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Manuel Beninger

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domingo, 6 de julho de 2014

KATE MIDDLETON CUMPRIMENTA RUI COSTA


Os príncipes William e Harry e a duquesa de Cambridge, Kate Middleton, deram oficialmente este sábado a partida da Volta a França em bicicleta. 

Antes do início da prova, em Leeds, os príncipes e a duquesa aproveitaram para falar com alguns corredores, tendo o português Rui Costa, campeão do mundo, o privilégio de trocar algumas palavras com Kate.

domingo, 18 de maio de 2014

Conheça os monarcas Ingleses que ficaram menos tempo no poder na história do Trono Britânico

Principe William aguarda o trono
Príncipe William aguarda vaga no trono Britânico

No trono Inglês há mais de 60 anos, a Rainha Elizabeth II é a segunda Monarca Britânica com mais tempo no poder. A primeira é a Rainha Victoria, que reinou durante 63 anos, entre 1837 e 1901.
É possível que o Príncipe Charles, segundo na linha de sucessão ao trono Britânico, nem suba ao trono e acabe passando a vez pro seu herdeiro directo, o Príncipe William.
Mas no tempo de intrigas na corte e planos Bizantinos para tomar a Coroa Britânica, os Monarcas Ingleses tinham mais dificuldade em permanecer em seus cargos.
Para cada Rainha Victoria e Elizabeth II, existem vários Reis e Rainhas da Inglaterra que mal tiveram tempo de aquecer o trono antes de serem depostos, por assassinato ou por escolha própria, como fez Edward VIII, que causou escândalo em 1936 ao abdicar do Trono Inglês em 1936, para se casar com a actriz Americana Wallis Simpson.

Essa é a lista dos 10 Monarcas que permaneceram menos tempo no Trono Britânico.

Lady Jane Grey
Lady Jane Grey, conhecida como ‘A Rainha dos 9 dias’
  1. Jane (1553) – 9 dias

  2. Edward V (1483) – 75 dias

  3. Edward VIII (1936) – 325 dias

  4. Richard III (1483-1485) – 2 anos

  5. James II (1685-1688) – 3 anos

  6. Mary I (1553-1558) – 5 anos

  7. Mary II (1689-1694) – 5 anos

  8. Edward VI (1547-1553) – 6 anos

  9. William IV (1830-1837) – 7 anos

  10. Edward VII (1901-1910) – 9 anos

terça-feira, 23 de julho de 2013

domingo, 21 de julho de 2013

BEBÉ DO ANO - Economia britânica agradece


A dias de a família se reforçar com o nascimento de um novo membro - o filho de Kate e William -, surgem todos os estudos possíveis e imaginários para atribuir um valor à família real britânica.
Um dos estudos mais conhecidos foi realizado pela Brand Finance e estima o valor de 51,4 mil milhões de euros para a família de Isabel II, equiparando-a ao valor das empresas Tesco e Marks & Spencer -  38,1 mil milhões de euros e 8,5 mil milhões, respetivamente.
No valor de 51,4 mil milhões de euros estão incluídas as avaliações às jóias da coroa e os palácios (20,9 mil milhões de euros) e as receitas diretas provenientes do turismo relacionado com a coroa (30,5 mil milhões de euros).
"A monarquia é um poderoso endorsement para marcas individuais e empresariais e até para os país, enquanto marca. Acreditamos que está a ter um contributo significativo para  para tirar a Grã-Bretanha da recessão", refere a Brand Finance.
"A monarquia é mais do que um regresso histórico aos dias do Império britânico. É um importante impulso para o crescimento económico do Reino Unido", reforça o mesmo estudo.
Neste sentido, destaca os valores tangíveis em que se incluem a coroa (8 mil milhões de euros) e a colecção real (11,5 mil milhões de euros). Neste alínea, destaque ainda para os títulos Duchy of Cornwall, avaliado em 842,3 milhões de euros, e Duchy of Lancaster, que vale 442,5 milhões de euros.

