Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

SAR Dom Duarte nas Comemorações dos 500 anos da Outorga do Foral Manuelino a Felgueiras

Por proposta da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos, S.A.R. O Senhor Dom Duarte Duque de Bragança foi convidado pela Câmara Municipal de Felgueiras para as Comemorações dos 500 anos da Outorga do Foral Manuelino a Felgueiras. 
Presidente da Câmara Municipal de Felgueiras Dr. Inácio Ribeiro
Prof. Doutor Pedro Vilas Boas Tavares
S.A.R. Dom Duarte Duque de Bragança ofertado com o livro "Felgueiras a terra e o seu foral no cinzel da história",
com os bordados de Felgueiras e
com os produtos das Terras de Felgueiras.
Intervenção de Sua Alteza na sessão solene.
A Direcção da APAM - Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos.
S.A.R. Dom Duarte com os presidentes de Câmara Municipal de Penafiel, Lousada, e Amarante. Aqui à conversa com o presidente de Câmara de Paredes, Dr. Celso Manuel Gomes Ferreira.
S.A.R. com a Prof.ª Doutora Maria Cristina Cunha
S.A.R. com a Prof. Doutor Pedro Vilas Boas Tavares
Foral Manuelino de Felgueiras
S.A.R. Dom Duarte Duque de Bragança rubrica o livro "Felgueiras a terra e o seu foral no cinzel da história"
Presidente da CM de Felgueiras com a Direcção da APAM
Sua Altesa Real com a Direcção da APAM

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A APAM recebida por S.A.R. o Senhor Dom Duarte Duque de Bragança

acima
A APAM – Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos reuniu hoje com S.A.R. o Senhor Dom Duarte Duque de Bragança.
Na reunião a direcção da APAM expôs a Sua Alteza os princípios fundadores da associação, servindo, igualmente, para a apresentação de cumprimentos e da própria associação.

Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos recebida pela Vice-Presidente da Assembleia da República.

abaixo
A APAM – Associação Portugal dos Autarcas Monárquicos reuniu hoje, em Lisboa, com a vice-presidente da Assembleia da República, Dra. Teresa Caeiro, na sequência de um pedido de audiência desta associação à Assembleia da República.
Esta reunião, a pedido da APAM, serviu de apresentação da estrutura e seus objectivos bem como expor algumas das questões que nos preocupam, num espírito de cooperação entre eleitos locais e deputados e parlamento nacional.
As questões do poder local e do ordenamento do território bem como as competências dos municípios foram alguns dos assuntos tratados tendo este encontro que decorreu de forma muito agradável e profícua. A APAM relembra que sendo os seus ideais monárquicos entende-os de forma moderna e democrática e o parlamento é a base da democracia.
A APAM, como entidade de nova geração, integra todos os autarcas, independentemente da sua vertente ideológica, desde que respeite princípios básicos e de dignidade, e política, defendendo, como é natural, o modelo de regime monárquico como o melhor para o desenvolvimento do país e dos municípios.
A Dra. Teresa Caeiro, em representação, da presidente da Assembleia da República, Dra. Assunção Esteves, agradeceu a presença dos representantes da APAM, tendo transmitido votos de sucesso para a mesma associação.
Fonte: TV do Minho

domingo, 10 de novembro de 2013

DISCUTE-SE, SIM... COERÊNCIA.

