Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

"Face Oculta com caras" - 2ª Edição - Actualizada com o Acórdão de Aveiro

Livro - Face Oculta - 2ª Edição - Actualizada com o Acórdão de Aveiro
Autor: Joaquim Gomes

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Apresentação do livro "MOMENTOS DO MEU SANGUE" de João Afonso Machado

Apresentação do livro MOMENTOS DO MEU SANGUE em V. N. de Famalicão ocorreu na passada 5ª feira, dia 19, no auditório da BIBLIOTECA MUNICIPAL.
O autor, o monárquico famalicense João Afonso Machado, esteve acompanhando pelo o seu editor, Daniel Gouveia, e pelo Dr. Artur Sá da Costa.
Trata-se da recolha de episódios verídicos, ocorridos na Casa de Pindela, baseados em documentação do seu arquivo, com interesse para a História do Concelho e a novidade absoluta que resulta da divulgação de escritos inéditos de grandes vultos das letras nacionais.
João Afonso Machado nasceu no Porto, em Junho de 1960, mas as suas raízes encontram-se intimamente ligadas a Vila Nova de Famalicão, nomeadamente ao Solar de Pindela, em S. Tiago da Cruz, onde residiu o seu bisavô, o Conde de Arnoso, que foi secretário particular do Rei D. Carlos.
Em colaboração escreveu “Estado de Correspondência Literária” e, em edição própria, uma monografia intitulada “O Morgadio de Pindela”, onde regista a história inter-geracional da sua família, intimamente ligada a esse importante património histórico do concelho famalicense que é o Solar de Pindela.
Tem colaboração dispersa em várias publicações, em particular jornais diários e semanários, de âmbito nacional e regional. Foi responsável no norte do país pela revista “Portugueses”, a cujo conselho redactorial pertenceu. Actualmente, mantêm uma colaboração mais assídua nas revistas “O Tripeiro” e em “Estrada Real”.
A Casa de Pindela pertence à mesma família desde há cerca de 600 anos, visto que em 1442 era já seu proprietário o Escudeiro-fidalgo João Afonso do Prado, avô de Luís de Carvalho, também Escudeiro-fidalgo, que veio a instituir o morgadio de Pindela.
Data de 1551 - o tempo do 1º morgado, o Cavaleiro-fidalgo Simão Pinheiro, sobrinho de Luís de Carvalho - o documento mais antigo que se conhece sobre a arquitectura da casa, que mostra que as suas dimensões correspondiam ao seu actual corpo central.
Em 1661 é construída a capela, com uma única nave e apresentando diversos pormenores românicos. A iniciativa cabe ao 5º morgado, José Pinheiro Lobo, que viria a ser assassinado. Após um período de violentas disputas pelo morgadio, o 8º morgado, João Machado Fagundes da Guerra Pinheiro e Figueira ordenou a feitura de muitas obras de restauro e melhoramentos.

terça-feira, 17 de junho de 2014

S.A.R. o Duque de Bragança estará na apresentação de "Eu Vivi a Queda do Império - Factos e Personagens Verídicos"

Dia 19 de Junho (próxima quinta-feira), S.A.R. o Duque de Bragança estará presente na sessão de apresentação de "Eu Vivi a Queda do Império - Factos e Personagens Verídicos", a mais recente obra do Professor Amaro Monteiro, que terá lugar na Biblioteca do Palácio Galveias, em Lisboa, pelas 19h00.

Fonte: Joana Dias Pereira

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Lançamento de livro sobre a Rainha Santa com apresentação de S.A.R. a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança


Exºs Senhores,


A Alêtheia Editores e a Confraria da Rainha Santa Isabel têm o prazer de convidar V. Exª para o lançamento do livro de José Miguel Pero-Sanz no próximo dia 7 de Maio (quarta-feira), pelas 18.30 horas, nos Claustros do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.li
A obra será apresentada por S.A.R. a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, e pela Prof. Doutora Maria Helena da Cruz Coelho.

