Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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domingo, 17 de agosto de 2014

D. Nuno Alvares Pereira homenageado no 629º Aniversário da Batalha de Aljubarrota

Celebrações da Batalha de Aljubarrota (1385) e em homenagem a São Nuno Álvares Pereira - 14 de Agosto de 2014
Entrega de Réplica de Estandarte de S. Nuno à Infantaria
Parada Militar

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Exemplo de S. Nuno deve inspirar portugueses

O Arcebispo Primaz afirmou ontem, em Barcelos, que os portugueses devem assumir o estatuto de intervenientes nos problemas do país, dando o exemplo de S. Nuno de Santa Maria cuja santidade e heroicidade o ajudaram a «colocar-se à frente, pensar estratégias e prosseguir até à vitória».
Na missa celebrada em honra de S. Nuno de Santa Maria e que incluiu a inauguração de uma estátua (ver página 8), D. Jorge Ortiga lembrou que as motivações do Santo Condestável continuam a questionar o país».
Na presença do Núncio Apostólico do Vaticano, dos Duques de Bragança e outras entidades civis e religiosas locais e nacionais, o Arcebispo Primaz realçou que «a espada a usar agora não é a de ferro como a de S. Nuno, mas a do testemunho». Para D. Jorge não são precisas «guerras verbais», mas homens e mulheres que, inspirados na energia de S. Nuno, «ousem chefiar correntes de pensamento e decisão nos setores constitutivos da vida portuguesa».
O prelado desejou que S. Nuno de Santa Maria não se torne apenas o santo dos altares, «mas o português que lutou, arriscou a vida para salvar uma identidade nacional».
«Nós, crentes, ao redescobrirmos a nossa identidade teremos de trabalhar, com heroicidade, pelos valores que se identificam com a nossa história», referiu. É preciso, acrescentou D. Jorge ortiga, construir uma sociedade «clara e transparente, aberta à solidariedade e fraternidade, motivada permanentemente pelos interesses do bem comum e com o interesse por todos e não só por vantagens pessoais».
O Arcebispo Primaz questionou se, à semelhança do que aconteceu nas guerras entre portugueses e espanhóis, «não continuarão hoje a morrer muitos cidadãos, quando se permite que a sociedade vá envelhecendo e se torne incapaz de dar garantias de vida digna aos portugueses dentro de pouco tempo». «Não estaremos a dormir, afastando nos da heroicidade necessária nas arenas da discussão e participação? Serão realmente muitos, aqueles que se preocupam verdadeiramente com o bem comum e a comunidade social? Como herdeiros de uma história heróica e santa, estaremos a ser dignos defensores duma causa nacional», questionou.
Referindo que «a vida vale muito mais do que aquilo que lhe estamos a dar», o Arcebispo Primaz lembrou a realização do “Átrio dos Gentios”, que se realiza em Guimarães e Braga nos próximos dias 16 e 17 de novembro. “O Valor da Vida” é o tema central do encontro que se realiza pela primeira vez em Portugal por iniciativa da Arquidiocese de Braga, através do Instituto de História e Arte Cristãs e do Conselho Pontifício da Cultura. O evento reúne personalidades, crentes e não crentes, de vários quadrantes da sociedade portuguesa.
Jornal "Diário do Minho" de 4 de Outubro, pág. 9

Barcelos saldou dívida de gratidão a S. Nuno

A Santa Casa da Misericórdia de Barcelos inaugurou ontem à tarde a estátua de S. Nuno de Santa Maria, junto aos Paços do Concelho, numa cerimónia marcada por ruidosos protestos populares contra o Governo e a troika.
Na inauguração era esperada a presença do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, mas o governante foi substituído à última da hora pela sub-secretária de Estado Vânia Dias da Silva, que acabou por não discursar.
Apesar da «barulheira» que se ouviu, o provedor da Misericórdia de Barcelos afirmou que a crise que o país atravessa só poderá ser vencida com a partilha de que S. Nuno foi exemplo. «É neste exemplo de partilha e obras de misericórdia que terá de assentar a esperança de Portugal», disse. 
António Pedras reconheceu que a cerimónia, em que participaram várias individualidades locais e nacionais, entre as quais os Duques de Bragança, ficou «manchada por manifestações de hostilidade». «As manifestações não foram para S. Nuno, foram para os políticos. Mas não se tratou de uma homenagem a políticos, mas sim a um dos maiores portugueses de sempre», frisou. Para o provedor a mensagem do Condestável tem de ser atualizada e interiorizada pelo Governo. «A humildade de que deu provas o Condestável tem de ser exercício do dia a dia do Governo», afirmou. Para António Pedras, a honestidade e a caridade são fundamentais ao «difícil ofício de governar».
Apesar da Misericórdia «não fazer política», a instituição decidiu estender a homenagem aos militares que «têm sido muito mal tratados».
O provedor salientou que a inauguração da estátua a S. Nuno vai ficar gravada na história de Barcelos. «A sociedade civil barcelense vai saldar finalmente uma dívida de gratidão a um herói nacional e Santo», rematou.
A sub-secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros considerou normal a manifestação de ontem, mas lamentou o facto dos manifestantes «não terem percebido que se tratava de uma cerimónia de exaltação da pátria e do nacionalismo».
Aos jornalistas, no final da cerimónia, Vânia Dias da Silva falou dos «enormes sacrifícios» que os portugueses estão a fazer. «É preciso olhar para os sacrifícios que S. Nuno fez pelo país e lutar novamente», disse.
Jornal "Diário do Minho" de 4 de Novembro, pág 8

domingo, 4 de novembro de 2012

SS.AA.RR. os Duques de Bragança na inauguração da estátua evocativa a S. Nuno de Santa Maria

Foi inaugurada hoje em Barcelos uma estátua evocativa de S. Nuno de Santa Maria em cerimónia que contou com a presença de SS.AA.RR. Os Duques de Bragança (32º condes de Barcelos), o Arcebispo Primaz de Braga, deputados eleitos pelo círculo de Braga e representantes da Câmara Municipal de Barcelos, entre muitos populares. Tratou-se de uma homenagem merecida a um distinto barcelense e um dos maiores vultos da nossa história.
Missa solene na Igreja Matriz de Barcelos
Entrevista de SS.AA.RR. os Duques de Bragança à revista FLASH!
S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, sem guarda-costas e sempre ao lado das gentes portuguesas.
S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança acompanhada por Isabel Sotto Mayor
Almoço na Câmara Municipal de Barcelos
São Nuno de Santa Maria
Estátua de São Nuno de Santa Maria
Evento promovido pela Santa Casa da Misericórdia e apoiado pela Câmara Municipal.
Não faltou a bandeira portuguesa no evento em Barcelos
Reparem como esta abandeira esta direita...
O discurso de abertura pelo Provedor da Santa Casa de Misericordia de Barcelos, o monárquico Drº António Pedras.
Coronel Américo Henriques com uma brilhante intervenção, alterou o um discurso histórico que tinha preparado sobre D. Nuno, confrontou os manifestantes, aos quais chegou a chamar de 'quadrilha'.