Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

D. Aníbal I de Portugal

Cartas do leitor in Jornal de Notícias de 22 de Julho de 2014
Li recentemente numa prestigiada revista um trabalho sobre os gastos das monarquias europeias:
1.º - Monarquia holandesa, 38 milhões de euros;
2.º - Monarquia norueguesa, 24 milhões de euros;
3.º - Monarquia sueca, 13,5 milhões de euros;
4.º - Monarquia dinamarquesa, 13,2 milhões de euros;
6.º - Monarquia espanhola, 7,8 milhões de euros;
7.º - Presidência da República Portuguesa, em 2012, 16 milhões de euros...
Cavaco Silva está entre os chefes de Estado que mais gastam na Europa; custa-nos 163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes; a Presidência da República Portuguesa tem mais 200 empregados do que o Palácio de Buckingham, no Reino Unido.
Se são verdadeiras estas notícias, o que me custa a crer, é preciso não ter vergonha nenhuma, nem respeito pelos que têm fome.

João Amorim

sábado, 5 de julho de 2014

UMA QUESTÃO DE ORÇAMENTOS ...

abaixo
Em 2012 a despesa inscrita no OE foi de 16 milhões de euros (anuais).
Cavaco Silva este entre os Chefes de Estado que mais gastam na Europa (163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes).
A Presidência da República portuguesa tem mais 200 empregados que o Palácio de Buckingham, residência de Isabel II.
Fonte: Real Associação Beira Litoral / Revista Nova Gente

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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Quanto custa uma monarquia em relação a outros regimes?

abaixo
Natalia Hernández relata cómo hemos ido primero a lo que sucede en España. En los Presupuestos Generales de 2013 la monarquía recibe 7,9 millones de euros, un dato en cuarentena porque también reciben dinero de otros ministerios y eso no figura.
Sin embargo, la única manera de saber si la monarquía nos cuesta a los españoles mucho o poco es compararla con otros sistemas. Por ejemplo, la monarquía británica cuesta a sus ciudadanos 42 millones de euros al año. En cuanto a las repúblicas, mantener la república italiana cuesta 228 millones de euros que se van fundamentalmente en mantener al personal.  En el caso de Francia, la república cuesta al año 103 millones de euros.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Pobre Vítor Constâncio


Constâncio, que é actualmente o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), liderou a falhada supervisão da banca portuguesa na ocasião em que o BPN passou para a alçada do Estado, em finais de 2008, naquela que foi a primeira nacionalização em Portugal desde 1975.
Vítor é hoje, mais uma vez, notícia nos tablóides pelo seu “minguo” salário em tempo de vacas magras para os restantes portugueses. Dirão alguns: a sua competência, à frente do Banco de Portugal, já foi demonstrada e as suas quotas no partido estão em dia.



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terça-feira, 22 de outubro de 2013

SENHORES PRESIDENTES, DÊEM LÁ O EXEMPLO!

Os ex-Presidentes da República não querem comungar das dores dos portugueses e abdicar da subvenção vitalícia que recebem do Estado.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

É «inadmissível» que ex-Presidentes não sofram corte nas subvenções


A Juventude Monárquica Portuguesa (JMP) considera «inadmissível» a existência na proposta de Orçamento do Estado para 2014 de uma exceção para os ex-Presidentes da República relativa aos cortes nas subvenções vitalícias e de sobrevivência.
«É inadmissível que os ex-presidentes da República Jorge Sampaio, Mário Soares e Ramalho Eanes sejam poupados do esforço coletivo para salvar o país, sendo o argumento da dignidade de Estado inaplicável, uma vez que os referidos cidadãos têm outros meios de subsistência», refere a JMP em comunicado assinado pela direção e citado pela Lusa.
A proposta de OE para 2014, apresentada na terça-feira, prevê cortes nas prevê a suspensão das subvenções vitalícias de antigos titulares políticos que possuam um rendimento mensal superior a dois mil euros ou tenham um património mobiliário superior a 240 vezes o indexante dos apoios sociais.
Contudo, o documento prevê como «única exceção» as subvenções prescritas na Lei 26/84 (sucessivamente atualizada em diplomas mais recentes), relativas «ex-titulares do cargo de Presidente da República».
«A ex-Chefes de Estado exige-se um comportamento permanente de serviço à Pátria. Nesse sentido, não deveria ser tão pouco necessário pensar em suspensão forçada das pensões, mas sim em voluntária. Recordamos a postura do nosso rei D. Carlos I, que sentindo as necessidades da Pátria abdicou de 20 % da dotação à Casa Real», observam.
«Em Portugal não sustentamos um rei, sustentamos quatro», ironizam.

