Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Experimentalismo Urbano


E se um médico decidisse operar um paciente ao estômago por entender que este sofria de alguma maleita, tipo flatulência em excesso ou coisa que o valha?
Marcava-se a cirurgia, reservava-se o bloco operatório, adquiria-se o material necessário, recrutavam-se enfermeiros, anastesistas, etc... O doente era sujeito a internamento e à bateria de exames preliminares da praxe.
No dia seguinte, o médico operava o paciente e este permanecia internado mais uns dias em pós-operatório.
Ao fim de algumas semanas, o paciente não apresentava melhoras ou até piorava e o médico então decidia: "se calhar é melhor voltar a abrir a barriga ao paciente e operá-lo aos intestinos, porque o excesso de traques que ele dá, afinal deve ter a ver com as tripas e não com o estômago".
Perguntamos nós: o que pensariam os leitores deste médico ficcional se fosse real? A opinião generalizada seria: INCOMPETENTE. 
E certamente o hospital dispensaria este médico, pois a incompetência deste causara avultados prejuízos. Para além dos óbvios transtornos causados ao paciente, a despesa desnecessária que causou ao realizar cirurgias dispendiosas, sem saber realmente ao certo o que estava a fazer.

Pois se este médico é ficcional, os responsáveis pelas obras de requalificação urbana da cidade de Braga não! 
E tal como o médico incompetente, também estes decidem executar as acções, para depois se aperceberem das asneiras que fizeram e voltar a refazer o que foi mal feito.
Assim, quando os bracarenses se julgavam livres das incómodas obras do Largo da Sr.ª a Branca, eis que as máquinas estão de volta para corrigir aquilo que poderia ter sido feito bem à primeira. Mas como se pode ler hoje no Diário do Minho, a cidade de Braga passou a ser um laboratório de "Experimentalismo Urbano".

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

É por esta e por outras que o P.P.M. faz falta…

A recomendação apresentada pelo P.P.M. em sede da Assembleia Municipal de Braga e aprovada por unanimidade, “A sinistralidade na “Curva do Feira Nova””, deu já os seus primeiros passos.

Ex.mo Sr. Eng. Eduardo Gomes

Vice-presidente das Estradas de Portugal, SA,

... Na sequência da última assembleia Municipal, o grupo parlamentar do PPM voltou a referir esta matéria que, se tem merecido toda a atenção por parte do município e por parte da vossa organização, ainda não está totalmente resolvida. Assim, a recomendação que anexamos a esta carta, e que os convidamos a apreciar, foi aprovada por unanimidade e mereceu de todos os grupos parlamentares uma nora da sua maior urgência.

Assim, prende-se a presente com um pedido para que apreciem a situação actual e prevejam medidas correctivas que melhorem a segurança rodoviária neste troço da rede urbana de Braga.


Sempre com sentido de serviço e espírito democrático.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Soluções para a “Curva do Feira Nova”?

“… Não ouvi, até hoje, nenhum técnico avalizado sobre esta matéria, a identificar-me, in extremis, a o problema da curva é exactamente este”. (3,10 minutos)

(Vereador da Câmara Municipal de Braga Vitor Sousa).


Ex.mo Senhor Vereador

Aqui fica o relatório técnico da Universidade do Minho, “A Sinistralidade na "curva do Feira Nova": passado, presente e futuro ?”, da autoria de Adriana Carvalho e José Precioso, apresentado numa Recomendação, pelo Grupo Municipal do PPM, na Assembleia Municipal de Braga.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Assembleia Municipal recomenda melhorias na “curva do Feira Nova”

Jornal “Diário do Minho” de 29 de Novembro de 2010, pág. 6

A Assembleia Municipal (AM) de Braga aprovou mais uma recomendação no sentido de melhorar a chamada “curva da Feira Nova”, na Avenida António Macedo, em Braga. A proposta foi apresentada pelo PPM, mas mereceu a aprovação de todos os partidos.

Aliás, como referiu João Granja, do PSD, concordando com a recomendação, a curva já virou anedotário nacional, uma vez que há um indivíduo que regista, em vídeo, os acidentes diários no local e os coloca na internet.

O texto lido por Sílvia Oliveira teve em conta o estudo de Adriana Carvalho e José Precioso, da Universidade do Minho, em que são expostas as deficiências da construção do troço. Entre os erros estão a inclinação contrária e muito fechada, a existência de duas ruas que confluem na própria curva e um pouco depois desta; inexistência de piso antiderrapante, entre outras causas.

