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Manuel Beninger

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terça-feira, 4 de março de 2014

Recomendação à câmara - Dadores com estacionamento gratuito

Por proposta de Manuel Beninger, do PPM, a Assembleia Municipal aprovou uma recomendação à câmara no sentido de “serem atribuídos lugares de estacionamento gratuitos a dadores de sangue junto ao Museu D. Diogo de Sousa, local onde actualmente é feita a recolha de sangue”. A proposta foi aprovada por unanimidade, mesmo pela bancada do PS, que, através de Pedro Sousa, criticou a expressão “ganância obsessiva e compulsiva dos negócios do anterior executivo municipal” em matéria de estacionamento automóvel. “Os dadores de sangue encontram-se empacotados neste descompasso entre o seu generoso acto de doar e a realidade de ter de pagar para doar”, uma realidade que, na opinião de Manuel Beninger, “não é admissível”. Com o estacionamento à superfície no centro da cidade concessionado a uma empresa privada, o presidente da câmara, Ricardo Rio, considerou “iníquo” que em Braga os cidadãos como necessidades especiais paguem estacionamento, uma situação que só poderá ser alterada com a negociação dos “lugares que a anterior gestão socialista” concessionou.
Jornal "Correio do Minho" de 3 de Março, pág, 7

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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Por proposta do PPM, Câmara irá atribuir lugares de estacionamento gratuitos a dadores de sangue


Por proposta de Manuel Beninger, do PPM, a Assembleia Municipal de Braga, recomenda à Câmara a atribuição de lugares de estacionamento gratuitos a dadores de sangue junto ao Museu D. Diogo de Sousa. A recomendação foi aprovada por todas as bancadas - apesar das críticas à política de estacionamento da Câmara - , o que levou o presidente da Assembleia, António Braga, a considerar que o eleito monárquico foi aquele que conseguiu aprovar, neste mandato autárquico, mais propostas por unanimidade.

Estacionamento gratuito para dadores de sangue


"Diário do Minho" de 7 de Julho, pág. 5
A Assembleia Municipal de Braga aprovou, por unanimidade, uma proposta de recomendação para que a Câmara Municipal diligencie todos os esforços para que sejam atribuídos lugares de estacionamento gratuitos aos dadores de sangue, junto ao Museu D. Diogo de Sousa, dado que actualmente as dádivas de sangue são feitas no edifício dos Bombeiros Voluntários, como em tempos acontecia junto ao Palácio do Raio.
A proposta de recomendação foi apresentada pelo deputado do PPM Manuel Beninger, lembrando que, presentemente, o estacionamento naquela zona é cobrado e fiscalizado por uma empresa privada. «Os dadores de sangue, encontram-se, por isso, empacotados neste descompasso entre o seu generoso ato e a sensibilidade exclusivamente economicista da Câmara, que antes quer os negócios nos estacionamentos do que o bem social, restando aos dadores pagar para doar», critica, enquanto espera que, com esta recomendação, a Câmara facilite a vida aos dadores de sangue.

terça-feira, 9 de julho de 2013

RECOMENDAÇÃO: Estacionamento para Dadores de Sangue



RECOMENDAÇÃO
Dadores de Sangue

O sangue é necessário todos os dias para assistir aos doentes, quer em tratamento directo quer em aplicações cirúrgicas. Como tal, o sangue que existente depende diariamente de todos que os que decidem doar o seu sangue, de forma benévola e regular, partilhando um pouco da sua saúde com quem a perdeu.
O dador de sangue é o indivíduo que doa benevolamente, de forma voluntária e regular, parte do seu sangue. A doação de sangue é considerada um ato cívico, um gesto nobre e altruísta e uma dádiva à comunidade, cuja grandeza não é mensurável.
Durante décadas os dadores de sangue doavam em Braga no Palácio do Raio, onde tinham parqueamento gratuito, devidamente identificado, para os seus automóveis, podendo assim, contribuir no seu ato cívico sem o ónus de taxas de estacionamento. Nos últimos tempos as dádivas de sangue passaram a ser feitas no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Braga, onde não existia parqueamento próprio para dadores de sangue. No entanto era entregue aos dadores um dístico identificativo do Instituto Português de Sangue para o estacionamento. A fiscalização era feita pela Policia Municipal que tinha sensibilidade suficiente para não autuar os carros dos dadores benévolos de sangue.
Hoje, fruto da ganância obsessiva e compulsiva dos negócios da Câmara que pouco beneficia os munícipes bracarenses, o estacionamento é cobrado e fiscalizado por uma empresa privada em todo o canto e recanto da nossa Bracara Augusta.
Os dadores de sangue encontram-se, por isso, empacotados neste descompasso entre o seu generoso acto de doar e a sensibilidade exclusivamente economicista da câmara, que prefere os negócios nos estacionamentos do que o bem social, restando aos dadores de sangue bracarenses pagar para doar. É preciso ter lata.
Se bem que o acto da doação de sangue seja um gesto nobre, altruísta e não mensurável que a todos diz respeito, entendemos que compete ao poder local promover e incentivar a sua prática criando situações facilitadoras.

