Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

SS.AA.RR. os Duques de Bragança participaram nas comemorações do 1.º de Dezembro em Lisboa

SS.AA.RR. os Duques de Bragança participaram, como usualmente, nas comemorações do 1.º de Dezembro em Lisboa, nomeadamente na Homenagem aos Heróis da Restauração, na Praça dos Restauradores, e na Missa de Acção de Graças, na Igreja de São Domingos.
Créditos fotográficos: Isabel Santiago Henriques

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

«Associação Portuguesa de Autarcas de inspiração Monárquica esteve ontem em Guimarães» - in TV Minho

acima
Pelo Feriado da Liberdade

A APAM - Associação Portuguesa de Autarcas de inspiração Monárquica esteve hoje em Guimarães onde, simbolicamente, colocou uma coroa de flores no monumento a D. Afonso Henriques, o primeiro Rei de Portugal. Esta foi a forma que entendemos como ideal, no seu simbolismo, para honrar um DIA que deveria ser Feriado, que deveria ser o Feriado da Liberdade.

A identidade do nosso país não se compagina com atitudes de subserviência perante nenhuma entidade supra-nacional. Aliás, foi para combater a supremacia de um país estrangeiro sobre as nossas terras que um conjunto de valorosos homens lutou contra os espanhóis, restaurando a independência da nação mais antiga da Europa.

A defesa da Restauração deste feriado como o Feriado que transmite, sem questões ideológicas ou de regime, a exacta sensação de sermos um país uno, e onde todos colaboramos para o mesmo deveria ser alvo de discussão pública e de debate nacional.

Apelamos à rápida restauração do 1º de Dezembro como o Feriado da Liberdade, o Feriado da Independência, o Feriado de Portugal. Estes valores não são passíveis de troca, entrega ou negociação - São valores de Estado, que as nossas devem respeitar.

Por Portugal!

Fonte: TV Minho

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Mensagem de S.A.R. a assinalar o 1.º de Dezembro: Portugueses sofrem com políticas "irresponsáveis"


O duque de Bragança, Duarte Pio, defendeu hoje a necessidade de uma "revolução cultural", quando os portugueses sofrem as consequências "gravíssimas" de políticas "economicamente irresponsáveis e moralmente desajustadas".


Na mensagem a assinalar o 1.º de Dezembro, dia que se celebra a Restauração da Independência de Portugal após o domínio filipino, o chefe da Casa Real Portuguesa também se referiu aos "sinais muito recentes de que a Justiça finalmente está a funcionar, com plena independência entre os poderes".

A Justiça portuguesa "tem dado extraordinárias provas de independência, apesar das péssimas condições com que os juízes contam para realizarem o seu trabalho", disse.

Nas últimas semanas, duas investigações levaram à detenção de responsáveis ou ex-responsáveis em cargos públicos, como o ex-primeiro ministro José Sócrates, indiciado de fraude fiscal, branqueamento de capitais e corrupção e, no âmbito da operação relacionada com corrupção nos vistos ´gold´, do ex-presidente do Instituto dos Registos e Notariado, António Figueiredo, e do ex-diretor nacional do Servilo de Estrangeiros e Fronteiras, Manuel Jarmela Palos.  

"Num momento em que os portugueses sofrem as consequências gravíssimas de muitos anos de políticas economicamente irresponsáveis e moralmente desajustadas, precisamos de uma 'revolução cultural'", declara o duque de Bragança. 

"A ignorância e o relativismo moral estão na base da nossa crise actual", acrescenta.

Para Duarte Pio, "Portugal e os portugueses vivem dias amargurados" porque a pátria "não se comporta como país livre e independente" e enumera um conjunto de problemas, como o desemprego, que obriga as famílias a desempenharem um papel supletivo que "o Estado já não alcança", a necessidade de emigrar, sobretudo entre os mais jovens e qualificados, ou a "pouca confiança" em instituições como a Justiça e a Assembleia da República. 

Nas eleições autárquicas, os portugueses manifestaram o desejo de ver independentes nos cargos municipais, escolhidos pessoalmente pelos eleitores, recorda o chefe da Casa Real Portuguesa, apontando ainda sinais de que os cidadãos se movimentam para procurar alternativas políticas para as eleições legislativas.

"Para todo este desejo de renovação que perpassa pelo nosso país, estou convicto que a Instituição Real seria muito importante, ao aproximar a população das suas instituições políticas", salienta Duarte Pio. Por isso, insiste que a sua família "está preparada para assumir os compromissos que o nobre povo português" lhe quiser confiar. 

"O pensamento republicano é de curto prazo, interessa-lhe resolver os assuntos a quatro anos, até às próximas eleições, é um pensamento muito provisório", afirma.

O duque de Bragança apela ainda aos governantes portugueses para que Portugal tenha uma intervenção "em defesa das vítimas do fanatismo no Próximo Oriente". 


Fonte - Texto: Lusa / Foto: José Tomaz Mello Breyner

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Duque de Bragança: “A lei do aborto a pedido tem provocado um genocídio encorajado pelo Estado"


Para D. Duarte Pio, a baixa natalidade "compromete gravemente a sustentabilidade económica”
O Duque de Bragança apelou hoje aos responsáveis, “em qualquer quadrante político”, para que cheguem a “consensos com base numa ética do interesse nacional e do desinteresse pessoal e partidário”.
“No momento presente, Portugal encontra-se sob dependência de credores e burocratas estrangeiros, devido à irresponsabilidade de governantes que endividaram o País, gastando o que tínhamos em investimentos que não produziram riqueza mas que permitiram ganhos a um número reduzido de privilegiados e que lançaram muitos para o desemprego e pobreza”, lembrou Duarte Pio, na mensagem que assinala as comemorações do 1 de Dezembro.
No entanto, o Duque de Bragança salienta “o magnífico exemplo que os portugueses têm dado no campo da resistência à adversidade e na preocupação com os que precisam de apoio”.
D. Duarte Pio considera que a baixa natalidade em Portugal “compromete gravemente a sustentabilidade económica”. Para o Duque de Bragança, “a lei do aborto a pedido tem provocado um genocídio encorajado pelo Estado e pago com os nossos impostos”.
Enquanto no ano de 2012 nasceram menos de 90 mil crianças, nos últimos 5 anos foram mortas legalmente mais de 100 mil”, acrescentou.