Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

Mostrar mensagens com a etiqueta Juventude Monárquica dos Açores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Juventude Monárquica dos Açores. Mostrar todas as mensagens

sábado, 22 de dezembro de 2012

Conferência de imprensa sobre a Toxicodependência, Desemprego Juvenil e o esvaziamento do Conselho Regional de Juventude


A JM-Açores emergiu de uma necessidade política dos jovens monárquicos açorianos terem um espaço institucional onde possam ver projectados os seus desejos e ambições políticas. Deste de Outubro de 2011 que o PPM se dedica a este projecto e foi em Março seguinte que a JM se estreou no Conselho Regional de Juventude. Perante o bombardeamento visual de injustiças e precaridade, a JM deliberou a concessão desta conferência com vista a alertar os açorianos e açorinas para a “Peste Negra” do início século XXI.
Os jovens monárquicos estão profundamente chocados com dados publicados pelo IDT (Instituto da Droga e Toxicodependência) relativamente ao consumo de substâncias ilícitas pelos estudantes açorianos. Foi contabilizado que 30% dos estudantes do ensino secundário já consumiu algum tipo de droga ao longo da vida; no 3º ciclo são 14,7% dos estudantes já fez utilidade de estupefacientes. Não só estas informações são comprovações de uma avalanche de insucessos e má aplicação de programas de combate à toxicodependência, mas também choca-nos o facto de Governo Regional não se ter mostrado preocupado, em praça pública, com este estudo nem ter lançado às luzes da ribalda algum tipo de parecer ou exegese para, de modo inequívoco, os açorianos e açorianas ficarem com devida noção da motivação para a ocorrência destes números faraónicos.
Como testemunhas oculares, bem sabemos que, por exemplo, no Largo Mártires da Pátria, alguns estudantes da Escola Secundária Antero de Quental consomem e traficam droga à queima-roupa. As autoridades policiais pouco ou nada fazem para o controlo desta situação. Quem visita este espaço, no centro de Ponta Delgada, no decorrer do horário escolar é acariciado com uma acuidade violenta de quem está a fazer usufruto destes malefícios, o que, em primeiro lugar, oferece uma má imagem do centro urbano de Ponta Delgada, e em segundo lugar passa uma mensagem aos visitantes de toda uma classe estudantil que é devoradora de drogas. Neste último ponto, é bom esclarecer que nem todos os estudantes se deixam levar pelas andadas alucinogénias, pois um pequeno agregado poderá induzir as pessoas a exercer uma hermenêutica errónea sobre esta “elite”, todavia este tipo de preconceito é uma blague, portanto a leitura dos dados do IDT facilmente desmitifica estes maus juízos.
A JM também se vê preocupada com o aumento colossal do desemprego na região, tendo ainda mais preocupação com o aumento do desemprego jovem. Os dados mais recentes da OCDE que JM apurou dão conta que em Outubro deste ano a taxa de desemprego, a nível nacional, subiu para 16,3% (a mesma percentagem que Agosto de 2012), tendo em consideração que em Setembro havia recuperado um ponto percentual. No cerne da classe dos desempregos, contabilizam-se 39,1% de jovens nesta condição. Em termos individuais, são 888 milhões de pessoas no desemprego e num prisma mais abrangente, Portugal vê-se, assim, “congratulado” com bronze no pódio da taxa de desemprego dos membros da OCDE.
No que concerne ao panorama açoriano sabe-se que taxa tem subido como se fosse um braço de uma parábola. Aplicando números nesta premissa, apuramos que a taxa de desemprego na região em 2007 tinha o valor de 4,3% e no ano seguinte subiu para 5,5% e deste aí tem-se elevado até 15,6% no segundo trimestre de 2012, sendo este um valor acima à média nacional apurada pelo INE que fica pelos 15%.
Em Março de 2012, o anterior Presidente do Governo Regional convocou uma reunião ordinária do Conselho Regional de Juventude tendo como epígrafe o “Desemprego Juvenil”. Carlos César previu calmarias da taxa de desemprego na região, em declarações feitas à entrada do Conselho de Juventude, como tal, com base nos dados apurados pela JM, pensamos que Carlos César se deve ter ficado deslumbrado pelo oportunismo político e eleitoralista ao apresentar este “mapa astrológico”.
O braço jovem do PPM sente que o Governo Regional, assim como, o partido que o suporta tendem a exercer uma subalternação deste órgão e perante a analogia do Decreto Legislativo Regional que prevê a existência do órgão em causa e o conjunto de normas que assim o regem, verifica-se que o Governo Regional desonra sem pudor os estatutos do Conselho de Juventude.
É intenção da JM-Açores reger sempre as suas linhas ideológicas em prol dos jovens açorianos e das suas valências como cidadãos, com ideias totalmente actuais para a condução do nosso Arquipélago e, fazemos a intenção acintosa de não ficar calados nem resignados enquanto não seguirem devidamente os estatutos deste órgão juvenil ou, singelamente, lançarem as aspirações e vontades dos jovens às feras da negligência ou das políticas ab-rogantes. É bom também fazer recordar a todos que antes desta instrumentalização socialista do Conselho de Juventude, que o Conselho de lha de São Miguel está inactivo de momento, visto que já passamos a hora de almoço, parece-nos que o Governo Regional mandou o Conselho de lha almoçar durante uns bons momentos e até lá, o povo que espere!
Tendo em conta o que já fora supracitado a JM lança dois reptos ao recém-nascido Governo dos Açores. Em primeiro lugar que convoque uma reunião plenária do Conselho de Juventude com a problemática: “Desemprego Jovem” por sua iniciativa, e em segundo lugar que coloque mais iniciativas ao debate, visto que a juventude não tem como preocupação única e exclusivamente o desemprego.
Em sinal de prostração institucional para com os jovens da Região Autónoma dos Açores, deixamos a abertura para concertação social e, também deixamos a garantia de mais ideias e mais temas que, certamente estão num horizonte próximo na necessidade de discussão e de implementação para a nossa região. Em modo de encerramento, escrevemos sobre as tábuas dos mandamentos das políticas para a juventude que: «Um país que não cuida dos seus jovens, é um país que não cuida de si.»
Ajuda da Bretanha, 19 de Dezembro de 2012

