Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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domingo, 16 de junho de 2013

4ª Caminhada ao Penedo das Letras


OLIVEIRA S. PEDRO - 2013
São Pedro de Oliveira é uma freguesia rural do concelho de Braga.
Do seu património destaque para o “Penedo das Letras”, que inspirou ao longo de tempos lendas e narrativas de amores proibidos. Diz-se que ali se refugiava o Rei D. Miguel para se esquecer dos conflitos com a sua mãe. Porém, o povo sempre afirmou que o rei vinha ao Penedo das letras para cortejar uma moça da terra.
Ao lado do penedo existe um outro com a seguinte inscrição: “No dia 6 de Dezembro de 1832, veio a este sítio e subiu a estas pedras Sua Majestade o Senhor D. Miguel Iº”
NO DIA 15 DE OUTUBRO DE 2011
VEIO A ESTE SITIO
E SUBIU A ESTAS PEDRAS
SUA ALTEZA REAL
O DUQUE DE BRAGANÇA
DOM DUARTE PIO
 + INFO:

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Visita de S.A.R., O Senhor Dom Duarte, a Oliveira S. Pedro, nos sites internacionais (2)

Dom Duarte en visite à Oliveira


Dom Duarte, Duc de Bragance, Chef de la maison royale de Portugal, s'est rendu le 15 Octobre 2011 sur la commune de Oliveira S.Pedro, près de Braga.

Il a inauguré, avec Augusto Carvalho, président de la Commune de Oliveira (S.Pedro), l'une des 556 localités du territoire de Braga et Guimãraes, la première réplique des anciennes bornes de démarcation de l'ancienne seigneurie de Bragance.

Ces pierres de granit présentent l'écu en relief des armes de Bragance, aux cinq écus (que l'on retrouve dans les armes de Portugal) assortis de la lettre B.

Cette reconstitution avait été faite à l'initiative de la Commune, et avec Manuel Beninger, Maire adjoint, et un exemplaire en a été offert à Dom Duarte.

Ils ont visité les "Rochers aux Lettres", ou "Rochers des Lettres", toujours à Oliveira. Ce lieu fut un refuge, amoureux dit-on, du Roi Miguel Ier, et a inspiré des légendes et des contes de l'amour interdit.

Dom Duarte a signé le document de la Commune ainsi : Le Roi de Portugal était à S.Pedro.

Inauguration de l'une des pierres avec le président de la Commune. Le voile représente les armoiries de Oliveira S.Pedro. Sur la plaque est indiquée "Marques de la Maison de Bragance"et "Le Rocher aux Lettres".

© PPM Braga

Merci à Manuel Beninger, du PPM (Parti Populaire Monarchique) de Braga.


La maison royale de Bragance est une famille issue des rois de Portugal. Elle est à son tour montée sur le trône en 1640 et demeura jusqu'en 1910.

Fonte: Royauté-News

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

PORTUGAL, GLÓRIA MAIOR!

PORTUGAL, GLÓRIA MAIOR!

.................................................


A matutina luz, serena e fria,

As estrelas do Pólo já apartava,

Quando na cruz o Filho de Maria,

Amostrando-se a Afonso, o animava;

Ele, adorando quem lhe aparecia,

Na Fé todo inflamado, assi gritava:

- "Aos infiéis, Senhor, aos infiéis,

E não a mi, que creio o que podeis!"



Com tal milagre os ânimos da gente

Portuguesa inflamados, levantavam

Por seu rei natural este excelente

Príncipe, que do peito tanto amavam;

E diante do exército potente

Dos inimigos, gritando, o Céu tocavam,

Dizendo em alta voz: - "Real, real,

Por Afonso, alto Rei de Portugal!"


