Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Apresentação do livro "MOMENTOS DO MEU SANGUE" de João Afonso Machado
O autor, o monárquico famalicense João
Afonso Machado, esteve acompanhando pelo o seu editor, Daniel Gouveia, e pelo Dr.
Artur Sá da Costa.
Trata-se da recolha de episódios
verídicos, ocorridos na Casa de Pindela, baseados em documentação do seu
arquivo, com interesse para a História do Concelho e a novidade absoluta que
resulta da divulgação de escritos inéditos de grandes vultos das letras
nacionais.
Tem colaboração dispersa em várias
publicações, em particular jornais diários e semanários, de âmbito nacional e
regional. Foi responsável no norte do país pela revista “Portugueses”, a cujo
conselho redactorial pertenceu. Actualmente, mantêm uma colaboração mais
assídua nas revistas “O Tripeiro” e em “Estrada Real”.
A Casa de Pindela pertence à mesma
família desde há cerca de 600 anos, visto que em 1442 era já seu proprietário o
Escudeiro-fidalgo João Afonso do Prado, avô de Luís de Carvalho, também
Escudeiro-fidalgo, que veio a instituir o morgadio de Pindela.
Data de 1551 - o tempo do 1º morgado,
o Cavaleiro-fidalgo Simão Pinheiro, sobrinho de Luís de Carvalho - o documento
mais antigo que se conhece sobre a arquitectura da casa, que mostra que as suas
dimensões correspondiam ao seu actual corpo central.
Em 1661 é construída a capela, com
uma única nave e apresentando diversos pormenores românicos. A iniciativa cabe
ao 5º morgado, José Pinheiro Lobo, que viria a ser assassinado. Após um período
de violentas disputas pelo morgadio, o 8º morgado, João Machado Fagundes da
Guerra Pinheiro e Figueira ordenou a feitura de muitas obras de restauro e
melhoramentos.
terça-feira, 17 de junho de 2014
S.A.R. o Duque de Bragança estará na apresentação de "Eu Vivi a Queda do Império - Factos e Personagens Verídicos"
Dia 19 de Junho (próxima quinta-feira), S.A.R. o Duque de Bragança estará presente na sessão de apresentação de "Eu Vivi a Queda do Império - Factos e Personagens Verídicos", a mais recente obra do Professor Amaro Monteiro, que terá lugar na Biblioteca do Palácio Galveias, em Lisboa, pelas 19h00.
Fonte: Joana Dias Pereira
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Lançamento de livro sobre a Rainha Santa com apresentação de S.A.R. a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança
Exºs Senhores,
A Alêtheia Editores e a Confraria da Rainha Santa Isabel têm o prazer de convidar V. Exª para o lançamento do livro de José Miguel Pero-Sanz no próximo dia 7 de Maio (quarta-feira), pelas
18.30 horas, nos Claustros do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.li
A obra será apresentada por S.A.R. a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, e pela Prof. Doutora Maria Helena da Cruz Coelho.
Com os nossos cordiais cumprimentos,
António Rebelo
Confraria da Rainha Santa isabel
Igreja da Rainha Santa Isabel
Alto de Stª Clara
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
106 anos depois de Regicídio
REGICÍDIO - A CONTAGEM DECRESCENTEJorge Morais
A Mais Secreta e Pérfida Conspiração da História Contemporânea de Portugal
Os monárquicos dissidentes e a Carbonária envolvidos no conluio para derrubar a Coroa Portuguesa.
A crónica, a par e passo, de uma trama que vitimou o Rei e o Príncipe Real em 1908 e deu lugar, 33 meses depois, ao fim da Monarquia Constitucional e à instauração da República no nosso país.
Num texto de grande rigor historiográfico e inteiramente baseado em fontes certificadas, usando uma linguagem acessível e cativante, o autor retrata o caos de uma Nação no limiar do século do povo.
PVP: 10 €
Nº de Páginas: 208 | Formato: 16 x 23 cm | ISBN: 978-972-8958-40-4
* Oferta válida para todas as encomendas efectuadas e pagas por transferência bancária até 7 Fevereiro 2014.