O excesso de velocidade também é tido em conta, sem que haja medidas de mitigação para o controlar.

A bancada do PS, embora concordando com a recomendação, lembrou que o troço é da responsabilidade da Estradas de Portugal, que já foi várias vezes alertada para a situação. Tem prometido resolvê-la, mas até agora não o fez.

Ainda assim, João Granja apontou o dedo ao Governo Civil de Braga, que anda à procura de pontos negros no concelho e no distrito, «mas não vê aquele ponto negríssimo, que já faz parte do anedotário nacional. É tempo de dizer basta», afirmou.

domingo, 28 de novembro de 2010

Jornal de Notícias: Solução para curva perigosa

“Jornal de Notícias” de 28 de Novembro de 2010, pág. 15


Jornal de Notícias (28 Nov) - A construção do acesso ao novo hospital de Braga avança no terreno e poderá ser a solução para o problema da denominada curva do Feira Nova, onde, em dias de chuva, chegam a registar-se diversos acidentes. A assembleia municipal debateu o caso.

A Assembleia Municipal de Braga aprovou por maioria, a moção apresentada pelo PPM, tendente a que a Câmara Municipal de Braga "diligencie esforços que conduzam a novas alterações no local da "curva do Feira Nova", e que estas se traduzam numa autêntica redução da sinistralidade e melhoria da condições de segurança rodoviária em Braga".

A recente reportagem do JN sobre a sinistralidade constante na curva do Feira Nova, além de ter gerado uma onda de contestação da parte de automobilistas (alguns estão mesmo a preparar queixas contra a câmara de Braga), também motivou o interesse partidário. Pela mão da deputada municipal do PPM, Sílvia Oliveira, foi apresentada uma moção que implica a câmara na resolução do problema.

No entanto, a intervenção no local deverá decorrer mais das obras em curso, de construção do acesso ao futuro hospital de Braga, que propriamente da decisão dos deputados municipais.

Desde o início do mês que evoluem no local as medições e as movimentações de terras, depois de algum atraso e indefinição sobre o arranque das obras, até porque havia questões pendentes, nomeadamente sobre a preservação do complexo monumental das Sete Fontes.

A reportagem do JN alertava para mais de vinte despistes em menos de cinco dias, o que veio a comprovar-se, através de vídeos colocados no "you tube" e vários contactos de sinistrados.

"Estou, de facto, a mover processo à Autarquía, responsável pela manutenção e conservação do local, para lhe pedir responsabilidades. Garanto que irei até onde me for possível", disse José Gonçalves ao JN.

Este habitante de Braga viu a esposa capotar naquela curva e tem alertado para as deficiências de toda a via, essencialmente relacionadas com a falta de manutenção, como é o caso de inúmeros sinais que estão tombados ou tapados pela vegetação, ou as divisórias das faixas de rodagem que apresentam grande perigo para quem ali circula.

"As acções de conservação não podem ficar-se pela mudança do piso", alerta José Gonçalves.

Novo acesso ao hospital deverá acabar com a curva da morte

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Assembleia Municipal - Plenário: Curva do Feira Nova


RECOMENDAÇÃO

“A sinistralidade na "curva do Feira Nova"”


Segundo um trabalho sobre a prevenção dos acidentes rodoviários na “curva do Feira Nova”: passado, presente e futuro (?), da autoria de Adriana Carvalho e José Precioso, da UM e depois de ouvidas a Vereação da Divisão de Transito da Câmara Municipal de Braga, a PSP, a Direcção Geral de Viação e a Comissão Distrital de Segurança Rodoviária, nos anos 2003 e 2009 comparativamente, conclui que as causas dos acidentes registados neste local são:

· a deficiente construção da curva (inclinação contrária e muito fechada);

· a existência de duas ruas que confluem na própria curva e um pouco depois desta;

· a inexistência de piso antiderrapante;

· o excesso de velocidade e a inexistência de medidas de mitigação para o controlar;

· o piso escorregadio, supostamente devido à acumulação de combustível proveniente do abastecimento dos carros junto a uma bomba de gasolina.

Com base nesta causalidade e de acordo com as medidas apontadas pelas entidades inquiridas, o respectivo estudo adianta, ainda, medidas preventivas como:

· a colocação de lombas redutoras de velocidade mais salientes e a colocação de sinais de trânsito luminosos a relembrar o limite de velocidade praticado;

· um policiamento mais activo, praticado em momentos de maior ocorrência de acidentes, como são os dias de chuva;

· o prolongamento de piso anti-derrapante a toda a extensão da curva.