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Juventude Monárquica dos Açores aposta na luta contra a droga


Uma nova força política, a Juventude Monárquica, apresentou-se quarta-feira, em Ponta Delgada.
Combater o desemprego e relançar a luta contra a droga são objetivos da organização.
A Juventude Monárquica dos Açores quer marcar a agenda politica regional, apesar do seu reduzido número de militantes.
Agora veio a público com dois reptos ao novo Governo Regional: convocar o Conselho Juventude para combater o desemprego e relançar a luta contra a droga.
A Juventude Monárquica tem 35 militantes nos Açores e um lider, Tiago Miranda, que dá os primeiros passos na politica:

domingo, 16 de setembro de 2012

Fórum "Estratégias para o desenvolvimento da Bretanha"

Senhora Directora Regional dos Assuntos Comunitários da Agricultura,

Senhora represente da Direccção Regional do Ambiente,

Senhor repesente da Direccção Regional do Turismo,

Senhor Presidente de Junta de Freguesia do Pilar da Bretanha,

Caros concidadãos,

Sou filho de gerações e de gerações de trabalhadores iletrados, pessoas humildes, simples, virtuosas e que lutaram para que um dia estivéssemos aqui reunidos nesta terra mitificada de lendas de bretões e de genes de Sua Majestade, o Rei Luís XVI de França e Navarra. Nasci de uma gente, cuja sua biografia, não vem narrada nas páginas da história dos Açores, mas que impulsionaram soberanas oposições com a pobreza, com a exclusão social e com a carência de instrução. Nasci de uma gente lendária que esculpiu sobre a rocha bruta o seu aperfeiçoamento moral e espiritual. Nasci de uma gente histórica que se mobilizou em nome da pátria, que escondeu-se num solo vulcânico, centralizado num mar mutante. Nasci de uma gente envergonhada e esquecida, que não se fez conhecer durante séculos, gente do extremo norte da grande rocha talhada, e cuja sua memória e trabalho faço pretensão de enaltecer.

