da República discute-se um conjunto de petições com mais de 4.000 assinaturas.
Se forem mais de 4.000 assinaturas para referendar o regime? Também é aceite? Difícil de arranjar não será certamente.
A República assume-se como o regime mais democrático de todos, no entanto está proibido o referendo ao regime - parece-me que algo não bate certo - tendo em conta que monarquias europeias têm na sua constituição que podem ser referendadas 5 dias por semana.
Qual será o mais democrático? Ou estão apenas com medo do resultado?
Fonte: Estado Sentido
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
PRIVATIZAR A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA; Artigo de Opinião de Manuel Beninger

(2) A lei n.º 26/84, atribui aos ex-Presidentes da República, nos termos do seu artigo 3º, uma subvenção mensal igual a 80% do vencimento do Presidente da República em exercício, ou seja, uma subvenção mensal de 4883,40€ a partir do termo do respectivo mandato. A este benefício acresce, nos termos ao artigo 6º da mesma lei, usufruir das seguintes regalias: Direito ao uso de automóvel do Estado, para o seu serviço pessoal, com condutor e combustível; Direito a disporem de um gabinete de trabalho, com telefone, uma secretária dactilógrafa e um assessor da sua confiança, destacados a seu pedido em regime de requisição de entre os funcionários e outros agentes do Estado; Direito a ajudas de custo nos termos da lei aplicável às deslocações do Primeiro-ministro, sempre que tenha de deslocar-se no desempenho de missões para fora da área da sua residência habitual; Direito a livre-trânsito, a passaporte diplomático nas suas deslocações ao estrangeiro e a uso de porte de arma de defesa.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Júlio Domingues ao jornal "A terra minhota"


Jornal “A terra minhota”, de 1 de Junho, pág. 34
Júlio Domingues é o cabeça-de-lista distrital do PPM
Júlio Domingues refere que “a nossa luta é proporcionar o referendo para alteração da alínea b do artigo 288 da Constituição Portuguesa, dado que o próximo ano será o ano da revisão da constituição”. O cabeça de lista distrital explica: “Não podemos deixar o país penhorado para as gerações futuras”. A família é também uma preocupação do PPM, que defende a aposta na agricultura, pescas e floresta. “As casas florestais estão totalmente abandonadas”. Outra luta de Júlio Domingues é a estrada nacional Monção/Braga. Assim como, a defesa da construção de uma circular em Valença.
terça-feira, 31 de maio de 2011
PPM promete voltar a referendar lei da interrupção da gravidez

O candidato do Partido Popular Monárquico pelo círculo eleitoral de Braga, Manuel Beninger, garante que, no caso de ser eleito, «apresentará uma proposta de realização de um novo referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez».
«Na nossa opinião o resultado eleitoral não tornou o referendo juridicamente vinculativo, tendo sido o “não”, a manifestação da maioria dos portugueses, através do seu direito ao absentismo», ou seja, «mais de quatro milhões de portugueses não afirmaram a sua vontade efectiva de mudar a lei vigente, tendo sido aprovada a nova lei com apenas 25 por cento dos eleitores».
O PPM recorda que foi «dos poucos partidos políticos que assumidamente se afirmou contra o aborto, não tomando parte na campanha eleitoral, por se tratar, em nosso entender, de uma questão ética e de consciência pessoal e não de uma questão de política partidária».
Manuel Beninger considera que «a actual lei escraviza as mulheres, que geralmente são obrigadas a abortar, muitas vezes não por vontade própria, mas da família, do companheiro ou mesmo do patrão ou da empresa», entendendo que, de uma maneira geral, «as mulheres prefeririam ter apoios do Estado para poderem ter o filho, mas o Estado actua em sentido inverso, pagando um subsídio a quem aborta».
«Muitos falam da “vitimização” da mulher, por assumir o seu acto natural de ser mãe, mas poucos falam do homicídio à nova vida humana, sobretudo quando está ameaçada antes de nascer», realça o PPM, referindo que «em Portugal são mortas legalmente por aborto 53 bebés todos os dias».