No dia 5 de Novembro de 2013, desconhecendo o regimento da Assembleia da República sobre eventos, ou manifestações culturais de qualquer índole, que se poderão efectuar na nossa "casa da democracia", ao abrigo das solicitações promovidas pelos partidos políticos ou, porventura outros interessados, realizou-se a antestreia do filme “Até amanhã, camaradas”, de Joaquim Leitão, baseado no romance homónimo do Dr. Álvaro Cunhal, escrito sob o pseudónimo de Manuel Tiago, isto a breves dias de assinalar o centenário do nascimento do antigo líder do PCP.
Faço desde já o meu registo de intenções, para que tudo fique claro…não sou obviamente um simpatizante do PCP, nem sequer do Dr. Álvaro Cunhal, mas sou claramente um respeitador da coerência do seu pensamento e digo-o, com a distância insofismável do meu próprio pensamento politico, no entanto, a coerência é coisa rara nos dias que correm.
A sua importância como figura marcante, quer se goste ou não, na história da democracia portuguesa, no último quartel do século XX, e aqui uma vez mais, dependendo do ponto de vista de cada um dos portugueses, é realçada pela sua “honestidade” intelectual, ao guardar com zelo os ideais que defendeu até ao último suspiro…disso não tenho qualquer tipo de dúvida.
Contudo, discordo em absoluto da subentendida homenagem na Assembleia da República, ao exibir sob efeito de espelho e em atitude cinematográfica a sua obra homónima.
Porquê?
Por critérios de coerência…os mesmos que eu próprio admirei na figura do Dr. Álvaro Cunhal, aliás, atrevo-me a afirmar que o próprio recusaria este tipo de iniciativa.
Lembro…aquando da sua morte, foi requerido um minuto de pesar e concedido pela maioria parlamentar vigente no momento, na Assembleia da República.
Por critérios de coerência, em 2008, foi recusado um minuto de pesar, requerido pela bancada afecta à oposição de então, em memória, volvidos 100 anos, de um Chefe de Estado e seu filho, que foram assassinados através de acto pusilânime, no Terreiro do Paço.
Não se discutem as dimensões dos homens e dos seus lugares, discute-se sim…a coerência.
 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

O PPM com o PORTO FORTE

 Depois de mais uma reunião de trabalho com a direcção de campanha do PORTO FORTE.
Dr. Eduardo Carqueja, Eng. Ricardo Almeida, Presidente da CPC do Porto do PSD e Arq. José Peres da Silva Bastos.

sábado, 18 de maio de 2013

Carta ao eurodeputado Nuno Melo


Caro Nuno Melo,
Hoje, em acto contínuo de outros dias, Portugal caminha a passos largos para a sua perda de identidade. O que aconteceu hoje, no Parlamento, com a abstenção de deputados do CDS/PP e votos a favor de alguns deputados do PSD, originando por este facto, a aprovação da Lei da "co-adopção por duas pessoas do mesmo sexo", foi uma vergonha nacional.
É um dia muito triste.
Da atitude dos deputados do PSD, não me espanta absolutamente nada, agora, a abstenção de deputados do CDS/PP... isso sim, o espanto é imenso, porque não quero acreditar que isso tenha acontecido num partido que advoga princípios da democracia-cristã.
Não entendo... mesmo que se avance com a fiscalização sucessiva do documento...não há coerência intelectual e politica.
Enfim, espero que haja "homens" e humanidade, que num conjunto, consigam fazer face uma vez mais a este ataque "vil" à estrutura institucional que é a "Família", no seu mais profundo conceito... natural e puro, e na sua grandeza substantiva.
Um abraço, amigo de,

