Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 24 de julho de 2014

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Dia do Maestro Manuel Ivo Cruz - A Paixão de uma Vida dedicada à Música

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A Biblioteca e o Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR) da Católica Porto promoveram o “Dia do Maestro Manuel Ivo Cruz”. Esta efeméride foi marcada com a apresentação ao público do espólio musical do maestro, concluído que está o projecto de inventário, catalogação, indexação, arquivo e digitalização, que contou com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.
A TV Monarquia marcou presença e realizou a cobertura televisiva do evento.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Por proposta do PPM, Câmara do Porto vai resolver aluimento de ruas junto ao Fluvial até ao final do ano

acima
A Câmara do Porto (CMP) vai reconstruir até ao final do ano as ruas que aluíram em Abril do ano passado, junto ao Clube Fluvial Portuense. A garantia foi dada segunda-feira pelo presidente da autarquia, Rui Moreira, durante a reunião da Assembleia Municipal do Porto.
A situação estará “resolvida até ao final do ano” sendo que a autarquia lançará a 15 de Maio um “concurso público para a realização das obras que custarão “350 mil euros”, apontou ainda Moreira. O autarca adiantou ainda que a câmara irá recorrer a “um fundo de recursos hídricos” para menorizar os gastos no financiamento necessário à concretização dos trabalhos.
De acordo com Moreira, os aluimentos, nomeadamente na Rua Aleixo Mota, estão relacionados com a Ribeira da Granja, um curso subterrâneo de água entubada que atravessa aquele local. Inicialmente a situação, segundo Moreira, parecia ser menos grave do que mais tarde se descobriu em inspecções às galerias subterrâneas. O caso, aliás, não é único no Porto.
“Temos vários problemas em várias galerias construídas no Porto em tempos idos que agora apresentam algumas fragilidades. Houve casos de pedras que escoravam as galerias e que saíram do local”, disse o autarca recordando ainda o aluimento na Rua de Mouzinho da Silveira, no centro histórico, em Outubro do ano passado.
A questão foi levantada pelo deputado do Partido Popular Monárquico, integrado na coligação Porto Forte (PSD), Eduardo Carqueja que lembrou que o problemas está “há longos meses numa situação estática” e que tal representa “prejuízo para a adequada fluidez de trânsito” e também para a população.

FONTE: 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

PORTO, A CIDADE DO DRAGÃO

A figura do dragão tem, desde há muitos anos, uma conotação evidente com a principal instituição desportiva da cidade, o Futebol Clube do Porto, já que é a sua mascote, faz parte da sua bandeira, e também, porque o estádio do clube, inaugurado em 2003, foi baptizado de “Estádio do Dragão”.

A ideia de força e de invencibilidade que este animal mitológico transmite, a par dos feitos desportivos que o clube alcançou nos últimos anos, foram as linhas de força que criaram a relação do dragão com o clube, que hoje conhecemos.

Mas não foi sempre assim, nem tem de ficar por aqui. Cerca de oitenta e cinco anos antes de o clube ter adoptado o seu actual emblema (1922) onde surge a figura do dragão, já a cidade o ostentava orgulhosamente nas suas armas.

Tudo começou após o Cerco do Porto (1832/1833).

A Rainha D. Maria II, filha de D. Pedro IV, promulgou o brasão de armas da cidade (1837), que incluía uma coroa ducal, segundo a vontade do seu pai.

“dessa coroa sobressai um dragão negro das antigas armas dos senhores reis destes reinos” (in Joel Cleto – Lendas do Porto – Vol.II)

Foi também no reinado de D. Maria que o Porto passou a designar-se por Cidade Invicta, título que a Rainha lhe atribuiu pelos feitos valerosos dos seus habitantes, durante as lutas liberais, e em especial na altura do Cerco.

Mas hoje, na bandeira da cidade, não figura o dragão. Desapareceu com o 25 de Abril, de 1940, e ainda não regressou.

De facto, nesta data foi publicada uma portaria do Ministro do Interior da altura, que aprovava uma nova constituição heráldica das armas, selo e bandeira dos Municípios Portugueses. Através dessa portaria desapareceram todos os resquícios liberais e monárquicos, de todas as armas e brasões, de todos os concelhos e freguesias de Portugal. Estava Salazar no seu apogeu político e terá tomado esta atitude numa afirmação de “total e incondicional nacionalismo”, conseguindo assim, fazer desaparecer, até aos dias de hoje, a coroa que encimava o brasão da cidade e da qual emergia um dragão, substituindo-a por uma coroa de cinco castelos (atitude que nem os senhores da I República, após a queda da Monarquia, tinham ousado tomar).