Jornal “Diário do Minho” de 31 de Maio, pág. 10
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Alteração à Constituição: PPM defende restauração da monarquia
Alteração à Constituição
PPM defende restauração da monarquia
O Partido Popular Monárquico (PPM), defensor da restauração da Monarquia Constitucional Portuguesa, propõe uma ampla reforma constitucional que passe pela restauração da coroa e de um sistema parlamentar «responsável, patriótico e pluralista».
O cabeça de lista do PPM pelo Distrito de Braga e vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, considera que deve haver um sistema político com espaço para a divergência ideológica e de projecto, mas «não deve abdicar jamais de uma ideia de continuidade e de unidade nacional».
«Essa ideia deve permitir a formação de consensos partidários e sociais em matérias de soberania e de interesse nacional. Somos todos portugueses, antes de sermos de esquerda e de direita, sendo que essa ideia de pertença à grande família nacional deve permitir a convergência e a participação de todos no projecto nacional intemporal que representa Portugal», sustenta.
Neste contexto, para Manuel Beninger, a coroa é a instituição que, pela sua natureza, «melhor garante a identificação de todos com a nossa História e identidade nacional, num quadro objectivo de funcionamento institucional que garante a isenção, a eficácia e o prestígio da Chefia do Estado».
O dirigente do PPM defende, assim, um referendo em Portugal, para que o povo português possa ser livremente consultado a respeito do sistema político que prefere.
«Nestas eleições, o PPM coloca em causa o actual sistema republicano. Queremos obter a liberdade de escolha para o Povo português. Monarquia ou República? Exigimos o direito a poder escolher. Exigimos liberdade e democracia», salienta, numa nota à imprensa, Manuel Beninger.
O dirigente acrescenta o país, neste sistema republicano, chegou quase à bancarrota, enquanto os países em que há monarquias possuem, em geral, sociedades prósperas.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
PPM fala em necessidade de referendo ao sistema republicano

Lusa – PPM fala em necessidade de referendo ao sistema republicano
O Partido Popular Monárquico (PPM) considera que «a elevada taxa de abstenção nas presidenciais e a campanha negativa feita pela maioria dos candidatos, demonstra que o actual regime republicano necessita de ser referendado».
O vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, defendeu que só assim será possível aos portugueses «escolher entre um sistema monárquico ou um sistema republicano de chefia do Estado».
«O facto de a maioria dos portugueses não ter votado, põe em causa a credibilidade do sistema republicano de chefia do Estado», realçou, citado pela agência Lusa.
Segundo Beninger, há «um número cada vez maior de cidadãos, que se questiona sobre a possibilidade e as vantagens de uma Monarquia Democrática, tal como existe em muitos países europeus». Reiterou a «exigência de alteração da Constituição no sentido de dar aos portugueses a liberdade e o direito de poderem escolher, através de referendo nacional, qual o sistema de chefia do Estado que preferem, se o Monárquico se o Republicano».
«A campanha negra protagonizada por três candidatos contra o professor Cavaco Silva, prova que o regime democrático se vem degradando, levando a que os eleitores se afastem da vida cívica e política», lamentou.
Os resultados eleitorais, nomeadamente o conseguido pelo candidato José Manuel Coelho, «o Tiririca da Madeira ou pelo ex-autarca de Viana do Castelo, Defensor Moura que se limitou a denegrir o actual Presidente da República são um sinal claro da degradação da vida política e dos valores que sempre caracterizaram a Nação portuguesa», concluiu.
Jornal i - PPM: abstenção prova necessidade de referendo ao regime republicano

OBS.: A Bandeira da República do Zimbabué, o último país do ranking 2010 dos "países com qualidade de vida e bem-estar", confunde-se com a imagem de campanha das “Presidenciais 2011” de Cavaco Silva. Lol !
domingo, 9 de janeiro de 2011
PPM/Braga promove jantar de reis para defender fim da República
Jornal "Diário do Minho" de 9 de Janeiro, pág. 5
PPM/Braga promove jantar de reis para defender fim da República
A estrutura bracarense do Partido Popular Monárquico defendeu ontem o fim da República, alegando que o regresso ao regime monárquico garantia aos portugueses uma maior representatividade democrática e custearia muito menos aos cofres públicos.
