Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
GRUPO DE FADOS DE COIMBRA
O Fado de Coimbra, também designado Canção de Coimbra, é “…uma canção terna, docemente saudosista, mas jovem no seu vigor, no idealismo das atitudes, na esperança de um amor realizável que se oferece, ao mesmo tempo espontâneo e elaborado, de melodia bem contornada e simultaneamente um pouco rebuscada…” (Francisco Faria). Como canção característica de Coimbra e do estudante universitário, versa um misto de irreverência da juventude, amor e saudade. Em suma, traduz o estado de alma das nossas vidas quando temos vinte e poucos anos de idade. A também característica guitarra de Coimbra com uma forma singular (em pêra) e uma afinação própria, permite a audição de melodias inigualáveis, que Augusto Hilário e Carlos Paredes entre outros, bem divulgaram aos “quatro ventos”. Cantores como António Menano, José Afonso, Luís Goes e outros intérpretes de voz e interpretação superior, contribuíram para a transformação do Fado/Canção em ex-líbris da nossa Universidade de Coimbra. Conscientes da importância que a “Canção de Coimbra” tem para a cidade e sua região, o Alma de Coimbra, pretende com a sua correcta interpretação, contribuir para a sua divulgação e conferir-lhe a dignidade que merece e a que tem direito.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
FADO
FADO NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA (DIA 23 DE NOVEMBRO), PELAS 21h30, NA ANTIGA
ESCOLA DA FONTE GROSSA, SANTA MARTA DE PORTUZELO, 5 FADOS. A NÃO PERDER.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
El-Rei D. Carlos I, Rei artista e amante do Fado
Dom Carlos I de seu nome próprio Carlos Fernando Luís Maria Victor
Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis José Simão de
Bragança Sabóia Bourbon e Sax-Coburgo-Gotha, foi o penúltimo Rei de
Portugal.
Nasceu em
Lisboa, no Paláci da Ajuda a 28 de Setembro de 1863, era filho do rei Luís I de
Portugal e da princesa Maria Pia de Sabóia.
Em 1889 subiu ao trono, que ocuparia até sua morte.
Cientista, colaborou em investigações oceanográficas. Pintor, suas obras em
aquarela e pastel conquistaram prêmios em competições internacionais, sendo
considerado um dos mais fortes intérpretes do mar português, o que lhe valeu um
lugar de relevo no Museu de Arte Contemporânea. Em seu reinado normalizaram-se
as relações anglo-lusas e reataram-se as luso-brasileiras; pacificaram-se os
territórios ultramarinos, desde a Guiné até Timor, tendo sido notáveis,
sobretudo, os feitos de armas em Moçambique e Angola, e Portugal reconquistou
seu prestígio europeu com as visitas do monarca ao estrangeiro e a vinda ao país
de chefes de Estado das maiores potências européias, como Eduardo VII da
Inglaterra, em 1903; Afonso XIII de Espanha, em 1903; a rainha Alexandra da
Inglaterra; o imperador Guilherme II da Alemanha e Emílio Loubet, presidente da
República Francesa, em 1905.
A fraqueza dos monárquicos e a ousadia crescente dos
republicanos, dispostos a derrubar o trono, provocaram campanhas
violentíssimas, que estão na origem de seu assassinato. No atentado morreram
Dom Carlos e o príncipe herdeiro, Dom Luís Filipe.
Foi também
um apaixonado pela oceanografia, tendo adquirido o iate Amélia, destinado
às suas campanhas oceanográficas, recriando em muitas telas, muita da vida
marítima que observou ao longo da vida.
Tela de D. Carlos I de Portugal
El-Rei D. Carlos era um apreciador de Fado e chegou a ter lições de
guitarra.
Gabriel de
Oliveira escreveu o "Fado do Embuçado" para o repertório de
Natália dos Anjos, que música de sua autoria teve um grande êxito, mais tarde é
novamente grande êxito cantado por João Ferreira Rosa na música do Fado
Tradição.
Mas mais um
bonito poema foi criado, lembrando o gosto do rei pelo Fado, desta vez da
autoria de Tó Moliças, que lhe deu o título " Até o Rei ía ao
Fado" com música de Carlos Macedo que também o interpreta.
Natália dos Anjos canta o Fado do Embuçado na versão original
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
“Fundação António Quadros” comemora segundo aniversário no histórico Círculo Eça de Queiróz


O grupo dos “Amigos da Fundação António Quadros” comemorou dois anos de existência no histórico Círculo Eça de Queiróz à volta de um delicioso bacalhau confeccionado por Rita Costa, uma das “Amigas da Fundação” e, ao som de fados e guitarradas. Depois das palavras dos “Amigos” Mário Quina e Rúben Baptista Oliveira, o “Amigo” Gonçalo da Câmara Pereira iniciou a sua actuação com “Ó Portugal, Ser Profundo”, poema de António Quadros musicado pelo próprio fadista, que se tornou já o Hino da Fundação. O Gonçalo acompanhado por exímios guitarristas, além de lembrar João Villaret e cantar Fernando Pessoa, tocou e disse poesia de Augusto Gil e um excerto de África Raiz, de Fernanda de Castro.


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