Luís Vaz de Camões
"Os Lusíadas"
Canto III
45-46

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Visita de S.A.R., O Senhor Dom Duarte, a Oliveira S. Pedro, nos sites internacionais (1)

S. A. R. le duc de Bragance en visite à la paroisse Oliveira S. Pedro à Braga


Le 15 octobre, le chef de la Maison royale de Portugal était à Oliveira S. Pedro dans le cadre d'un projet qui vise à réhabiliter le patrimoine historique fortement associé à la famille de Bragance (elle y possédait des propriétés depuis plusieurs siècles par héritage des comtes de Barcelos).


Photos de la visite:

http://ppmbraga.blogspot.com/2011/10/recepcao-e-boas-vindas-sar-o-senhor-dom.html

http://ppmbraga.blogspot.com/2011/10/sar-o-senhor-dom-duarte-duque-de_17.html

Fonte: Gotha d’hier et d’aujourd’hui

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Discurso de S.A.R., O Senhor Dom Duarte no almoço em Oliveira S. Pedro


S.A.R., O Senhor Dom Duarte, da Sereníssima Casa de Bragança, discursa depois do almoço realizado em Oliveira S. Pedro:

"Um povo que mantém as suas raízes é um povo que tem futuro.

Um povo sem raízes, desaparece.

…

Um povo que por incúria, por desleixo, deixa passar uma lei que permite que as crianças não nasçam e sejam mortas, isto não é aceitável, nem pelos homens, nem por Deus.

Não podemos esperar que Deus nos ajude enquanto mantivermos uma lei de genocídio das crianças".

Almoço no Espaço Convívio da Paroquia de Oliveira S. Pedro com S.A.R., O Senhor Dom Duarte


“Viva o Rei. Viva Dom Duarte” gritavam as pessoas.

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com a “Confraria do Pudim Abade de Priscos”.

O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, com músicos de cantares minhotos.

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com a deputada municipal na Assembleia Municipal de Braga Sílvia Oliveira.

Agostinho Peixoto, presidente e juiz da Confraria do Pudim Abade de Priscos, com S.A.R., O Senhor Dom Duarte, da Sereníssima Casa de Bragança.

Almoço no Espaço Convívio da Paroquia de Oliveira S. Pedro.
Prof. Doutor Carvalho Guerra, ex Reitor da Universidade Católica Portuguesa do Porto com S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.

Intervenção do Prof. Doutor Carvalho Guerra.


S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com os voluntários que serviram o almoço. Dizia-se, de boca em boca, que tinha sido um repasto digno para o Rei.

Subida ao Penedo das Letras com S.A.R., O Senhor Dom Duarte

O REI com o seu Povo. “Viva Dom Duarte, Viva o Rei de Portugal” diziam as pessoas.

S.A.R., O Senhor Dom Duarte Duque de Bragança, visita o Penedo das Letras

O Povo que o acolheu sempre com entusiasmo o Senhor Dom Duarte. O Rei entre o Povo.

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, da Sereníssima Casa de Bragança, cumprimenta os jovens voluntários que deram apoio logístico no alto do monte do Penedo das Letras.

No cimo do Penedo das Letras.

“Num penedo pontiagudo que se eleva sobre os outros de dimensões formidáveis, lê-se com caracteres elegantes, que já foram dourados, a seguinte inscrição:

NO DIA 6

DE DEZEMBRO DE 1832

VEIO A ESTE SITIO

E SUBIV A ESTAS PEDRAS

SVA MAGESTADE O

SENHOR D. MIGUEL 1º”

Texto de Albano Belino

"NO DIA 15 DE OUTUBRO DE 2011

VEIO A ESTE SITIO

E SUBIU A ESTAS PEDRAS

SUA ALTEZA REAL

O DUQUE DE BRAGANÇA

DOM DUARTE PIO"

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, discursa para as gentes minhotas de Oliveira S. Pedro.

