Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens

sábado, 30 de agosto de 2014

Em Belém, o município de Lisboa quer destruir os Brasões… e, na Tapada das Necessidades, o que pretende com o seu abandono?

TAPADA DAS NECESSIDADES REGISTA DEGRADAÇÃO E ABANDONO
Câmara Municipal de Lisboa anunciou a realização de obras de requalificação em 2010 mas ainda não as efetuou
Equipamentos degradados e ao abandono, esculturas danificadas, vidros partidos, grafitis, arruamentos em mau estado, lixo e pessoas dormindo estendidas nos bancos do jardim fazem parte do cenário que a Tapada das Necessidades proporciona atualmente a quem visita este espaço magnífico de Lisboa.
Não obstante, à entrada do jardim, um enorme painel publicitário da Câmara Municipal de Lisboa que reflete idêntico estado de abandono e esquecimento, anuncia o início de “Obras de Conservação da Tapada das Necessidades” para abril de 2010 e a sua conclusão para agosto do mesmo ano.
Constituindo parte integrante do Palácio das Necessidades, o jardim vulgarmente designado por Tapada das Necessidades era o local predileto de muitos monarcas para a realização de piqueniques, de entre os quais avultava o rei D. João V.
Para além de constituir uma magnífica zona de lazer dos lisboetas, a Tapada das Necessidades constitui um património que deveria manter-se cuidado e preservado. Aguardemos que a autarquia lisboeta recorde que tinha planeado a sua requalificação e venha a concretizá-la!
Lisboa - Tapada Necessidades (52)Lisboa - Tapada Necessidades (47)Lisboa - Tapada Necessidades (43)Lisboa - Tapada Necessidades (22)Lisboa - Tapada Necessidades (12)Lisboa - Tapada Necessidades (11)Lisboa - Tapada Necessidades (18)

A quem não se importar, pedimos para colocar like no link que se segue, sff:

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Município de Lisboa quer destruir os jardins da Praça do Império

Existe na Câmara Municipal de Lisboa um plano para apagar os brasões nos espaços ajardinados
Na sequência do artigo que ontem aqui publicámos referente ao estado de abandono a que estão votados os jardins da Praça do Império, na zona histórica de Belém, recebemos via facebook a informação da Junta de Freguesia de Belém denunciando a intenção por parte da Câmara Municipal de Lisboa em destruir os brasões existentes nos espaços ajardinados e que constituíram sempre uma magnífica obra de arte da jardinagem na nossa cidade.
Transcrevemos a informação colocada junto da notícia que foi partilhada pela própria Junta de Freguesia de Belém: “Infelizmente este é um caso triste na nossa Freguesia. E que estamos a tentar sensibilizar a CML para que altere esta situação. A resposta que temos tido é que, inclusivamente, planeiam destruir os brasões ali existentes! O que somos frontalmente contra!!”
“Esta situação, que nos arrepia, tem de ser combatida de todas as formas. Existem planos na CML para pura e simplesmente apagar a história que está esculturalmente marcada na Praça do Império, destruindo os brasões que ali se encontram, feitos em flores e arbustos.
O espaço tem sido paulatinamente abandonado de forma a justificar a "inviabilidade" da sua recuperação e assim justificar a sua destruição.
A Junta de Freguesia de Belém é frontalmente contra a destruição do jardim! A história não se apaga! Belém e a Cidade de Lisboa ficariam irremediavelmente mais pobres!”
A intenção da Câmara Municipal de Lisboa constitui um verdadeiro atentado ao património da cidade que deve merecer o repúdio por parte de todos os cidadãos!


