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Manuel Beninger

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quarta-feira, 14 de maio de 2014

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE PRESENTE NAS FESTAS DE SÃO TELMO DE MASSARELOS

O Senhor Dom Duarte acompanhou a procissão, sendo carinhosamente saudado pela numerosa população que participava nas cerimónias. A estátua do Santo saiu da igreja de Afurada, Gaia, e regressou à sua igreja Paroquial de Massarelos.

No fim da Sta. Missa foi entronizado na Confraria das Almas do Corpo Santo de Massarelos, como Confrade Honorário. Esta foi fundada no século XII, e teve como Grão-Mestre o Infante Dom Henrique, dedicando-se a Obras de Caridade.
Festas em honra do nosso Padroeiro, S. Telmo, com especial destaque para a procissão fluvial que teve inicio na Igreja da Afurada e para a Eucaristia Solene onde foram entronizados os novos Irmãos desta Confraria.

Fonte: Confraria das Almas do Corpo Santo de Massarelos

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A Chancelaria da Confraria Gastronómica de Lamego, participa no Encontro de Confrarias em Braga, no tradicional jantar de Reis

Excelente exposição de produtos - muito apreciados pelos presentes - elevaram bem alto o nome da Região de Lamego.
No passado dia 18 de janeiro a Confraria Gastronómica de Lamego, participou no encontro de Confrarias em Braga, no tradicional jantar de Reis.
A representação esteve ao nível do evento e os produtos da região expostos foram muito apreciados pelos presentes.
Destacamos a presença de diversas figuras notáveis nomeadamente o Duque de Bragança, D. Jorge Ortiga Arcebispo Primaz de Braga e o Presidente da Câmara Municipal de Braga Dr. Ricardo Rio, além de muitas outras individualidades e pessoas anónimas dos vários quadrantes sociais, religiosos e económicos.
A animação do jantar esteve a cargo do consagrado artista José Cid.
De salientar que o proveito deste evento reverteu para as obras de restauro da Basílica do Sameiro.Nas fotos alguns elementos que tão dignamente representaram a Confraria Gastronómica de Lamego,.A exposição de produtos da nossa Terra muito apreciados pelos presentes acabaram por deixar bem situada a Região de Lamego.
Felicitamos os elementos da Confraria Gastronómica de Lamego, fazendo votos que consigam levar a bom porto e por diante as iniciativas que têm em mente e que além de úteis são em absoluto necessárias aos produtos da região.
E tal qual é da praxe, segundo a Confraria Gastronómica de Lamego, com Saudações Gastronómicas.
“Pela Confraria, pelo que é nosso Vivam os Sabores tradicionais De Lamego”.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Quando o açúcar se mistura com o toucinho: A Confraria Gastronómica do Abade

 
As Confrarias Gastronómicas são património nacional, é a cultura viva, é o povo que a transporta ao longo dos tempos.Quem não se recorda de receitas dadas a conhecer pelos nossos avós, e já recebidas por estes, dos seus antepassados.
Muitas delas, ainda são aplicáveis e feitas nos dias de hoje. É a cultura passada de geração para geração, esperando vivamente que a cadeia não quebre.
Presentemente e muito bem, já estão a ser recolhidas e compiladas. As Confrarias Gastronómicas são as sentinelas do enorme e rico património cultural. É a elas que compete zelar pela sua divulgação e preservação.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança com a Confraria Gastronómica do Abade – Oliveira S. Pedro, Braga, 15 de Outubro de 2011.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte, da Sereníssima Casa de Bragança, com Agostinho Peixoto, presidente e juiz da Confraria Gastronómica do Abade.
A figura do Abade de Priscos está a ser recuperada - até a forma que ele usou para o célebre pudim é hoje vista com emoção. O padre que era chamado para cozinhar para a família real quando esta ia a Braga, deixou um aviso: "O pudim é facílimo de fazer, difícil de acertar".
O abade tinha mão para a culinária. E tinha outra coisa essencial: tinha língua, ou seja, paladar apurado para provar os cozinhados. Não havia nenhum segredo - nem sequer na maleta que, diz-se, transportava consigo sempre que ia cozinhar. Seriam utensílios, ou talvez temperos, ervas da sua horta de Priscos. O resto era "a mão". E é isso que continua a ser determinante hoje para fazer um bom Pudim Abade de Priscos, uma das maravilhas da gastronomia portuguesa.

