Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

Mostrar mensagens com a etiqueta António Braga. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta António Braga. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Visita do Vereador carioca Paulo Pinheiro a Braga (III) - Assembleia Municipal de Braga

 Recepção no Salão Nobre da Câmara Municipal de Braga pelo Presidente da Assembleia Municipal de Braga, Drº António Braga
Drº António Braga e Drº Paulo Pinheiro
Apresentação de cumprimentos ao presidente da Assembleia Municipal de Braga
Entrevista ao jornal “Diário do Minho”

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Acordo de geminação com Rio de Janeiro nas mãos de Braga


Jornal "Diário do Minho" de 20 de Novembro, pág. 8
A Câmara Municipal de Braga deverá apreciar, numa das próximas reuniões do executivo, o acordo de geminação com o Rio de Janeiro, assinado em 2011 pelo perfeito daquela cidade brasileira, Eduardo Paes.
O documento foi deixado ontem ao vice-presidente da autarquia bracarense, Vítor Sousa, pelo vereador do Município do Rio de Janeiro Paulo Pinheiro, que havia apresentado este projeto diretamente ao presidente Mesquita Machado em outubro de 2010.
Na altura, o edil de Braga manifestou «algum receio» de o acordo não ser aprovado, mas Paulo Pinheiro, de regresso ao Brasil, desenvolveu um conjunto de diligências que culminou com a aprovação da sua proposta, por maioria absoluta, no Município do Rio de Janeiro, disse ao Diário do Minho o deputado da Assembleia Municipal de Braga Manuel Beninger (PPM), que tem acompanhado de perto este processo.
Agora, para que o acordo de geminação entre as duas cidades possa vingar, é necessário que seja aprovado pelo executivo da Câmara de Braga, o que poderá acontecer ainda este mês, admitiu ontem Vítor Sousa.
O vereador carioca foi recebido no edifício dos Paços do Concelho, primeiro pelo vice-presidente da Câmara de Braga, e mais tarde pelo presidente da Assembleia Municipal, António Braga. O presidente da Câmara não esteve presente porque está fora do país.
A ausência de Mesquita Machado não passou despercebida a Manuel Beninger, que criticou a viagem do edil à Roménia para assistir ao jogo entre o Cluj e o SC de Braga, uma «missão importante em relação a uma geminação».
Reparos à parte, o vereador Paulo Pinheiro, que é descendente de portugueses e tem nacionalidade portuguesa, só espera que o processo evolua para que Braga e Rio de Janeiro possam aprofundar as suas relações e estabelecer intercâmbios nas áreas do ensino superior, saúde, educação, comercial e empresarial. «Fizemos a nossa parte como foi combinado. Fala agora só a Câmara de Braga assinar o documento», disse, acrescentando que neste trabalho de aproximação conta com o deputado municipal Manuel Beninger.
O presidente da Assembleia Municipal, António Braga, disse a Paulo Pinheiro que aquele órgão municipal, dentro das suas competências, tem «todo o prazer em corresponder e ajudar a consolidar o relacionamento» com o Rio de Janeiro. «Revemo-nos na sua procura de aproximação das duas cidades que têm muito em comum, começando desde logo pela língua que é um pilar essencial da cultura», disse.
Já Vítor Sousa referiu que, nesta altura em que Portugal vive uma crise severa, este quadro de geminação «pode dar algum apoio e conforto», não só aos bracarenses que pretendem trabalhar no Brasil como aos que já se encontram instalados no Rio de Janeiro, a desenvolver sobretudo atividade empresarial, alguns com muito sucesso.

Vereador Paulo Pinheiro em Braga para finalizar acordo de Geminação com o Município de Braga

terça-feira, 29 de maio de 2012

Kung Fu e "facas voadoras" no PS Braga

A cinco dias das eleições na concelhia do PS/Braga sobe o tom das acusações cruzadas entre os dois candidatos à liderança.

O vice-presidente da Câmara, Vítor de Sousa lançou várias críticas à postura assumida pela candidatura de António Braga, considerando mesmo que o presidente da Assembleia Municipal (AM) tem apenas um projeto de ambição meramente pessoal. "Toda esta forma de estar num quadro de uma candidatura interna ao partido é distintiva, não é a nossa forma de estar. Temos um dossier exaustivo relativamente a um conjunto de atitudes e de comportamentos que a meu ver não só não agradam aos interesses do partido socialista, e antes pelo contrário, relevam que este não é um projeto político, mas um projeto de ambição meramente pessoal".
Por seu lado, António Braga acusa a candidatura de Vítor de Sousa de ter uma visão de um partido fechado, ao género de uma seita, ao contrário, argumenta, da postura assumida pela sua candidatura. "Os socialistas têm que decidir qual é o seu candidato à Câmara Municipal de Braga. E vão fazê-lo como? Às escondidas? Guardado entre os muros e fechados na sede do PS? Não. Há uma diferença absolutamente radical entre aqueles que têm uma visão de um partido fechado numa espécie de seita onde só alguns dominam códigos de comunicação e do que quer que seja dentro de um partido. Eu não defendo isso. Defendo um partido de portas abertas, capaz de dar a conhecer aos seus concidadãos, ao mesmo tempo que dá aos seus militantes de quais são as suas propostas e os seus projectos.
Os dois candidatos à liderança da comissão política acusam-se mutuamente de serem responsáveis pela não realização de qualquer debate entre ambos, com duras trocas de acusações.
Vítor de Sousa acusou ainda António Braga de ter agido de forma incorreta, ao ter divulgado à comunicação social a carta que lhe enviou, na qual proponha os debates. Argumentando ainda que bastava apenas um telefonema de António Braga para combinar a organização dos debates. Por isso, acusa o Presidente da Assembleia Municipal de ter mediatizado a questão, expondo o PS na praça pública.
Na resposta, António Braga contesta toda a argumentação de Vítor de Sousa, afirmando que "já vi melhores desculpas para não se promover um debate político. Quem ficou a perder foram os bracarenses e os militantes. Não é uma questão pessoal, é uma questão de projetos políticos internos que se apresentam e que têm de ser decididos. (...) Do que resultar agora da eleição com os militantes, serão depois os cidadãos da comunidade a decidir o que vai ocorrer".
Para António Braga não restam dúvidas de que Vítor de Sousa fugiu ao debate, o que demonstrou a “fragilidade” do seu opositor. O líder da AM explica também os motivos que o levaram a não telefonar diretamente ao vice-presidente da Câmara de Braga. "Eu sempre disse que não faço negócios políticos. Não tinha de ter uma uma resposta reservada. Entendo que a ausência do debate apenas demontrou fragilidade da outra candidatura".