No próximo ano, comemorar-se-ão os setenta e cinco anos da famosa portaria de 1940. Seria bonito e desejável, pelo que o proponho desde já, que a autarquia encetasse de imediato os trabalhos necessários, para que nesse dia, os símbolos da cidade voltassem a ser como sempre foram desde 1837, a par de, se a cidade assim o desejasse, juntar ao nome da cidade um outro, para já oficioso, mas que todos já usamos por razão diversas, o nome de “Cidade do Dragão”. Nome que faz parte da nossa história! Com o cuidado evidente de separar esta denominação, de qualquer conotação clubista.

Espalhados pelo Porto, podemos ver ainda o nosso símbolo, aqui e ali. Podemos vê-lo na fachada dos Paços do Concelho na Avenida dos Aliados, no Palácio da Justiça na Cordoaria, na estátua equestre de D. Pedro IV na Praça da Liberdade, na estátua ao Infante D. Henrique, no Palácio da Bolsa, num dos lados da torre da Casa dos 24, no altar onde o coração de D. Pedro IV está depositado na Igreja da Lapa e no símbolo e bandeira do maior clube da cidade.

Mas voltemos ao tempo do Cerco do Porto, uma vez que os actos valerosos das gentes do Porto, lhe trouxeram (à cidade) ainda mais honras.

Durante cerca de um ano, a cidade resistiu heroicamente ao cerco que as tropas Miguelistas lhe impuseram. Durante esse tempo, D. Pedro IV e os principais dirigentes militares e políticos que lutavam pelas ideias liberais, defendendo uma nova concepção política inspirada na Revolução Francesa e em eleições em Cortes, onde o Rei o era por vontade popular e porque representava todo o povo, mantiveram-se dentro da cidade. O Porto foi cercado, bombardeado e incendiado, e a fome rapidamente se instalou, a que se juntou a peste. A população foi sendo aos poucos, dizimada pela doença e pela falta de comida. Terá sido um ano horrível, onde o melhor de cada um se revelou na solidariedade e na interajuda, na resistência e na vitória final.

O Rei não esqueceu a bravura e o sacrifício dos Portuenses apesar de ter morrido pouco tempo depois de terminado o Cerco do Porto e do definitivo triunfo dos Liberais. D. Pedro IV doou o seu coração à cidade, atribuiu ao Porto e a todos os seus habitantes a mais alta condecoração Portuguesa, a Ordem de Torre e Espada, passou a designar o Porto como Cidade Invicta, e criou o título de Duque do Porto. Este título, e honra, estaria destinada ao segundo filho de cada um dos Reis de Portugal. Aquela condecoração, a da Ordem de Torre e Espada, dada a todos os habitantes da cidade, faz com que todos nós, naturais do Porto, nos possamos, ainda hoje, considerar agraciados com ela.

As promessas do Rei foram integralmente cumpridas por sua filha, a Rainha D. Maria II.

O Porto, orgulha-se da sua História.

RECOLOQUEMOS O DRAGÃO, NOS LOCAIS DE ONDE NUNCA DEVERIA TER SAÍDO, NO BRASÃO E NA BANDEIRA DA NOSSA CIDADE.

ALGUNS DRAGÕES NA CIDADE

D. Pedro IV – Praça da Liberdade
Infante D. Henrique – Jardim do Infante
O Porto – Praça da Liberdade
Entrada do quartel dos Bombeiros Sapadores do Porto – Rua da Constituição
Por José Magalhães

sábado, 12 de abril de 2014

A primeira escalada da Torre dos Clérigos foi feita durante a revolução monárquica no Porto

A primeira escalada da Torre dos Clérigos, foi feita durante a revolução monárquica no Porto, chefiada por Paiva Couceiro. Um dos seus soldados, como a bandeira azul e branca estivesse enrolada, escalou a torre para por o símbolo monárquico bem visível. Era um simples tarata sem qualquer preparação especial.
Em 1917, a Torre dos Clérigos foi escalada com sucesso por dois acrobatas espanhóis, Puertullanos, pai e filho, perante enorme multidão que se apinhava à sua volta. Uma proeza que, olhando para a Torre, parece inacreditável. Uma escada interior (240 degraus) permite o acesso ao topo, onde se pode admirar uma das mais belas panorâmicas do Porto.

sábado, 29 de março de 2014

IRMANDADE DAS ALMAS DE SÃO JOSÉ DAS TAIPAS FAZ "ROMAGEM ÀS ALMINHAS DA PONTE"