A nossa história foi sempre tida em último plano pela política mediana, desprovida de objectivismo cultural, justificada pelo fundamentalismo complexo da razão diária.
A garantia da educação e formação no futuro é a possibilidade de ter um sabor sólido sobre o nosso passado.
Esta velha terra, situada em modo insular ao poder central, meritamente sente fome de um espaço que lhe acolha a suas vivências e o seu crescimento.
O nosso Governo Regional já poderá ter tido em conta a necessidade que este povo tem sobre a convergência geral do empirismo arcaico. Disse, o nosso actual presidente, Carlos César um dia: «Uma terra sem museu pode ser, perigosamente, confundida com uma terra sem história». Mas em verdade concreta, contemplamos que pouca harmonia plural tenha sido definida para perpetuar as memórias dos nossos camponeses, das nossas festas populares e das nossas raízes.                
Todavia, agradeço, em tom sereno, o nosso Governo Regional pela já, muitas vezes reivindicada e merecida, requalificação do Moinho de Pico Vermelho.

A vida de flor humana, nesta terra, poderá ser um fatalismo nefasto aos loobies modernos do clichê. O envelhecimento da população, nestas freguesias, e a contínua degradação da sociedade civil, carecendo de formação para a cidadania, fazem desta terra uma oferta de hotelaria para quem está no perigoso complexo da orfandade bélica urbana.
Com vida ainda pequena, encaro que a adopção de políticas pronto-a-vestir para a juventude da Bretanha irá excluir os pensamentos pervertidos do abandono e fobia a esta virtuosa terra.

Não sou pessoa de me exceder na humildade política e institucional, não sou apologista das mudanças sociais profundas como as que fora defendidas pelo maçon e político Robespierre. Antes de me querer fazer ouvir, quero que a autoridade suprema do Estado se faça ouvir aqui.
Não sendo republicano, admito e faço entoar uma das famosas frases do antigo Presidente norte-americano, John F. Kennedy: «Não perguntes o que teu país pode fazer por ti. Pergunta antes, o que tu podes fazer pelo teu país.» Afinal, um bom democrata, sendo monárquico ou republicano, de direita ou de esquerda, saberá escolher entre dois males, o menor, isto é, alcançar o melhor objectivo com o menor dispêndio de esforços, sabendo também, que a política é do povo e para o povo, e sóis Vossas Excelências que terão de continuar a polir o testemunho da rocha da Bretanha.

Pilar da Bretanha, 9 de Setembro de 2012
Tiago Reis Miranda

domingo, 26 de agosto de 2012

Bandeira do Reino de Portugal hasteada nos Açores

Bandeira do Reino de Portugal enaltecendo a festa de Nossa Senhora dos Anjos, na Ajuda da Bretanha, no dia 15 de Agosto.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Discurso de Tiago Miranda na Sessão Solene da Celebração do 10º aniversário da Ajuda da Bretanha

A bandeira de Portugal hasteado na Ajuda da Bretanha
Senhor Secretário Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos,
Senhora Vereadora do Ambiente e Recursos Humanos,
Senhor Deputado Regional,
Senhor Presidente da Junta de Freguesia da Ajuda da Bretanha,
Senhora Tesoureira da Junta de Freguesia da Ajuda da Bretanha,
Senhora Presidente da Assembleia da Junta de Freguesia,
Senhora escritora,
Caros concidadãos,

