Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
domingo, 21 de abril de 2013
Declaração Política do PPM Açores
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Juventude Monárquica elegeu nova direcção política em Braga
sábado, 15 de setembro de 2012
"As mudanças na política educativa devem visar o sucesso escolar"
segunda-feira, 5 de março de 2012
Câmara incumbida de promover projeto de educação para os media
domingo, 4 de março de 2012
"Educação para os media" nas AEC
Assembleia Municipal - Plenário: A Educação para os Media
- Estabelecer uma parceria para cooperação com a Universidade do Minho enquanto entidade local especializada em matéria da Educação para os Media;
- Integrar a Educação para os Media numa AEC (actividade de enriquecimento curricular) orientada por um animador especializado e;
- Apoiar a criação de formação para os professores do 1º ciclo do Ensino Básico, assim como, a criação de materiais no âmbito da Educação para os Media.
[Aprovada por unanimidade]
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
“O professor sabe o quanto é insubstituível na educação”
E: O Estatuto da Carreira Docente está bem desenhado? O que poderia ser diferente?
quinta-feira, 2 de junho de 2011
PPM critica renovação do parque escolar
O cabeça-de-lista do PPM pelo distrito de Braga, Manuel Beninger, considera que é preciso denunciar o que se passa com a renovação do parque escolar.
Segundo sustenta, o que realmente tem acontecido é a «injecção de dinheiros públicos em gabinetes de arquitectura e construtores dos amigos». «E ninguém se preocupa quanto custará ao Estado, no futuro, a factura energética, a própria manutenção dos equipamentos das escolas e a própria manutenção do edifício», acrescenta.
Manuel Beninger afirma-se convicto que, em poucos anos, será possível ver o investimento degradado, pois é de duvidar que o Parque Escolar consiga ser auto-suficiente, «sendo uma potencial empresa do tipo REFER ou Estradas de Portugal».
«O PPM considera, tal como considerava que a Educação em Portugal, necessita de uma reforma global. A família é a primeira instituição educacional, à qual se segue a escola, que deveria servir a comunidade. Infelizmente, a sociedade actual relevou para um plano secundário a importância da família na sociedade. Ao não dar tanta importância à família, criou-se uma geração mais egoísta, mais materialista e menos respeitadora dos valores morais», sustenta o cabeça de lista pelo distrito de Braga.
Assim, o Partido Popular Monárquico, salienta Manuel Beninger, defende uma reformulação do Sistema de Ensino Básico, retirando as facilidades que têm vindo a ser concedidas; do Secundário, com a criação de disciplinas obrigatórias; e Universitário, aplicando um sistema de vagas de cursos consoante as necessidade dos pais.
O PPM protagoniza ainda a recuperação da autoridade do professor, a desburocratização da actividade docente, o reforço do ensino da História de Portugal, e o congelamento do aumento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, para evitar a quebra de qualidade no ensino secundário e o aumento dos níveis de indisciplina nas escolas.
Jornal “Diário do Minho” de 2 de Junho, pág. 10
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
D. Sebastião Sócrates
Dos 50 mil candidatos ao concurso de professores, cerca de 18 mil foram colocados.
Mas dos cerca de 18 mil, houve 10 mil que foram reconduzidos com horários completos nas escolas onde já o ano passado leccionaram, o que significa que não são "necessidades transitórias" que esses estabelecimentos de ensino têm, mas permanentes. É por essa razão que os sindicatos pedem que sejam abertos concursos para quadros de escola e lembram que, nos últimos quatro anos, cerca de 15 mil professores se aposentaram.
domingo, 2 de maio de 2010
Jornal Diário do Minho: Matérias “incómodas” não podem ser “chutadas” para as Comissões

A oposição mostrou-se anteontem preocupada com o que diz estar a acontecer quando se quer discutir um assunto que não agrade à maioria socialista na Assembleia Municipal (AM) de Braga. Os partidos não querem que questões importantes que devem ser debatidas na AM sejam “chumbadas” para as comissões permanentes, uma espécie de limbo.