A Irmandade das almas de São José das Taipas recorda que a "Romagem às Alminhas da Ponte"  ocorre no próximo Sábado (29 de Março) pelas 17h30m. Trata-se de um evento de cariz mandatório e estatutário desta Rev. Irmandade. Concentração pelas 17h na Capela da Lada (junto ao tabuleiro de baixo da Ponte D. Luís: início do Cais da Ribeira).
Trata-se de uma celebração da Palavra em que evocamos e fazemos memória pelas almas que sufragaram na tragédia da Ponte das Barcas (29 de Março de 1809), ocorrida aquando da 2ª Invasão Francesa liderada pelo Marechal Soult.

A celebração será presidida pelo Rev. Pe. Agostinho Jardim, com a participação do Grupo Coral Spiritus Domini e Santa Maria de Rio Tinto, acompanhados por vários instrumentistas, bem como a Fadista Aida Soares.

Sem mais de momento, 
P´lo Hélio Loureiro
_________________________________________
  Irmandade das Almas de S. José das Taipas
                                     Rua das Taipas, n.º 125
                                                  4050-600 Porto

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Tomada de posse dos populares monárquicos no Porto - 22 de Outubro às 16h00



Deputado Municipal eleito pelo PPM em 5º lugar na coligação PORTO FORTE:
Eduardo Manuel Neves Oliveira Carqueja, 51 anos, é casado e tem dois filhos.
Doutorando em Bioética. Pós-graduado em Luto. Mestre em Ciências Religiosas, área de Fé e Psicoterapia. Licenciado em Psicologia Clínica. Bacharel em Enfermagem. Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde.
Assistente Principal da Carreira dos Técnicos Superiores de Saúde – Ramo de Psicologia Clínica, no Hospital de S. João, EPE. Responsável pela consulta de Psicologia Oncológica do Hospital de S. João (1999-2005). Responsável pela consulta de Psicologia da Dor do Hospital de S. João (2003-2005). Responsável pela consulta de Psicologia Cuidados Paliativos do Hospital de S. João desde 2004.
Docente convidado da Faculdade de Medicina do Porto, em Doutoramentos, Mestrados e Pós-graduações em áreas de bioética e cuidados paliativos. Docente convidado da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto. Prémio Monsenhor Feytor Pinto, Terapia e Espiritualidade (2008). Presidente da Sociedade Portuguesa de Estudos em Psicologia Oncológica (SPEPO). Membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses – Assembleia de Representantes Norte. Membro do Grupo de Reflexão Ética da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP).
1º Suplente:
José António Peres da Silva Bastos, 50 anos, membro fundador da TV Monarquia Portuguesa, é mais um dos rostos do PPM no concelho do Porto.
Arquitecto e membro da Ordem dos Arquitectos, formado na ESAP – Escola Superior Artística do Porto, Pós-graduação em Património e Turismo pelo Instituto de Ciências Sociais – NEPS, Universidade do Minho, Sócio fundador da APPI – Associação Portuguesa para o Património Industrial, em 16 de Maio de 1997.
2º Suplente:
Diogo Tomás, 29 anos, nasceu no Porto, a concluir a Licenciatura em Direito na Católica de Lisboa, trabalha no Departamento Comercial da MAPFRE, foi eleito no passado dia 5 de Outubro, em Santarém, Presidente Nacional da Juventude Monárquica Portuguesa da Causa Real.
Sempre com sentido de serviço e espírito democrático.

sábado, 28 de setembro de 2013

PORTO FORTE no comício do Teatro Sá da Bandeira

Luís Filipe Menezes no comício do Teatro Sá da Bandeira.
Os populares monárquicos não faltaram à chamada.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Os nossos candidatos: PORTO FORTE - Diogo Tomás


Diogo Tomás, 29 anos, nasceu no Porto, a concluir a Licenciatura em Direito na Católica de Lisboa, trabalha no Departamento Comercial da MAPFRE, é Presidente Nacional da Juventude Monárquica da Causa Real sendo mais um dos rostos do Partido Popular Monárquico (PPM) no Porto na coligação PORTO FORTE.
Desempenhou o cargo de Porta Voz das Novas Gerações no Partido da Nova Democracia. "Estou na Política porque acredito em determinados valores e pretendo defendê-los nesse sentido. O meu objectivo é sensibilizar os Jovens para a vida partidária e para o Movimento que represento. Os Jovens em Portugal afastaram-se da vida Política por dois motivos: Num 1º tempo os Jovens lutaram pela Liberdade (Período até ao 25 Abril); e num 2º tempo (Período actual), os filhos desses que lutaram pela Liberdade tornaram-se apáticos sem necessidade de se afirmarem pois "essa" Liberdade lhes foi dada ".