Relativamente a bens intangíveis, o estudo aponta as receitas vindas do turismo na ordem dos 578 milhões de euros todos os anos, podendo chegar aos 18,5 mil milhões de euros.

sábado, 20 de julho de 2013

Bebé real: mais 300 milhões na economia


A chegada de um bebé à família é, normalmente, acompanhado de um investimento dos novos pais. Há que comprar o berço, roupa, o carrinho, renovar e criar o quarto perfeito para o novo membro da família... É uma verdadeira euforia de compras.
Agora aplique essa euforia ao mais recente membro de uma monarquia europeia e percebe o impacto que o nascimento do bebé de Kate Middleton e do Príncipe William, o terceiro na linha real para o trono, poderá ter na economia de um país.
O Centre for Retail Research fez as contas e calcula que os britânicos irão gastar cerca de 300 milhões de euros em lembranças sobre o bebé real e nas celebrações em torno do nascimento.
Uma parte desse impulso à economia virá do mercado externo, com países como o Canadá e os Estados Unidos a dar um contributo de cerca de 46 milhões de euros à economia britânica com compra de brindes e lembranças em torno do nascimento.
Independentemente do sexo do bebé (segredo guardado a sete chaves pelos pais), o nascimento real "veio na altura certa", comenta Joshua Bamfield, diretor do Centre for Retail, citado pelo The Globe and Mail. Não só chega numa altura fraca para a economia britânica em termos de vendas, diz, como a popularidade de Kate e William irão ajudar a aumentar as vendas nas lojas.
E a família real é a primeira a dar o exemplo. Nas lojas de lembranças do Buckingham Palace e do Palácio de Kensington, onde os futuros pais vão viver, está à venda babygrows a imitar o uniforme da Guarda Real. E o Royal Collection Trust, que faz as gestão das casas da família real, vai lançar um serviço de porcelana comemorativa depois do nascimento do bebé.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Bebé real vale milhões

O negócio em torno do primeiro filho dos príncipes Kate e William, cujo nascimento pode ser anunciado a qualquer momento, vale mais de 280 milhões de euros.
Tal montante, calculado ao pormenor por especialistas britânicos, resultará da venda de “souvenirs” (64 milhões de euros), livros, DVD´s e edições especiais de jornais e revistas (88 milhões), brinquedos (28 milhões), comida para festas (29 milhões) e muita bebida, incluindo o tradicional champanhe (72 milhões).
Os comerciantes ingleses rejubilam com esta oportunidade de ouro, que vem dar forte impulso à economia real britânica, um pouco à semelhança do que aconteceu no ano passado, por esta altura, com “o efeito Jogos Olímpicos”.
Os lojistas estão muito gratos à Casa Real, que é considerada o maior contribuinte da “marca” Reino Unido, e não deixam de recordar que o casamento de Kate e William fez disparar as vendas mensais em 6,9 por cento, enquanto o Jubileu de Diamante da rainha Isabel trouxe um acréscimo de 3,5 por cento.
Infelizmente o mesmo não acontece em Portugal. É que cada turista que passa por Lisboa recusa-se a levar uma lembrança com a cara dos netos de Cavaco ou, muito menos, a triste silhueta deste presidente.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

“Royal Baby” já conquistou as redes sociais

É oficial: Kate tem o rei na barriga. Não tarda e começam a circular montagens de como será a cara, nariz, olhos da criança que ainda não se sabe se menino ou menina. Certo é que já é o tema mais falado no Twitter.
É como se o Reino Unido estivesse grávido. Seguindo a tradição real, não chegou a ano e meio e William e Kate anunciaram a chegada da tão aguardada criança. Kate Middleton, Duquesa de Cambridge, está grávida de três meses do Príncipe William. A notícia está a gerar uma onda de excitação nas redes sociais, com destaque para o Twitter – trinta minutos depois da novidade ter sido lançada o tema do “bebé real” já era o terceiro mais citado – e Facebook.
A Casa Real britânica confirmou a notícia minutos depois através da página do Facebook.
David Cameron foi das primeiras figuras públicas a felicitar o casal, no Twitter. "Serão uns pais maravilhosos", comentou.
A notícia foi recebida no Reino Unido como a notícia do dia. O Guardian debruçou-se num artigo com atualizações ao minuto sobre as novidades à volta do anúncio da gravidez de Kate. Foram buscar, inclusivamente, a notícia da gravidez de Diana, há 30 anos, impressa em jornal, na altura sem a voracidade das redes sociais.
A tendência foi seguida pela maioria dos jornais, televisões e rádios ingleses com títulos garrafais e muitos pontos de exclamação à mistura.
O Guardian avança com algumas sugestões de nomes: James? Edward? Charles? George? Mary? Elizabeth? Talvez Diana.
O futuro rei ou rainha de Inglaterra conquistou, pelo menos, logo no primeiro dia a atenção do mundo inteiro. E há sites especializados em prever a cara dos filhos combinando as caras dos pais. Aqui fica uma sugestão.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Barbie e Ken ao estilo de William e Kate

