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Manuel Beninger

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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Comendadoria D. Gualdim Pais, de Amares, na investidura da Ordem dos Templários - in "O Vilaverdense"

Dona Fernanda de Azambuja, a responsável pela Comendadoria D. Gualdim Pais, de Amares, participou esta tarde em Braga na investidura de novos membros da Ordem dos Templários, entre eles Eduardo Teixeira, deputado do PSD na Assembleia da República e vereador da Câmara Municipal de Viana do Castelo.
A cerimónia decorreu no centro da cidade dos arcebispos, tendo por cenário a Igreja de Santa Cruz, onde se destacou, entre as figuras femininas, Dona Fernanda de Azambuja, grã-mestre da Ordem dos Templários e responsável pela Comendadoria de D. Gualdim Pais, em Amares.

A investidura de novos membros incluiu mais de duas dezenas de cavaleiros e de donas oriundos de vários países europeus e também do Brasil, segundo revelou esta tarde a O Vilaverdense o organizador do evento, Manuel Beninger, responsável da Comendadoria São Geraldo, de Braga.

Presidiu a esta cerimónia, solene e pública, o grão-mestre universal, D. Fernando Pinto de Fontes, do Porto, que nomeou, um a um, os novos cavaleiros e damas, perante uma assembleia constituída pelos líderes e membros da Ordem dos Templários, bem como por diversas entidades eclesiásticas, civis e militares.

Após a entrada do cortejo dos templários, adejando os seus mantos brancos, no templo católico, seguiu-se uma cerimónia religiosa e depois a investidura internacional, em que os novos membros assumiram cumprir os estatutos da Ordem do Templo.

Nesta reunião magna internacional participam cerca de 100 templários oriundos de nove países.

Fundada em 1118, a Ordem dos Templários tem mais de 30 mil membros distribuídos por cerca de meia centena de países, encontrando-se reunida em convento internacional, desde ontem e até amanhã, na região de Braga.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Brasão de Armas e Bandeira da Comendadoria São Geraldo de Braga da Ordem dos Templários (OSMTH)

Brasão de Armas e Bandeira
da Comendadoria de Braga
No próximo sábado, dia 25 de Outubro, a cidade de Braga irá receber o Grão-Mestre da Ordo Supremus Militaris Templi Hierosolymitani (OSMTH), S.A.E. Dom Fernando Campelo Pinto Pereira de Sousa Fontes para uma Solene Investidura Templária onde o seu padroeiro será celebrado.
Contrariamente ao que a maioria dos bracarenses pensa, o padroeiro da cidade não é São João ou Nossa Senhora do Sameiro. Esse estatuto pertence, sim, ao primeiro prelado a ser denominado de Arcebispo que foi São Geraldo.
São Geraldo era francês e tomou o hábito na abadia de Moissac, um dos mosteiros da Ordem de Cluny ainda hoje famosa pelo seu claustro românico. Distinguiu-se no campo das letras e da gramática, tendo sido bibliotecário e mestre dos monges menos letrados. Foi transferido para a Sé de Toledo, na qual foi fiel auxiliar do Arcebispo D. Bernardo até ser nomeado para o sólio bracarense. Governou a diocese de Braga durante um curto período de 12 anos, desde 1096 até 1108. Segundo a tradição terá baptizado D. Afonso Henriques, embora este facto não tenha qualquer tipo de verificação documental, aliás tal como o local de nascimento do primeiro Rei português.
Em Braga, para além das suas virtudes é bem conhecida a sua acção pastoral e governativa. Preocupou-se pela introdução do Rito Romano, em oposição ao rito hispânico, para além de incentivar a formação do clero e as visitas pastorais para conhecer o seu território e ‘rebanho’. Veio a falecer precisamente no dia 5 de Dezembro, o mesmo que é usado para celebrar a sua memória no calendário litúrgico. São Geraldo visitava Bornes de Aguiar, freguesia actualmente pertencente a Vila Pouca de Aguiar, onde se encontrava em visita pastoral durante a qual efectuou a sagração de uma igreja, que ainda hoje se pode contemplar nesta aldeia transmontana.
Os milagres que lhe são atribuídos na região de Braga são inúmeros e vêm citados com pormenor numa biografia sua escrita escassos anos após a sua morte, o que dá credibilidade à sua virtuosidade. Devido à sua popularidade, granjeou o título de padroeiro da diocese e, mais tarde, da cidade de Braga.