PRESENÇAS NO JANTAR DE REIS BRAGA 2014:

Alma de Coimbra
Confraria Gastronómica do Abade

sábado, 13 de julho de 2013

Vitela Assada à Moda de Fafe já tem Confraria


PROJECTO com mais de uma década foi oficializado a 6 de Julho: a Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe foi entronizada.

O dia 6 de Julho entrou para a história do concelho de Fafe co-mo data em que foi entronizada a Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe, um projecto com mais de uma década que agora foi oficializado.
Tomaram posse cerca de 40 confrades, que se comprometeram a defender, valorizar e divulgar, na sua autenticidade, o prato mais típico de Fafe. Em primeiro lugar, os restaurantes, a hotelaria, as firmas ligadas ao vinho e ao pão-de-ló e, depois, as instituições e individualidades ligadas à investigação e preservação do famoso repasto fafense. Estão neste caso, além dos autarcas José Ribeiro, Vítor Moreira e Pompeu Martins, figuras como os jornalistas Ribeiro Cardoso e Carlos Abreu, os escritores Carlos Afonso e Artur Coimbra e personalidades ligadas à Naturfafe, como Teixeira Alves e Sílvia Fernandes.
Estiveram presentes, para apadrinhar a cerimónia, que começou na Igreja Nova de S. José, continuou nos Paços do Concelho e culminou na Adega Popular, com uma saborosa vitela assada, as Confrarias de Gastrónomos do Minho, Panela ao Lume (Gonçalo Reis Torgal), do Pudim Abade de Priscos (Agostinho Peixoto), do Pão-de-ló, e do Algarve.
A Confraria da Vitela Assada tem como antecedentes o I Festival Gastronómico ‘Vitela Assada à Moda de Fafe’ realizado em 2000 e que teve como objecto fixar o método e as técnicas de confecção do receituário e que passam pela utilização como matéria-prima da vitela de raça barrosã, galega ou cruzada; a apresentação da vitela em naco; a cozedura da vitela e da batata, em simultâneo e lentamente, em forno a lenha, de forma a resultar o aspecto “tostado”; a textura do molho com teor médio de gordura e o tempero não muito forte, uma marinada de vinho verde tinto, louro e uma ligeira utilização das pimentas.
A indumentária dos confrades de Fafe é constituída pela capa (castanha e amarela), o chapéu (castanho), o escapulário (tom de prata), com colar de pele castanha e a vara, com a tonalidade do pau de marmeleiro, representando o pau que os pastores usavam para tanger o gado e também o instrumento habitual na prática do típico jogo do pau fafense.
A vitela assada é o prato típico das quartas-feiras em Fafe, bem como das feiras francas que decorrem em Maio.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

SAR Dom Duarte Confrade Honorário dos Sabores de Sintra


SAR Dom Duarte de Bragança vai ser aclamado Confrade Honorário da Confraria dos Sabores de Sintra