Os dois bonecos vão ser postos à venda em abril e custam 120 euros

A poucos meses de festejarem o primeiro aniversário de casamento, William e Kate são imortalizados em plástico pela Mattel, numa edição limitada para colecionadores.
"William e Catherine são como uma versão moderna da Barbie e do Ken", disse um porta-voz da Mattel. "O mundo inteiro assistiu ao casamento dos dois no que foi um verdadeiro casamento de conto de fadas", acrescentou.
O boneco do segundo na linha de sucessão ao trono britânico veste o seu uniforme vermelho, réplica do usado no dia do casamento, 29 de abril. E a Kate de plástico veste uma cópia do vestido desenhado por Alexander McQueen, completo com tiara e véu.
Os dois bonecos custam cem libras (120 euros) e têm como público alvo os adultos que são fãs "incondicionais da monarquia britânica no mundo inteiro", segundo a Mattel. Vão ser postos à venda em abril, para assinalar o primeiro ano do casamento real.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Artista brasileiro Romero Brito expõe em Londres


A GaleriaImitate Modern”, em Londres, tem em exposição obras do artista brasileiro Romero Brito.

O artista plástico brasileiro Romero Britto (48) prestou uma bela homenagem ao casal real britânico, príncipe William(29) e Kate Middleton (29), na sua nova exposição, Modern Icons, que foi recentemente aberta na galeria Imitate Modern, em Londres, Inglaterra. Seguindo a sua característica de obras de arte coloridas, ele fez um quadro com o rosto dos dois na posição em que apareceram em uma das fotos de quando anunciaram o noivado. Romero também retratou a Rainha Elizabeth II (85).

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

William e Kate nas instalações da UNICEF em Copenhaga para ajudarem a manter a atenção na crise humanitária

No passado dia 2 de Novembro, os Duques de Cambridge William e Catherine, em visita à Dinamarca, quiseram conhecer melhor o trabalho que a UNICEF tem feito para combater a fome e ajudar as crianças na África Oriental onde cerca de 12 milhões de pessoas correm risco de vida devido à fome.

O casal visitou as instalações do centro de emergência da UNICEF em Copenhaga na companhia dos príncipes Frederico e Mary da Dinamarca.

"A UNICEF tem feito um grande trabalho, mas infelizmente ainda há muito por fazer e é por isso que estamos aqui hoje, para que o maior número de pessoas se aperceba da horrível situação que se está a viver na África Oriental", afirmou o príncipe William.

UNICEF

sábado, 24 de setembro de 2011

Príncipe William não quer cometer os erros do pai

A conselho do marido, Kate Middleton está a receber uma preparação específica sobre o que significa ser membro da família real. Tudo para evitar que a duquesa se transforme numa nova princesa Diana.


A duquesa de Cambridge está a receber cursos sobre o funcionamento das instituições britânicas por forma a estar bem preparada para exercer nas melhores condições o papel de mulher do herdeiro do trono britânico. As aulas particulares têm lugar no Palácio de St. James, em Londres, e irão prolongar-se por vários meses.

Segundo uma fonte da Casa Real, citada pelo jornal "Daily Telegraph", "a duquesa está a ser instruída no sentido de saber como funciona o Estado, conhecer bem as instituições nacionais e aprender mais sobre o Governo e os meios de Comunicação Social. É um processo que irá decorrer ao longo de vários meses e será totalmente privado".

Esta preocupação do príncipe William visa evitar o que sucedeu com a sua mãe, a princesa Diana, que nunca recebeu qualquer ajuda por parte da família real na sua adaptação às exigências públicas de um membro da realeza. Diana chegou a confessar a alguns amigos que no palácio "pensavam que podia adaptar-me da noite para o dia como princesa de Gales".

A ideia de proteger Kate Middleton sempre esteve muito presente no modo como o príncipe William conduziu o namoro, o pedido de casamento e até o próprio enlace. Logo na primeira entrevista conjunta do casal, William explicou que uma das razões pelas quais havia esperado sete anos para pedir Kate em casamento era o seu desejo de "aprender com os erros do passado".

O próprio agendamento de presenças em actos públicos é rigoroso.

Sabe-se que, até ao final do ano, a duquesa de Cambridge só estará presente num evento por mês para que possa estar bem preparada.

Fonte: DN