OS ÚLTIMOS DIAS DA MONARQUIAJorge Morais
1908 - 1910:
DA ESPERANÇA DE TRÉGUAS À INSTAURAÇÃO DA REPÚBLICA
DA ESPERANÇA DE TRÉGUAS À INSTAURAÇÃO DA REPÚBLICA
Em 6 de Outubro de 1910, telegrafando o fim da Monarquia para a Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, Eduardo Schwalbach escreveu com uma ironia de fel: «Ao cabo de longos e porfiados esforços, os monárquicos acabam de implantar a República em Portugal.»
A TRÉGUA FRUSTRADA:
O DESCONHECIDO "PACTO LIBERAL" DE 1908 ENTRE REPUBLICANOS E MONÁRQUICOS
O DESCONHECIDO "PACTO LIBERAL" DE 1908 ENTRE REPUBLICANOS E MONÁRQUICOS
Em Abril de 1908, pouco depois do regicídio, dois dirigentes republicanos e um áulico da Corte de D. Manuel II congeminaram, em casa de Bernardino Machado, um pacto de tréguas que convinha às duas partes: exonerando os republicanos da má fama de envolvimento na matança do Terreiro do Paço, daria à Monarquia o “benefício da dúvida” e ao regime um último fôlego, tão necessário no início do novo Reinado. Apesar de acarinhado pelo jovem Rei e apoiado pelo primeiro-ministro, o pacto foi frustrado nos corredores do Poder pela feroz oposição de um dos líderes monárquicos; e a sua inviabilização esteve na origem da opção revolucionária dos inimigos do regime, que acabaria por conduzir à instauração violenta da República, em 5 de Outubro de 1910. Apesar da sua importância para a compreensão do processo republicano português, o “Pacto Liberal” (como então se lhe chamou) tem permanecido até hoje omisso na história “oficial” do período. É dessa trégua gorada que este livro se ocupa, documentando os últimos dias de um regime condenado pela cegueira de muitos e pela ambição de alguns.
«Obra lúcida e certeira, que vem enriquecer sobremaneira a historiografia deste período. Jorge Morais tem-se afirmado nos últimos anos como autor de brilhantes ensaios historiográficos, baseados em sólidas pesquisas de fontes […]. Dotado de um notável poder de síntese e servido por uma escrita ágil e fluente, Jorge Morais conseguiu prender o leitor da primeira à última linha sem nunca sacrificar o rigor da investigação ou evitar a convocação do imprescindível corpus documental.»
Prof. Doutor António Reis in Prefácio
Nº de Páginas: 248 | Formato: 16 x 23 cm | ISBN: 978-989-677-000-6
* Oferta válida para todas as encomendas efectuadas e pagas por transferência bancária até 7 Fevereiro 2014.
+ INFORMAÇÕES: zefiro
quinta-feira, 13 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
Amélia de Orléans e Bragança, a última rainha de Portugal
Aos 21 anos, Maria Amélia de
Bourbon-Orléans torna-se duquesa de Bragança, mulher do futuro rei D. Carlos. É
a filha do conde de Paris, Luís Filipe de Orléans, o pretendente ao trono.
Aos 21 anos, Maria Amélia de Bourbon-Orléans torna-se duquesa de
Bragança, mulher do futuro rei D. Carlos. É a filha do conde de Paris, Luís
Filipe de Orléans, o pretendente ao trono. Amélia pertence à alta linhagem
europeia, antes D. Carlos revelara um grande entusiasmo pela infanta Eulália de
Espanha, filha da rainha Isabel II, a infanta achou mais graça a um diplomata
da Legação portuguesa, o projeto de casamento foi abandonado. Encetaram-se
conversações com os Orleáns, Amélia e Carlos casaram em Lisboa em 22 de Maio de
1886. Em breve será a rainha de Portugal e a quem, perdido o marido e os dois
filhos, deambulando de corte em corte, alguém chamará “uma tragédia ambulante”.
É esta a biografia que acaba de ser publicada: “Rainha D. Amélia, uma
biografia”, por José Alberto Ribeiro, A Esfera dos Livros, 2013.
É um livro novo, surpreendente e que deita por terra alguma
mitologia em torno da última rainha de Portugal. O autor, que se doutorou com
uma tese dedicada a esta rainha e à sua obra mecenática e artística, teve a
oportunidade de consultar os diários de D. Amélia que esta mandara queimar,
instrução que não foi respeitada e que veio permitir um olhar renovado sobre um
reinado e uma época. Quando os duques de Bragança se consorciam já o rei D.
