Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A Casa de Bragança entre o Douro e Minho - Exposição na Sala Gótica em Barcelos (3)

Uma das principais memórias da relação de Nuno Álvares Pereira com Barcelos é a Casa do Condestável, junto ao Largo do Apoio. O edifício ali existente datará do século XVI, mas o brasão dos Pereiras do anterior edifício ainda se pode ver junto às janelas.

D. Afonso nasceu em 1377, da relação entre D. João, Mestre de Avis, com Inês Pires Esteves. Em 1391, recebeu do rei D. João I o Condado de Neiva, senhoreando as terras de Neiva, Faria, Vermoim e Aguiar de Neiva.

Em 1401 casou com Beatriz Pereira, filha de Nuno Álvares Pereira, sucedendo ao sogro no título de Conde de Barcelos.

Foi por dote de casamento que se tornou um dos homens mais poderosos do reino, detendo os termos de Barcelos e Chaves, bem como das terras de Montalegre, Penafiel de Bastuço, Arco de Baúlhe, Baltar e de Barroso.

Entre os anos de 1406 e 1415, D. Afonso promoveu a construção das muralhas de Barcelos e do Paço dos Condes, para afirmação do poder condal, contribuindo para a definição da vila medieval.

Participou na tomada de Ceuta e de lá terá trazido mobiliário para o Paço de Barcelos.

Em 1420 casou em segundas núpcias com D. Constança de Noronha. Os seus interesses voltaram-se então para Guimarães, onde mandou edificar o Paço Ducal.

Em 1442 foi nomeado Duque de Bragança pelo seu meio-irmão D. Pedro, à altura regente. É este o momento da fundação da Casa de Bragança.

D. Afonso faleceu em Chaves, em 1461, com 84 anos.

A Construção do palácio decorreu entre 1406 e 1415, para servir de residência aos condes e para afirmar o seu poder enquanto senhores do Termo de Barcelos.

O Paço era uma construção imponente, de aparência acastelada, reafirmada pela presença da torre sobre a ponte. Por essa razão os habitantes de Barcelos ainda chamam às ruínas do edifício “o castelo”.

Termo da Casa de Bragança em Barcelos

Em 1442, quando D. Afonso foi investido Duque de Bragança, era já Conde de Barcelos e Senhor das Terras de Neiva, Faria, Vermoim e Aguiar de Neiva.

Os seus domínios compreendiam-se entre o Rio Lima e o Rio Este e desde o Oceano Atlântico até ao Termo de Braga.

A Casa de Bragança passou a incluir todas estas possessões, as quais, no norte de Portugal e em especial no Entre-Douro-e-Minho, compreendiam uma parte significativa do território.

Em Barcelos, as freguesias do padroado da Casa de Bragança foram delimitadas com marcos onde se esculpiu o escudo e a letra B (Bragança).

Até 1640, os marcos apresentavam escudetes simples.

Após 1640, quando D. João IV ascendeu ao trono, os marcos passam a ser coroados, vincando a Casa de Bragança como Casa Real.

PAÇO DE BARCELOS

SEC. XVI

(DUARTE DARMAS)

ESTE PALÁCIO DOS DUQUES DE BRAGANÇA EM 1786

(Segundo o pintor Manuel Luiz Pereira – Barcelos)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Casa de Bragança entre o Douro e Minho - Exposição na Sala Gótica em Barcelos (1)

Atribui-se a D. Nuno Álvares Pereira (1360-1431) a fundação material da linhagem e da Casa de Bragança, a quem todos os seus descendentes directos recorriam para legitimar e perpetuar, quer o património e bens herdados, quer a singularidade da própria linhagem.

Nuno Álvares Pereira casou aos 16 anos com D. Leonor de Alvim, possuidora de “boas rendas e cabedal” entre Douro e Minho. Desta união nasceram dois filhos e uma filha, mas só D. Beatriz sobreviveu, sendo a responsável pela continuação da linhagem.

D. Beatriz, apesar dos diversos pedidos de casamento por parte de ilustres fidalgos, alguns de origem castelhana, casou com o filho bastardo de D. João I e de D. Inês Pires, D. Afonso. Para D. Nuno Álvares Pereira, o objectivo central do casamento da sua filha era a constituição de uma Casa Senhorial que perpetuasse a sua linhagem e memória.