A acusação surgiu depois de o Partido Popular Monárquico (P.P.M.) ter apresentado uma recomendação, onde levantava a questão da gestão de pessoal não docente nas escolas básicas e no pré-escolar, nomeadamente a falta de pessoal, os chamados assistentes operacionais e assistentes técnicos.
O P.P.M. quis saber, por outro lado, o porquê de ainda não terem sido atribuídos os 34 prémios de desempenho. Além destas questões concretas, a estreante deputada Sílvia Oliveira sugeriu a realização de um debate alargado sobre todas estas matérias.
Jorge Faria, deputado municipal do PS propôs o abaixamento do assunto à comissão permanente da Educação, onde a questão será mais bem aprofundada. Uma posição que irritou João Granja, do PSD que, além de saudar a estreia da deputada do P.P.M., enalteceu a clareza das questões, pelo que não percebia a razão do abaixamento à comissão. “As propostas foram sérias e claras. Os prémios são justos. Parece que começa a ser moda, quando uma coisa não vos agrada chutam para a comissão, para ser esquecida. Então, tenham coragem e votem contra”, sugeriu.
Um tom que não agradou ao presidente da Assembleia Municipal de Braga. António Braga lembrou que as Comissões não são um caixote de lixo. São órgãos que devem ser respeitados. Granja aceitou o reparo, mas manteve o tom crítico, porque entende que esta tem sido a “nova arma” do PS, quando se quer esquivar a um assunto.
Outros deputados de outros partidos, à medida que tiveram oportunidade, reforçaram essa constatação. Até porque continua bem fresca na memória dos deputados o adiamento do debate sobre socorro e segurança em Braga, na sequência do incêndio no hotel, em Lamaçães, ainda em construção.
Recorde-se que a referida Assembleia Municipal extraordinária foi convocada expressamente para discutir a segurança e socorro
PROPOSTA CHUMBADA.
No que diz respeito à recomendação, apesar de o PS ter revelado alguns desenvolvimentos, nomeadamente a abertura de concursos para a ocupação das vagas, acabou por chumbar a proposta.
A propósito do esquecimento de matérias nas comissões, Jorge Matos, da CDU, corroborou com as críticas de “chutar para canto” ou para as comissões e aproveitou para pedir explicações sobre a agravação de taxas e tarifas sobre os munícipes.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Assembleia Municipal - Plenário: Gestão de pessoal não docente

RECOMENDAÇÃO
“ Gestão do pessoal não docente das escolas básicas e da educação pré-escolar”
No contexto do reforço dos modelos de gestão dos estabelecimentos de educação (Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril) e das competências a transferir para os municípios em matéria de educação (Decreto-Lei nº 144/2008, de 28 de Julho), é desde 1 de Janeiro de 2009 (primeiro ano de execução), competência desta Autarquia, conforme Contrato de Execução nº 242, celebrado a 16 de Setembro de 2008, entre o Ministério da Educação e a Câmara de Braga:
· a gestão de pessoal não docente das escolas básicas e da educação pré-escolar.
Perante esta nova competência e no seguimento da 2ª cláusula do referido Contrato de Execução, que define os termos em que a gestão do pessoal não docente é transferida para a Autarquia e da Portaria nº 1049-A/2008 que define a fórmula de cálculo relativa à dotação de pessoal não docente, o P.P.M. pergunta a este Executivo Camarário:
- porque não está a ser dado cumprimento ao estabelecido na Portaria n.º 1049-A/2008, de 16 de Setembro, que define o rácio funcionário a atribuir aos doze Agrupamentos do Concelho?
Tendo em conta que existe uma falha de 56 Assistentes Operacionais e 3 Assistentes Técnicos.
- porque utilizam os Agrupamentos Planos Ocupacionais de Emprego (POC’S), para satisfação de necessidades permanentes de serviço?
Tendo em conta que existem cerca de 115 POC’S no conjunto de Agrupamentos e um deficit efectivo de 60 funcionários para cobrir as necessidades permanentes destes serviços.