Luís sofria de graves problemas de saúde. D. Carlos será aclamado rei em 28 de
Dezembro de 1889, está em desenvolvimento um processo tumultuoso, o novo
reinado irá começar mal. Logo no início de 1890, o governo inglês impôs a
Portugal um ultimato para desocupar os territórios entre Angola e Moçambique,
em 24 horas. Cresce a contestação ao jovem rei, a oposição republicana encontro
um excelente pretexto. Igualmente no início de 1891 ocorre a insurreição
republicana do Porto. Em Maio desse ano, a crise financeira do Brasil arrasta
Portugal para uma grave crise monetária. No seu diário regista as tensões com o
marido e releva uma relação extremamente afável com a sogra, isto quando se
dizia que mal se podiam ver. Em 1892, é iminente a situação de bancarrota, o
rotativismo parlamentar e governamental dá provas de ineficácia. A rainha tudo
vê e anota, a sua intervenção é na área assistencial, caso do Real Instituto de
Socorros a Náufragos e o Instituto Bacteriológico. As agitações ministeriais tornam-se
prática corrente, os governos por convite sucedem-se. De acordo com o seu
diário, as tensões com o rei tornam-se cada vez mais frequentes, o monarca
passa largos períodos nas suas propriedades e em longas viagens pelo
estrangeiro. Em 1895 ficou marcado por vários sucessos militares de ocupação
colonial, Mouzinho de Albuquerque capturara Gungunhana, chefe dos Vátuas, em
Chaimite, foi um ponto alto no orgulho nacional.
Embora levando uma vida distante, as rotinas familiares
continuam a ser cumpridas, o casal aparece sempre em público nos seus deveres
de Estado. D. Carlos bem tenta o seu magistério de influência junto dos
partidos, alternância entre Regeneradores e Progressistas encaminha-se para o
descrédito absoluto. O rei afasta-se, envolve-se nas campanhas oceanográficas,
a rainha refugia-se no Palácio da Pena e depois acompanha o marido em visitas
pelo país. É neste contexto que a rainha dá um passo para consolidar a sua obra
assistencial, a criação da assistência nacional aos tuberculosos com várias direções:
construção de hospitais marítimos, sanatórios em clima de montanha e de
altitude, institutos para o tratamento da tísica e hospitais para tísicos,
destinados aos incuráveis. Assim irão surgir os sanatórios de Outão e
Carcavelos e já no século XX o dispensário antituberculoso de Lisboa. Nos seus
recreios, a pintura foi uma das suas distrações mais intensas.
Com o seu enorme prestígio, D. Carlos atrai a Lisboa
monarcas de toda a Europa bem como o presidente da República francesa. A rainha
cumpre exemplarmente as suas funções, granjeia amizades. Mais tarde, correrá a
notícia da sua coragem quando salvou um pescador nas águas de Cascais. Uma
coragem tremenda que irá comprovar na tarde do regicídio, brandindo um ramo de
flores frente aos regicidas. O novo século revelara-se explosivo, do lado
monárquico abundam as dissensões, os arrufos, os compadrios e os escândalos; a
corrente republicana não para de engrossar. Os monarcas procuram a todo o
transe manter a sua popularidade em dia, em 1901 viajam à Madeira e aos Açores,
as receções revelaram-se apoteóticas.
Os rumores e as calúnias à volta da rainha também cresciam:
que Mouzinho de Albuquerque se matara por não ver o seu amor à rainha
reconhecido; que a rainha tinha relações lésbicas avulsas e perdulárias, havia
mesmo um caso com a condensa de Figueiró… a rainha realiza uma viagem pelo
mediterrâneo, faz-se acompanhar dos filhos, a bordo do iate Amélia. Chegara o
tempo das visitas ilustres: Afonso XIII de Espanha, depois partem para
Inglaterra, foi assinado em Windsor um novo tratado luso-britânico, tratado que
renovava a garantia inglesa em relação à integridade dos territórios
ultramarinos de Portugal; depois é a vez da família real e inglesa visitar
Portugal, segue o imperador da Alemanha, Guilherme II e no final do ano de 1905
Émile Loubet, o presidente da República francesa.
Em 1906, descobriu-se a doença que atormentava o rei, a
diabetes. É um ano de uma inusitada instabilidade governativa e social que
deixou o país num estado crítico. A rainha continua voltada para as suas
preocupações assistencialistas e para a educação dos filhos. Em 1907, D. Carlos
ensaiou um governo autoritário sob a égide de João Franco, a classe política
não tolerou, a impopularidade do rei aumentou, chegara a hora das grandes conjuras.
