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Manuel Beninger
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Prova do Pudim Abade de Priscos e da rosca de Pão de Ló Tradicional no Jantar de Reis Braga 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Quando o açúcar se mistura com o toucinho: A Confraria Gastronómica do Abade

As Confrarias Gastronómicas são património nacional, é a cultura viva, é
o povo que a transporta ao longo dos tempos.Quem não se recorda de receitas
dadas a conhecer pelos nossos avós, e já recebidas por estes, dos seus
antepassados.
Muitas delas, ainda são aplicáveis e feitas nos dias de
hoje. É a cultura passada de geração para geração, esperando vivamente que a
cadeia não quebre.
Presentemente e muito bem, já estão a ser recolhidas e compiladas. As
Confrarias Gastronómicas são as sentinelas do enorme e rico património
cultural. É a elas que compete zelar pela sua divulgação e preservação.

O abade tinha mão para a culinária. E tinha outra coisa essencial: tinha
língua, ou seja, paladar apurado para provar os cozinhados. Não havia nenhum
segredo - nem sequer na maleta que, diz-se, transportava consigo sempre que ia
cozinhar. Seriam utensílios, ou talvez temperos, ervas da sua horta de Priscos.
O resto era "a mão". E é isso que continua a ser determinante hoje
para fazer um bom Pudim Abade de Priscos, uma das maravilhas da gastronomia
portuguesa.






Alma de Coimbra
Confraria Gastronómica do Abade
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Quando o açúcar se mistura com o toucinho: A Confraria Gastronómica do Abade
As Confrarias Gastronómicas são património nacional, é a cultura viva, é
o povo que a transporta ao longo dos tempos.Quem não se recorda de receitas
dadas a conhecer pelos nossos avós, e já recebidas por estes, dos seus
antepassados.
Presentemente e muito bem, já estão a ser recolhidas e compiladas. As
Confrarias Gastronómicas são as sentinelas do enorme e rico património
cultural. É a elas que compete zelar pela sua divulgação e preservação.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança com a Confraria Gastronómica do
Abade – Oliveira S. Pedro, Braga, 15 de Outubro de 2011.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte, da Sereníssima Casa de Bragança, com
Agostinho Peixoto, presidente e juiz da Confraria Gastronómica do Abade.
A figura do Abade de Priscos está a ser recuperada - até a forma que ele
usou para o célebre pudim é hoje vista com emoção. O padre que era chamado para
cozinhar para a família real quando esta ia a Braga, deixou um aviso: "O
pudim é facílimo de fazer, difícil de acertar".
O abade tinha mão para a culinária. E tinha outra coisa essencial: tinha
língua, ou seja, paladar apurado para provar os cozinhados. Não havia nenhum
segredo - nem sequer na maleta que, diz-se, transportava consigo sempre que ia
cozinhar. Seriam utensílios, ou talvez temperos, ervas da sua horta de Priscos.
O resto era "a mão". E é isso que continua a ser determinante hoje
para fazer um bom Pudim Abade de Priscos, uma das maravilhas da gastronomia
portuguesa.
PRESENÇAS NO JANTAR DE REIS 2013:
José
Cid
A
“Banda do Galo” do Círculo Católico de Operários de Barcelos
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Almoço no Espaço Convívio da Paroquia de Oliveira S. Pedro com S.A.R., O Senhor Dom Duarte
“Viva o Rei. Viva Dom Duarte” gritavam as pessoas.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com a “Confraria do Pudim Abade de Priscos”.
O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, com músicos de cantares minhotos.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com a deputada municipal na Assembleia Municipal de Braga Sílvia Oliveira.
Agostinho Peixoto, presidente e juiz da Confraria do Pudim Abade de Priscos, com S.A.R., O Senhor Dom Duarte, da Sereníssima Casa de Bragança.
Almoço no Espaço Convívio da Paroquia de Oliveira S. Pedro.
Prof. Doutor Carvalho Guerra, ex Reitor da Universidade Católica Portuguesa do Porto com S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
Intervenção do Prof. Doutor Carvalho Guerra.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com os voluntários que serviram o almoço. Dizia-se, de boca em boca, que tinha sido um repasto digno para o Rei.








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