A quem não se importar, pedimos para colocar like no link que se segue, sff:

quarta-feira, 10 de abril de 2013

S.A.R., DOM DUARTE ESTEVE PRESENTE NA ENTREGA DOS TROFÉUS DO "LISBOA À PROVA"

O Salão Nobre dos Paços do Concelho recebeu a Sessão Solene de Entrega dos Troféus do “Lisboa à Prova”, concurso gastronómico que já conta com seis edições.
Desta feita, foram 76 os restaurantes premiados pela sua qualidade e pelo serviço prestado à cidade de Lisboa.
A cerimónia contou com a presença de António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, Dom Duarte de Bragança e Nuno Pinto Magalhães, director de Comunicação e Relações Institucionais da Sociedade Central de Cervejas, entre outros.
No seu breve discurso, António Costa destacou a “anualidade do concurso” bem como “o esforço de todos os restaurantes”.
Para além disso, afirmou ainda que que estes são “o rosto da cidade e um cartão-de-visita ao turismo”, essencial para contrariar os tempos difíceis pelos quais passamos.
De seguida deu-se inicio à entrega dos prémios e dos diplomas de participação a todos os restaurantes participantes.
Cinquenta e dois foram premiados com Um Garfo e dezoito com dois. Os restaurantes Belcanto, Eleven, Feitoria, Panorama, Salsa & Coentros e Varanda – Hotel Ritz, foram os grandes vencedores, ao “arrecadarem” o mais prestigiado prémio do concurso, os Três Garfos.

Fotos de Carina Daniel
Maria Menezes / Real Familia Portuguesa

quarta-feira, 13 de março de 2013

Já visitou o Palácio da Independência?


Junto a uma igreja muito especial (que já foi descoberta pelo Onde Lisboa) fica um palácio que a maioria dos lisboetas desconhece, apesar de já ter passado inúmeras vezes à sua porta, em pleno Rossio. Mais ainda, além de ter sobrevivido ao terramoto de 1755, tem no seu interior um jardim que possibilita uma subida à Muralha Fernandina para contemplar a vista sobre a Baixa. Ficaram curiosos? Então fiquem a conhecê-lo:
Em Lisboa são vários os monumentos que ficaram associados a grandes acontecimentos históricos do país, e o Palácio da Independência (como o próprio nome deixa antever) não é exceção. Foi aqui que os Quarenta Conjurados planearam a última reunião antes da Restauração da Independência em 1640. Mas as curiosidades à volta deste palácio não se ficam por aqui.
Tido como um palácio seiscentista, pertenceu durante vários séculos à família Almada, à qual pertencia D. Antão de Almada, um dos Quarenta Conjurados. Por ter resistido ao Terramoto de 1755, o palácio foi aproveitado para socorrer doentes do Hospital de Todos os Santos e, nos anos seguintes, foi alugado para outros serviços públicos como o Tribunal da Relação, o Senado Municipal e, até 1774, o Arquivo Municipal de Lisboa. A sua resistência ao terramoto fez com que muita da traça original do palácio ainda seja percetível, como sejam as chaminés de raiz quinhentista, lembrando as do Palácio da Vila de Sintra, embora numa escala bastante inferior. Mais tarde (1833), a Monarquia Liberal considerou os Condes de Almada apoiantes dos absolutistas, pelo que a família já não se encontrava a morar no palácio quando este foi ocupado pela Comissão Geral dos Estudos. Com isto, o palácio teve um residente muito particular – nada mais nada menos que o escritor Almeida Garrett.
Um palácio repleto de história

Uma das principais surpresas do Palácio da Independência é o (muito bem cuidado) jardim, através do qual se acede a uma réstia da Cerca Fernandina. Os terrenos do palácio ficaram assim, no século XVI, encostados à muralha, que tinha uma das portas de entrada na cidade de Lisboa mesmo ao lado – as Portas de Santo Antão. Curiosamente, numa pequena sala ainda é visível parte do arco de uma das portas, juntamente com o que se supõe ser uma antiga cisterna.
Subindo os degraus da Cerca Fernandina, o peso da história funde-se com uma vista da Baixa à qual não estamos muito habituados, pois coloca-nos a eixo com o Arco da Rua Augusta a uma altura considerável, proporcionando-nos um miradouro fora do comum sobre toda esta zona.
Com o desenrolar dos acontecimentos históricos, o Palácio foi sofrendo algumas obras, entre as quais se destaca a inclusão dos painéis de azulejos do século XVIII, alusivos à Restauração da Independência.
Hoje em dia, funcionam várias Instituições no palácio, sendo que a Sociedade História da Independência de Portugal, o Museu da Identidade Lusíada ou a sedes da Comissão Portuguesa de História Militar são algumas delas. Contudo, a maioria das salas é visitável, desde o Salão Nobre à Biblioteca da Sociedade Histórica, passando pelo átrio, restaurado por Raúl Lino. Existe também uma sala de exposições temporárias e uma pequena capela.
Se depois de toda esta viagem pela história do palácio ficou a curiosidade pela visita, saibam que estas apenas se efetuam por marcação, mas o processo é simples e rápido. As visitas são guiadas para não perder nenhuma das curiosidades que fazem parte deste palácio – desde as janelas manuelinas, passando pela Cerca Fernandina até aos azulejos de Gabriel del Barco.
Posto isto, e uma vez que 2012 foi o último ano em que se comemorou a Restauração da Independência, aproveite para conhecer o sítio onde tudo foi planeado! Aproveite também e dê um salto à Igreja de São Domingos, que fica mesmo ao lado:
Onde Lisboa