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, inaugura a primeira réplica do Marcos da Casa de Bragança

“Marcos que testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança. Em alto-relevo numa das faces, está gravado na pedra de granito, bem visível, um escudo com as cinco quinas e em baixo pode verificar-se a letra B (Bragança)”

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, visita os Marcos existentes na freguesia com os símbolos da Casa de Bragança.

Inauguração da primeira réplica do Marcos da Casa de Bragança. S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, com o presidente da Junta de Freguesia de Oliveira S. Pedro Augusto Carvalho.

"INAUGURADO POR SUA ALTEZA REAL

O DUQUE DE BRAGANÇA

DOM DUARTE PIO

15-10-2011"


domingo, 16 de outubro de 2011

S.A.R., O SENHOR D. DUARTE, EM OLIVEIRA S. PEDRO: “AS TERRAS QUE, EM PORTUGAL, SOUBEREM APROVEITAR A SUA HISTÓRIA TÊM FUTURO"

“Jornal de Notícias” de 16 de Outubro, pág. 36


D. Duarte diz que alguém tem de ir para a prisão


“Quero ver quem vai para a prisão, porque alguém tem de ir porque roubaram o dinheiro público”, alega D. Duarte, Duque de Bragança, a propósito do estado das finanças nacionais.

“Há muitos anos que venho dizendo que se deve direccionar o investimento para obras produtivas ou de interesse público, como hospitais e serviços essenciais para a população. Sempre combati e critiquei os estádios de futebol ou auto-estradas que pouca gente servem. Chamavam-me retrógrado, mas agora o resultado está à vista”, disse D. Duarte, em Oliveira S. Pedro, Braga, onde inaugurou o projecto de colocação de réplicas de marcos da Casa de Bragança, que delimitam aquela freguesia. São nove réplicas que se juntam a outros tantos originais que resistiram ao furto.

Acompanhado do deputado municipal Manuel Beninger, D. Duarte alertou os portugueses para a “atenção que devem ter aos bancos onde colocam o seu dinheiro. Há bancos locais, corporativos que devem merecer a preferência, porque são de confiança”, lançando criticas àqueles que se aproveitaram das economias de famílias para “roubar”.

Mas D. Duarte deixou uma mensagem de esperança, principalmente aos que apostam na preservação da arquitectura local e na defesa de sítios naturais. “As terras que, em Portugal, souberem aproveitar a sua história têm futuro. Há sítios muito bonitos, mas que têm sido completamente desfigurados. Como a cidade de Braga, que ter sítios muito aprazíveis, mas também foi alvo de muita destruição e tem zonas que foram completamente desfiguradas”, denunciou D. Duarte Nuno.

A freguesia de Oliveira S. Pedro está a desenvolver um trabalho de reabilitação histórica, no qual se inclui a recolocação de marcos da casa de Bragança. Dos 18 inicialmente existentes resta metade e a junta de freguesia quer recuperar essa componente histórica, entre os quais se inscreve o Penedo das Letras.

S.A.R, O Senhor Dom Duarte defende que “alguém tem de ir para a prisão “porque o país foi assaltado, roubado e violentado”

Jornal “Diário do Minho” de 16 de Outubro, pág. 4


Pretendente ao trono quer criminalização da crise

Dom Duarte Pio quer ver quem vai para a prisão


O chefe da Casa Real de Bragança acusou ontem o regime republicano de ter conduzido o país a uma situação de falência e fez saber que espera agora a criminalização dos políticos responsáveis pela situação económica e financeira em que Portugal de encontra. Dom Duarte Pio deixou claro que os republicanos assumiram os destinos do país num momento em que Portugal era um dos mais ricos da Europa, tendo-o transformado num dos países mais pobres, 101 anos depois, apesar dos muitos milhões e milhões de euros que chegaram da União Europeia.

«Em 1910, a república herdou um país rico. Uma centena de anos depois, e após milhões e milhões de euros que nos foram concedidos pela União Europeia, conseguiu levar o país à falência», acusou o pretendente ao trono português, apontando o dedo «à incompetência e à corrupção» que, no seu entender, tem caracterizado a classe política portuguesa.