Dom Duarte Pio de Bragança vai ser aclamado Confrade Honorário da Confraria dos Sabores de Sintra, numa cerimónia que vai decorrer no Palácio Nacional de Queluz no próximo dia 27 de Abril.
Refira-se que a Confraria dos Sabores de Sintra é uma associação sem fins lucrativos, constituída no dia 22 de Dezembro de 2010, e partiu da vontade de um grupo de pessoas profundamente ligadas a Sintra que pretendem fomentar os costumes e tradições da região.
Radicados na vila ou em locais distantes, têm em comum a admiração pela sua beleza e seus encantos, pelos seus produtos gastronómicos, pela sua cultura e história.
A esta confraria aderiram produtores locais dos mais emblemáticos produtos de Sintra: as queijadas, os travesseiros, os fofos de Belas, o vinho Ramisco, a maçã reineta, o pêssego de Colares ou o leitão de Negrais.
A Confraria dos Sabores de Sintra apresentou-se pela primeira vez na Sala da Coroa do Mosteiro Jerónimo, na Quinta da Penha Longa, perante 55 confrades com o objectivo de promover a gastronomia, doces, e vinhos do concelho de Sintra.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

CONFRARIA DA BROA DE AVINTES de VILA NOVA DE GAIA


O nome de «Avintes» surge, frequentemente, aliado à broa. Contudo, os tempos áureos do fabrico e distribuição deste produto já lá vão Embora ainda hoje se possa falar na padaria como uma das mais importantes actividades da freguesia, não tem já - nem de longe nem de perto - a imponência e o significado que teve noutros tempos, principalmente no século XVIII.
Por essa altura, a moagem dos cereais era a principal  ocupação em Avintes.  Gondim («Avintes e suas Antiguidades»),baseando-se nas suas investigações, nota que em 1764 havia grande quantidade de pessoal empregado nesta actividade. Segundo o mesmo autor, em 1747 coziam-se, por semana, na freguesia, 96 carros deste pão. Em 1758  as águas do  Febros faziam  girar cinquenta rodas de moinhos.
No entanto, a apetência da freguesia para a moagem surgiu muito antes. De acordo com estudos realizados, a actividade deve ter surgido no reinado de D. Dinis. Este monarca, receoso dos incêndios, proibiu a cozedura do pão de milho na cidade. Estavam, então, abertas as portas da oportunidade para Avintes. A produção aumentava.
O seu especial paladar abriu-lhe fronteiras e trouxe-lhe a fama. O cuidado com que era tratado, o ser fabricado de farinha recentemente moída em bons moinhos de água, como são os do Febros, davam-lhe um gosto inimitável. O desenvolvimento desta área atingiu níveis inicial mente impensáveis.

 Este selo pode ser "lambido", sabe a broa!

Promover, dignificar, defender e divulgar o património gastronómico do concelho de Vagos: A Confraria Das Saínhas



A Confraria Das Saínhas tem como objectivo específico promover, dignificar, defender e divulgar o património gastronómico do concelho de Vagos, em especial, e da região em que o mesmo se insere, bem como, pugnar pela defesa da autenticidade desse património, como referencia histórica, económica, social e tradicional.
«A cozinha é uma arte, o vaguense um artista. Deste modo, Vagos é pródigo em arte: quer colorindo uma tela, ou dedilhando um instrumento, ou amanhando o chão ou decorando um apetecível prato de saborosa comida». Ainda segundo Maria Eugénia, «em Vagos sempre se comeu bem» nos «muitos e bons restaurantes do concelho» que preparam «dos pratos tradicionais à cozinha mais sofisticada e moderna».


É uma cozinha de pobres, é certo, mas rica em sabores. A herança de um povo que do pouco conseguiu imenso. De um povo que, quando faltava o leite, fazia com um pedaço de pão duro, uma açorda, para alimentar os filhos. Um povo que, com o rabo de uma sardinha amarela, temperava uma panela de couves com batatas, com um pedaço de carne gorda frita e crocante, temperava as favas. Um povo que aproveitava o porco até às entranhas, retirando os véus que transformava em gostosas e estaladiças SAINHAS.
Foi com muito orgulho que nos propusemos aceitar o nome “As Sainhas” para a nossa confraria. E sem nos opormos à evolução natural da gastronomia, vamos promover o levantamento do nosso passado gastronómico.
Sem renegar a boa mesa e os bons produtos como vocação natural destas associações, vamos ajudar a desmistificar, perante a opinião pública, o importante trabalho das Confrarias.