domingo, 13 de outubro de 2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Cabo Verde: III República em Portugal está quase a entrar em falência fraudulenta



O Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, considerou que a III República em Portugal está quase a entrar em falência fraudulenta
O Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, considerou hoje que a III República em Portugal está “quase a entrar em falência fraudulenta” por “actos de grande incoerência e irresponsabilidade” de vários governos.
Falando aos jornalistas na Cidade da Praia, após ter sido recebido em audiência pelo chefe de Estado de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, o também presidente da Fundação D. Manuel II culminava a síntese do percurso económico de Portugal desde a instauração da República, em 1910.
“A I República começou em 1910 e terminou em 1926 com uma falência muito grave, a II República teve uma economia boa, mas viveu em ditadura e a III República está quase a entrar em falência fraudulenta, com actos de grande incoerência e irresponsabilidade de vários governos”, afirmou.
“Agora temos de pagar. O problema é saber como pagar, como evitar sacrifícios, embora todos tenhamos de os fazer. Eu próprio tenho situações em que tenho de rever os planos de acção da Fundação D. Manuel II”, afirmou.
Dom Duarte Pio defendeu, porém, que a crise que está a afectar Portugal “pode também ser criativa”, exemplificando com o desenvolvimento da solidariedade.
“Esta crise pode ser também criativa. Está a desenvolver-se muito a solidariedade, novas ideias e novas iniciativas, e também se corta uma quantidade de despesas inúteis que estavam a ser feitas tanto pelo Governo como pelas empresas. Dentro do drama que vivemos, há algumas coisas positivas aproveitáveis”, defendeu.
Questionado sobre um eventual alargamento do prazo da ‘troika’, o Duque de Bragança considerou que tal seria “pior”, defendendo que o ideal era o Banco Central Europeu (BCE) avançar com dinheiro a taxas de juros inferiores.
“Tanto quanto sei, pelo que me dizem os economistas, a medida mais positiva e mais eficiente era conseguir pagar juros mais baixos pelos empréstimos que recebemos, como o Banco Central Europeu (BCE), que empresta dinheiro a 1 por cento. Se o BCE empresta dinheiro com essa taxa de juro, porque temos de pagar os juros que temos a pagar?”, questionou.
“Essa seria a maior ajuda para diminuir a dificuldade que estamos a passar em Portugal. Em relação à dilatação do prazo, dizem-me os economistas que não vai ajudar muito, porque vai sair mais caro. Além disso, mostrar que não somos capazes de pagar vai criar ainda maior dificuldade nos mercados internacionais”, justificou.
Dom Duarte Pio lembrou que Portugal está a pedir empréstimos para “pagar as despesas correntes do Estado”, que ainda hoje não consegue cobrir os custos com os seus próprios rendimentos.
“Não é preciso ser um economista genial para perceber que isso não pode funcionar e qualquer dona de casa percebe que não se pode gastar mais do que se ganha”, sublinhou o Duque de Bragança, lembrando que mais de 80 por cento dos custos destina-se ao pagamento de salários na Função Pública.
“(Os funcionários públicos) Passaram de 200 mil, em 1974/75, para 700 mil e 50 por cento do rendimento nacional é para pagar o funcionamento do Estado. Isso não é sustentável”, concluiu.
Fonte: Maior tv

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Para quando esta mesma reforma neste regime impositivo republicano português?


A Bélgica decidiu reduzir o orçamento destinado à família real daquele país e obrigar todos os elementos a pagar impostos sobre o dinheiro público que recebem. A decisão surgiu depois de um acordo feito entre os oito partidos belgas que estão neste momento a negociar a reforma do Estado.
Para quando esta mesma reforma neste regime impositivo republicano português?

terça-feira, 14 de maio de 2013

A presidencia da república representa uma factura de 16.000.000,00 euros por ano



«O DN descobriu que a Presidência da República custa 16 milhões de euros por ano (163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes), ou seja, 1,5 euros a cada português.


Dinheiro que, para além de pagar o salário de Cavaco, sustenta ainda os seus 12 assessores e 24 consultores, bem como o restante pessoal que garante o funcionamento da Presidência da República.

►A juntar a estas despesas, há ainda cerca de um milhão de euros de dinheiro dos contribuintes que todos os anos serve para pagar pensões e benefícios aos antigos presidentes.

•Os 16 milhões de euros que são gastos anualmente pela Presidência da República colocam Cavaco Silva entre os chefes de Estado que mais gastam em toda a Europa, gastando o dobro do Rei Juan Carlos de Espanha (oito milhões de euros).»