Com os nossos cordiais cumprimentos,

António Rebelo
Confraria da Rainha Santa isabel
Igreja da Rainha Santa Isabel
Alto de Stª Clara

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

106 anos depois de Regicídio

REGICÍDIO - A CONTAGEM DECRESCENTEJorge Morais
A Mais Secreta e Pérfida Conspiração da História Contemporânea de Portugal
Os monárquicos dissidentes e a Carbonária envolvidos no conluio para derrubar a Coroa Portuguesa.
A crónica, a par e passo, de uma trama que vitimou o Rei e o Príncipe Real em 1908 e deu lugar, 33 meses depois, ao fim da Monarquia Constitucional e à instauração da República no nosso país.
Num texto de grande rigor historiográfico e inteiramente baseado em fontes certificadas, usando uma linguagem acessível e cativante, o autor retrata o caos de uma Nação no limiar do século do povo.
PVP: 10 €
Nº de Páginas: 208 | Formato: 16 x 23 cm | ISBN: 978-972-8958-40-4
* Oferta válida para todas as encomendas efectuadas e pagas por transferência bancária até 7 Fevereiro 2014.
OS ÚLTIMOS DIAS DA MONARQUIAJorge Morais
1908 - 1910:
DA ESPERANÇA DE TRÉGUAS À INSTAURAÇÃO DA REPÚBLICA
Em 6 de Outubro de 1910, telegrafando o fim da Monarquia para a Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, Eduardo Schwalbach escreveu com uma ironia de fel: «Ao cabo de longos e porfiados esforços, os monárquicos acabam de implantar a República em Portugal.»
A TRÉGUA FRUSTRADA:
O DESCONHECIDO "PACTO LIBERAL" DE 1908 ENTRE REPUBLICANOS E MONÁRQUICOS
Em Abril de 1908, pouco depois do regicídio, dois dirigentes republicanos e um áulico da Corte de D. Manuel II congeminaram, em casa de Bernardino Machado, um pacto de tréguas que convinha às duas partes: exonerando os republicanos da má fama de envolvimento na matança do Terreiro do Paço, daria à Monarquia o “benefício da dúvida” e ao regime um último fôlego, tão necessário no início do novo Reinado. Apesar de acarinhado pelo jovem Rei e apoiado pelo primeiro-ministro, o pacto foi frustrado nos corredores do Poder pela feroz oposição de um dos líderes monárquicos; e a sua inviabilização esteve na origem da opção revolucionária dos inimigos do regime, que acabaria por conduzir à instauração violenta da República, em 5 de Outubro de 1910. Apesar da sua importância para a compreensão do processo republicano português, o “Pacto Liberal” (como então se lhe chamou) tem permanecido até hoje omisso na história “oficial” do período. É dessa trégua gorada que este livro se ocupa, documentando os últimos dias de um regime condenado pela cegueira de muitos e pela ambição de alguns.
«Obra lúcida e certeira, que vem enriquecer sobremaneira a historiografia deste período. Jorge Morais tem-se afirmado nos últimos anos como autor de brilhantes ensaios historiográficos, baseados em sólidas pesquisas de fontes […]. Dotado de um notável poder de síntese e servido por uma escrita ágil e fluente, Jorge Morais conseguiu prender o leitor da primeira à última linha sem nunca sacrificar o rigor da investigação ou evitar a convocação do imprescindível corpus documental.»
Prof. Doutor António Reis in Prefácio
Nº de Páginas: 248 | Formato: 16 x 23 cm | ISBN: 978-989-677-000-6
* Oferta válida para todas as encomendas efectuadas e pagas por transferência bancária até 7 Fevereiro 2014.

+ INFORMAÇÕES: zefiro

quinta-feira, 13 de junho de 2013

CAMARATE, SÁ CARNEIRO E AS ARMAS PARA O IRÃO

Dia 20, pelas 18h30, vai acontecer Liberdade no Museu República e Resistência...