O pretendente ao trono português falava à margem de uma visita que efectuou à freguesia bracarense de Oliveira S. Pedro, a convite da Junta de Freguesia local. A deslocação de Dom Duarte motivou a inauguração da primeira réplica dos Marcos da Casa de Bragança existentes na localidade e que testemunham as delimitações de senhorio da Casa de Bragança.


Dinheiro fácil não nos salva

Dom Duarte Pio foi mais longe nas críticas que dirigiu ao regime republicano e deixou claro que o país não pode deixar de responsabilizar os responsáveis pelo descalabro das contas públicas. «Agora, quero ver quem é que vai para a prisão», disse, sentenciando que «não é preciso ser economista para saber que quando um país gasta mais do que produz, acaba por ser confrontado com problemas muito sérios».

Assumindo que os sacrifícios que estão a ser exigidos aos portugueses «são muito violentos», o pretendente ao trono português não deixa de atribuir alguma responsabilidade pela situação às ajudas financeiras que Portugal tem recebido dos seus parceiros europeus.

«O dinheiro dos outros nunca foi salvação, porque é sempre muito mal gasto. O que nos salva é a nossa inteligência e a nossa capacidade de trabalho», continuou o duque de Bragança, expressando a expectativa de que o país «saiba aproveitar as lições da história para voltar a ser responsável e poder ultrapassar as situações desastrosas a que a república nos conduziu».

Reconhecendo que «a crise é muito dura e muito desagradável», o duque de Bragança contrapôs que ela é também «uma oportunidade para analisarmos os que fizemos de errado e mudar o rumo dos acontecimentos».

«Quando a situação é difícil, é que somos capazes de olhar o futuro e resolver os nossos problemas», sentenciou Dom Duarte Pio, acrescentando que «espera que as pessoas mais válidas para ajudar o país a criar riqueza não sejam obrigadas a emigrar e que aquelas que já emigraram possam voltar, para ajudar o país a recuperar da crise».


Políticos são problema

O herdeiro do direito ao trono questionou, a propósito, como pode ser compreensível que Portugal tenha sido transformado num dos países mais pobres da Europa, ao mesmo tempo que os portugueses tiveram um papel determinante na transformação do Luxemburgo no país mais rico da Europa. Desfazendo a contradição, o chefe da Casa Real sublinhou que «isso demonstra que o problema não está na falta de capacidade dos portugueses para gerar riqueza, mas na corrupção e falta de qualidade do regime político».

Na deslocação à freguesia de Oliveira S. Pedro, em que também tomou parte o líder do PPM na Assembleia Municipal de Braga, Dom Duarte Pio subiu à montanha local, para visitar o emblemático “Penedo das Letras”, que foi visitado por Dom Miguel, em 6 de Dezembro de 1832. A espécie de homenagem ao bisavô do actual pretendente ao trono foi assinalada com a inauguração de uma placa comemorativa. A jornada monárquica, promovida pela junta de freguesia republicana, pretendeu assinalar a «reabilitação histórica» da localidade de Oliveira S. Pedro.

POPULAÇÃO ELOGIOU SIMPATIA E SIMPLICIDADE DE S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE, O DUQUE DE BRAGANÇA

Jornal “Correio do Minho” de 16 de Outubro, pág. 6


POPULAÇÃO ELOGIOU SIMPATIA E SIMPLICIDADE DO DUQUE

A população de Oliveira São Pedro participou activamente nesta visita oficial de D. Duarte, Duque de Bragança, à freguesia.

O pretendente ao trono português foi bastante aplaudido e as pessoas elogiaram-lhe a simplicidade e simpatia. O dia de ontem fica gravado na história desta terra bracarense.