No regresso de uma estadia em
Vila Viçosa , mal chegado a Lisboa, em 1 de Fevereiro de 1908,
D. Carlos e o príncipe herdeiro são assassinados. D. Amélia centra-se na
preparação do filho mais novo, desenvolve esforços para enfrentar a tempestade
política. Socorrendo-se sempre dos diários da rainha, o autor desvela a
natureza dos cuidados que ela põe na preparação do filho, temos aqui uma nova
luz sobre os acontecimento do 5 de Outubro e atos posteriores, onde se
procurava justificar a fuga para o exílio são dadas razões de grande
determinação do jovem rei e uma enorme indecisão dos políticos e militares que
se tinham revelado fiéis à monarquia. Há igualmente as diligências de D. Amélia
para encontrar uma consorte para o filho, a revolução do 5 de Outubro
ultrapassou as iniciativas em curso.
E temos a rainha no exílio, primeiro a Inglaterra e depois em França. D. Manuel
II casa, reacendem-se as esperanças, D. Amélia participa como enfermeira
durante a I Guerra Mundial, o reinado do filho prossegue sem a chegada de um
herdeiro, chegava a hora de estabelecer relações com parentes outrora odiados,
os descendentes de D. Miguel I. inesperadamente, em 1932, D. Manuel morre,
começa a “tragédia ambulante”, D. Amélia visita tudo e todos, negoceia com
Salazar a questão dos bens da família real. Vem a guerra, D. Amélia não
abandona a França mortificada. Finda a guerra, a convite de Salazar, visita
Portugal onde é acolhida entusiasticamente. Volta para França, aqui falece em
1951. Terá solenes exéquias decretadas por Salazar, fica no Panteão dos
Braganças, ao lado do marido e dos filhos. As suas últimas palavras foram:
“Levem-me para Portugal, adormeço em França mas é em Portugal que quero dormir
para sempre”.
A rainha que prezava o exercício físico, a mente sã em corpo
são, que assistiu impotente a grandes transformações políticas se bem que
procurando agir com fervor no campo da assistência, a rainha que invocava
constantemente o dever que cabe aos reis de estar junto dos seus povos, cumpriu
o que Salazar lhe pediu, legou os seus bens portugueses a D. Duarte Nuno e sua
família. Nunca esqueceu o terno acolhimento que lhe foi oferecido na sua última
viagem a Portugal, em 1945.
Leitura obrigatória para melhor compreender um reinado
trágico e a tragédia de um exílio.
terça-feira, 14 de maio de 2013
A regra oculta do sistema; por Pedro Santana Lopes
“A regra oculta do sistema:
Antes de sair, cada presidente consegue que o partido
a que está ligado assuma o Poder”.
Pecado Original – O choque institucional entre Belém e S. Bento, de Pedro Santana Lopes
Sinopse
«Não existem dúvidas de que o Presidente da República pode lançar-se
numa campanha contra o Governo saído do sufrágio universal e directo, sem que
nada lhe aconteça no exercício do seu cargo. Actua contra o Governo como se
fosse líder da oposição. Pode fazer o que quiser sem que sofra consequências.
Pode e faz! Ora, é quase sempre fácil dizer mal do Governo, nomeadamente em
tempos de crise, e imagine-se o que significa ser o Presidente a fazê-lo.»
No livro, Santana Lopes defende que a melhor forma de acabar com os
conflitos entre Belém e S. Bento - que se repetem de Ramalho Eanes a Cavaco
Silva - é acabar com "o poder presidencial de demitir o Governo".
Uma tese que demonstra
que o ‘Pecado Original' do antigo líder do PSD merece ser lido, além de algumas
provocações que também encerra. Por exemplo, Santana lembra os tempos em que
foi primeiro-ministro e "o CDS fazia chegar a Belém recados a demonstrar
sentimentos contraditórios" sobre o Governo. Mais: o então Presidente da
República, Jorge Sampaio, "acabava sempre por proteger Paulo Portas e
desfazia-se em elogios sobre o seu trabalho com o ministro."