Da união de D. Afonso e D. Beatriz nasceram três filhos: D. Isabel, D. Afonso, e D. Fernando. D. Beatriz morreu entre os anos de 1409 e 1414.

D. Afonso casou-se novamente, desta feita com D. Constança de Noronha que pertencia, pelas linhas paterna e materna, à linhagem dos reis de Castela e de Portugal.

O título de Duque de Bragança foi criado em 1442 pelo regente D. Pedro a favor do seu meio-irmão D. Afonso, 8º Conde de Barcelos.

O poder da Casa de Bragança veio a ser suprimido por D. João II, mas em 1496, o Rei D. Manuel promoveu a reabilitação da dignidade.

As linhagens da Casa de Bragança ascendem ao Condestável D. Nuno Álvares Pereira e a D. João I (se bem que por via bastarda). A legitimidade da primeira via associada à consanguinidade com a família real, assegurou à Casa de Bragança grandes privilégios na hierarquia nobiliárquica e poder económico e político.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, inaugura a primeira réplica do Marcos da Casa de Bragança

“Marcos que testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança. Em alto-relevo numa das faces, está gravado na pedra de granito, bem visível, um escudo com as cinco quinas e em baixo pode verificar-se a letra B (Bragança)”

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, visita os Marcos existentes na freguesia com os símbolos da Casa de Bragança.

Inauguração da primeira réplica do Marcos da Casa de Bragança. S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, com o presidente da Junta de Freguesia de Oliveira S. Pedro Augusto Carvalho.

"INAUGURADO POR SUA ALTEZA REAL

O DUQUE DE BRAGANÇA

DOM DUARTE PIO

15-10-2011"


domingo, 16 de outubro de 2011

S.A.R., O SENHOR D. DUARTE, EM OLIVEIRA S. PEDRO: “AS TERRAS QUE, EM PORTUGAL, SOUBEREM APROVEITAR A SUA HISTÓRIA TÊM FUTURO"

Jornal de Notícias” de 16 de Outubro, pág. 36


D. Duarte diz que alguém tem de ir para a prisão


“Quero ver quem vai para a prisão, porque alguém tem de ir porque roubaram o dinheiro público”, alega D. Duarte, Duque de Bragança, a propósito do estado das finanças nacionais.

“Há muitos anos que venho dizendo que se deve direccionar o investimento para obras produtivas ou de interesse público, como hospitais e serviços essenciais para a população. Sempre combati e critiquei os estádios de futebol ou auto-estradas que pouca gente servem. Chamavam-me retrógrado, mas agora o resultado está à vista”, disse D. Duarte, em Oliveira S. Pedro, Braga, onde inaugurou o projecto de colocação de réplicas de marcos da Casa de Bragança, que delimitam aquela freguesia. São nove réplicas que se juntam a outros tantos originais que resistiram ao furto.

Acompanhado do deputado municipal Manuel Beninger, D. Duarte alertou os portugueses para a “atenção que devem ter aos bancos onde colocam o seu dinheiro. Há bancos locais, corporativos que devem merecer a preferência, porque são de confiança”, lançando criticas àqueles que se aproveitaram das economias de famílias para “roubar”.

Mas D. Duarte deixou uma mensagem de esperança, principalmente aos que apostam na preservação da arquitectura local e na defesa de sítios naturais. “As terras que, em Portugal, souberem aproveitar a sua história têm futuro. Há sítios muito bonitos, mas que têm sido completamente desfigurados. Como a cidade de Braga, que ter sítios muito aprazíveis, mas também foi alvo de muita destruição e tem zonas que foram completamente desfiguradas”, denunciou D. Duarte Nuno.

A freguesia de Oliveira S. Pedro está a desenvolver um trabalho de reabilitação histórica, no qual se inclui a recolocação de marcos da casa de Bragança. Dos 18 inicialmente existentes resta metade e a junta de freguesia quer recuperar essa componente histórica, entre os quais se inscreve o Penedo das Letras.