A ideia foi defendida pelo presidente da distrital de Braga e vice-presidente da direcção nacional do PPM, Manuel Beninger, à margem de um jantar de reis promovido pelos monárquicos de Braga. A confraternização, que decorreu numa unidade hoteleira do centro de Braga, contou com a participação de históricos do PPM como Gonçalo Ribeiro Teles, Fernando Sá Monteiro, Luís Coimbra, Fernando de Sá Menezes, o Coronel Agostinho Gama, Miguel Pignatelli Queiroz e Jorge Corte-Real.
Para Manuel Beninger, a “campanha suja e negra que está em curso contra Cavaco Silva”, a propósito da compra e venda de acções da Sociedade Lusa de Negócios, que era propriedade do Banco Português de Negócios, “demonstra que Portugal ficaria melhor servido com um sistema monárquico de representação democrática”.
“Um rei representa a nação. Por não ser eleito, por não ser escolhido apenas por alguns, ele é absolutamente livre de lóbis, de pressões, de grupos económicos e de interesses partidários. O rei representa todos os portugueses”, sustentou o líder distrital dos monárquicos bracarenses, que não deixou de confrontar o custo da monarquia espanhola com as despesa que representa para os contribuintes a Presidência da República portuguesa.
As contas feitas pelo monárquico deixam claro que a República portuguesa “custa muito mais” do que a monarquia espanhola. “O custo da monarquia, em Espanha, é de 19 cêntimos de euro por cidadão”. O custo da República em Portugal é de 1,58 euros por cada português”, refere, precisando que “o Governo espanhol transfere para a sua Casa Real 9 milhões de euros”, enquanto que “o Governo português transfere para a Presidência da República a verba de 16 milhões de euros”.
Monarquias lideram ranking da democracia
Sem esconder a sua aversão pelo caminho que tomou a pré-campanha presidencial, Manuel Beninger vinca que, “ao entrar pela via da calúnia e da difamação, apenas contribui para diminuir a figura do futuro chefe de Estado”. O dirigente distrital do PPM fez notar que isso não aconteceria num regime monárquico, uma vez que “o rei está acima das disputas partidárias”.
“Propomos, por isso, uma chefia de Estado independente, uma verdadeira arbitragem do jogo democrático, um verdadeiro poder neutral em relação às forças políticas, neutralidade essa que só pode ser adquirida através de uma educação especializada e pela hereditariedade”, defendeu Beninger, lamentando que o texto da Constituição da República portuguesa feche a porta à monarquia.
O vice-presidente nacional do PPM acrescentou, a propósito, que o PPM “tem vindo a exigir a alteração da Constituição, de modo a que seja possível referendar o regime de chefia de Estado, dando a escolher aos portugueses a opção entre Monarquia ou República”. Em seu entender, “o regime e a Constituição não são verdadeiramente democráticos, uma vez que apenas consagram a República como única opção de regime”, lamentou.
O monárquico sublinhou ainda que “o ranking dos dez países com melhores índices de desenvolvimento humano do mundo revela que os primeiros lugares são países monárquicos: Noruega, Suécia, Holanda, Austrália, Canadá e Japão”. Acrescentou Manuel Beninger que “também o “ranking” dos dez países mais democráticos do mundo é dominado por regimes monárquicos. “Este “ranking” apresenta, no primeiro lugar, a Suécia, que é uma monarquia. E dos dez países da frente, sete são monarquias, havendo apenas três repúblicas”, concluiu.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Jornal Diário do Minho: PPM afirma que a abstenção é “contra” a alteração da lei
O Partido Popular Monárquico veio ontem a público salientar que «a maioria dos portugueses não se pronunciou» no referendo de Domingo sobre a despenalização do aborto até às 10 semanas. Assim, para os responsáveis monárquicos, «sobre a questão concreta “se é necessário alterar a lei?” a grande maioria dos portugueses manifestou-se pelo “não” através do seu direito ao absentismo».Em comunicado, assinado pelo líder da bancada da Assembleia Municipal de Braga, Manuel Benninguer, o PPM considera que, apesar de terem aumentado os valores de participação eleitoral relativamente ao último referendo, «o facto é que os portugueses optaram por manifestar que esta situação não merece ser alterada, com um claro 56,4% de abstenção e um concreto 40,8 por cento de votantes “não”».