domingo, 6 de janeiro de 2013

Cheira mal, cheira a Lisboa...


No tempo da “outra Senhora”, leia-se a Senhora D. Amália Rodrigues, cantava-se Lisboa da seguinte forma:


“(…)Cheira bem, cheira a Lisboa
Uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de mar (…)”

Hoje, o fado dos lisboetas é outro.
Lisboa é uma cidade deprimida, envelhecida, suja, com um cheiro fétido que exala das sarjetas e dos passeios esburacados de uma calçada em tempos dita portuguesa, que hoje, à semelhança de parte significativa do País, intui-se economicamente alemã, angolana ou chinesa.
Felizmente que a tecnologia (ainda) não permite que as imagens aqui disponibilizadas tenham cheiro…

por Júlio Reis Silva

terça-feira, 2 de outubro de 2012

TODOS AO PALÁCIO DA INDEPENDÊNCIA PELA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL!

MENSAGEM AOS PORTUGUESES DO CHEFE DA CASA REAL PORTUGUESA

Portugal triunfará, assim que saibamos estar todos unidos. Ajude-nos a restaurar a esperança! Partilhe esta mensagem! E NÃO FALTEM!


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Estacionamento ilegal põe em risco tesouros do Museu de Arte Antiga



Especificamente é o funcionamento e a segurança do Museu que está em causa, globalmente é a imagem Internacional de Lisboa e o prestigio de Portugal, da sua Arte e História que estão em causa.
António Sérgio Rosa de Carvalho.
-----------------
Estacionamento ilegal põe em risco tesouros do Museu de Arte Antiga
Carros dos bombeiros não conseguem chegar à entrada principal do edifício da Rua das Janelas Verdes. Há dois anos que o director do museu anda a pedir à Câmara de Lisboa para resolver problema.

O estacionamento selvagem no largo onde se situa a entrada principal do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, põe em risco as obras de arte ali existentes, por impedir o acesso dos carros de bombeiros. O alerta é do director da instituição, António Pimentel, que explica que o problema já se pôs no Verão passado, embora sem consequências graves.

Quando, no Verão passado, ardeu a barraca do sem-abrigo que toma conta do estacionamento, junto a uma das paredes do museu, os veículos dos Sapadores não conseguiram passar. O fogo teve de ser apagado recorrendo aos extintores do museu. O problema foi levado à reunião da Câmara de Lisboa esta quarta-feira pela vereadora do PSD Mafalda Magalhães de Barros, que contou que os autarcas responsáveis pelos diferentes pelouros envolvidos na questão - Trânsito, Espaço Público e Cultura - deixaram a certa altura de atender os telefonemas de António Pimentel a queixar-se.

"Evidentemente que o museu está em risco", diz o director. "E todo o seu acervo também. É preciso não esquecer que se encontra dentro destas quatro paredes a maior percentagem de obras classificadas como tesouro nacional".

São apenas 24 os lugares de estacionamento em redor do Jardim 9 de Abril, junto à Rua das Janelas Verdes. Mas isso não impede muitas dezenas de automobilistas de ocuparem todos os dias - e noites também - o largo fronteiro ao museu, passeios incluídos. É verdade que existe outra porta de entrada para o museu, nas traseiras, mas dá para um jardim e não permite o acesso a todo o edifício.