S.A.R, O Senhor Dom Duarte defende que “alguém tem de ir para a prisão “porque o país foi assaltado, roubado e violentado”

Jornal “Diário do Minho” de 16 de Outubro, pág. 4


Pretendente ao trono quer criminalização da crise

Dom Duarte Pio quer ver quem vai para a prisão


O chefe da Casa Real de Bragança acusou ontem o regime republicano de ter conduzido o país a uma situação de falência e fez saber que espera agora a criminalização dos políticos responsáveis pela situação económica e financeira em que Portugal de encontra. Dom Duarte Pio deixou claro que os republicanos assumiram os destinos do país num momento em que Portugal era um dos mais ricos da Europa, tendo-o transformado num dos países mais pobres, 101 anos depois, apesar dos muitos milhões e milhões de euros que chegaram da União Europeia.

«Em 1910, a república herdou um país rico. Uma centena de anos depois, e após milhões e milhões de euros que nos foram concedidos pela União Europeia, conseguiu levar o país à falência», acusou o pretendente ao trono português, apontando o dedo «à incompetência e à corrupção» que, no seu entender, tem caracterizado a classe política portuguesa.

O pretendente ao trono português falava à margem de uma visita que efectuou à freguesia bracarense de Oliveira S. Pedro, a convite da Junta de Freguesia local. A deslocação de Dom Duarte motivou a inauguração da primeira réplica dos Marcos da Casa de Bragança existentes na localidade e que testemunham as delimitações de senhorio da Casa de Bragança.


Dinheiro fácil não nos salva

Dom Duarte Pio foi mais longe nas críticas que dirigiu ao regime republicano e deixou claro que o país não pode deixar de responsabilizar os responsáveis pelo descalabro das contas públicas. «Agora, quero ver quem é que vai para a prisão», disse, sentenciando que «não é preciso ser economista para saber que quando um país gasta mais do que produz, acaba por ser confrontado com problemas muito sérios».

Assumindo que os sacrifícios que estão a ser exigidos aos portugueses «são muito violentos», o pretendente ao trono português não deixa de atribuir alguma responsabilidade pela situação às ajudas financeiras que Portugal tem recebido dos seus parceiros europeus.

«O dinheiro dos outros nunca foi salvação, porque é sempre muito mal gasto. O que nos salva é a nossa inteligência e a nossa capacidade de trabalho», continuou o duque de Bragança, expressando a expectativa de que o país «saiba aproveitar as lições da história para voltar a ser responsável e poder ultrapassar as situações desastrosas a que a república nos conduziu».

Reconhecendo que «a crise é muito dura e muito desagradável», o duque de Bragança contrapôs que ela é também «uma oportunidade para analisarmos os que fizemos de errado e mudar o rumo dos acontecimentos».

«Quando a situação é difícil, é que somos capazes de olhar o futuro e resolver os nossos problemas», sentenciou Dom Duarte Pio, acrescentando que «espera que as pessoas mais válidas para ajudar o país a criar riqueza não sejam obrigadas a emigrar e que aquelas que já emigraram possam voltar, para ajudar o país a recuperar da crise».


Políticos são problema

O herdeiro do direito ao trono questionou, a propósito, como pode ser compreensível que Portugal tenha sido transformado num dos países mais pobres da Europa, ao mesmo tempo que os portugueses tiveram um papel determinante na transformação do Luxemburgo no país mais rico da Europa. Desfazendo a contradição, o chefe da Casa Real sublinhou que «isso demonstra que o problema não está na falta de capacidade dos portugueses para gerar riqueza, mas na corrupção e falta de qualidade do regime político».

Na deslocação à freguesia de Oliveira S. Pedro, em que também tomou parte o líder do PPM na Assembleia Municipal de Braga, Dom Duarte Pio subiu à montanha local, para visitar o emblemático “Penedo das Letras”, que foi visitado por Dom Miguel, em 6 de Dezembro de 1832. A espécie de homenagem ao bisavô do actual pretendente ao trono foi assinalada com a inauguração de uma placa comemorativa. A jornada monárquica, promovida pela junta de freguesia republicana, pretendeu assinalar a «reabilitação histórica» da localidade de Oliveira S. Pedro.

POPULAÇÃO ELOGIOU SIMPATIA E SIMPLICIDADE DE S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE, O DUQUE DE BRAGANÇA

Jornal “Correio do Minho” de 16 de Outubro, pág. 6


POPULAÇÃO ELOGIOU SIMPATIA E SIMPLICIDADE DO DUQUE

A população de Oliveira São Pedro participou activamente nesta visita oficial de D. Duarte, Duque de Bragança, à freguesia.

O pretendente ao trono português foi bastante aplaudido e as pessoas elogiaram-lhe a simplicidade e simpatia. O dia de ontem fica gravado na história desta terra bracarense.