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Custos da presidência da republica versus chefia de Estado real


A questão dos custos da presidência da republica versus chefia de Estado real como ponto de partida para os comentários de João Távora sobre a questão do regime, um excerto duma rubrica do noticiário das 20,00 de 04-5-2013 da CMTV a propósito da investidura o Rei Guilherme Alexandre dos Países Baixos dirigido por João Ferreira e com a participação de Aberto Miranda da revista VIP.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Então tu achas que ter um Rei sai mais caro para o país?

 
POR FAVOR DIZ-ME QUANTO CUSTA SUSTENTAR O ACTUAL E OS RESTANTES EX-PRESIDENTES DA REPÚBLICA.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Cavaco gasta o dobro do Rei de Espanha

Capa da edição de 12 de Fevereiro de 2013
Contra factos não há argumentos
É por estas e por outras que sou e hei-de ser sempre Monárquico.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Presidência da República não poupa na despesa: Jornal Vida Económica



É com enorme prazer que se publica aqui esta reportagem do semanário Vida Económica.
Contra factos não há argumentos...

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

A monarquia europeia, um modelo invejável?


B
A monarquia está atualmente presente em uma dúzia de países europeus, mas até que ponto é que o papel dos reis e das rainhas é relevante? Será justificável decapitar estas instituições?
Stéphane Bern, jornalista perito em assuntos da monarquia, responde a esta e outras perguntas, colocadas pelos telespectadores.
Owen Brown, Bélgica: Gostava de saber para que serve um rei?
Stéphane Bern: “Pode até parecer decorativo, mas um rei é como uma pedra angular. Rebentamos a pedra e toda a estrutura entra em colapso. De certa forma, é o cimento de uma nação, é um embaixador, um símbolo nacional que promove a união. É como se existisse um árbitro. O árbitro não pode ser o capitão de uma das duas equipas. Julgo que os adeptos de futebol compreendem bem a metáfora.”
Alex Taylor, Euronews: Mas há nações que passam bem sem reis, como o seu país Stéphane.
Stéphane Bern: “Se se passasse bem não teríamos no centro do nosso debate a questão da identidade. A nível partidário pode haver uma cisão ao mais alto nível do Estado. Penso que é preciso diferenciar as coisas. Há o simbolismo de uma nação e de um Estado e ao mesmo tempo a vida de um Governo e alternância. Percebemo-lo em Espanha, na Grã-Bretanha, Bélgica, funciona bastante bem. O objetivo é manter a unidade nacional e preservar a identidade no exterior. Vemos, por exemplo, que os reis se converteram em embaixadores, caixeiros-viajantes, principalmente em período de crise. Fazem as malas e partem a vender o produto nacional no mundo. Abrem as portas ao comércio, porque se converteram de certa forma em caixeiros-viajantes de luxo.
Antoine, Lyon, França: Consegue explicar porque é que as pessoas que vivem em países sem monarquia se sentem fascinadas pelas nações que a conservam?
Alex Taylor, Euronews: É verdade que em vários países, a França incluída, as pessoas se sentem fascinadas com o que passa, por exemplo, no Reino Unido. Porquê?
Stéphane Bern: “Há duas razões. Por um lado julgo que há uma espécie de complexo, um fenómeno de culpabilização, secreto sem dúvida, pela decapitação do nosso rei. Ao mesmo tempo surge o fascínio.”
Alex Taylor, Euronews: Ainda?
Stéphane Bern: “Não tenho sentimentos de culpa, mas consigo entender. E por isso pedimos ao nosso chefe de Estado que esteja à altura da rainha de Inglaterra ou de David Cameron, o primeiro-ministro. É muito complicado. Existe uma esquizofrenia permanente, mas é verdade o que dizia o general De Gaulle, que ‘os franceses têm o gosto dos príncipes, mas procuram-no sempre no estrangeiro’. Ao mesmo tempo, os países que têm uma monarquia são sempre um pouco criticados porque existe uma visão de notário, principalmente em contexto de crise, existe uma visão de contabilista ao estilo de ‘Quanto custa uma monarquia?’ É preciso dizer que custa três vezes menos do que uma República porque não há eleições presidenciais e poderia ser cinco vezes mais, porque existe o turismo e todos os contratos comerciais de que falei, que se firmam graças à presença de um monarca que garante uma larga duração destes contratos.”
Inma, Espanha: Porque é que os países com um rei e uma rainha são geralmente demasiado “pró-monárquicos”. As críticas na imprensa parecem ser pouco toleradas. Há uma censura?