Referem, ainda, que até ao ano de 2003, eram frequentes os atropelamentos de peões naquela zona, em parte, devido à falta de civismo e responsabilidade dos cidadãos e à inexistência de passagem de peões. Com a introdução de um separador central nesta via e com a colocação de passagens aéreas para peões, os atropelamentos diminuíram drasticamente, o que comprova que a introdução de medidas pode ajudar a resolver os problemas.

Neste sentido, o P.P.M. propõem à Assembleia Municipal de Braga para que se aprove a seguinte recomendação:

Que a Câmara Municipal de Braga diligencie esforços que conduzam a novas alterações no local da “curva do feira nova”, e que estas se traduzam numa autêntica redução da sinistralidade e melhoria da condições de segurança rodoviária em Braga.

Sílvia Oliveira

Grupo Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga

[Recomendação aprovada por unanimidade]

A curva das notícias!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Bracalândia no seu melhor...

O PPM-Braga nunca se cansou de alertar as autoridades politicas autárquicas de Braga para o estropício da existência de uma autêntica auto-estrada dentro dos limites urbanos da cidade.

A má sinalética rodoviária na cidade aliada à pouca vontade de alguma autoridade em “proteger” os cidadãos torna a cidade de Braga realmente perigosa.

Bracalândia no seu melhor…

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Jornal Diário do Minho: Medidas de Segurança para Prevenir Acidentes no Túnel

PPM quer medidas de segurança para prevenir acidentes no túnel.

A secção de Braga do Partido Popular Monárquico (PPM) defendeu ontem a necessidade da Câmara Municipal de Braga tomar medidas que previnam a ocorrência de novos atropelamentos à saída do túnel da Avenida da Liberdade. Tendo como pano de fundo o recente atropelamento de um peão, o PPM recomenda a autarquia que «coloque barreiras físicas de vedação, em ambos os lados dos passeios, desde o cruzamento com a Rua do Raio até ao seguinte cruzamento com a Rua 25 de Abril».

«Desta forma, poder-se-á evitar mais acidentes de atropelamento, que estão a acontecer com grande frequência nessa via de comunicação, evitando-se assim, para além dos infindáveis congestionamentos de trânsito, o sofrimento humano desnecessário», sublinha a nota que os monárquicos enviaram ao Diário do Minho, na qual não poupam a pressa que o Município colocou na execução das obras de prolongamento do túnel.

Acusando o executivo presidido por Mesquita Machado de colocar «tanta pressa» na conclusão do prolongamento do túnel, que não foi salvaguardada a segurança dos peões, o PPM considera que «a obra, tal qual como está, não oferece nenhuma segurança aos peões», que «atravessam com a maior das facilidades ambas as margens da via de circulação, esquecendo-se de que se trata, não de uma estrada de circulação normal, mas de uma autêntica via rápida dentro da própria cidade».

Salienta o PPM que a pressa colocada na conclusão das obras não foi imune à pressão que caracteriza os períodos eleitorais em que «os “políticos da terra” se apressam em fazer e concluir obras para que outros cidadãos, mais incautos, se esqueçam de tudo aquilo que de menos bom aconteceu nesse último mandato».«Braga, lamentavelmente, não fugiu à regra. Por isso, com as eleições autárquicas marcadas para o dia 11 de Outubro, houve necessidade de “fazer obra” a qualquer custo», comenta a estrutura monárquica, vincando que no prolongamento do túnel «trabalhou-se de dia e até durante o período nocturno».

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Jornal Correio do Minho: Falta de Sinalética

A oposição voltou a “atacar” o executivo da Câmara Municipal de Braga na última Assembleia Municipal. A falta de sinalética durante quase dois meses na Variante Sul foi o tema “quente da noite.

“Foi preciso esperar dois meses pela sinalética”

As obras da Variante Sul voltaram a ser o principal tema de discussão na Assembleia Municipal (AM), que se realizou anteontem à noite. A oposição voltou a “atacar” a Câmara Municipal, desta vez, pela “falta de sinalética”. “Mesmo com a polémica lançada na ultima AM, foi preciso esperar dois messes para se iniciarem os trabalhos de pintura e aplicação da sinalética horizontal, na mesma via”, criticaram os deputados da oposição.
A AM, apesar de ter apenas um ponto na ordem de trabalhos (correcção de um erro material de representação cartográfica recentemente identificado no Plano Director Municipal), no período antes da ordem do dia foram discutidos diversos assuntos. Mas falta de sinalética na Variante Sul foi, sem dúvida, a que deu mais que falar.