- porque não foram ainda atribuídos os prémios de desempenho ao pessoal não docente dos Agrupamentos de Escolas de Braga, relativos à avaliação do ano 2008, tendo em conta que as verbas destinadas para esse fim são provenientes do Gabinete de Gestão Financeira do Ministério da Educação, necessitando apenas de um despacho autorizador da Câmara?
Tendo em conta a existência 34 prémios de desempenho por atribuir.
- porque não existe um representante dos trabalhadores não docentes dos Agrupamentos do Concelho de Braga, no acompanhamento desta novas atribuições da Câmara?
Tendo em conta que as decisões que se possam tomar se destinam única e exclusivamente a eles mesmos.
O P.P.M. entende que as questões relativas à direcção e gestão dos estabelecimentos de ensino são da maior relevância para a vida das escolas do Concelho, pela forma como influenciam as relações e o ambiente de trabalho escolar e pela forma como asseguram a coerência dos princípios normativos definidos a nível nacional. Devendo, por isso, criar-se a nível autárquico um debate alargado e sistemático neste domínio, para que as questões relativas à direcção e gestão das Escolas não fiquem circunscritas a gabinetes ou a algumas reuniões de um pequeno grupo, longe de todos os envolvidos e do próprio interesse público.
Em forma de conclusão, o P.P.M. propõem a esta Assembleia Municipal que aprove a seguinte recomendação:
que a Câmara Municipal de Braga diligencie todos os esforços para cumprir o estabelecido na 2ª Cláusula do Contrato de Execução nº 242/2009, cruzado com a Portaria nº 1049-A/2008, no que refere à gestão de pessoal não docente das Escolas Básicas de Braga, nomeadamente:
· na resolução inadiável do deficit de 60 funcionários (assistentes operacionais) não docentes para cobrir as necessidades permanentes dos Agrupamentos Escolares de Braga;
· na solução definitiva do recurso aos POC’s (emprego de inserção) que são uma afectação de carácter temporário o que dificulta a apropriação do trabalho permanente, não colectivo dos agrupamentos escolares de Braga;
· na atribuição urgente dos prémios de desempenho em falta aos funcionários não docentes dos agrupamentos escolares de Braga;
· na eleição de um funcionário não docente de entre os funcionários não docentes dos Agrupamentos de Escolas de Braga, como represente dos interesses profissionais dos seus homólogos em matéria de gestão de recursos humanos, agora sob a responsabilidade da Câmara Municipal de Braga;
Sílvia Oliveira
Grupo Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga
[Não Aprovada. Com os votos contra do Partido Socialista e os votos a favor das restantes bancadas municipais (PPM, PSD, CDS-PP, CDU e BE)]
domingo, 21 de março de 2010
Se eu fosse... a ministra da Educação
“… o principal problema em relação ao bullying e à violência escolar não reside nas escolas, o problema começa e acaba na família. Porque não cabe à escola educar as crianças. À escola cabe formar e à família educar”.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Nada que já não se saiba...

"Portugal surge ao lado de Espanha como o país que revela a maior diferença entre o salário de indivíduos com pais licenciados e o das pessoas cujos pais não completaram o ensino secundário. Por cada 100 euros que recebe o filho de pais com o secundário, o filho de um licenciado ganha 143 euros. Já o indivíduo com pais que não completaram o secundário recebe, em média, 76 euros”, concluem os autores. A comparação baseia-se em dados de 2005 e tem em conta as diferenças entre os 14 países analisados.
"De acordo com este indicador, a persistência intergeracional é particularmente forte em alguns países do Sul da Europa e no Reino Unido, sendo menor nos países nórdicos, na Áustria, em França e na Grécia", escrevem os autores.
A escola explica parte do problema. Quando os pais não foram além do secundário, os filhos têm, em Portugal, maior probabilidade de não conseguirem melhores qualificações."
São as conclusões de um estudo da OCDE que avalia o grau de mobilidade intergeracional, divulgado na edição impressa do DN.