A mando de Poseidon, rubis emanados do ventre de sua mãe, penumbrosos durante jubileus sétimos, esmeraldas se seguiam, suas vestes de lis rejubilam, solenemente, coroando, Sua Majestade, de nove Versalhes. Coração vivo de oceano traidor, que emerge a terra de filósofos procurada, até que prostrado Salomão abdica a errados açores.
Bretões fugidos ou Bretanha fingida? Quem sabe?
Miguel caído, Bretanha pálida.
Depois da Guerra dos Sessenta, do século passado, advém a reforma em Júlio César após um ano de novo século.
Senhor Secretário,
Senhora Vereadora,
Senhor Deputado,
Senhores membros do executivo,
Senhora escritora,
Caros concidadãos,
Em brevíssima síntese supracitada rebuscada com um toque de lírica, faço o meu entender sobre a povoação da poeira do Atlântico Central e da história da Bretanha.
Da geração recente dos anos noventa, revejo nos meus pensamentos na minha terra, a minha Ajuda, a nossa pequena grande Ajuda da Bretanha como espaço que me acolhe como cidadão e me satisfaz como pessoa.
Dez anos da sua existência traz-nos aqui reunidos para celebrar a nossa terra e homenagear os nossos falecidos que fizeram de nós o que somos hoje.
À precisamente dez anos atrás ao dia de hoje, tinha a idade de oito anos, sendo que, como criança, não prestei votos de atenção à fundação da nova casa que se estava a abrir. Apesar de nada se ter alterado, excepto o mapa autárquico da zona, este pedaço de terra de inhames continuou a ser o meu tecto de formação literária.
Elaborando uma abordagem superficial dos primeiros dez anos da sua elevação a freguesia, lembro os dois monumentos mais prestigiantes da Ajuda da Bretanha: a Igreja de Nossa Senhora da Ajuda e do Moinho do Pico Vermelho. No que encosta à Igreja, nos últimos dez anos, o edifício sofreu algumas obras de requalificação significantes, tendo na zona do exterior periférico ocorrido o mesmo. Caminhando até ao Pico Vermelho, notoriamente observamos a ostentação da acção humana sobre uma construção antiga que se ergue das cinzas, à muito pedida pelos habitantes.
Como, continuamente, a freguesia é algo de esquecimento, só na história recente dos últimos anos a obra tem tido mais ênfase na expressão da adaptação da freguesia a Era Moderna. Como exemplo máximo da arquitectura moderna, em termos de espaço público e cívico, consta o Edifício da Sede da Junta de Freguesia, construído em 2009, onde pelo mesmo já governaram dois executivos, o antigo executivo social-democrata e o actual socialista. Este edifício hospeda a Cantina da Casa do Povo, um mercado onde as suas três funcionárias dão, diariamente, o seu saber empírico e a sua simpatia aos seus clientes. O concorrente mercado, da mesma tipologia, caracteriza-se pelo similar anterior, com as respectivas diferenças.
Recentemente, o número de residente da freguesia aumentou, esporadicamente, com a construção de um bairro social e a, repectiva, fixação de famílias. Estranho também a existência, no ano lectivo de 2011/2012, de duas turmas de pré-escolar, nos edifícios escolares da freguesia, visto que as estatísticas inclinam para tendências inversas.
Nos acontecimentos mais recentes, apuro os estragos deixados pelas cheias de Maio que abalaram severamente as duas freguesias da antiga Bretanha, e que ainda hoje se manifestam as cicatrizes.
Senhor Secretário,
Senhora Vereadora,
Senhor Deputado,
Senhores membros do executivo,
Senhora escritora,
Caros concidadãos,
Contudo, a nossa autonomia de poder local encontra-se ameada por soberania superior à nossa autoridade regional. Vejo a Ajuda da Bretanha com espírito autonómico e revela-se festiva à primeira década da sua existência. Temos que saber defender aquilo que é nosso e a saber determinar a nossa gestão e administração, não permitindo a pretexto de reformas centralistas que a aconteça o pior que nos possa acontecer.
Que nunca nos falte a alegria de ser da Ajuda da Bretanha, que nunca nos falte a ambição de um presente e de futuro melhores e que nunca nos falte a vontade de carregar a Ajuda na coração.
Disse.

Ajuda da Bretanha, 10 de Julho de 2012
Tiago Reis Miranda
Presidente da Juventude Monárquica dos Açores

domingo, 15 de julho de 2012

Comemorações do 10º Aniversário da Ajuda da Bretanha

Tiago Miranda, presidente da Juventude Monárquica dos Açores, nas Comemorações do 10º Aniversário da Ajuda da Bretanha.

segunda-feira, 5 de março de 2012

A Juventude Monárquica dos Açores estreou-se no Conselho Regional de Juventude

A Juventude Monárquica dos Açores estreou-se no Conselho Regional de Juventude, representada pelo conselheiro regional Tiago Miranda. O Conselho Regional de Juventude realizou-se, no passado, dia 2 de Março.
Este é um órgão consultivo do Presidente do Governo Regional dos Açores, geralmente, convocado duas vezes por ano.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Juventude Monárquica dos Açores

Alguns membros da Juventude Monárquica dos Açores, em reunião.

Mais "Marias da Fonte". Estes dos Açores. Indistintamente do partido que os suporta, nos tempos que correm, onde os valores materiais são muito mais apelativos do que "perder" tempo em reuniões de trabalho. há que parabenizar estes jovens Assumir ser monárquico, hoje em dia, num país minado pelos diversos lobby's, dos aventais, dos gays, do económico, dos sucateiros, dos robalos, da justiça, etc., etc., e até do republicano, não é fácil e estes jovens merecem o nosso respeito.
Bem hajam e bom trabalho. Maria da Fonte sempre!
Novo logótipo da JM-Açores