“Durante estes dois messes, a faltar a pintura da via, com as respectivas faixas brancas de separação, que auxiliam bastante a orientação do trânsito e servem também de guia durante a noite para os condutores, numa zona que é pessimamente mal iluminada, os condutores tiveram que conduzir aos apalpões”, começou por frisar Manuel Beninger do PPM. E ironizou: “pela quantidade de acidentes que existiram nesta via durante este período, devido à falta desta importante sinalética, circulava pelas tertúlias da nossa urbe uma pergunta deveras pertinente. Será que existiu algum protocolo entre a CMB e as agências seguradoras?”

João Granja admitiu que é “uma verdadeira tragédia” o que se passa na Variante Sul. A discussão da última AM teve, segundo o deputado, “saldo positivo”. E acrescentou: “é um tema incómodo para o presidente (que não esteve presente na sessão) já que ele se intitula como o campeão das empreitadas e teve dificuldade em justificar uma evidência”. Mas espera que a discussão “sirva” para prevenir outras obras que se aproximam, como é o caso do túnel na Avenida da Liberdade.

SOCIALISTAS VOTARAM CONTRA “RECOMENDAÇÕES”

O deputado do Bloco de Esquerda, João Delgado, também apresentou uma moção sobre as obras na Variante Sul. “É um facto inacreditável que durante mais de um mês se esteja sem sinalética na via mais movimentada do Conselho”.
E atirou: “foi um verdadeiro perigo durante mais de um mês, não houve acidentes graves, sem mortes, mas trata-se de uma questão de responsabilidade”.As moções do PPM e do BE, transformadas em recomendações, mereceram o voto contra dos socialistas.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Assembleia Municipal - Plenário: Segurança Rodoviária

MOÇÃO

SEGURANÇA RODOVIÁRIA

Como é do conhecimento dos membros desta Câmara, no início de Dezembro foram efectuadas obras de repavimentação da circular de Braga, que deu azo a tanta discussão na última Assembleia e que, infelizmente, acabou com uma intervenção infeliz por parte do Sr. Presidente da Câmara Municipal com ataques desnecessários e desadequados a toda a oposição, disparando sobre tudo e sobre todos, como se a culpa fosse daqueles que só “observam”.
Mas, passado esse mau momento, não nos queremos alongar mais sobre este assunto.
No entanto, P.P.M. gostava de inquirir o Sr. Presidente da Câmara sobre quando vão terminar as referidas obras, já que continua a faltar a pintura da via, com as respectivas faixas brancas de separação, que auxiliam bastante a orientação do trânsito e servem também de guia durante a noite para os condutores.
Percebeu o PPM que a aplicação do betão betuminoso na referida via, à noite e durante determinada altura do ano, devido a temperaturas negativas, não é possível.
Quanto à aplicação da tinta, ou melhor, da sinalética horizontal, é que questionamos. Será também das temperaturas elevadas sentidas e da falta de pluviosidade existente nesta altura do ano, que impedem a sua aplicação?
Pela quantidade de acidentes que tem existido, a questão que circula pelas tertúlias da nossa urbe, é se existe algum protocolo entre a C.M.B. e as agências seguradoras. A existir, será sem dúvida um óptimo meio de encher os cofres do estado. Diríamos mais: se o nosso Primeiro Ministro, Eng.º Sócrates, ficar conhecedor, a edilidade do municipio bracarense receberá, sem dúvida, uma medalha de mérito por mais um encaixe financeiro extraordinário.
Mas para os munícipes, é que “a porca torce o rabo”.
Não será mais importante sinalizar devidamente esta via? Via esta que é das mais movimentadas da cidade de Braga!
Quanto às vias mal iluminadas, o P.P.M. analisou e constatou que existem diversas ruas com iluminação insuficiente. E isto é do conhecimento geral, de todos!
Quanto às passadeiras, muitas delas estão em mau estado, devido às zebras estarem semi-apagadas, mal sinalizadas e sem sinalização.
É um imperativo cívico alertar para esta falta de sinalética, para que a segurança rodoviária não se transforme em tragédia nas vias da nossa cidade.
Mas, se as observarmos à noite, a coisa piora.
Ora, o P.P.M. considera que se as passadeiras tiverem a sinalização nocturna com sinalética de aviso e luz direccionada, auxiliará os condutores a terem uma melhor visão e os peões uma maior segurança.
Já existem alguns exemplares desta sinalética na cidade, mas apenas estão colocadas numa ínfima parte da mesma.
Sabemos que é um trabalho longo aplicar em todas as passadeiras o aviso de luz direccionado nocturno, mas consideramos que deveria pelo menos iniciar-se um esforço de as colocar nas vias em que se atinge maior velocidade, nos cruzamentos e nas entradas de rotundas.