sábado, 1 de junho de 2013

Amélia de Orléans e Bragança, a última rainha de Portugal

Aos 21 anos, Maria Amélia de Bourbon-Orléans torna-se duquesa de Bragança, mulher do futuro rei D. Carlos. É a filha do conde de Paris, Luís Filipe de Orléans, o pretendente ao trono.
Aos 21 anos, Maria Amélia de Bourbon-Orléans torna-se duquesa de Bragança, mulher do futuro rei D. Carlos. É a filha do conde de Paris, Luís Filipe de Orléans, o pretendente ao trono. Amélia pertence à alta linhagem europeia, antes D. Carlos revelara um grande entusiasmo pela infanta Eulália de Espanha, filha da rainha Isabel II, a infanta achou mais graça a um diplomata da Legação portuguesa, o projeto de casamento foi abandonado. Encetaram-se conversações com os Orleáns, Amélia e Carlos casaram em Lisboa em 22 de Maio de 1886. Em breve será a rainha de Portugal e a quem, perdido o marido e os dois filhos, deambulando de corte em corte, alguém chamará “uma tragédia ambulante”. É esta a biografia que acaba de ser publicada: “Rainha D. Amélia, uma biografia”, por José Alberto Ribeiro, A Esfera dos Livros, 2013.
É um livro novo, surpreendente e que deita por terra alguma mitologia em torno da última rainha de Portugal. O autor, que se doutorou com uma tese dedicada a esta rainha e à sua obra mecenática e artística, teve a oportunidade de consultar os diários de D. Amélia que esta mandara queimar, instrução que não foi respeitada e que veio permitir um olhar renovado sobre um reinado e uma época. Quando os duques de Bragança se consorciam já o rei D. Luís sofria de graves problemas de saúde. D. Carlos será aclamado rei em 28 de Dezembro de 1889, está em desenvolvimento um processo tumultuoso, o novo reinado irá começar mal. Logo no início de 1890, o governo inglês impôs a Portugal um ultimato para desocupar os territórios entre Angola e Moçambique, em 24 horas. Cresce a contestação ao jovem rei, a oposição republicana encontro um excelente pretexto. Igualmente no início de 1891 ocorre a insurreição republicana do Porto. Em Maio desse ano, a crise financeira do Brasil arrasta Portugal para uma grave crise monetária. No seu diário regista as tensões com o marido e releva uma relação extremamente afável com a sogra, isto quando se dizia que mal se podiam ver. Em 1892, é iminente a situação de bancarrota, o rotativismo parlamentar e governamental dá provas de ineficácia. A rainha tudo vê e anota, a sua intervenção é na área assistencial, caso do Real Instituto de Socorros a Náufragos e o Instituto Bacteriológico. As agitações ministeriais tornam-se prática corrente, os governos por convite sucedem-se. De acordo com o seu diário, as tensões com o rei tornam-se cada vez mais frequentes, o monarca passa largos períodos nas suas propriedades e em longas viagens pelo estrangeiro. Em 1895 ficou marcado por vários sucessos militares de ocupação colonial, Mouzinho de Albuquerque capturara Gungunhana, chefe dos Vátuas, em Chaimite, foi um ponto alto no orgulho nacional.
Embora levando uma vida distante, as rotinas familiares continuam a ser cumpridas, o casal aparece sempre em público nos seus deveres de Estado. D. Carlos bem tenta o seu magistério de influência junto dos partidos, alternância entre Regeneradores e Progressistas encaminha-se para o descrédito absoluto. O rei afasta-se, envolve-se nas campanhas oceanográficas, a rainha refugia-se no Palácio da Pena e depois acompanha o marido em visitas pelo país. É neste contexto que a rainha dá um passo para consolidar a sua obra assistencial, a criação da assistência nacional aos tuberculosos com várias direções: construção de hospitais marítimos, sanatórios em clima de montanha e de altitude, institutos para o tratamento da tísica e hospitais para tísicos, destinados aos incuráveis. Assim irão surgir os sanatórios de Outão e Carcavelos e já no século XX o dispensário antituberculoso de Lisboa. Nos seus recreios, a pintura foi uma das suas distrações mais intensas.
Com o seu enorme prestígio, D. Carlos atrai a Lisboa monarcas de toda a Europa bem como o presidente da República francesa. A rainha cumpre exemplarmente as suas funções, granjeia amizades. Mais tarde, correrá a notícia da sua coragem quando salvou um pescador nas águas de Cascais. Uma coragem tremenda que irá comprovar na tarde do regicídio, brandindo um ramo de flores frente aos regicidas. O novo século revelara-se explosivo, do lado monárquico abundam as dissensões, os arrufos, os compadrios e os escândalos; a corrente republicana não para de engrossar. Os monarcas procuram a todo o transe manter a sua popularidade em dia, em 1901 viajam à Madeira e aos Açores, as receções revelaram-se apoteóticas.
Os rumores e as calúnias à volta da rainha também cresciam: que Mouzinho de Albuquerque se matara por não ver o seu amor à rainha reconhecido; que a rainha tinha relações lésbicas avulsas e perdulárias, havia mesmo um caso com a condensa de Figueiró… a rainha realiza uma viagem pelo mediterrâneo, faz-se acompanhar dos filhos, a bordo do iate Amélia. Chegara o tempo das visitas ilustres: Afonso XIII de Espanha, depois partem para Inglaterra, foi assinado em Windsor um novo tratado luso-britânico, tratado que renovava a garantia inglesa em relação à integridade dos territórios ultramarinos de Portugal; depois é a vez da família real e inglesa visitar Portugal, segue o imperador da Alemanha, Guilherme II e no final do ano de 1905 Émile Loubet, o presidente da República francesa.
Em 1906, descobriu-se a doença que atormentava o rei, a diabetes. É um ano de uma inusitada instabilidade governativa e social que deixou o país num estado crítico. A rainha continua voltada para as suas preocupações assistencialistas e para a educação dos filhos. Em 1907, D. Carlos ensaiou um governo autoritário sob a égide de João Franco, a classe política não tolerou, a impopularidade do rei aumentou, chegara a hora das grandes conjuras. No regresso de uma estadia em Vila Viçosa, mal chegado a Lisboa, em 1 de Fevereiro de 1908, D. Carlos e o príncipe herdeiro são assassinados. D. Amélia centra-se na preparação do filho mais novo, desenvolve esforços para enfrentar a tempestade política. Socorrendo-se sempre dos diários da rainha, o autor desvela a natureza dos cuidados que ela põe na preparação do filho, temos aqui uma nova luz sobre os acontecimento do 5 de Outubro e atos posteriores, onde se procurava justificar a fuga para o exílio são dadas razões de grande determinação do jovem rei e uma enorme indecisão dos políticos e militares que se tinham revelado fiéis à monarquia. Há igualmente as diligências de D. Amélia para encontrar uma consorte para o filho, a revolução do 5 de Outubro ultrapassou as iniciativas em curso.
E temos a rainha no exílio, primeiro a Inglaterra e depois em França. D. Manuel II casa, reacendem-se as esperanças, D. Amélia participa como enfermeira durante a I Guerra Mundial, o reinado do filho prossegue sem a chegada de um herdeiro, chegava a hora de estabelecer relações com parentes outrora odiados, os descendentes de D. Miguel I. inesperadamente, em 1932, D. Manuel morre, começa a “tragédia ambulante”, D. Amélia visita tudo e todos, negoceia com Salazar a questão dos bens da família real. Vem a guerra, D. Amélia não abandona a França mortificada. Finda a guerra, a convite de Salazar, visita Portugal onde é acolhida entusiasticamente. Volta para França, aqui falece em 1951. Terá solenes exéquias decretadas por Salazar, fica no Panteão dos Braganças, ao lado do marido e dos filhos. As suas últimas palavras foram: “Levem-me para Portugal, adormeço em França mas é em Portugal que quero dormir para sempre”.
A rainha que prezava o exercício físico, a mente sã em corpo são, que assistiu impotente a grandes transformações políticas se bem que procurando agir com fervor no campo da assistência, a rainha que invocava constantemente o dever que cabe aos reis de estar junto dos seus povos, cumpriu o que Salazar lhe pediu, legou os seus bens portugueses a D. Duarte Nuno e sua família. Nunca esqueceu o terno acolhimento que lhe foi oferecido na sua última viagem a Portugal, em 1945.