Oliveira S. Pedro é um exemplo para o país

O pretendente ao trono português. D. Duarte, Duque de Bragança, elogiou ontem a valorização que a freguesia de Oliveira S. Pedro está a fazer da sua história e património. “É um bom exemplo para o país”, disse, no decorrer de uma visita oficial à localidade.


Recebido com aplausos da população e a actuação da Banda Marcial de Arnoso, D. Duarte Pio, Duque de Bragança, elogiou ontem o esforço que tem sido levado a cabo pela freguesia de Oliveira São Pedro na valorização e preservação do seu património e da sua história.

“As terras que em Portugal souberem aproveitar a sua história e a sua paisagem e preservar a sua cultura são as que têm futuro. As terras e os países onde esses valores são esquecidos têm tendência a desaparecer”, referiu D. Duarte, que esteve em visita oficial à freguesia de Oliveira São Pedro, em Braga.

Deslumbrado com o amor que a população devota pela sua terra, o Duque de Bragança inaugurou uma réplica dos Marcos da Casa de Bragança que em tempos existiram na localidade.

A Junta de Freguesia de Oliveira São Pedro fez um levantamento dos locais de onde desapareceram marcos e resolveu mandar fazer réplicas para os substituir.

Estes marcos testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança, sendo visível numa das suas faces o escudo e as cinco quinas sobre a letra B de Bragança.

Ao longo dos anos os marcos originais foram desaparecendo, como explicou o tesoureiro da junta, André Faria, aos jornalistas à margem da cerimónia oficial de ontem.

Património da história de Oliveira São Pedro, dois desses marcos originais já foram recuperados pela junta, com a colaboração das pessoas que os tinham em seu poder.

“Há outros marcos aos quais se perdeu o rasto e que devem estar a enfeitar jardins em propriedades privadas”, sugere o autarca, apelando a que quem tem os marcos os de volta à freguesia. “Ou quem souber onde eles estão que nos diga para nós investigarmos se são os marcos originais ou não”, apela.

Foram identificados nove locais de onde desapareceram os marcos. Um desses locais fica na extremidade da freguesia com Guisande, que foi precisamente onde D. Duarte Pio inaugurou ontem a réplica.

As réplicas, em granito, foram esculpidas por um artista da terra, Marcelino Bezerra. Foi também ele o autor de uma réplica mais pequena que foi oferecida a D. Duarte.

Nesta visita, o Duque de Bragança ficou ainda a conhecer o Penedo das Letras, local onde a 6 de Dezembro de 1832 esteve o seu bisavô, D. Miguel I, como testemunha uma inscrição no local. O Duque de Bragança (que pernoitou no Hotel Alves, em Penso S. Vicente), visitou ainda a capela de S. Bento, o padroeiro de Oliveira S. Pedro, e participou num almoço em sua honra.


D. Duarte: “alguém tem de ir para a prisão”

O pretendente ao trono português, D. Duarte Pio defende que “alguém tem de ir para a prisão “porque o país foi assaltado, roubado, violentado”.

Respondendo aos jornalistas que lhe pediram um comentário à actual situação do país, o Duque de Bragança lembrou que há muitos anos que defende que os investimentos públicos devem ser feitos em obras que sejam produtivas, que produzam riqueza para o país, que possam produzir produtos para aumentar as exportações e também em obras de interesse imediato para as necessidades das pessoas, como a saúde pública e a educação. “Sempre combati auto-estradas em exageros, campos de futebol Expo’s e toda a espécie de desperdício de dinheiros públicos. E sempre me criticaram por combatê-los, diziam que eu era retrogado e contra o progresso”, recordou D. Duarte Pio, acrescentando que “era óbvio. Não era preciso ser um grande economista para perceber que não se pode gastar mais do que aquilo que se tem, qualquer dona de casa percebe isso muito bem”.

E questiona: “os nossos cérebros não foram capazes de perceber isso? Perceberam, mas não ligaram e enquanto houve dinheiro para gastar, gastaram. Porque havia sempre quem beneficiava com isso politicamente ou até de maneiras mais graves”.