Os responsáveis monárquicos reforçam que «mais de quatro milhões de portugueses não afirmaram a sua vontade real de mudar a situação actual», pelo que «extrapolando os valores obtidos o “sim” representaria 25 por cento dos eleitores». Para o PPM, o resultado «não torna o referendo juridicamente vinculativo, devendo, por isso, ser respeitada a vontade da maioria dos portugueses, que numa clara demonstração de cidadania não quiseram alterar a lei existente».
Os monárquicos frisam que foram dos poucos partidos que «assumiram ser contra o aborto, não tomando parte da campanha por se tratar de uma questão ética e de consciência pessoal», ao contrário do PS liderado por José Socrátes, que «transformou um acontecimento político-partidário». Em todo o caso, o PPM felicita «a forma como decorreu o acto eleitoral e o elevado espírito cívico com que os eleitores brindaram a democracia portuguesa».
Jornal Correio do Minho: Referendo: PPM/Braga diz que maioria não se pronunciou
O Grupo Parlamentar do Partido Popular Monárquico na Assembleia Municipal de Braga entende que “a maioria dos portugueses não se pronunciou ou de uma forma clara, ou melhor, não se pronunciou” sobre a questão do aborto.Reagindo ao resultado do referendo efectuado no passado domingo em todo o país e ilhas adjacentes, comparando-o com a anterior chamada às urnas sobre o mesmo assunto, os monárquicos de Braga, em comunicado ontem divulgado, sob o título “ A Liberdade do Absenteísmo”, consideram que os portugueses “optaram por manifestar que esta situação não merece ser alterada, com um claro 56,4% de abstenção e um concreto 40,8% dos votantes do não. Ou seja, mais de quatro milhões de portugueses não afirmaram a sua vontade real de mudar a situação actual”.
domingo, 11 de fevereiro de 2007
Comunicado - PPM Braga: Referendo ao Aborto
A LIBERDADE DO ABSENTEÍSMORealizou-se ontem mais um acto eleitoral, onde os Portugueses foram chamados para se pronunciarem sobre uma questão muito séria e de consciência própria.
Queremos desde já felicitar a forma como o acto eleitoral decorreu e, o elevado espírito cívico com que os portugueses brindaram a democracia portuguesa com a sua opção.
A maioria dos portugueses não se pronunciou de uma forma clara, ou melhor, não se pronunciou.
Sobre a questão concreta de “se é necessário alterar a lei?” a grande maioria dos portugueses manifestou-se no “NÃO” através do seu direito ao absenteísmo.
Assim, apesar de terem aumentado os valores de participação, comparativamente com os do último referendo sobre a mesma questão, o facto é que os portugueses optaram por manifestar que esta situação não merece ser alterada, com um claro 56,4% de abstenção e um concreto 40,8% dos votantes não. Ou seja, mais de quatro milhões de portugueses não afirmaram a sua vontade real de mudar a situação actual. Extrapolando estes valores objectivamente obtidos, teremos então 25% dos eleitores para sim.
Na nossa opinião o resultado eleitoral, não torna o Referendo juridicamente vinculativo, devendo, por isso, ser respeitada a vontade da maioria dos portugueses, que numa clara demonstração de cidadania, não quiseram alterar uma lei existente.
Por último, queremos deixar bem claro que fomos dos poucos partidos políticos que assumidamente afirmamos estar contra o aborto, não tomando parte da campanha eleitoral por se tratar de uma questão ética e de consciência pessoal e não partidária. Em contraponto à nossa posição o comportamento do Partido Socialista titulado pelo Engº Sócrates transformou um acontecimento de cidadania num acontecimento político-partidário, quando o correcto seria pugnar pela isenção e imparcialidade de tal acto.
Em nome da uma “liberdade” quer-se uma vez mais desproteger os indefesos.
Braga, 11 de Fevereiro de 2007
Partido Popular Monárquico
Grupo parlamentar na Assembleia Municipal de Braga
Manuel Beninger