Assim, o PPM propõe à Assembleia Municipal de Braga se aprove a seguinte recomendação:
Que a Câmara Municipal de Braga diligencie todos os esforços para que sejam atribuídos lugares de estacionamento gratuitos a dadores de sangue junto ao Museu D. Diogo de Sousa, local onde actualmente é feita a recolha de sangue, como em tempos o foi junto ao Palácio do Raio.

Manuel Beninger
Grupo Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga
[Recomendação APROVADA por unanimidade]

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Regabofe de Ajustamentos


Nota Prévia 
Para um blog de autoria anónima e relacionado com uma figura da Semana Santa: o artigo de opinião publicado ontem no Diário do Minho a respeito das máquinas começadas por "P" é de inegável pertinência e actualidade. Assim como outros assuntos relacionados com luvas, ou outros "adereços", e que são abordados de forma superficial na dita publicação quaresmal, por opção editorial do anónimo autor que obviamente respeitamos. 
Portanto, nada de espantar que hajam um, ou mais, cidadãos atentos a escrever artigos versando aprofundar estas importantes temáticas, enquanto outros entendem versar superficialmente ou nem sequer versar. E por conta de um sincronismo de opinião entre dois opinantes não se pode daí aferir que um esteja a plagiar o outro.

Agora vamos ao assunto que nos trouxe cá
A edição de hoje do Diário do Minho antecipa desde já a aprovação em Reunião de Câmara de uns quantos ajustes directos, dois dos quais consideramos serem merecedores de atenção:
O primeiro vem no seguimento da cada vez maior preocupação com todo o rocambolesco processo de privatização do estacionamento público à superfície. 
Pois bem, o Município prepara-se para desembolsar 20 mil Euros em benefício da Braga Parques, por conta de um contrato de "aquisição de serviços de aparcamento das viaturas a remover durante o ano de 2013". 
Para quem não sabe, os veículos em transgressão de estacionamento e sujeitos a reboque na cidade de Braga são depositados num parque de estacionamento privado, pertença da Braga Parques. É verdade que em adição à coima, o automobilista é forçado a custear também as despesas do também forçado aparcamento, como quem diz: "não quiseste estacionar o carro no Parque, agora toma!". 
Mas porque carga de água os veículos rebocados têm de ser depositados num parque de estacionamento privado e porque tem o Município de Braga de antecipar uma verba ao dono desse parque?
Depois, temos a adjudicação por 40.560 euros dos serviços de segurança no Mercado Municipal, à mesma empresa que presta o serviço de segurança de recinto desportivo no novo Estádio Municipal. O qual, recordamos, o Município arrendou por 30 anos com proveitos de 180 mil Euros e encargos superiores a 12 milhões. Um contrato peculiar em que o senhorio tem custos e o inquilino tem lucros.

A família reinante de Braga deve ter em atenção a velha máxima romana: "à mulher de César não basta ser séria, tem que parecer também". Neste caso parece não se verificar nem uma, nem outra.
P.S.: Não é só organizar feiras romanas, deve-se também aprender algo com esta civilização que tanto legado deixou nesta cidade.

sábado, 21 de abril de 2012

Assembleia Municipal - Plenário: Concessão de exploração de estacionamento pago na via pública

Pos. 7: Concurso de concessão de exploração de estacionamento pago na via pública na cidade de Braga