O Duque de Bragança aponta ainda o dedo aos bancos, alertando as pessoas para escolherem muito bem a entidade em quem confiam as suas poupanças.

Recepção e Boas-vindas a S.A.R., O Senhor Dom Duarte, na Junta de Freguesia de Oliveira S. Pedro

Recepção a S.A.R., O Senhor Dom Duarte, na Junta de Freguesia de Oliveira S. Pedro com a Banda Marcial de Arnoso

O Rei saúda o Povo.

Esclarecimentos do presidente da Assembleia de Freguesia, Engº Rui Rua, sobre os “Marcos da Casa de Bragança” e “Penedo das Letras” a S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.

Réplica do Marco da Casa de Bragança oferecida a S.A.R., O Senhor Dom Duarte, pela Junta de Freguesia.

Palestra de S.A.R., O Senhor Dom Duarte na Junta de Freguesia.

Para que fique registado. O REI DE PORTUGAL ESTEVE EM OLIVEIRA S. PEDRO.

O pequeno-almoço com S.A.R., O Senhor Dom Duarte em Oliveira S. Pedro

O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, na companhia do Engº Rui Rua, presidente da Assembleia de Freguesia de Oliveira S. Pedro, e do Prof. Doutor Carvalho Guerra, ex-reitor da Universidade Católica do Porto, no Hotel Rural Alves.

sábado, 15 de outubro de 2011

S.A.R., O Senhor Dom Duarte em Oliveira S. Pedro

S.A.R., O Senhor Dom Duarte com a Dr.ª Fátima Carneiro, Dr.ª Ana Isabel Souto Maior e Drº Fernando Jorge Pereira de Lima (da esquerda para a direita)

Jantar de recepção a S.A.R. no Hotel Rural Alves, em Braga, onde foi servido robalo recheado com presunto e legumes aromatizados, bem como arroz de pato à portuguesa acompanhados de vinhos da nossa região.

Manuel Beninger, André Faria, Augusto Carvalho e Rui Rua (tesoureiro, presidente da Junta e presidente da assembleia de Freguesia de Oliveira S. Pedro). Ao fundo, as irmãs Celeste e Emília Alves, proprietárias do Hotel Rural Alves e respectiva mãe, Albertina Gomes.

Kiwi português. Produtos produzidos em Portugal, algo que Sua Alteza muito aprecia.


D. Duarte em Oliveira S. Pedro

D. Duarte de Bragança está, durante o dia de hoje, em visita a Oliveira S. Pedro, a convite da Junta de Freguesia, que tem em curso um projecto de reabilitação do património histórico, fortemente associado à família de Bragança, a última dinastia monárquica portuguesa, que desde há muitos séculos (por herança dos condes de Barcelos) teve ali vários terrenos.

Hoje, após a cerimónia de recepção oficial na Junta de Freguesia, o descendente do último rei de Portugal vai visitar, pela primeira vez, os marcos da Casa de Bragança existentes na localidade e assistir à inauguração da primeira réplica dos marcos a colocar nos locais onde desapareceram alguns originais. O programa inclui ainda a visita ao Penedo das Letras, um local ermo onde existe um registo, gravado na pedra e datado de 6 de Dezembro de 1832, da passagem do rei D. Miguel. O programa inclui ainda um almoço.

Acompanhado da esposa, D. Duarte de Bragança está no concelho de Braga desde ontem. Jantou com autarcas de Oliveira S. Pedro e com um grupo de monárquicos bracarenses, no Hotel Rural Alves, na freguesia vizinha de S. Vicente de Penso, onde também pernoitou. Trata-se de um imóvel com séculos de história (registado pela primeira vez em 1881), entretanto transformado em hotel, que funciona há pouco mais de um ano.

Jornal “Diário do Minho” de 15 de Outubro, pág. 10