Falta de salubridade

O Partido Popular Monárquico (PPM) fez aprovar recentemente na Assembleia Municipal de Lisboa uma recomendação no sentido de a câmara reorganizar o parque de estacionamento e manter a limpeza nas suas imediações. A par do problema de segurança é preciso também resolver a questão da falta de salubridade à entrada do palácio que alberga o museu, explica António Pimentel: "O sem-abrigo faz dejectos junto às paredes do museu. É uma situação indecorosa que dá uma imagem degradante da instituição. No Verão é insuportável estar na escada de entrada, por causa do odor". 

A recomendação do PPM menciona ainda a existência de ladrões "que se escondem por trás da vegetação desmesurada" do jardim e assaltam os turistas.

O alerta de Mafalda Magalhães de Barros parece, entretanto, ter servido de alguma coisa. "Irei hoje mesmo pedir ao Regimento de Sapadores Bombeiros uma verificação das condições de segurança do museu", declarou, ainda na reunião de câmara, o vereador Manuel Brito. A vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, também já se mostrou interessada em resolver o assunto, estando agendado para o mês que vem um almoço informal do presidente da câmara, António Costa, no museu. 

Além de reivindicar o fim do estacionamento selvagem, o director do museu pretende ainda que seja autorizada a criação de uma paragem para autocarros turísticos na Avenida 24 de Julho, o mais próxima possível da escadaria que desemboca no largo hoje pejado de automóveis. Essa paragem serviria os terminais de cruzeiro de Santa Apolónia e Alcântara, nos quais desembarca uma apetecível clientela para equipamentos culturais deste nível. Segundo a moção do PPM, existe há mais de dois anos um pedido no departamento de mobilidade da câmara nesse sentido. 

Há dois anos dura também a luta do director do museu contra o estacionamento selvagem - até hoje, sem qualquer resultado

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Visita do S.A.R., o Senhor Dom Duarte, à FIA – Feira Internacional de Artesanato, Lisboa

SAR Dom Duarte com presidente do CENA e Adere-Minho Engº Vilaça.
S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, esteve presente na Sessão de Abertura do "Fórum de Artesanato FIA 2012" que decorreu na FIA – Feira Internacional de Artesanato, na FIL, Lisboa.
 Engº Abílio Vilaçapresidente do CENA e Adere-Minho, Guida Sequeira Directora Adjunta do Centro Congresso Lisboa e  Miguel Comporta Director da FIA.
SAR com Director da FIA Miguel Comporta e Ana Paula Mota (Picolé).
Dom Duarte de Bragança acompanhado pelo Eng.º Abílio da Cunha Vilaça, Presidente da Adere-Minho e do CENA (Conselho Estratégico Nacional do Artesanato) da Associação Industrial Portuguesa – Confederação Empresarial (AIP-CE).
SAR com Dra. Graça Ramos (Portugal à Mão).
SAR com Presidente e Vice Presidente do CENA Arqº Jorge Moreira e Engº Vilaça.
Abertura do Forum Artesanato (4ªEdição).
Sessão de abertura do Fórum " O Artesanato Português na Internacionalização da Economia Portuguesa".
 SAR Dom Duarte na abertura do FORUM.
A intervenção de S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, no “Fórum Artesanato - FIA 2012”.
Sempre na defesa do produto português. A grande preocupação de Dom Duarte de Bragança.
SAR Dom Duarte e o Bolinhol de Vizela (Fátima Salgado e a Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional).
SAR Dom Duarte e o artesão José Vilaça (joias em prata).
SAR Dom Duarte no Stand do Município de Barcelos
 Será que Gilinho quis segredar algo a Sua Alteza?
SAR Dom Duarte com os Açores.
SAR Dom Duarte com a Madeira.
SAR Dom Duarte com a vencedora Prémio Nacional Concurso FIA 2012 Elisabete Soares (trabalho de renda de filé).
SAR Dom Duarte com Directora Associativismo AIP Filomena Pires assinar Livro de Honra.