Leitura obrigatória para melhor compreender um reinado trágico e a tragédia de um exílio.

terça-feira, 14 de maio de 2013

A regra oculta do sistema; por Pedro Santana Lopes


“A regra oculta do sistema:
Antes de sair, cada presidente consegue que o partido a que está ligado assuma o Poder”.

Pecado Original  – O choque institucional entre Belém e S. Bento, de Pedro Santana Lopes

Sinopse
«Não existem dúvidas de que o Presidente da República pode lançar-se numa campanha contra o Governo saído do sufrágio universal e directo, sem que nada lhe aconteça no exercício do seu cargo. Actua contra o Governo como se fosse líder da oposição. Pode fazer o que quiser sem que sofra consequências. Pode e faz! Ora, é quase sempre fácil dizer mal do Governo, nomeadamente em tempos de crise, e imagine-se o que significa ser o Presidente a fazê-lo.»

No livro, Santana Lopes defende que a melhor forma de acabar com os conflitos entre Belém e S. Bento - que se repetem de Ramalho Eanes a Cavaco Silva - é acabar com "o poder presidencial de demitir o Governo".
Uma tese que demonstra que o ‘Pecado Original' do antigo líder do PSD merece ser lido, além de algumas provocações que também encerra. Por exemplo, Santana lembra os tempos em que foi primeiro-ministro e "o CDS fazia chegar a Belém recados a demonstrar sentimentos contraditórios" sobre o Governo. Mais: o então Presidente da República, Jorge Sampaio, "acabava sempre por proteger Paulo Portas e desfazia-se em elogios sobre o seu trabalho com o ministro."
Qualquer semelhança com a actualidade política deve ser pura coincidência.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