De tudo isto,
Senhor Presidente, senhores Deputados.

O P.P.M. propõe a esta Assembleia Municipal a seguinte deliberação:

O P.P.M. propõe a esta Assembleia, que aprove uma moção que aconselhe a C.M. Braga a ter uma maior sensibilidade para as questões da sinalética rodoviária:
- que faça uma análise exaustiva dos locais mais críticos de acidentes nas vias de circulação da nossa cidade;
- que se reforce a colocação de sinalética luminosa; e
- que se repintem, de uma vez por todas, as passadeiras que já possuem cor esbatida ou apagada.
Assim, a C.M. Braga estará a contribuir para que haja menos sinistralidade rodoviária
.

Tenho dito.

Manuel Beninger
Grupo Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga

quarta-feira, 16 de dezembro de 1992

Jornal Diário do Minho: JM dá sugestão para melhorar trânsito urbano

A Juventude Monárquica de Braga distribuiu ontem à Comunicação Social um conjunto de sugestões na área do transito urbano que intitula sugestivamente "Viver em Braga poderá ser mais seguro e agradável".
Queixando-se de que a Câmara Municipal de Braga só acolhe sugestões de "paternidade socialista", os jovens monárquicos voltam a referir-se, em primeiro lugar, aos acidentes que repetidamente ocorrem à saida do túnel da Avenida João XXI.

"A Câmara Municipal teima em repor a armadilha da separação em tubo com rede naquela via, sem cuidar de analizas porque é que as viaturas ali se vão acidentar", escrevem.

Sugere, então, a JM que se retire de vez aquele "separador" e se substitua por um duplo risco contínuo em tinta florescente.

"Mas se os serviços municipais continuarem em insistir naquela "obra de arte" camuflada de verde, pelo menos que o repintem de branco para que seja visível", acrescentam.

O segundo ponto, ou segunda sugestão, refere-se às lombas. "Agora é moda em Braga, elevar o piso junto das passadeiras próximas das escolas; porém, seria do mais elementar bom senso que estas fossem precedidas do respectivo sinal, o que não acontece", dizem.

O último reparo vai para uma passadeira junto à Escoala Secundária Sá de Miranda, no início da Rua de Sta Nargarida, "que muito originalmente a Câmara mandou colocar sobre a curva, sem visibilidade e menor utilidade.

"E que tal colocá-la uns 20 metros mais à frente, corrigindo erro tão crasso?" pergunta a Juventude Monárquica de Braga.

A terminar o texto, os jovens monárquicos "recordam ao staff da recandidatura de Mesquita Machado como seria eleitoralmente rentável repor o trânsito da cidade tal qual era antes desta concepção obscura e martirizante".

terça-feira, 8 de setembro de 1992

Jornal Correio do Minho: JM - Críticas ao Trânsito e Sistema de Sinalização

A Juventude Monárquica de Braga considerou ontem "insensatas" as recentes alterações feitas ao funcionamento do trânsito citadino e "deficiente" o seu sistema de sinalização.
"Corrigir um erro apontado por uma oposição não é uma derrota política, é antes de tudo um acesso de lucidez" - sublinha o comunicado que os jovens monárquicos entregaram ontem à comunicação social, como a justificar a dureza das suas críticas.

O texto foi elaborado com base no que os subscritores do documento observaram durante Agosto último no que se refere à matéria abordada. "Quem não se ausentou de Braga durante o mês de Agosto teve oportunidade de constatar o caos do trânsito citadino, nesta época em que os portugueses inibidos de eleger o chefe de estado nos visitam", ou seja, os emigrantes que não votam para a eleição do Presidente da República.