O PORTO VAI GANHAR


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Os nossos candidatos: PORTO FORTE - Eduardo Carqueja


Eduardo Manuel Neves Oliveira Carqueja, psicólogo no Serviço de Humanização do Hospital de S. João e responsável pela consulta de Psicologia Cuidados Paliativos do Hospital de S. João é mais um dos rostos do PPM no Porto na coligação PORTO FORTE.
Doutorando em Bioética (3º ano), na Universidade Católica Portuguesa, pós-graduação em Luto, pela Universidad Ramon Llull, de Barcelona, Espanha, Mestrado em Ciências Religiosas, área Fé e Psicoterapia, pela Universidade Católica Portuguesa,
Membro da Comissão Oncológica do Hospital de S. João, foi docente convidado da Faculdade de Medicina do Porto, no Mestrado em Bioética do Serviço de Bioética e Ética Médica, no módulo de Cuidados Paliativos.
Docente convidado da Faculdade de Medicina do Porto, no Curso de Doutoramento Luso-Brasileiro em Bioética do Serviço de Bioética e Ética Médica e na Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto e na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Em 2008 é-lhe atribuído o Prémio Monsenhor Feytor Pinto, Terapia e Espiritualidade, 1º lugar, com o trabalho “A Prática Religiosa e a Percepção do Sofrimento. Um Estudo em Doentes com Cancro e com Dor Crónica”.
Desde 2010 é Presidente da Sociedade Portuguesa de Estudos em Psicologia Oncológica (SPEPO).

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Os nossos candidatos: PORTO FORTE - Luís Samagaio


Luís Samagaio, licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa em 1991 e inscrito na Ordem dos Advogados desde 1993, é mais um dos rostos do PPM no Porto na coligação PORTO FORTE.
Foi Docente de Legislação e Ética da Comunicação Social na extinta Escola Superior de Jornalismo do Porto.
Exerce Advocacia a tempo inteiro nas áreas do Direito Laboral, Transportes, Societário, Família e Processual Civil (Contencioso), tendo integrado Sociedades de Advogados, sucessivamente desde 1993 até ao presente.
Actualmente é Senior Partner da Pacheco de Amorim, Miranda Blom & Associados – Sociedade de Advogados, R.L.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Os nossos candidatos: PORTO FORTE - José Bastos


José António Peres da Silva Bastos, 50 anos, membro fundador da TV Monarquia Portuguesa, é mais um dos rostos do PPM na coligação PORTO FORTE no concelho do Porto.
Arquitecto e membro da Ordem dos Arquitectos, formado na ESAP – Escola Superior Artística do Porto, Pós-graduação em Património e Turismo pelo Instituto de Ciências Sociais – NEPS, Universidade do Minho, Sócio fundador da APPI – Associação Portuguesa para o Património Industrial, em 16 de Maio de 1997.
Moderador do debate “Que destino para as Moagens Harmonia”, promovido pela APPI - Associação Portuguesa para o Património Industrial, realizado na Fundação Eng.º António Almeida, no dia 14 de Janeiro de 1998, com a presença no painel de convidados, de:
Arq. Fernando Távora (autor do projecto de recuperação do Palácio do Freixo e sua envolvente).
Arq. Jorge Patrício Martins (autor do projecto de reordenamento e reabilitação do Vale de Campanha).
Arq. Margarida Coelho (Directora da Delegação Nortedo Instituto Português do Património Arquitectónico – IPPAR).
Arq. Luís Tavares Pereira (autor do artigo “As moagens Harmonia e a proposta de Távora”, publicado no Jornal Público, em 22 de Outubro de 1996).
Professor Doutor Eng.º Paulo Sousa Cruz (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto).

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Ponte Luís I


Construção da ponte Luís I, vendo-se a ponte Pênsil, em 1883.
[Emílio Biel; CMP, Arquivo Histórico Municipal]

sábado, 10 de agosto de 2013

MENEZES LIDERA DESTACADO NO PORTO


Uma sondagem SIC-Expresso dá a vitória nas eleições autárquicas no Porto a Luís Filipe Menezes mas sem maioria absoluta. A mês e meio das eleições, Rui Moreira surge no segundo lugar, a menos de 8 por centro de distância. O candidato do PS, Manuel Pizarro, é nesta altura terceiro nas intenções de voto.