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Manuel Beninger

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sexta-feira, 16 de maio de 2014

APRESENTAÇÃO DO LIVRO "SANTA ISABEL- RAINHA DE PORTUGAL"

Cobertura da TV Monarquia em Coimbra, no dia 7 de Maio último, do lançamento do livro "Santa Isabel - Rainha de Portugal", com a apresentação de S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança.
Diário das Beiras de 09 de Maio de 2014
Fonte: Maria Menezes

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

SS.AA.RR., os Senhores Duques de Bragança, no descerramento de uma imagem da Rainha Santa Isabel


SS.AA.RR., os Senhores Duques de Bragança, participaram na Santa Missa na Igreja de Santa Luzia, sede nacional da Assembleia Portuguesa da Ordem Soberana Militar de Malta.
Finda a celebração, S.A.R. a Senhora Duquesa de Bragança participou no descerramento de uma imagem da Rainha Santa Isabel recentemente adquirida pela Assembleia Portuguesa, após uma visita oficial à Hungria, e que ficará doravante para culto na referida Igreja.
A encerrar a cerimónia, S.A.R. o Senhor Duque de Bragança dirigiu-se à Sala do Conselho, a fim de descerrar três reproduções de quadros de El-Rei Dom Carlos I, El-Rei Dom Manuel II e S.A.R. o Príncipe Dom Luís Filipe.
Princesa Diana de Orleães, Duquesa de Cadaval, e por casamento, duquesa de Anjou.
Fonte: Ordem Soberana Militar de Malta

domingo, 8 de julho de 2012

Rainha Santa Isabel «não fugiu a nada» do que «preocupa a sociedade»


O bispo de Coimbra presidiu hoje, pela primeira vez, à missa que evoca a padroeira da cidade, a Rainha Santa Isabel de Portugal, de quem recordou a ação em favor dos pobres.
A monarca (c. 1271-1336) “não fugiu a nada do que ocupa e preocupa a sociedade: da economia à política, das relações familiares às relações entre os povos, da guerra à paz”, declarou D. Virgílio Antunes na celebração realizada no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, onde Santa Isabel está sepultada.
No dia que a Igreja Católica dedica à memória litúrgica de Santa Isabel e em que Coimbra assinala o seu feriado municipal, o prelado afirmou na homilia, enviada à Agência ECCLESIA, que a rainha foi exemplo da intervenção dos cristãos “nas realidades seculares, onde se joga o desenvolvimento, o progresso e a paz”.
“Há quem continue a pensar” que o cristianismo é uma religião centrada “na salvação da alma depois da morte”, apontou, para a seguir acentuar que “não há uma dicotomia perniciosa entre o amor a Deus e o amor ao próximo, como se fossem concorrentes um do outro”. 
Depois de sublinhar que Santa Isabel é “um grande emblema de Coimbra e de Portugal”, o bispo frisou que a vida da rainha enquanto "mulher, esposa e mãe de família” constitui “um acontecimento ímpar que importa celebrar, porque é a consagração da pessoa humana repleta dos maiores e mais belos sentimentos”.
“Faltam-nos ícones de amor e esta falta constitui o grande problema da humanidade, do qual nascem todos os outros problemas que, com razão, afligem o nosso mundo e o deixam sem alegria nem esperança”, salientou o responsável da Igreja Católica em Portugal pelo setor das vocações.
D. Virgílio Antunes vincou que “é urgente contrariar um espírito de egoísmo” instalado na família e na sociedade, onde “se foge dos outros, em nome da preservação de uma privacidade, que se torna um doentio individualismo”.
“Falta a fibra dos santos, cheios de humanidade e cheios de Deus, mas bem imersos no mundo, porventura com as mãos sujas nas causas mais prementes ou com o nome posto em causa nas colunas do politicamente correto", disse.
A "Rainha Santa" era filha dos reis de Aragão, atual Espanha, tendo casado com D. Dinis, rei de Portugal.
A sua fama de santidade, alicerçada na atenção aos pobres, nasceu logo após a sua morte em Estremoz, no ano de 1336, quando mediava o acordo de paz entre o filho e o genro.
A descrição do milagre mais conhecido de Santa Isabel começa por referir que foi surpreendida pelo marido a levar alimento aos pobres, costume que D. Dinis lhe tinha proibido.
De acordo com a narrativa inspirada em feitos atribuídos à sua tia-avó, Santa Isabel da Hungria, o monarca obrigou a "Rainha Santa" a destapar a cesta onde, em segredo, tinha guardado pães, mas ao verificar o seu conteúdo apenas encontrou rosas.
Depois da beatificação, em 1516, o seu culto colheu a devoção de reis e príncipes, e no ano de 1625 foi declarada santa (canonizada).