Qualquer semelhança com a
actualidade política deve ser pura coincidência.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
S.A.R., DOM DUARTE ESTEVE PRESENTE NA ENTREGA DOS TROFÉUS DO "LISBOA À PROVA"
O Salão Nobre dos Paços do Concelho recebeu a Sessão Solene de Entrega
dos Troféus do “Lisboa à Prova”, concurso gastronómico que já conta com seis
edições.
Desta feita, foram 76 os restaurantes premiados pela sua qualidade e
pelo serviço prestado à cidade de Lisboa.
A cerimónia contou com a presença de António Costa, presidente da Câmara
de Lisboa, Dom Duarte de Bragança e Nuno Pinto Magalhães, director de Comunicação
e Relações Institucionais da Sociedade Central de Cervejas, entre outros.
No seu breve discurso, António Costa destacou a “anualidade do
concurso” bem como “o esforço de todos os restaurantes”.
Para além disso, afirmou ainda que que estes são “o rosto da
cidade e um cartão-de-visita ao turismo”, essencial para contrariar os tempos
difíceis pelos quais passamos.
De seguida deu-se inicio à entrega dos prémios e dos diplomas de
participação a todos os restaurantes participantes.
Cinquenta e dois foram premiados com Um Garfo e dezoito com dois.
Os restaurantes Belcanto, Eleven, Feitoria, Panorama, Salsa & Coentros e
Varanda – Hotel Ritz, foram os grandes vencedores, ao “arrecadarem” o
mais prestigiado prémio do concurso, os Três Garfos.
Fotos de Carina Daniel
Maria Menezes / Real Familia Portuguesa
quinta-feira, 7 de março de 2013
S.A.R. D. Duarte Pio de Bragança recebe jovem escritor português
No dia 17 de Dezembro de 2012, S.A.R. o Duque de Bragança recebeu em audiência, na Fundação D. Manuel II, o jovem escritor Rúben Correia.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
SS.AA.RR., os Duques de Bragança no lançamento do livro "MAFALDA DE SABÓIA"
SS.AA.RR., os Duques de Bragança
SS.AA.RR. os Senhores Duques de Bragança estiveram presentes, no dia 16 de Fevereiro de 2013, na apresentação de "Mafalda de Saboia", o terceiro romance histórico de Diana de Cadaval, que decorreu no Palácio da Cidadela de Cascais. Seguiu-se a actuação do grupo "Danças com História", que apresentou um conjunto de danças medievais.
Princesa Diana de Orleans, duquesa de Cadaval e Princípe Charles-Phillippe d'Orleans
Isabel Palmela e Duquesa Claudine de Cadaval
Princípe Charles-Phillippe d'Orleans
Representante do Museu da Presidência da República, Diana de Cadaval e Representante da Esfera dos Livros
Grupo Danças com Histórias
Diana de Cadaval
A Rainha que partilhou o destino de Dom Afonso Henriques e de Portugal
Sobre a obra:
Quando a sua amiga Dona Teresa lhe contou, entre lágrimas, o terrível segredo que guardava há anos no peito, Dona Mafalda de Sabóia sabia que morreria sem nunca poder contar a verdade sobre o seu marido Dom Afonso Henriques. A legitimidade e consolidação do reino de Portugal, perante a Santa Sé e o mundo, razões pela qual fora escolhida para partilhar o destino com o primeiro Rei deste reino distante, dependia de si e do seu silêncio. Mafalda de Mouriana, filha do conde Amadeu III de Saboia, chega a Portugal, em 1146, aos 20 anos para casar com Dom Afonso I, que aos 37 anos, ganhara uma áurea de conquistador, graças às duras batalhas que ia vencendo contra os infiéis. Mafalda não encontrou em Portugal a felicidade desejada. Procura na ajuda aos mais necessitados, o amor que não encontra nos braços violentos de Dom Afonso, com quem mantém uma relação distante e conflituosa. Entre guerras e conquistas, o marido preferia cair nos braços da amante Châmoa Gomes. De si, sua legítima esposa, procurava apenas a garantia da continuidade da dinastia que iniciara. Tarefa que Dona Mafalda cumpriu com honra até à data da sua morte, em 1157. Foi mãe de sete filhos e sentou no trono Dom Sancho I. Portugal era agora um reino independente reconhecido pela Santa Sé. Morreu sem nunca revelar o segredo que poderia ter mudado a história do país para sempre…
FONTE: Esfera dos Livros, Maria Menezes, Joana Dias Pereira, Isabel Nogueira






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