sábado, 11 de maio de 2013

AS MENSAGENS DE EL-REI D. CARLOS I, por José Peres Silva Bastos

Quando se fala actualmente nos planos que Portugal, poderá adoptar para sair da crise, insistimos nos nossos valores ancestrais a que sempre nos ligámos, à terra e ao mar.
Após a entrada de Portugal na C.E.E., actual União Europeia, e a bem desta, delapidamos essa herança, da nossa estrutura sócio-económica, com consequências previsíveis. Encontramo-nos nessa encruzilhada, de saber se valerá o sacrifício de todos, voltarmos para a agricultura e igualmente para o mar, no intuito de salvarmos Portugal.
Afirmo, que valerá a pena, pois são premissas da nossa identidade de sempre.
Sobre isto tudo, o nosso Rei D. Carlos I, foi um visionário.
Iniciou a Oceanografia, e apontou o futuro do Mar, com factor de desenvolvimento.
Efectuou nas suas imensas terras particulares, estudos de rentabilização e apuramento de excelsa qualidade. Aqui, também imprimiu o seu cunho da procura contínua da perfeição, que impunha em tudo o que fazia. O futuro diz-nos que qualidade é sinónimo de sucesso. A realçar e a confirmar, os imensos prémios que obteve com produtos das suas terras, em feiras nacionais e estrangeiras, da especialidade. 
Esta nota, que escrevo, tem duas mensagens implícitas, ou até poderá ter várias, deixo isso ao vosso critério, mas que gostaria que entendessem.
A primeira é a constatação do trabalho exercido pelo nosso Rei, a segunda é o caminho que o actual movimento monárquico poderá legitimamente enveredar, como ideia primordial, para se reinstalar a monarquia em Portugal.
O contacto directo de El-Rei D. Carlos I, com o Mar e a Terra, trouxe-lhe a alegria de viver.
Vou-lhes falar, sobre a Terra.
Não vou fazer qualquer tese sobre este assunto, porque já está prácticamente feito esse trabalho, mas sim transcrever alguns apontamentos que nos ajudam a perceber qual o verdadeiro trabalho de um Soberano, por este motivo, passo a citar:
"D. Carlos tinha conhecimento efectivo das questões agrícolas e não apenas gosto lúdico ou estético pelo campo".
...
"Embora a identificação com o meio agrário transtagano tivesse consequências potencialmente negativas para a sua imagem junto da burguesia citadina, funcionando como mais um factor de distanciamento e, portanto, de impopularidade, D. Carlos assumiu a pele de latifundiário como nenhum antecessor havia feito. Integrando-se de forma plena nessa sociedade rural,
" O Rei atingiu duas coisas: o sentimento de pertença a meio social composto de classes sociais diferentes, mas integradas numa comunidade; e o estatuto de cidadão produtivo, numa economia, e da lavoura alentejana e ribatejana, que conseguiu mostrar dinamismo por volta de 1900".

O Rei D. Carlos I, mostrou deste modo, que procurando encontrar a integração do País com as suas géneses e identificações afectivas, a sua relação de figura máxima do regime, podia unificar de todo, Portugal.
A este facto, acrescento a sua forte vocação de diplomata, que ainda hoje, por manifesta falta de vontade ideológica, ou política, encontra-se esquecida e arquivada. Seria muito interessante promove-la devidamente.
Termino com esta subentendida mensagem, para todos os monárquicos portugueses:
"Talvez, por isso, possamos reter essa imagem marcante da felicidade alcançada pelo Rei nas suas terras, entre o seu povo, como ele confidenciava ao seu amigo Arnoso:
"Eu aqui não o rei, sou principalmente "o nosso lavrador" assim é que elles me dão vivas (e tocam-me bem mais)."

Porto, 27 de Novembro de 2011
Fontes:
Silva, Isabel Corrêa da; Seixas, Miguel Metelo de, D. CARLOS de corpo inteiro, Outubro de 2009, Ed. Objectiva.

domingo, 5 de maio de 2013

Estatística da pagina do Facebook da TV Monarquia Portuguesa


Como podem ver na imagem anexa, a nossa pagina do facebook começa a atingir resultados fantásticos.
Conseguimos chegar a mais de 28 200 pessoas, espalhadas por todo o mundo, muito em especial nos países de língua oficial portuguesa. Por outro lado, verificamos que mais de 1300 pessoas já falam de nós, o que é de facto muito bom.
Estamos presentes em inúmeros grupos Monárquicos e Não Monárquicos, de várias línguas e de vários países, nomeadamente Timor, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Guiné, Brasil, Espanha, Reino unido, Portugal, é claro, etc.
Este projecto vai dando passos, não de forma tão rápida como poderíamos desejar, mas com muita segurança e de forma muito consolidada. Para isso tem sido determinante o apoio que todos nos tem feito chegar e as mensagens de incentivo que muito agradecemos.
Continuamos determinados em seguir firmes rumo ao objectivo traçado aquando do nosso lançamento e cada dia que passa é menos um que nos separa de tão ambiciosas metas.
Cada vez mais acreditamos que podemos ser uma factor de unificação e aglutinação de todos os Monárquicos e reiteramos a máxima de que a TV MONARQUIA PORTUGUESA É DE TODOS E PARA TODOS.
Juntem-se a nós, cliquem em "Gosto" e recebam as nossas actualizações, acedendo em:

A Equipa da TV Monarquia Portuguesa.
César Braia
Fábio Reis Fernandes
Hugo Sousa Pinto
José Peres Bastos
Manuel Beninger

sexta-feira, 26 de abril de 2013

MONÁRQUICOS QUEREM DEMOCRACIA COM REI - ECOS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL!