Oliveira S. Pedro é um exemplo para o país

O pretendente ao trono português. D. Duarte, Duque de Bragança, elogiou ontem a valorização que a freguesia de Oliveira S. Pedro está a fazer da sua história e património. “É um bom exemplo para o país”, disse, no decorrer de uma visita oficial à localidade.


Recebido com aplausos da população e a actuação da Banda Marcial de Arnoso, D. Duarte Pio, Duque de Bragança, elogiou ontem o esforço que tem sido levado a cabo pela freguesia de Oliveira São Pedro na valorização e preservação do seu património e da sua história.

“As terras que em Portugal souberem aproveitar a sua história e a sua paisagem e preservar a sua cultura são as que têm futuro. As terras e os países onde esses valores são esquecidos têm tendência a desaparecer”, referiu D. Duarte, que esteve em visita oficial à freguesia de Oliveira São Pedro, em Braga.

Deslumbrado com o amor que a população devota pela sua terra, o Duque de Bragança inaugurou uma réplica dos Marcos da Casa de Bragança que em tempos existiram na localidade.

A Junta de Freguesia de Oliveira São Pedro fez um levantamento dos locais de onde desapareceram marcos e resolveu mandar fazer réplicas para os substituir.

Estes marcos testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança, sendo visível numa das suas faces o escudo e as cinco quinas sobre a letra B de Bragança.

Ao longo dos anos os marcos originais foram desaparecendo, como explicou o tesoureiro da junta, André Faria, aos jornalistas à margem da cerimónia oficial de ontem.

Património da história de Oliveira São Pedro, dois desses marcos originais já foram recuperados pela junta, com a colaboração das pessoas que os tinham em seu poder.

“Há outros marcos aos quais se perdeu o rasto e que devem estar a enfeitar jardins em propriedades privadas”, sugere o autarca, apelando a que quem tem os marcos os de volta à freguesia. “Ou quem souber onde eles estão que nos diga para nós investigarmos se são os marcos originais ou não”, apela.

Foram identificados nove locais de onde desapareceram os marcos. Um desses locais fica na extremidade da freguesia com Guisande, que foi precisamente onde D. Duarte Pio inaugurou ontem a réplica.

As réplicas, em granito, foram esculpidas por um artista da terra, Marcelino Bezerra. Foi também ele o autor de uma réplica mais pequena que foi oferecida a D. Duarte.

Nesta visita, o Duque de Bragança ficou ainda a conhecer o Penedo das Letras, local onde a 6 de Dezembro de 1832 esteve o seu bisavô, D. Miguel I, como testemunha uma inscrição no local. O Duque de Bragança (que pernoitou no Hotel Alves, em Penso S. Vicente), visitou ainda a capela de S. Bento, o padroeiro de Oliveira S. Pedro, e participou num almoço em sua honra.


D. Duarte: “alguém tem de ir para a prisão”

O pretendente ao trono português, D. Duarte Pio defende que “alguém tem de ir para a prisão “porque o país foi assaltado, roubado, violentado”.

Respondendo aos jornalistas que lhe pediram um comentário à actual situação do país, o Duque de Bragança lembrou que há muitos anos que defende que os investimentos públicos devem ser feitos em obras que sejam produtivas, que produzam riqueza para o país, que possam produzir produtos para aumentar as exportações e também em obras de interesse imediato para as necessidades das pessoas, como a saúde pública e a educação. “Sempre combati auto-estradas em exageros, campos de futebol Expo’s e toda a espécie de desperdício de dinheiros públicos. E sempre me criticaram por combatê-los, diziam que eu era retrogado e contra o progresso”, recordou D. Duarte Pio, acrescentando que “era óbvio. Não era preciso ser um grande economista para perceber que não se pode gastar mais do que aquilo que se tem, qualquer dona de casa percebe isso muito bem”.

E questiona: “os nossos cérebros não foram capazes de perceber isso? Perceberam, mas não ligaram e enquanto houve dinheiro para gastar, gastaram. Porque havia sempre quem beneficiava com isso politicamente ou até de maneiras mais graves”.

O Duque de Bragança aponta ainda o dedo aos bancos, alertando as pessoas para escolherem muito bem a entidade em quem confiam as suas poupanças.