Para os jovens monárquicos, os problemas de trânsito registados em Agosto ficam a dever-se, entre outros factores, ao aumento do volume de tráfego, uma deficiente sinalização", sublinhando que "as recentes alterações de transito proporcionaram o lamentável incómodo".

As críticas que a Juventude Monárquica de Braga tem vindo a fazer ao executivo local devem ser consideradas "construtivas", e por isso mesmo no documento se acentua a discordância quanto "à bizarra ideia de estreitar os arruamentos da cidade", sugerindo-se a "necessidade de retroceder com esta teimosia absurda".

Os jovens monárquicos esperam agora, neste período de pós férias, que o executivo municipal recupere "o discernimento indispensável para um acto de superior humildade democrática", revogando "a idiotice do atrofiamento das ruas e avenidas", esperando ainda "que seja revisto e corrigido o estapafúrdio trânsito recentemente implementado".

quarta-feira, 22 de julho de 1992

Jornal Diário do Minho: Monárquicos voltam a criticar alterações ao transito na cidade

A Juventude Monárquica de Braga voltou ontem a criticar as recentes alterações ao transito na cidade.

Segundo os jovens monárquicos, a Câmara Minicipal não teve a coragem de assumir, "por inabilidade e quiça défice de humildade cívica", que estas alterações são um projecto totalmente falhado, "que deve ser abandonado".

A JM sugere a Mesquita Machado que retroceda e reponha o circuito de trânsito anterior, "pois, mal por mal, é preferível uma pneumonia a uma tuberculose".

Os monárquicos fazem estas sugestões a pensar que "há na organização das cidades muitas acções que não podem ser partidarizadas. Qualquer que seja o partido que detenha o poder municipal procurará melhorar o sistema de abastecimento de água, a distribuição de energia, a limpeza das ruas, a organização do transito, indistintamente da sua origem política"
ELEIÇÕES
A Juventude Monárquica realiza a 26 e 27 do corrente as eleições para os seus órgãos dirigentes para a Comissão Conselhia.

A Direcção da Comissão Regional de Braga da JM é presidida por Manuel Beninger.

sábado, 27 de junho de 1992

Jornal Público: Monárquicos censuram a Câmara

Para a Juventude Monárquica, o alvo principal das críticas é o transito: "Os problemas de circulação citadina iniciaram-se quando houve a peregrina ideia de eliminar uma faixa de tráfego, que escoava o transito na Avenida Central. A suspensão desta via veio desequilibrar todo o tráfego no centro da cidade e nem com os rios de dinheiro gastos pelo município em soluções alternativas se conseguiu repor a fluidez de transito que, até essa época, havia no centro da cidade". O que está a passar-se "com o afunilamento das vias junto do Largo de S. Francisco, bem no coração da cidade", tem provocado "as filas de transito na Avenida da Liberdade, que já se arrastam até ao Largo do Rechicho e na Avenida Central estendem-se até à Senhora-a-Branca", salientam os jovens monárquicos.

terça-feira, 23 de junho de 1992

Jornal Diário do Minho: Juventude Monárquica também critica "afunilamento" das Ruas da Cidade

O "afunilamento" das artérias do centro da cidade voltou ontem a ser criticado pela Juventude Monárquica de Braga.
Para a JM, "uma cretinice, mesmo que sustentada por uma Câmara eleita democraticamente por maioria absoluta, não deixa de ser uma cretinice".

As obras de redução das vias de circulação citadina - diz - "só por doentia teimosia ou inépcia total se continua a processar".

Os jovens monárquicos recordam "aos iluminados edis da cidade" que os problemas de circulação citadina se iniciaram com a "peregrina ideia" de eliminar uma faixa de tráfego que escoava o transito na Avenida Central.

A suspensão desta via - sustentam - veio desequilibrar todo o tráfego no centro da cidade e, "nem com rios de dinheiro gastos pela CMB em soluções alternativas", se conseguiu repor a fluidez que até essa altura havia no transito do centro da cidade.

Para a Juventude Monárquica bracarense, o que se está a passar com o afunilamento das vias junto do Largo de S. Francisco é bem visível: as filas de transito da Avenida da Liberdade já se arrastam até ao Largo do Rechicho e na Avenida Central estende-se até à Senhora-a-Branca.

Pergunta, então, aquela estrutura partidária: "será preciso a Câmara de Braga insistir neste genuíno caso de malbaratar dinheiros públicos até à conclusão das obras só para exibir que estas continuem em Braga e, assim, emitir uma falsa imagem de progresso?".

