Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

FACTURA DA EDP...PASME!!!

POR ACASO SABEM QUAL FOI VERDADEIRAMENTE O CONSUMO DE ELECTRICIDADE NUMA FACTURA DE 116,00 € ?! VEJAM A DESCRIMINAÇÃO NO QUADRO ABAIXO ... E PASMEM !
Permaneçam sentados para não caírem:
- 7% de Taxa para a RDP e RTP (para que Malatos, Jorge Gabrieis, Catarinas Furtados e outro/as que tais possam receber 17.000 e muito mais €/mês);
- 3% são a harmonização tarifária para os Açores e Madeira, ou seja, é um esforço que o país (TODOS NÓS) fazemos pela insularidade, dos madeirenses e açorianos, para que estes tenham electricidade mais barata. Isto é, NÓS já pagámos durante 2012, 75 M€ para aqueles ilhéus terem a electricidade mais barata !!!
- 10% para rendas aos Municípios e Autarquias. Mas que m... vem a ser esta renda? Eu explico: a EDP (TODOS NÓS) pagamos aos Municípios e Autarquias uma renda sobre os terrenos, por onde passam os cabos de alta tensão. Isto é, TODOS NÓS, já pagámos durante 2012, 250 M€ aos Municípios e Autarquias por aquela renda.
- 30% para compensação aos operadores. Ou seja, TODOS NÓS, já pagámos em 2012, 750 M€ para a EDP, Tejo Energia e Turbo Gás.
- 50% para o investimento nas energias renováveis. Aqueles incentivos que o Sócrates deu para o investimento nas energias renováveis (ao seu patrocinador no partido Pedro Coelho)... e que depois seria descontado no IRS... também o pagámos. Ou seja, mais uns 1.250 M€.
- 7% de outros custos incluídos na tarifa, ou sejam 175 M€. Que custos são estes? São Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência, custos de funcionamento da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Eléctricos), planos de promoção do Desempenho Ambiental da responsabilidade da ERSE e planos de promoção e eficiência no consumo, também da responsabilidade da ERSE.
Estão esclarecidos?
Pagamos para os açorianos e madeirenses terem electricidade mais barata, pagamos aos Municípios e Autarquias, para além de IMI's, IRS's, IVA's em tudo que compramos e outras taxas... somos sugados, chupados, dissecados...

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Sete elementos do Conselho de Administração da EDP ganham mais de 12 mil salários mínimos !!?!?

Vejam foto  e se não a virem bem cliquem nela

Sete elementos da equipa executiva liderada por António Mexia receberam em 2011 o total de 6,09 milhões de euros: são 12.569 salários mínimos em Portugal.
O presidente da EDP recebeu 1,04 milhões de euros de remuneração no ano passado. São 2.859, – € por dia, o equivalente a 2.115 salários mínimos em Portugal.
Da remuneração de António Mexia, em termos brutos, 712 mil euros referem-se à remuneração fixa, ou seja, ao salário. Os outros 331 mil euros respeitam à remuneração variável, isto é, a prémios por terem sido atingidos os objectivos.
De acordo com o relatório e contas entregue à CMVM, o gestor conseguiu mesmo arrecadar a classificação de «excelente» ou acima das expectativas» por parte do Conselho Geral e de Supervisão, agora dirigido por Eduardo Catroga. No total, os sete elementos do conselho de administração da EDP receberam em 2011 cerca de 6,09 milhões de euros, um valor suficiente para pagar o salário mínimo a 12.569 pessoas.
Remunerações dos administradores
António Martins da Costa – 778.922,- euros
Manso Neto – 828.996,- euros
Nuno Alves – 831.914,- euros
António Mexia – 1.043.541,- euros
Ana Margarida Fernandes – 778.921,- euros
Jorge Cruz Morais – 806.570,- euros
António Pita de Abreu – 1.027.104,- euros
E NÓS A SUPORTAR TUDO ISTO... E OUTRAS COMO ESTA !!!!
E continuam a pedir-nos MAIS SACRIFÍCIOS... que não são partilhados por todos.
Isto é imoral, anti-social, anti-cristão, chocante para cada português que se pergunta o que fazem tantos ex-ministros em cargos de “excelência”. É o Mexias aqui, o Catroga ali, o Coelho acolá, o Sócrates em férias luxuosas, é o Nogueira, é o Cavaco, é o Soares, são aqueles e estes… UMA POUCA VERGONHA.

Por este caminho, não tardará muito para apareça uma “Junta Militar da Guiné-Bissau” nesta república dos compadrios, dos lobbys, das sucatas e dos robalos.

HAJA VERGONHA EM PORTUGAL.

DOM DUARTE, O POVO CLAMA POR SI.

quinta-feira, 15 de março de 2012

O DISCURSO EXPLOSIVO QUE PASSOS TRAVOU

O discurso não foi lido em voz alta, mas a mensagem é bem audível. 

terça-feira, 13 de março de 2012

O discurso que o secretário de Estado nunca leu

Henrique Gomes sai do Governo alegando motivos pessoais e familiares. Mas nos últimos meses o ex-secretário de Estado da Energia criticou publicamente o pagamento de rendas excessivas aos produtores de energia e, em concreto, o excessivo poder de mercado da EDP.
Henrique Gomes saiu, mas deixou um discurso que acabou por não ser proferido.
O discurso não foi lido em voz alta, mas a mensagem é bem audível. Sobretudo para os produtores de energia.
Henrique Gomes garante que é preciso «eliminar as rendas excessivas do sector e os lucros excessivos». Em suma, é um «sector protegido». No documento Henrique Gomes sai em defesa dos consumidores, sobrecarregados, com custos excessivos.
Mas no final, quem perdeu a influência foi mesmo o secretário de Estado.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

EDP apaga mensagem incómoda da sua página no Facebook

Vários utilizadores estão a questionar a EDP no Facebook, por ter apagado um post de uma utilizadora que lembra que o Plano Nacional de Barragens vai tornar a electricidade portuguesa a mais cara do mundo.

O caso foi desencadeado por Joana Couve Vieira que inseriu uma mensagem no mural da EDP, que remetia para um grupo do Facebook que põe em causa o Plano Nacional de Barragens.

No grupo do Facebook, que tem por título "Eu não pedi um plano nacional de barragens", é dado destaque a uma reportagem do programa Biosfera, da RTP2. No programa é transmitida uma reportagem que dá a conhecer as posições de especialistas em questões energéticas, que lembram que o Plano Nacional de Barragens vai custar ao estado português 16 mil milhões de euros e que, mediante um acréscimo de 10% da factura anual paga pelas famílias, deverá colocar os custos de electricidade do País como os mais elevados em todo o mundo.

A estas contas, a reportagem junta ainda uma estimativa que garante que a energia produzida pelas infra-estruturas criadas pelo plano nacional de barragens é nula.

Catorze minutos depois da inserção do post polémico, a EDP respondeu, no seu próprio mural, a Joana Couve Vieira, informando que ia proceder à remoção do "post" por alegadamente violar o código de conduta daquela página.

Em alternativa, a EDP solicita à utilizadora que use uma página de comunidade da EDP para inserir "críticas construtivas".

Em vez de silenciar a crítica, a eliminação do post deu início a uma vaga de protesto: hoje, são vários os utilizadores que já publicaram críticas no mural da fornecedora de electricidade.

Faz sentido estar no Facebook eliminar as críticas dos utilizadores? Como analisa a atuação da EDP neste caso? Dê-nos a sua opinião.

Fonte: aeiou