Recepção e Boas-vindas a S.A.R., O Senhor Dom Duarte, na Junta de Freguesia de Oliveira S. Pedro

Recepção a S.A.R., O Senhor Dom Duarte, na Junta de Freguesia de Oliveira S. Pedro com a Banda Marcial de Arnoso

O Rei saúda o Povo.

Esclarecimentos do presidente da Assembleia de Freguesia, Engº Rui Rua, sobre os “Marcos da Casa de Bragança” e “Penedo das Letras” a S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.

Réplica do Marco da Casa de Bragança oferecida a S.A.R., O Senhor Dom Duarte, pela Junta de Freguesia.

Palestra de S.A.R., O Senhor Dom Duarte na Junta de Freguesia.

Para que fique registado. O REI DE PORTUGAL ESTEVE EM OLIVEIRA S. PEDRO.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Preparativos para receber em Oliveira S. Pedro S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança - próximo sábado, dia 15

Marcos da Casa de Bragança existentes na freguesia de Oliveira S. Pedro.

O Penedo das Letras.

Vista do monte do Penedo das Letras sobre as “terras da Casa de Bragança”.

Réplicas dos marcos da Casa de Bragança, preparadas para a cerimónia do próximo sábado.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Próximo sábado, 15 de Outubro, S.A.R., o Senhor Dom Duarte visita Oliveira S. Pedro

Jornal “Correio do Minho” de 10 de Outubro, pág. 8


D. Duarte Pio visita Oliveira S. Pedro

D. Duarte Pio, o Duque de Bragança, visita no próximo dia 15, a Freguesia de Oliveira S. Pedro, anunciou o presidente da Junta Augusto Carvalho.

Com início às 10 horas, a visita engloba, para além da habitual cerimónia de recepção, a visita aos marcos da Casa de Bragança existentes, a inauguração da primeira réplica dos marcos a colocar nos locais onde desapareceram e uma visita ao Penedo das Letras, local onde existe um registo, gravado numa rocha, da passagem do rei D. Miguel.

De acordo com o programa que acaba de ser divulgado por Manuel Carvalho, a recepção e boas-vindas a D. Duarte Pio será feita na sede da Junta de Freguesia, com a presença de representantes de autarquias vizinhas e do pároco local, participando ainda a Banda Marcial de Arnoso.

Para as 11,15 horas está programada a visita a marcos existentes na freguesia com símbolos da Casa de Bragança e a inauguração da primeira réplica. Trata-se de «marcos que testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança». «Em alto-relevo, numa das faces, está gravado na pedra de granito, bem visível, um escudo com cinco quinas e em baixo pode verificar-se a letra B (Bragança)».

Meia hora depois dá-se início à subida ao Penedo das Letras, com a colocação de uma placa comemorativa. Este é «um penedo pontiagudo que se eleva sobre os outros de dimensões formidáveis» e onde se lê, «com caracteres elegantes, que já foram dourados», uma inscrição que diz «no dia 6 de Dezembro de 1832 veio a este sítio e subiu a estas pedras Sua Majestade o Senhor Miguel I».

Esta jornada de «reabilitação histórica» em Oliveira S. Pedro seguirá com um almoço no espaço de convívio da Paróquia, terminando com um percurso a pé, a partir das 15,30 horas, com visita à Capela de S. Bento.

«Este será um importante momento no âmbito da reabilitação histórica da freguesia de Oliveira S. Pedro, uma freguesia que tem um vasto e incalculável valor histórico e patrimonial que urge continuar a preservar, a reabilitar e inclusivamente dar a conhecer», disse a propósito o presidente da Junta de Freguesia, Augusto Carvalho.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Visita de S.A.R. O Senhor Dom Duarte a Oliveira S. Pedro - 15 de Outubro

VISITA DE SUA ALTEZA REAL O DUQUE DE BRAGANÇA DOM DUARTE PIO

A OLIVEIRA S. PEDRO - FREGUESIA DO CONCELHO DE BRAGA

15 de OUTUBRO DE 2011 - 10H30


Ex.mos Senhores


A freguesia de Oliveira S. Pedro, no âmbito da sua reabilitação histórica, no próximo dia 15 de Outubro, vai receber Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, da sereníssima Casa de Bragança.