A entrega a privados da exploração de parquímetros prejudica a cidade, os seus cidadãos e comerciantes e complica, ainda, mais o futuro do Município, ao querer antecipar receitas.
Mas há mais: surge numa lógica de benefício de outros privados em matéria de estacionamento, lógica que começou há alguns anos com o ruinoso negócio de entrega da construção de parques no centro da cidade à empresa Rodrigues & Névoa, a qual pratica agora preços que são um escândalo, como todos os automobilistas sabem... E que, apesar disso, está isenta de taxas municipais ao contrário do que sucede com o comum dos cidadãos, os tais que pagam os preços escandalosos nos parques da Arcada e do Campo da Vinha. Para enriquecimento lícito de alguns!!!
Demonstremos, pois, o motivo da nossa rejeição da proposta!
1) em primeiro lugar, pensámos que a entrega a privados não serve o cidadão porque vai desencadear uma frenética caça à multa por parte do operador privado – que, diga-se em jeito de aviso, se espera não seja de nenhum familiar de membros do executivo camarário ou do Partido Socialista. E vai afastar, ainda mais, os automobilistas do centro urbano, prejudicando o comércio!
Acresce que, para caça à multa já temos a da PSP local que parece que se preocupa mais em multar automobilistas a qualquer hora do dia e da noite, do que em proteger os seus bens face à criminalidade que todos os dias aumenta.
Ou seja, com este contrato, a Câmara de Braga quer mexer, ainda mais, no bolso dos bracarenses, quiçá para ter dinheiro para pagar à banca os desmandos praticados nos últimos anos, nas obras do estádio e da piscina inacabada, e nas famigeradas e falidas parcerias público privadas para relvados de futebol em algumas  freguesias.
E já agora, pergunto: porque é que não houve dinheiro para construir dois parques de estacionamento no centro da cidade mas já houve 140 milhões para se fazer um estádio novo, caríssimo, ainda por cima?
Está, pois, encontrado o primeiro motivo para a rejeição da iniciativa! É que ela vai sair do bolso dos bracarenses, em parcómetros, coimas e outras taxas indirectas!
Deve dizer-se, de resto, por ser claro, que, com o aumento da caça à multa, além do concessionário, o beneficiado será o grupo Bragaparques, para onde os cidadãos tenderão a levar os carros, para não serem alvo das tais coimas exorbitantes e da recolha compulsiva de viaturas pela Polícia Municipal, que funcionará como uma «moça de recados» face à fiscalização do operador privado!!.
Aproveito para aqui denunciar que a Bragaparques parece, de facto, mandar na Câmara de Braga! Eu explico: alguns empresários de bares e restaurantes do Campo da Vinha pediram, recentemente, e a Câmara autorizou, que fosse permitido o estacionamento gratuito, aos fins de semana à noite, na praceta onde está a estátua do Marechal Gomes da Costa! Dias depois, a permissão foi retirada porque a Bragaparques protestou com base no contrato feito aquando da construção dos parques. Pelos vistos, a Câmara tem um contrato leonino com a Bragaparques, e, se assim é, ele terá de ser revisto quando houver, como a maioria dos bracarenses espera, uma mudança política na governação municipal com a vitória da Coligação Juntos por Braga.
2) Em segundo lugar; além disto, há, ainda, o problema do aumento de preços, porque ninguém acredita no que disse o senhor Presidente da Câmara quando garantiu que as tarifas cobradas nos 1200 lugares a concessionar não podem aumentar!!!
Pergunta-se, então: haverá ou não aumentos anuais? Não sabe a Câmara Municipal que a esmagadora maioria dos cidadãos não beneficia de aumentos anuais de salários?
Recordo a este propósito que, em 2011, a Câmara aumentou brutalmente, em alguns casos em mais de mil por cento, as taxas sobre as esplanadas em toda a cidade obrigando os cafés a pagar-lhe somas exorbitantes! A isto chama-se um Município bem gerido: põe os cidadãos e as empresas a pagar prejudicando a economia e o emprego!
3) Por último, o voto contra do PPM justifica-se, ainda, pelo facto de haver coisas pouco claras no contrato, como a de se saber, em caso de obras na via pública que impeçam o estacionamento, se haverá lugar a indemnização ao concessionário!
Manuel Beninger

quarta-feira, 18 de março de 1992

Jornal Diário do Minho: Juventude Monárquica - Espaços locais de Parqueamento estão a ser Pouco Utilizados

Os espaços de parqueamento existentes nesta cidade estão a ser pouco utilizados, anunciou ontem a Juventude Monárquica de Braga, depois de uma visita de estudo aos respectivos locais.
Em comunicado, a organização juvenil dos monárquicos faz, desde logo, questão de sublinhar que os seus textos enviados à comunicação social têm por finalidade "divulgar a nossa observação crítica sobre os mais diversos assuntos políticos da nossa região". No caso específico da política camarária bracarense sobre os parques de estacionamento, excluindo-se aqui o que a JMB escreveu por ouvir dizer, entenderam fazer algumas considerações.

"O que é certo, é que a Juventude Monárquica, não compreende que tendo a cidade sido recentemente dotada com silo-auto do Rechicho, um parque subterrâneo nos Granjinhos, um outro em S. Lázaro, mais um outro na rua de Santa Margarida e ainda um outro na zona do Hotel Turismo, ainda se teime na necessidade dum outro junto do Hospital de S. Marcos e outro na Praça Conde Agrolongo" - sublinha o comunicado.

Perante as conclusões a que chegaram na sequência do estudo efectuado, os jovens monárquicos pensam que "algo está mal" e interrogam-se, refflectindo: "ou a solução proposta pela Câmara do engº Mesquita Machado é infeliz e exagerada, ou não há necessidade de tantos espaços de parqueamento tão próximos".

Para os jovens monárquicos e baseando-se no que apontam ser ditos da oposição, são "coisas da Laurinha".