Jornal de Notícias de 26 de Abril, pág. 31

MONÁRQUICOS DEFENDEM QUE "COM REI É MAIS FIXE"

PPM quer democracia com rei (*)
O PPM assinalou o 39.º aniversário do 25 de Abril colando cartazes onde contesta a República e acusa todos quantos querem "atirar areia para os olhos dos portugueses". "A República de Abril que se lixe, democracia com rei é mais fixe!" serviu de mote a cartazes espalhados por todo o lado, como que "apontando o dedo a esta ditadura impositiva republicana".
Os militantes do Partido Popular Monárquico (PPM) defendem a realização de um referendo sobre "a natureza e a arquitectura do Estado", contestando o facto de, em Portugal, não ser permitido "que o povo possa ser livremente consultado a respeito do sistema político que prefere. Não parece democrático. E de facto não é!".
"E tudo isto em defesa de um regime - o republicano - que, sem prévia nem posterior consulta aos portugueses, foi imposto pela força das armas", prosseguem, questionando a razão pela qual "um regime que colocou este país à beira da bancarrota não se deixa referendar".
"O Povo português exige o direito a poder escolher. Exige liberdade e democracia. Monarquia ou República? Por um Abril verdadeiramente democrático", referem num manifesto.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

A REPÚBLICA DE ABRIL QUE SE LIXE, DEMOCRACIA COM REI É MAIS FIXE!


MOVIMENTO POPULAR MONÁRQUICO
Como quem quer atirar areia para os olhos dos portugueses, pretendem comemorar hoje, dia 25 de Abril, o Dia da Liberdade. Infelizmente assim não o é.
Por todo o país (Braga, Porto, Barcelos, Coimbra, Viana do Castelo, Ovar, Aveiro, Lisboa, Monção, Faro, Portimão, etc...) está a ser afixado um cartaz apontando o dedo a esta ditadura impositiva republicana com a seguinte frase: “A REPÚBLICA DE ABRIL QUE SE LIXE, DEMOCRACIA COM REI É MAIS FIXE!
Em democracia, a natureza e a arquitectura do Estado deve ser referendável. Em Portugal não é! A nossa República não permite que o povo português possa ser livremente consultado a respeito do sistema político que prefere. Não parece democrático. E de facto não é!
Trata-se sem dúvida de uma grave ofensa à dignidade do povo português, cujas opções ficaram assim condicionadas arbitrariamente pela vontade de um efémero grupo de indivíduos, expressa num fugaz e perturbado momento da nossa história.
E tudo isto em defesa de um regime – o republicano – que, sem prévia nem posterior consulta aos portugueses, foi imposto pela força das armas.
A pergunta que se coloca é por que razão um regime que colocou este país à beira da bancarrota não se deixa referendar? Que democracia pode existir num sistema político se eterniza através de normas constitucionais que, para se manterem, necessitam do apoio de apenas um terço dos deputados.
O Povo português exige o direito a poder escolher. Exige liberdade e democracia. Monarquia ou República?
Por um Abril verdadeiramente democrático.

BRAGA, NOITE DE 24 PARA 25 DE ABRIL
Movimento Popular Monárquico
Miguel Menezes, filho do saudoso Eng.º Amadeu de Sá Menezes
Os cinco violinos: José Peres Basto, César Braia, Miguel Menezes, Manuel Beninger e Fábio Reis
BARCELOS, NA NOITE DA FESTA DAS CRUZES
Com o popular monárquico José Quinta
ESPOSENDE