Esta iniciativa, promovida pela Junta de Freguesia de Oliveira S. Pedro e em colaboração com o deputado municipal Manuel Beninger, assenta na inauguração da primeira réplica dos Marcos da Casa de Bragança existentes no local.

Com uma cerimónia de recepção às 10h30m, seguir-se-á uma visita aos Marcos da Casa de Bragança existentes e a inauguração de uma placa comemorativa no Penedo das Letras, local onde existe um registo gravado da passagem de Sua Majestade o Sr. Dom Miguel I. Depois de um almoço, a realizar no Espaço Convívio da Paroquia, seguir-se-á a um pequeno passeio na aldeia para saudação à população, como termo da cerimónia.


O Presidente da Junta de Freguesia de Oliveira S. Pedro


Referencias históricas:


MARCOS DA CASA DE BRAGANÇA:

Marcos que testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança. Em alto-relevo numa das faces, está gravado na pedra de granito, bem visível, um escudo com as cinco quinas e em baixo pode verificar-se a letra B (Bragança)


PENEDO DAS LETRAS:

“Num penedo pontiagudo que se eleva sobre os outros de dimensões formidáveis, lê-se com caracteres elegantes, que já foram dourados, a seguinte inscrição:


NO DIA 6

DE DEZEMBRO DE 1832

VEIO A ESTE SITIO

E SUBIV A ESTAS PEDRAS

SVA MAGESTADE O

SENHOR D. MIGUEL 1º “


Texto de Albano Belino

Revista Bracara Augusta

O Miguelismo em Braga por Armando B. Malheiro da Silva

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Visita de S.A.R. O Senhor Dom Duarte à freguesia de Oliveira São Pedro - 15 de Outubro

S.A.R. O Senhor Dom Duarte, da sereníssima Casa de Bragança, visitará a freguesia de Oliveira S. Pedro, concelho de Braga, no próximo dia 15 de Outubro (sábado).

Do programa consta a visita a marcos da Casa de Bragança existentes e inauguração da primeira réplica de Marco da Casa de Bragança, marcos que testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança.

"Ex.mo Senhor Eng. Beninger,

Venho, por este meio, confirmar a disponibilidade de S.A.R., o Duque de Bragança, de se deslocar a Oliveira de São Pedro no dia 15 de Outubro.

Com os meus melhores cumprimentos,

Secretariado de S.A.R., o Duque de Bragança"

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Freguesia de Oliveira S. Pedro recebe S.A.R., o Duque de Bragança

A visita que S.A.R., o Senhor Dom Duarte, iria realizar no próximo dia 16 de Julho à freguesia de Oliveira S. Pedro, concelho de Braga, para inaugurar a primeira réplica dos Marcos da Casa de Bragança, ficou adiada, pelo motivo da sua presença no funeral de S.A.I., o Arquiduque Otto von Habsburg, em Viena.


“Exmo. Senhor,

Encarrega-me S.A.R. o Duque de Bragança de informar que, por falecimento do seu familiar, S.A.I. o Arquiduque Otto de Habsburgo, o Senhor Dom Duarte terá de se ausentar para o enterro que se realizará dia 16, na Áustria.

Por este motivo não poderá estar presente em Oliveira de São Pedro no dia 16, conforme estava combinado.

Agradecendo a vossa compreensão, com os melhores cumprimentos,

Secretariado de S.A.R., o Duque de Bragança”

terça-feira, 31 de maio de 2011

S.A.R. O Senhor Dom Duarte visita a freguesia de Oliveira S. Pedro


Alquebrar equívocos

Um Rei não tem um partido. Um Rei representa a unidade de todos os portugueses.

Para bem da defesa dos interesses da Sereníssima Casa de Bragança, esta iniciativa fica adiada, por umas semanas, para que não seja confundida a visita de S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com a actual campanha eleitoral.

No artigo jornalístico do Diário do Minho, do dia 30 de Maio de 2011, página 6, onde se lê “o candidato do PPM Manuel Beninger”, dever-se-á ler “o deputado municipal Manuel Beninger” que colaborou com a Junta de freguesia de Oliveira S. Pedro na realização deste acontecimento.

Desta forma, este evento irá realizar-se em finais de Junho, seguindo o mesmo roteiro.

Manuel Beninger


"D. Duarte Pio visita freguesia de Oliveira S. Pedro

O duque de Bragança, D. Duarte Pio, realiza, no próximo sábado, dia 4 de Junho, a partir das 10h30, uma visita à freguesia de Oliveira S. Pedro, para inaugurar a primeira réplica dos Marcos da Casa de Bragança, existentes no local.