O comunicado a que nos referimos conclui com outra questão. "Não haverá na Câmara de Braga, quer nos vereadores da maioria quer nos da oposição, um mínimo de bom senso para alertar, enquanto é tempo, para o absurdo de se insistir na conclusão desta asneira? Que interesses movem os que insistem neste absurdo?".

sexta-feira, 15 de maio de 1992

Jornal Diário do Minho: Jovens Monárquicos criticam Atrofiamento das Ruas da Cidade

"É notório que em Braga, muitas obras municipais são feitas sem um criterioso estudo prévio, o que leva a situações por vezes irremediáveis, como foi o caso da construção de edifícios estrangulando a passagem do Largo dos Penedos para a Rua da Escoura", afirma a Juventude Monárquica de Braga.
Num comunicado distribuído à imprensa, os jovens monárquicos escrevem que "tais desastrs poderiam ter o condão de fazer precaver a Autarquia no sentido de evitar novas asneiras, sobretudo quando comprometem o equilíbrio da cidade".

O comunicado incide, no entanto, "em obras de menor porte, que estão a ser construídas sem se avaliar o impacto que terão no dia-a-dia citadino.

O exemplo vai para a praça fronteira ao cemitério municipal, "onde se gastou dinheiro público a estrangulá-la, dado que em nada beneficiou a circulação nem tampouco o espaço de aparcamento".

Diz a Juventude Monárquica que "esta monstruosidade não terá paternidade reconhecida".

Outro exemplo é o Largo de S. Francisco, junto à Arcada: "só por total insanecimento se pode aprovar a obra de atrofiamento que se está a cometer neste largo e no início das ruas dos Capelistas e do Castelo".

Diz, a propósito, que "concerteza ao autor desta bizarra proposta nunca lhe ocorreu o pandemónio que ocorrerá se, eventualmente, um veículo tiver uma avaria numa destas vielas artificiais que a Câmara se deleita a construir".

"Se o fundamento é criar espaços para caça-niqueis, para os incautos automobilistas, verificarão os senhores vereadores que, nem daqui a um século as obras estariam ressarcidas por aquele método", escrevem os jovens monárquicos.

Os mesmos jovens acreditam que "esta fobia de atrofiamento das ruas é uma moda passageira, pois não tardará em toda a cidade se levantar contra o embute desta solução kafkiana".

O comunicado termina com uma questão: "será que o sinistro personagem que idealizou este futuro para a cidade é a mesma personagem que advogou numa rádio local, os benefícios das vielas e cangostas como o futuro das vias citadinas?".

domingo, 8 de março de 1992

Jornal Correio do Minho: Transito Citadino - Juventude Monárquica contesta pareceres de duas personalidades

A Juventude Monárquica de Braga, contestou ontem a opinião formulada por duas personalidades que recentemente participaram numa mesa redonda sobre trânsito citadino, organizada e transmitida por uma das rádios locais.
Em comunicado entregue ontem na nossa redacção, os jovens monárquicos elogiam a rádio local que teve a ideia de organizar a mesa redonda, uma vez que consideram que "as soluções dum problema comum não deve recair somente na apreciação de número limitado de munícipes".

Nessa mesa redonda participaram, segundo ainda o texto em referência, um vereador da Câmara Municipal, um técnico da Direcção de Estradas e um cidadão "que em tempos representava o comércio local numa Comissão de Transito".

A Juventude Monárquica de Braga sublinha que o transito da cidade, "necessita de ser reformulado, de maneira a torna-lo menos confuso e mais seguro". A contestação da organização juvenil dos monárquicos de Braga na sequência da mesa redonda radiofónica incide sobre o parecer que as duas personalidades deram em questões de excesso de velocidade com que alguns automobilistas circulam na cidade, uma vez que dois desses participantes advogam que "a maneira de se reduzir a velocidade com que se circula em Braga, não é nem mais nem menos que reduzir a largura das ruas!!!".

"É pelo menos interessante, que tese tão absurda fosse emitida por participantes que têm "responsabilidade" na resolução do transito local" - acrescenta o comunicado.

Consequentemente, "a insensatez apoderou-se destas sinistras personalidades", uma vez que, e "curiosamente, estas "autoridades" que reclamam dos excessos cometidos por alguns condutores, não advogam que se intensifique a fiscalização e se punam os infractores (poderia ser anti-eleitoral), mas se pugne a substituição de avenidas e ruas por vielas e cangostas!".