S.A.R., DOM DUARTE ESTEVE PRESENTE NA ENTREGA DOS TROFÉUS DO "LISBOA À PROVA"

O Salão Nobre dos Paços do Concelho recebeu a Sessão Solene de Entrega dos Troféus do “Lisboa à Prova”, concurso gastronómico que já conta com seis edições.
Desta feita, foram 76 os restaurantes premiados pela sua qualidade e pelo serviço prestado à cidade de Lisboa.
A cerimónia contou com a presença de António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, Dom Duarte de Bragança e Nuno Pinto Magalhães, director de Comunicação e Relações Institucionais da Sociedade Central de Cervejas, entre outros.
No seu breve discurso, António Costa destacou a “anualidade do concurso” bem como “o esforço de todos os restaurantes”.
Para além disso, afirmou ainda que que estes são “o rosto da cidade e um cartão-de-visita ao turismo”, essencial para contrariar os tempos difíceis pelos quais passamos.
De seguida deu-se inicio à entrega dos prémios e dos diplomas de participação a todos os restaurantes participantes.
Cinquenta e dois foram premiados com Um Garfo e dezoito com dois. Os restaurantes Belcanto, Eleven, Feitoria, Panorama, Salsa & Coentros e Varanda – Hotel Ritz, foram os grandes vencedores, ao “arrecadarem” o mais prestigiado prémio do concurso, os Três Garfos.

Fotos de Carina Daniel
Maria Menezes / Real Familia Portuguesa

quinta-feira, 7 de março de 2013

S.A.R. D. Duarte Pio de Bragança recebe jovem escritor português

No dia 17 de Dezembro de 2012, S.A.R. o Duque de Bragança recebeu em audiência, na Fundação D. Manuel II, o jovem escritor Rúben Correia.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

SS.AA.RR., os Duques de Bragança no lançamento do livro "MAFALDA DE SABÓIA"

SS.AA.RR., os Duques de Bragança
SS.AA.RR. os Senhores Duques de Bragança estiveram presentes, no dia 16 de Fevereiro de 2013, na apresentação de "Mafalda de Saboia", o terceiro romance histórico de Diana de Cadaval, que decorreu no Palácio da Cidadela de Cascais. Seguiu-se a actuação do grupo "Danças com História", que apresentou um conjunto de danças medievais.
Princesa Diana de Orleans, duquesa de Cadaval e Princípe Charles-Phillippe d'Orleans
Isabel Palmela e Duquesa Claudine de Cadaval
Princípe Charles-Phillippe d'Orleans
Representante do Museu da Presidência da República, Diana de Cadaval e Representante da Esfera dos Livros
Grupo Danças com Histórias
Diana de Cadaval
A Rainha que partilhou o destino de Dom Afonso Henriques e de Portugal
Sobre a obra:
Quando a sua amiga Dona Teresa lhe contou, entre lágrimas, o terrível segredo que guardava há anos no peito, Dona Mafalda de Sabóia sabia que morreria sem nunca poder contar a verdade sobre o seu marido Dom Afonso Henriques. A legitimidade e consolidação do reino de Portugal, perante a Santa Sé e o mundo, razões pela qual fora escolhida para partilhar o destino com o primeiro Rei deste reino distante, dependia de si e do seu silêncio. Mafalda de Mouriana, filha do conde Amadeu III de Saboia, chega a Portugal, em 1146, aos 20 anos para casar com Dom Afonso I, que aos 37 anos, ganhara uma áurea de conquistador, graças às duras batalhas que ia vencendo contra os infiéis. Mafalda não encontrou em Portugal a felicidade desejada. Procura na ajuda aos mais necessitados, o amor que não encontra nos braços violentos de Dom Afonso, com quem mantém uma relação distante e conflituosa. Entre guerras e conquistas, o marido preferia cair nos braços da amante Châmoa Gomes. De si, sua legítima esposa, procurava apenas a garantia da continuidade da dinastia que iniciara. Tarefa que Dona Mafalda cumpriu com honra até à data da sua morte, em 1157. Foi mãe de sete filhos e sentou no trono Dom Sancho I. Portugal era agora um reino independente reconhecido pela Santa Sé. Morreu sem nunca revelar o segredo que poderia ter mudado a história do país para sempre… 
FONTE: Esfera dos Livros, Maria Menezes, Joana Dias Pereira, Isabel Nogueira