A iniciativa, inserida no âmbito da reabilitação histórica da freguesia, foi realizada em colaboração com o candidato do PPM, Manuel Beninger.

O início do programa está marcado para as 10h30, com a recepção e boas-vindas na Junta de Freguesia, com uma comissão presidida por Francisco Carvalho Guerra, que contará com a presença de representantes da Câmara de Braga, do pároco da freguesia e dos presidentes das Juntas de Freguesia de Sezures, Tebosa, Priscos, Guizande, Telhado, Portela, Vimieiro e S. Cosme do Vale, Arnoso Santa Maria.

Pelas 11h15, terá lugar uma visita aos Marcos da Casa de Bragança e a inauguração da primeira réplica de Marco da Casa de Bragança.

Os Marcos da Casa de Bragança testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança. Em alto-relevo numa das faces, está gravado na pedra de granito, bem visível, um escudo com as cinco quinas e em baixo pode verificar-se a letra B (Bragança).

Às 11h45 realiza-se a subida ao Penedo das Letras, com inauguração de uma placa comemorativa.

Neste local onde existe um registo gravado da passagem do Rei D. Miguel I.

Após o almoço, marcado para as 13hh00, no Espaço Convívio da Paróquia, que contará com a participação da Confraria do Abade de Priscos, seguir-se-á a um pequeno passeio na aldeia para saudação à população".

Jornal “Diário do Minho” de 30 de Maio, pág. 6

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Freguesia de Oliveira S. Pedro recebe S.A.R. O Senhor Dom Duarte no dia 4 de Junho

Jornal “Correio do Minho” de 16 de Maio 2011, pág. 9


Freguesia de Oliveira S. Pedro recebe Duque de Bragança

Para financiar o restauro da igreja, a paróquia de Oliveira S. Pedro tem a funcionar um espaço convívio que, no início de Junho, recebe D. Duarte Pio de Bragança.


À espera de D. Duarte Duque de Bragança, que visita a freguesia no dia 4 de Junho, a comissão de obras de Oliveira S. Pedro realizou este fim de semana a festa da francesinha e da caipirinha, evento cuja receita reverteu a favor dos trabalhos da primeira fase de restauro da igreja paroquial.

A convite da Junta de Freguesia, o pretendente ao trono de Portugal almoçará, no sábado anterior às eleições legislativas, no espaço de convívio que, desde o verão passado, funciona todos os fins-de-semana com comes e bebes, música e jogos populares. As receitas angariadas vão ser canalizadas para o restauro do telhado e paredes exteriores da igreja paroquial, empreitada que deve iniciar esta semana.

Os mais de 30 voluntários que integram a comissão de obras não querem deixar passar a visita de D. Duarte Pio de Bragança para lhe oferecer um almoço, no qual se podem inscrever 150 pessoas.

Esta é mais uma forma que a comissão encontrou para reunir fundos para o restauro da igreja, aproveitando a deslocação de D. Duarte que vem inaugurar a réplica de um marco com as armas Casa de Bragança. Oliveira S. Pedro fez parte dos domínios daquela casa senhorial, facto comprovado pelos marcos que ainda existem no território da freguesia.

Outros já desapareceram, sendo intenção da autarquia presidida por Augusto Carvalho substituí-los por réplicas.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Marco da Casa de Bragança

A origem da Casa de Bragança situa-se em 1401, data do casamento de D. Afonso, filho ilegítimo de D. João I, com D. Brites, filha única do condestável do reino, Nuno Álvares Pereira.

Nuno Álvares Pereira dotou a sua filha com a vila e o castelo de Chaves, entre muitas outras terras. D. João I dotou D. Afonso com as terras e julgados em muitos outros lugares. Assim se estabeleceu inicialmente o património territorial da Casa de Bragança, que nos reinados seguintes receberia novas doações.

No concelho de Braga podem-se apreciar os marcos que testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança. Em alto-relevo numa das faces está gravado na pedra de granito, bem visível, um escudo com as cinco quinas e em baixo pode verificar-se a letra B (Bragança).

A fotografia ilustra um dos muitos Marcos da Casa de Bragança que se encontram na freguesia de São Pedro de Oliveira.