Stéphane Bern: “Pelo contrário, não há qualquer censura. Assistimos, por exemplo, em Espanha, onde os catalães queimaram por vezes efígies reais e a crítica continua a existir. Também o percebemos no episódio da caça que envolveu o rei de Espanha. O rei foi obrigado – o que nunca acontece – um chefe de Estado ir à televisão pedir desculpa ao povo espanhol por uma falta de gosto, uma falta política. Mas ele também fez coisas formidáveis durante o reinado e foi pedir desculpa por uma coisa que o culpavam. Não só julgo que a crítica é muito fácil, como não se dúvida em fazê-lo porque não se pode entrar no jogo da resposta. Os reis e as rainhas da Europa não respondem e eu defendo-os porque penso que é demasiado fácil atacá-los constantemente, a um poder que é simbólico. Não é um poder político, é um poder simbólico, um poder moral. É preciso um poder simbólico que garanta o respeito de todos os cidadãos. Vou colocar uma questão. Porque é que as monarquias europeias continuam a ser uma ponta de lança da modernidade? Se nos debruçarmos sobre as monarquias escandinava ou britânica constatamos que continuam à frente de países como a França na evolução dos costumes, sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, numa série de questões sociais. Todas as monarquias estão à frente das repúblicas. Curioso, não?”
Wes, Reino Unido: Vi recentemente nas notícias que as famílias reais espanhola e sueca tiveram ambas problemas com a lei. Gostaria de saber se isso terá impacto no apoio público?
Alex Taylor, Euronews: As travessuras de Karl Gustav na Suécia, o genro do rei de Espanha apanhado num caso de desvio de fundos, são escândalos não muito favoráveis à monarquia em geral, para a imagem de marca.
Stéphane Bern: “Evidentemente podemos questionar-nos sobre os escândalos que afetam ou não as diferentes monarquias. Desde que o soberano faça convenientemente o seu trabalho, julgo que não o criticaremos. É verdade que uma monarquia é antes de mais uma família que reina, por isso pode criticá-lo pelo comportamento do genro, mas repare, em Espanha cortam-se os ramos quando estão mortos. Por exemplo, o rei cortou relações com o genro com comportamentos impróprios, apesar do caso ainda não ter chegado a tribunal. Veremos o que acontece. Quanto à vida privada do rei da Suécia não afeta em nada a posição que ocupa enquanto soberano do país.”
Alex Taylor, Euronews: Mas não é muito bom para a imagem do rei como símbolo, como imagem de marca de um país.
Stéphane Bern: “Efetivamente, como símbolo e imagem de marca do país, podemos criticá-lo por várias coisas, mas algumas têm três décadas. Julgo que entretanto amadureceu, deixou o passado de mulherengo e de príncipe insubordinado acabando por cumprir uma verdadeira missão. A monarquia sueca é muito popular, basta ver a multidão que se juntou para o casamento da princesa Vitória. Eu próprio estive lá e posso assegurar que os suecos apoiam a coroa. Julgo que não há crise de regime, de identidade que ameace a família real. Pode até haver crises significativas em Espanha, com o movimento independentista catalão. Depois existe a Bélgica com o rei que é o cimento da nação e depois, talvez, a rainha de Inglaterra. Conseguirá garantir que a Escócia continua a ser parte do Reino Unido? São estas as questões que importam, parece-me, não as de saber se o rei teve relações extraconjugais há 30 anos.”
Marin, Bélgica: Gostaria de saber o que levou o Stéphane Bern a interessar-se tanto pela monarquia?
Alex Taylor, Euronews: Gostava de ter sido rei?
Stéphane Bern: “De todo. Não tenho qualquer fantasma nobiliárquico, nem real, nem principesco. Simplesmente a minha família é de origem luxemburguesa e a monarquia do Luxemburgo defendeu a independência e a identidade do Luxemburgo. Foi importante porque a minha família teve de abandonar o território durante a guerra quando os nazis invadiram a região em 1940. A Grã-duquesa Charlotte defendeu verdadeiramente a causa. Incarnou a resistência ao inimigo nazi e isto é algo que não podemos esquecer quando vivemos dramas. Eu fui criado com este espírito. No espírito que a nossa família grão-ducal defendeu a nossa identidade, a nossa soberania e independência cobiçada pelos vizinhos poderosos. Se continuamos a existir como nação, isso deve-se em grande parte à nossa família grão-ducal. Foi assim que caí neste caldeirão. Descobri certa vez que também sou francês. Tentei ver os méritos e mergulhei na história. Quando o fazemos aprendemos sobre as nossas origens e talvez a perceber em que direção caminhamos.”